domingo, 31 de julho de 2011

Webster Tarpley sobre os recentes atentados na Noruega

(Por norma, não irei aqui recolocar informação publicada nos sítios listados na coluna do lado direito deste blogue. A não ser que seja informação mesmo muito importante, que me queira certificar que não escapa a ninguém. Sendo altamente recomendada a visita regular aos sítios que se encontram na categoria "Actualidade" e devendo este blogue ser encarado como um complemento à informação nestes sítios publicada e, ao mesmo tempo, como uma introdução à mesma.
Mas, para quem ainda não consulte regularmente estes sítios, venho apenas fazer uma chamada de atenção para o tipo de coisas que andam a perder.)

Se, tal como eu, já desconfiam muito relativamente à verdadeira autoria, de cada vez que ouvem falar em novos atentados terroristas a ocorrer no Ocidente, talvez queiram ouvir o que o brilhante jornalista de investigação Webster Tarpley disse há dias em duas entrevistas - [1] [2] - no programa de rádio do Alex Jones, e talvez queiram também ler o que este publicou no seu blogue, sobre os mais recentes atentados que ocorreram em solo europeu.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Bravo, Sean Hoare

Achei que, a propósito de um comentário que hoje publiquei noutro blogue, deveria assinalar aqui a morte de um jornalista que teve a coragem de denunciar o que devia, e deverá sempre, ser denunciado e que poderá, tal como muitos antes dele, ter pago por esse acto com a sua própria vida...
Que haja sempre pessoas assim, que, por mais caminhos errados que tomem ao longo das suas vidas e por mais podre que seja o mundo em que vivem - e em que todos vivemos - não percam, por completo, os seus valores e não deixem de retornar aos princípios da decência e honestidade, que deveriam ser partilhados por todos.

E como nota final, que penso ser de interesse... Reparem como quem nos diz que não há nada de suspeito na morte deste jornalista - a polícia e os média de massas - são as mesmas entidades implicadas no que este denunciou...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Libertárias

Vi finalmente, só na semana passada - 10 anos após ter perdido a sua exibição na RTP 2 - o filme Libertarias, de 1996, co-escrito e realizado por Vicente Aranda.
A começar, o genérico inicial do filme é acompanhado por aquela que é simplesmente a mais bela interpretação que alguma vez ouvi do hino A Las Barricadas.
Pelo texto que é mostrado no início, e por não saber, na altura, que realizador é este, fiquei inicialmente na dúvida se seria mais uma tentativa por parte do "sistema" de tentar retratar o Anarquismo como algo utópico e inalcançável. Mas depois de ter visto o filme e de me ter informado sobre quem é este realizador, parece-me mais ser algo na mesma onda do filme Capitães de Abril, de Maria de Medeiros, em que se tenta retratar o assunto sob um ponto-de-vista romântico.
O filme centra-se claramente no que foram os aspectos mais belos e positivos da Revolução, não esquecendo, no entanto, também os mais negativos, que foram (algumas das coisas que ocorreram e com as quais discordo profundamente) a destruição de locais de culto e obras de arte cristãos e até o fuzilamento de elementos do clero. (O qual, note-se, também não era composto por nenhuns "santinhos" e que, como sempre, tomou o lado dos fascistas e apoiava os fuzilamentos de quem se limitava a defender um governo democraticamente eleito...)
Mas quanto à história em si, parece-me ser um filme interessante. Sobretudo pelo enfoque principal que faz no papel feminino na Revolução. Mostrando que o activismo, ao contrário do que infelizmente se vê muito hoje em dia, não é essencialmente uma coisa de homens. E que até nas acções que exigem mais coragem por parte de quem nelas toma parte, não só há lugar para as Mulheres, como há aquelas que queiram participar nessas mesmas acções.
Sobre a coragem feminina, há até, a dada altura, uma cena que me deixou com os olhos ligeiramente aguados, em que uma miliciana afirma:
"Não entendemos porque a Revolução tem de ocorrer a cargo de metade da população apenas. Somos anarquistas. Somos libertárias. Mas também somos mulheres e queremos fazer a nossa Revolução. Não queremos que nos façam eles. Não queremos que a luta se organize à medida do elemento masculino, porque se deixarmos que seja assim, estaremos, como sempre, f**idas. Queremos dar tiros para poder exigir a nossa parte na hora da partilha. E, sobretudo, queremos deixar bem claro que, nestes momentos, o coração não nos cabe no peito... E seria um desatino ficarmos em casa a fazer tricô. Queremos morrer. Mas queremos morrer como homens. Não viver como criadas."
Um dos vários retratos belos, do ideal libertário, que são feitos neste filme.
Mas mais bela ainda, foi, para mim, a cena final, que me fez chorar à brava. Penso que, por uma mistura entre a beleza do que é descrito, por simbolizar a morte da Revolução e por o ideal que nela é retratado, não só ser algo que nunca verei, como algo que a minha consciência fortemente sugere que está, cada vez mais, longe de alguma vez se tornar realidade...
Deixo-vos com o genérico de que falava, que é mostrado no início do filme.

domingo, 17 de julho de 2011

O Fim da América


(Trecho e página na Wikipedia sobre o filme. Disponível para descarregamento em formato avi, ogv e mp4.)

sábado, 9 de julho de 2011

A "Segunda Revolução Americana"?

