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sábado, 26 de abril de 2014

Michael Ruppert no seu melhor

Uma coisa que eu não disse, aquando da minha última colocação e respectivos comentários, foi que, a razão pela qual o desaparecimento deste grande autor é, para mim, um acontecimento mesmo muito triste e marcante... É porque foi Michael C. Ruppert uma das minhas (principais e muito importantes) referências, aquando do meu tempo de "jornalista cidadão".
Tendo sido este investigador, em particular - para além de uma das pessoas que me iniciaram na verdadeira história do 11 de Setembro - uma das minhas principais fontes de inspiração e muito bons exemplos de conduta, aquando da minha, que foi curta, actividade jornalística amadora.
Sendo isto equivalente a dizer que, se não fosse o trabalho deste e outros investigadores, que corajosamente denunciaram a verdadeira história, que tinham descoberto, dos atentados de 11 de Setembro, nunca teria eu pesquisado tanto, e tão a sério, sobre tal tema e teria acabado por descobrir aquela que é a principal temática que serve de propósito a este blogue.
(Ou seja... Não fosse Ruppert ter feito o grande e muito bom trabalho que fez, é possível que este meu blogue nunca viesse sequer a existir... Sendo, portanto, também a ele que deverão estar agradecidos todos os que possam encontrar algo de interessante nesta minha humilde publicação.)

Ainda hoje me lembro, como se fosse ontem, das várias vezes seguidas que ouvi a seguinte palestra (incrédulo com tudo o de que, através dela, ia tendo conhecimento) para garantir que conseguia absorver toda a grande quantidade de informação, muito importante, que dela podia assimilar... Tendo sido esta uma das muito importantes peças que me iniciaram na construção do "puzzle" relativo ao 11 de Setembro.

E, é chamando a atenção para esta palestra, de particular qualidade (das várias muito boas, aliás, que Ruppert deu) que aproveito para prestar mais uma sentida homenagem a este autor que, como muito poucos, sempre foi capaz de se manter fiel aos seus princípios e ideais - e que, não só pagou o habitual preço, que muitos pagam, da ruína financeira, como, ao que tudo indica, terá pago por isso também com a sua própria vida.

A tua partida prematura foi, por mim e por muitos, grandemente sentida, Michael Ruppert.

domingo, 20 de abril de 2014

Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert

"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."

"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and
leading..."

"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."