Era para ter intitulado esta colocação "A 'Segunda Guerra Civil Americana'"... Por estar quase certo de que as coisas irão chegar a esse ponto e por não conseguir ainda prever qual será, na América do Norte, o resultado final de tudo isto.
Mas por grande parte das vias pelas quais é possível uma mudança por meio de eleições democráticas estarem ainda a funcionar e, por isso, estarem, por enquanto, abertas as portas para uma Revolução pacífica, optei antes pelo presente título.
Que as elites que constituem a conspiração da Nova Ordem Mundial irão lutar até não poderem mais por este importantíssimo reduto por si controlado, disso não tenho quaisquer dúvidas. E dados o imenso poder que estas têm e a tecnologia e meios militares ao seu dispor, sintam-se ou não encurraladas, não duvido que usarão estes recursos para tentar manter o controlo que têm sobre este importantíssimo segmento da população.
Mas passo então a explicar o que se passa.
Se viram já os vídeos de Alex Jones que aqui coloquei, e se já se tiverem informado um pouco sobre que história é esta da conspiração da "Nova Ordem Mundial", saberão já agora que os EUA, e restante mundo ocidental, estão a ser vítimas de um processo de transição (a diferentes velocidades, nos diferentes países) em que as ditas Democracias Ocidentais que actualmente temos se estão gradualmente a transformar em verdadeiros Estados Policiais. E que tudo isto se enquadra num projecto maior de fazer o mesmo, não só na Europa e na América do Norte, onde se encontra a maior parte da população controlada pelas elites responsáveis por esta conspiração, como em todo o lugar no mundo ao qual estas consigam estender o seu poder.
Aqui na Europa, e em particular em Portugal, as coisas vão avançando de modo mais lento, mas já se tornam cada vez mais visíveis. Centralização dos dados privados de cada cidadão em bases de dados conjuntas ("cartão do cidadão"), criação de uma "base de dados genética" (por enquanto, só para algumas pessoas), perda da privacidade bancária, perda de privacidade médica, enfim... É só irem estando atentos às barbaridades que vão sendo anunciadas pelo nosso governo, enquanto os seus tradicionalmente muito obedientes súbditos, preocupados com outras coisas certamente mais importantes, e ao contrário de outros povos, vão acatando com tudo.
Mas, se quiserem estar a par do que vai acontecendo nos EUA, é só irem, de vez em quando, ouvindo o programa de rádio do Alex Jones, que continuamente chama a atenção para este facto, e irem também consultando os seus sítios na Internet, que vão reportando sobre os acontecimentos que demonstram claramente em que sentido está o seu país a evoluir.
Uma coisa que deverá sobressair, a quem já esteja suficientemente bem informado sobre isto, é que é nos EUA que se observa estar a acontecer tudo de modo mais rápido. Sendo este país o sítio onde se constata ser maior a ofensiva que a Nova Ordem Mundial está a fazer contra todos os vestígios de Liberdade e direitos fundamentais que ainda restam no mundo ocidental.
"E porque razão assim é?", perguntarão então muitos.
A resposta com que avanço é, porque, para além de serem um país onde reside uma grande parte da população por estas elites controlada, são também o principal "braço armado" de toda esta enorme hierarquia oculta. O país do Ocidente, controlado pelos verdadeiros "senhores do mundo", que possui as maiores e mais bem equipadas forças armadas, fundamentais para a sua tentativa de dominação planetária. E, por isso, o país onde mais imperativo se torna reprimir a dissidência, controlar as pessoas e assegurar que nenhum entrave surja aos seus planos de dominação mundial. Não sendo, aliás, por acaso que este é também o país do mundo ocidental onde a população é mais estupidificada.
Mas concentremo-nos no estado em que está, neste momento, o seu sistema político em si.
Para verem em que situação está actualmente a tão apregoada Democracia nos EUA e quão perto esta está de repentinamente desaparecer, sob o pretexto de uma qualquer emergência, vejam o mais recente de uma série de documentários feitos por Alex Jones, que revelam a crescente situação de verdadeiro estado policial que começa a ser vivida neste país, intitulado Police State 4: The Rise of FEMA. (O documentário é o 4º de uma série de filmes sobre o mesmo tema e, por ser o mais recente e mostrar como as coisas estão actualmente, dispensa o visionamento dos anteriores.)
E se quiserem ver um outro pequeno documentário, mesmo muito preocupante, sobre o que o governo deste país tem vindo a fazer em preparação para o futuro próximo, este é um episódio, recentemente censurado e misteriosamente apagado em aparelhos caseiros, de uma série televisiva, onde Jesse Ventura decide também denunciar o que este preocupadamente vê acontecer no seu país.
Um país que está já a acordar a passos largos para o que lhe está a acontecer e que tem respondido com manifestações massivas e actos de preparação para o que aí vem.
Eu sei que será difícil, para quem só vê e lê imprensa controlada, aceitar, e acreditar em, o que nestes texto, vídeos e hiperligações que aqui deixo é exposto... E quando as coisas aquecerem nos EUA e possivelmente chegarem ao ponto de estalar uma Guerra Civil - e acreditem que isto é tão certo como certo era o facto de que avisei, há anos, que viria aí um enorme Colapso económico - os nossos canais de televisão nacionais, que não nos dizem nada sobre o que lá realmente se passa, irão contar-nos mentira atrás de mentira sobre o que lá irá acontecer. Mas, para que fiquem já bem informados, e possam filtrar o que vos será dito, sobre o assunto e porque, quando esta altura chegar, já esta problemática de haver muita gente a estar bem informada através da Internet, terá sido resolvida, deixo aqui esta dica.