terça-feira, 11 de setembro de 2012

11/9: A falha na resposta aérea

Quem quiser, tal como eu, tirar quaisquer dúvidas que tenha sobre o assunto e ficar apenas com uma certeza sobre quem é que realmente fez estes atentados, pode consultar as colocações anteriores que aqui fiz sobre este tema, nas quais creio que deixei dicas suficientes para que alguém se inicie numa pesquisa, com referências a bons documentários que foram produzidos e outros bons livros que foram escritos, por investigadores sérios, sobre os atentados.
O motivo desta colocação é apenas chamar a atenção para a actualização de um dos conjuntos de descobertas mais reveladores de toda esta trama.
E o que a seguir apresento é, então, o mais recente somatório final do que, até hoje, foi descoberto sobre uma componente, muito em particular, destes ataques.
Para quem, tal como eu, tenha achado muito estranha a falta de resposta aérea no fatídico dia dos atentados, aqui vai a mais recente lista, elaborada pelo investigador Webster Tarpley - tal como é apresentada na mais recente versão actualizada do seu livro 9/11 Synthetic Terror: Made in USA - dos vários factos que provam, entre outras, três coisas muito importantes.
  • Primeiro, que, ao contrário do que quem estava à frente deste disse, a possibilidade de tais ataques não era nada no qual o governo dos EUA não tivesse já pensado. Pois, foram vários os exercícios de simulação de tais ocorrências (de preparação para a possibilidade das mesmas) que este governo fez, aos longos dos anos que precederam tais ataques.
  • Segundo, que as defesas aéreas, logo naquele dia, estavam invulgar e imensamente diminuídas.
  • E terceiro, também que, logo por coincidência - e em contradição com as referidas afirmações do governo, de que nunca tal cenário lhes tinha passado pela cabeça - foram, para esse dia, agendados exercícios de simulação de cenários do tipo dos que realmente aconteceram, que, muito convenientemente, confundiram os controladores aéreos, deixando-os sem conseguir distinguir os exercícios de simulação do que realmente estava a acontecer.
Que tais decisões tenham sido tomadas, perante o no mínimo - se mais nada, ingenuamente, soubermos acerca disto - mais que provado conhecimento prévio, por parte do governo, de que algo iria acontecer naquela semana, com aviões, na cidade de Nova Iorque...
Bem... Deixo ao senso comum de cada um, o julgamento de tais actos.
E muito mais se podia dizer sobre estes acontecimentos. Mas, como disse, o propósito desta colocação é apenas chamar a atenção para esta lista, em particular, que sumariza muito bem tudo o que, no mínimo estranho, se sabe que aconteceu naquele dia, em termos de resposta aérea.
Ao que acrescento também que, para quem não sabe, no espaço de um ano anterior a estes ataques, foram lançados aviões militares por 67 vezes, para inspeccionar ocorrências suspeitas de serem algo deste tipo.
A terminar, deixo aqui duas muito interessantes entrevistas ao brilhante autor dos mencionados livro e lista, em que este elabora mais sobre o assunto - [1] [2].

domingo, 9 de setembro de 2012

A única coisa que achei estranha no dia 11/9/2001

De entre as pessoas que conheci, quando era politicamente activo, lembro-me de ter conhecido duas, mais velhas e mais experientes nestas andanças, que, no próprio dia dos atentados, não engoliram o que lhes apresentavam como sendo um simples acto terrorista. Uma delas, do pouco que falei com ela, recordo-me apenas que suspeitou imediatamente que estava perante mais uma mentira e - da impressão que tenho, do que me lembro de ter falado com ela - que tinham sido os próprios americanos a fazer tal coisa. A outra - uma pessoa muito mais culta do que eu - suspeitou que se tratava de um golpe de estado - pelo que percebi, uma maneira de quem estava à frente do governo afectado poder declarar um "estado de emergência" e algo semelhante à "lei marcial" e instaurar um governo ditatorial neste país.
E não é que estavam as duas certas? A segunda, inclusivamente - revelou-se mais tarde - acertou em cheio num dos motivos para tal coisa. E acabou por errar apenas no modo como - e rapidez com que - seria implementado um estado policial no país que sofreu tais ataques.
Recentemente chegado às andanças da actividade política - ou antipolítica - militante, jovem, ingénuo e ainda pouco conhecedor deste tipo de esquemas, nada disto me passou pela cabeça. E a minha única reacção foi de choque, com um comentário onde dizia que "vivemos num mundo de loucos, organizado de forma louca e, por isso, não é de estranhar a existência de pessoas loucas e a ocorrência de actos tresloucados" etc...
Com a tendência que tenho em não reparar em pormenores, nem achei nada de estranho na maneira como caíram as torres...
Dois meses depois de estes terem ocorrido, ainda no rescaldo dos atentados, sou confrontado com um facto incrível e chocante sobre os mesmos, que me deixa boquiaberto, quando a segunda pessoa de que falo, num sítio de notícias de e para anarquistas e outros activistas, coloca uma notícia - versão original e versão actualizada - onde se denuncia o conhecimento prévio do governo norte-americano da ocorrência destes. E assim começava o meu interesse em tentar perceber o que se tinha então passado...
Depois de um atribulado ano de 2002, sento-me então, no início de 2003, em frente ao computador para, de modo sério, me começar a informar sobre este e outros assuntos e, chegado o início do muito quente Verão desse ano, termino a minha pesquisa sobre esta ocorrência a "gritar" (escrever partes do texto em letras bem grandes) que nem um louco, no sítio de notícias de que falo, que, mais do que mero conhecimento prévio, tinha já a certeza de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes atentados.
E assim se iniciava também a minha procura por esclarecimento sobre quem é que (dado o envolvimento, de que eu tinha tido, entretanto, conhecimento, de outros países e o beneficiar que outros também tinham tido deste acontecimento) estava então por trás destes e também doutros ataques, que se repetiam, que a imprensa nos dizia ser obra do novo "bicho papão" do Ocidente - a al-Qaeda.
Mas, voltando atrás...
Como disse, no dia dos atentados, perante as imagens que vi, nada achei de estranho. E engoli a mentira que posteriormente me diziam de ter sido um atentado terrorista da autoria do conhecido suposto grupo terrorista islâmico.
Contudo, uma única coisa houve que achei estranha, naquele dia e não só, relativamente ao sucedido...
"Como é que eles (terroristas) tinham sido capazes de fazer tal coisa, sem serem apanhados?..."
(Os EUA não são nenhum país de Terceiro Mundo, desprovido de defesa anti-aérea. E certamente que as agências de segurança deste governo têm previstos estes e outros cenários e terão já métodos elaborados para lidar com os mesmos...)
Até o próprio Pentágono tinham conseguido atingir... O centro nevrálgico das mais poderosas forças armadas do Mundo. E, por conseguinte, aquele que deveria ser o edifício mais bem guardado do Mundo, situado no espaço aéreo que seria de esperar que fosse também o mais bem defendido em todo o Mundo.
E isto, também porque me lembrei, posteriormente, de duas coisas...
Uma, foi um daqueles filmes de Hollywood, que ainda me dava ao trabalho de ver, quando era adolescente - para aproveitar o grande desconto que, na altura, tinha em cinema, numa associação de que era membro e em que, por isso, ia até ver filmes "às cegas", sem saber do que se tratavam, só para aproveitar tal desconto - sobre um atentado terrorista, chamado Decisão Crítica (em português), em que uns terroristas árabes se apoderam de um avião e planeiam despenhá-lo num sítio nos EUA e em que, quando tal avião se aproxima deste país, é perseguido por aviões militares, que chegam a querer abatê-lo, para impedir que esta atinja o seu alvo e os terroristas matem ainda mais pessoas.
A outra, foi uma notícia, que me lembrava de ter visto, também na minha adolescência, na altura em que era o Bill Clinton o Presidente dos EUA, de uma pequena avioneta que, um dia, se tinha despenhado no relvado da Casa Branca e em que foi dito que, ao contrário do que seria de esperar, as defesas anti-aéreas deste espaço não tinham funcionado naquele dia. Lembrando-me eu também de, na altura, ter pensado "E se um dia alguém se tenta espetar com um avião comercial, dos grandes, na própria Casa Branca?"
Ou seja... Fosse através de dicas dadas pela ficção (baseada em cenários que possam ser realidade), através de notícias que via na televisão, ou recorrendo ao raciocínio dedutivo e mero senso comum, facilmente conseguia inferir que, certamente, os EUA teriam várias medidas de defesa anti-aérea para lidar com este tipo de cenários. E, assim sendo, porque razão não tinham nenhumas medidas de segurança (das que se supõe que existam) funcionado naquele dia?...
Foi uma pergunta que eu e muito mais gente fizemos, após os atentados, que levou a descobertas mesmo muito reveladoras.
O que nos leva à colocação seguinte...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

domingo, 6 de novembro de 2011

Syriana


(Página na Wikipedia sobre o filme e uma boa palestra, dada em 2002, sobre o assunto neste retratado.)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Angola é o maior exportador de petróleo para a China