Esta será a bandeira dos "bons da fita", que deverá surgir nas imagens que forem mostradas do que lá irá acontecer. O símbolo usado pelos libertários ou "minarquistas". Neste caso, essencialmente os adeptos da ala direita desta filosofia política, presentemente organizados sob a forma do Movimento Tea Party.
Os "libertários constitucionalistas", também apelidados de "paleoconservadores", por quererem restituir o sistema político americano ao que originalmente era aquando da formação desta união de estados.
Pessoas que amam a Liberdade, ciosas dos seus direitos fundamentais enquanto cidadãos e capazes de arriscar a sua vida a defendê-los. Pessoas cultas, que sabem o que está escrito na Constituição do seu país. Na qual, entre a enumeração dos mais fundamentais direitos, essenciais em qualquer sociedade que se queira chamar "Livre", a autodefesa é um direito e não um privilégio concedido pelo Estado, como aqui na Europa. (Experimentem pedir em Portugal ao Estado se, por benevolência, este vos concede o privilégio de possuir uma arma para eventualmente se poderem defender de qualquer abuso por parte desse mesmo Estado...)
Pessoas que nunca irão aceitar que a Democracia em que vivem, e pela qual os seus antepassados lutaram, seja agora, aos poucos ou repentinamente, destruída e substituída por uma forma de Tirania, que em muito faz lembrar aquela contra a qual muitos dos seus antepassados mais recentes lutaram na última Guerra Mundial.
Pessoas que irão honrar o legado deixado pelos muitos que deram a sua vida na luta pela Liberdade nessa mesma Guerra Mundial, que estão dispostas também a dar a sua vida nesta luta e possuidoras do mesmo espírito que levou à construção da primeira Democracia moderna do Mundo.
A todas essas pessoas de valor, corajosas, possuidoras de uma enorme beleza de espírito e que nunca irão deixar de lutar...

sábado, 2 de julho de 2011

Conheçam Charlie Veitch

Um conhecido activista britânico que recentemente foi preso por se querer manifestar contra a cerimónia do casamento real no seu país.



A história de Charlie Veitch faz-me lembrar uma semelhante de um outro activista que conheci, aquando de uma manifestação num outro país anglo-saxónico.
Bem instalado na vida, a ganhar um muito bom salário e, no seu caso, a trabalhar bem dentro das engrenagens do "sistema", começa esta boa alma, a dada altura, a ter problemas de consciência resultantes do impacto e finalidade do que fazia, assim como do facto de nem toda a gente estar tão bem na vida quanto ele... Segue-se o usual conflito interno pela qual muita boa gente passa, e daí a tornar-se activista, foi apenas uma questão de tempo.
E, no seu caso, um activista que muito tem dado nas vistas.
O que distingue Charlie do comum cidadão politicamente activo é a sua predilecção pelo uso do megafone nas ruas das várias localidades britânicas, acompanhado pela partilha na Internet dos vídeos das suas intervenções. Uma fórmula que se tem demonstrado ser mesmo muito eficaz. No sentido em que serve como uma óptima maneira de espalhar a mensagem, tão frequentemente bem elaborada por este escocês inteligente e de bom coração.
Conheçam então o mais famoso anarquista filosófico da actualidade, no mundo de língua inglesa, fundador do grupo The Love Police e deliciem-se (aqueles que têm preocupações sociais) a ver os vídeos colocados no seu canal no YouTube. Como a sua crítica ao casamento real, a sua tentativa de desincentivo a pessoas que querem comer no McDonald's, a sua tentativa de desmotivar pessoas de se juntarem às forças armadas e outros que poderão encontrar se explorarem também o seu sítio na Internet.
Apenas um exemplo, das muitas pessoas no Reino Unido que estão seriamente a acordar para a Nova Ordem Mundial e activamente a lutar contra a mesma.