Uma importante informação a reter, no presente e no futuro próximo, especialmente agora que se assiste ao surgimento de um estranho movimento activista num país onde o activismo político tem sido, até agora, inexistente.
Movimento esse que, apesar de diminuto, é prontamente coberto pela imprensa controlada, surge numa altura muito suspeita e que não surpreenderia se fosse mais um dos vários movimentos controlados, que ocasionalmente surgem, para remover líderes não alinhados com o Ocidente.
(Que ninguém me interprete mal... Vejo como muito positivo todo o tipo de movimentos que sejam no sentido de uma maior liberdade e de um claro progresso, para os povos neste tipo de movimentações envolvidos. A questão está em saber se é mesmo no sentido de uma maior liberdade, a longo prazo, e melhores condições de vida que surgem certos movimentos. E exemplos do contrário, ou de um retorno ao mesmo tipo de tiranias, que só mantêm um país numa situação de atraso civilizacional, são vários os que se têm observado em África. Chamo aqui a atenção para este movimento, por considerar ser um de muito interesse, dada a altura em que surge e dada a ligação, do país onde ocorre, ao nosso próprio país.)
Michael C. Ruppert avisou, e com razão, que África iria ser um dos próximos cenários de guerra pelos últimos redutos de petróleo que restam no Mundo. E que a batalha final seria entre os EUA (ou, melhor falando, o Ocidente) e a China.
As maiores reservas africanas, estão já fora do alcance dos chineses. Agora que foi removido mais um ditador não alinhado com o Ocidente - que interferia nos planos de dominação ocidental do seu continente - que foi o seu país bombardeado quase de volta à Idade da Pedra, que pode quem lá habita dizer adeus à qualidade de vida que tinha e podem as elites ocidentais fazer o que quiserem com o petróleo que se encontra neste território.
Mas há mais petróleo que é preciso assegurar. E para o qual se podem até mobilizar - Quem sabe? - se possível e necessário, forças militares, agora livres, com o fim das hostilidades na Líbia.
Nos últimos anos, tem vindo a crescer, de modo substancial, a quantidade deste líquido que é extraído em Angola, a qual possui as terceiras maiores reservas do seu continente. Estando esta actualmente a competir com a Nigéria (que possui as segundas maiores) como maior exportador de petróleo em África e tendo o governo angolano providenciado este valioso recurso, quer aos EUA e restantes países ocidentais, quer à China. E, no ano passado, tornou-se até o maior exportador, em quantidades absolutas, deste líquido para esta última potência industrial asiática.
Mas observemos a evolução nos últimos anos.
Apesar de ter havido, entre 2006 e 2010, um acréscimo de mais de 30% na produção, a exportação de petróleo de Angola para os EUA, sofreu uma significativa queda, durante esse mesmo período de tempo, de 26,4%.
Se compararmos as duas seguintes estatísticas, poderemos ver quem é que, em contraste - não só com os EUA, mas também com os restantes países ocidentais - tem vindo a receber uma maior fatia do bolo.



Interessante evolução, não?
E uma tendência que, certamente, deverá deixar muita gente no Ocidente preocupada com o que se passa neste país africano.
Para além disto, Angola tem-se tornado cada vez mais interdependente, em termos económicos, da China, com os sucessivos acordos de cooperação que têm sido estabelecidos. Em que - tal como tem sido o caso noutros países africanos - a troco do precioso petróleo, a China tem ajudado na construção de habitações e de infra-estruturas locais, assim como em outros projectos, no domínio do sector primário, com resultados muito benéficos para este país africano, apostado em crescer economicamente.
Com as condições de vida claramente a melhorar neste país, porquê, nesta altura, um movimento de contestação?
Lembrem-se de tudo isto, quando observarem os próximos acontecimentos políticos nesta ex-colónia portuguesa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O 11/9 como indicação da existência de uma sociedade secreta

Nesta colocação, penso que o mais prático será deixar aqui apenas a <hiperligação> para o que escrevi há anos, quando estava a pesquisar sobre os atentados, e deixar antes que leiam o que na altura disse, nos vários comentários que fiz a propósito de uma notícia.
Penso que, com o que lá é dito, perceberão o sentido que faz o título desta colocação.

sábado, 5 de março de 2011

11/9: O Caminho Para a Tirania

O Pico do Petróleo (e Gás Natural) não foi a única razão para o 11 de Setembro. Quase igualmente importante, estes atentados providenciaram também ao governo dos EUA e restantes governos ocidentais o pretexto para, em nome da "Guerra Contra o Terrorismo", começarem gradualmente a destituir todos os seus cidadãos dos direitos civis, ao longo dos tempos adquiridos, que fazem a distinção entre o que significa viver numa Sociedade Livre e o que significa viver num autêntico Estado Policial, ou sob uma qualquer forma de Tirania.
("Afinal de contas, temos de impedir que os terroristas voltem a atacar, certo? E que melhor forma de o fazer do que começar a vigiar tudo e todos e a controlar e prestar muita atenção a quem ameaça a integridade e a segurança dos Estados responsáveis por toda essa mesma protecção?")
Uma das coisas que fiz no meu tempo de jornalista cidadão, a começar logo no segundo dia após os atentados, quando publiquei a tradução deste artigo, foi chamar repetidamente a atenção para o facto destes ataques, e toda a paranóia que com eles se instalava, serem constantemente usados como principal argumento para adoptar novas medidas de vigilância e introduzir legislação atrás de legislação que foram gradualmente eliminando vários direitos fundamentais, no domínio da privacidade e do dito Estado de Direito, não só nos EUA, como também, mais lentamente, na Europa, sendo, nos meses que se seguiram aos atentados, o caso mais falado por mim e outros activistas o do "USA PATRIOT Act", aprovado uns meros 45 dias após os atentados e o qual literalmente eviscerou uma boa parte da Carta de Direitos norte-americana.
Aquando da descoberta da proposta de mais um desses pacotes de leis restritivos da Liberdade, no outro lado do Atlântico, avisava a dada altura: "Peguem nos atentados de 11 de Setembro, no 'USA PATRIOT Act' que lhe seguiu e no recente 'Domestic Security Enhancement Act' (também conhecido como 'Patriot Act II'), comparem-nos com o pequeno texto que se segue e vejam onde é que os tipos foram buscar a inspiração: [hiperligação]".
Dez anos volvidos após os atentados, com leis e projectos de vigilância que tinham recebido fortes críticas a serem implementados sob outros nomes, através do recurso a artimanhas legislativas e burocráticas, os EUA já não são definitivamente um bom lugar para se viver. E estão já muito perto de se tornar um verdadeiro estado policial.
(Sei que isto soa incrível para quem só lê e vê imprensa controlada e não faz ideia do que lá se passa.) Sobre esta última temática, irei também aqui fazer uma colocação, mas por agora, deixo-vos com o primeiro documentário que descobri sobre os atentados de 11 de Setembro, quando há anos explorava os confins da Internet à procura de informação de interesse.
Andava eu então, no início de 2003, a vasculhar um desconhecido grupo de notícias da Usenet - já não me lembro se sobre a CIA e tráfico de drogas, ou se sobre o assassinato de JFK - quando, a dada altura, me deparei com a referência a um vídeo... "9/11: The Road to Tyranny".
"Ora aí está um título que faz todo o sentido..." - pensei na altura ao lê-lo, depois de já repetidas vezes ter feito a associação entre os dois elementos da frase - "Deixa cá então ver isto..."
O resultado foi um dos maiores choques que apanhei e um documentário que me deve ter deixado boquiaberto durante a maior parte do tempo que o vi.
(Certamente um bom exemplo do que quer alguém dizer, quando descreve algo com que se depara como informação que quase literalmente "rebenta com a mente" de uma pessoa...)
Tendo sido esta a maneira como fui também introduzido ao trabalho de Alex Jones. Um anfitrião de programas de rádio, com um estilo muito energético com que na altura me identificava, que recentemente passou a fronteira da chamada imprensa alternativa para ocupar já um lugar de destaque na imprensa norte-americana, estando já a ser alvo de várias tentativas de ataque à sua credibilidade e de ridicularização, que são de esperar para quem chama a atenção de muita gente.
Este era então o muito bom documentário que ele fazia, há nove anos, com os limitados recursos ao seu dispor na altura.


(Se tiverem problemas com o vídeo, podem descarregá-lo aqui. As fontes para o documentário estão aqui.)

Um bom complemento a este vídeo, poderá ser (apesar de alguns erros factuais) o que se lhe seguiu intitulado The Masters of Terror. (Algumas das fontes usadas no mesmo, estão arquivadas aqui.)
E outro muito bom complemento (também da autoria de Alex Jones) a estes filmes, poderá também definitivamente ser uma importante entrevista - áudio e transcrição - feita em Março de 2003, a um advogado que representava mais de 400 famílias das vítimas dos atentados, que tira quaisquer dúvidas que alguém possa ainda ter quanto à autoria dos ataques.

Com isto termino esta pequena série de colocações sobre o 11 de Setembro que me propus fazer. Quando se aproximar o 10º aniversário dos atentados, deverei publicar e colocar aqui mais algumas coisas com que tentarei complementar o que disse.
Para quem quiser adquirir bons livros sobre o tema, que sobrevivam na Era Pós-Industrial que se aproxima, em que o acesso a computadores e meios audiovisuais será cada vez mais difícil, os que recomendo (na esperança de que não sejam vítimas de alguma campanha de queima de livros que venha a ocorrer no futuro...) são o "tratado" de 700 páginas escrito por Michael C. Ruppert, intitulado Crossing the Rubicon - que fala sobre os atentados e a sua relação com o Pico do Petróleo - e o bom resumo do que na história oficial não bate certo e boa série de "perguntas perturbantes" sobre os ataques, que foram elaborados por David Ray Griffin, no seu livro The New Pearl Harbor.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bom Colapso

Sei que é costume, quando se aproxima o final de um dado ano, expressar votos de que o ano que está prestes a começar seja um Bom Ano, ou um melhor do que está prestes a terminar. Contudo, por estar bem informado sobre a presente situação política e económica, sei infelizmente que este não vai ser nem um Bom Ano, nem um melhor que o anterior.
E assim sendo, agora que estamos prestes a entrar na década em que definitivamente iremos assistir a um declínio acentuado das reservas energéticas que sustentam o nosso corrente modelo económico e ao consequente Colapso ainda mais acentuado da economia, venho desejar a todas as pessoas de bem que visitem este blogue que passem da melhor maneira, dentro do possível, os difíceis tempos que se avizinham e dar-vos uma breve explicação.
Quando os diferentes bancos actualmente recusam repetidamente providenciar crédito, ou aumentam em muito o custo deste, a quem possui fábricas e empresas e às pessoas em geral, e com isto não permitem que a economia continue a crescer eternamente, ou mesmo se mantenha nos actuais moldes de funcionamento, não é por uma qualquer razão aleatória. Grande parte dos bancos que existem actualmente fazem parte de redes organizadas no seu sector, e não só, que actuam de modo concertado, segundo planos pré-determinados. E se, em consequência dessa mesma dificuldade em obter empréstimos, é a um Colapso generalizado da economia a que estamos já a assistir, esse é um Colapso que está a ser propositadamente provocado por esses mesmos bancos.
Não acreditem, portanto, nos políticos, banqueiros e média de massas que vos mentem descaradamente quando vos dizem que esta crise é meramente temporária. Pois ela veio para ficar e só irá piorar daqui em diante, visto ser esse o objectivo de quem está por trás da mesma.
Bom Colapso.