quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ocupem Bilderberg

(Cobertura das manifestações anti-Bilderberg em Chantilly, Virgínia, EUA, feita pelo grupo We Are Change. Podem também ver aqui a emissão do programa de rádio e televisão do Alex Jones e aqui outras emissões.)

domingo, 27 de maio de 2012

UE proíbe a França de banir o uso de um OGM

Têm aqui, se quiserem, um texto que explica os pormenores desta história.
Eu nem vou aqui falar sobre os conhecidos malefícios do uso dos OGM, em geral, nem do quão sã foi a decisão, por parte dos legisladores franceses, de banir o uso deste OGM, em particular. Pois este é um assunto que tem sido já extensivamente exposto e debatido noutros sítios.
Nem vou aqui também falar sobre como esta é mais uma clara prova de que interesses é que estão por trás deste megaprojecto europeu.
A razão de ser desta colocação é outra. E é para que tenham todos verdadeira consciência da situação política em que vivem.
Para quem tenha ainda dúvidas sobre o que significa viver nesta União Europeia, penso que esta simples decisão, para a qual chamo a atenção, vos deverá elucidar e muito.
Portugal, França, Alemanha, Itália e os restantes países que fazem parte desta União já não existem. Já não somos portugueses, franceses, alemães ou italianos, enquanto cidadãos. Somos "europeus". Já não existem tais coisas como Estados-Nação e cidadãos de diferentes nacionalidades nesta Europa das 23 línguas e ainda mais culturas diferentes, que querem homogeneizar à força e que, não só não surgiu por vontade dos vários Povos que nela vivem, como, no nosso e noutros casos, nunca foi sequer referendada(!) pelos vários políticos que se assumem como "democratas". Existem sim, agora, meras províncias de um superestado europeu, da mesma maneira que eram também meras províncias estes mesmos territórios quando vivíamos sob o jugo do Império Romano.
Quer cada país fazer as coisas à sua maneira? Não. Não há cá consideração pelas diferentes economias nem há cá mais qualquer respeito pelas diferentes culturas e pela soberania das diferentes nações. Não. Não pode mais cada país fazer o que bem entende. Essa história já era.
Querem sair do euro? Só se for temporariamente. Pois não se esqueçam de quem é que realmente manda nos vossos países. Quem manda agora é a União Europeia. O seu Politburo não eleito e um bando de políticos que pouco ou nada conhecemos, metidos num qualquer sítio longínquo em Bruxelas que também desconhecemos.
Poder local? Isso tende a desaparecer...
Juntas de freguesia, então, por exemplo? Têm os seus dias contados...
Existem os políticos para ouvir, conviver com e servir as suas populações? Não. Há que criar um fosso entre estes e as pessoas. Pois estes existem agora sim para servir outros interesses, andar em reuniões que desconhecemos e para frequentar sítios longínquos e desconhecidos, onde decidem sobre tudo nas costas de, e sem ouvir, as suas populações.
Querem vocês pedir satisfações a, e refilar perante, quem afirma vos representar? Isso é se tiverem dinheiro para ir à nova Roma!
Mas não oiçam os chamados "eurocépticos" - [1] [2] [3] - que esses não são mais do que autênticos Velhos do Restelo. Oiçam sim as honestas e sábias palavras de quem causou, entre outras coisas, toda esta série de crises financeiras e económicas e que tão bem nos tem governado. Deixem antes que tudo isto aconteça.
Deixem que os vossos países sejam destruídos e deixem que a vossa soberania nacional e as vossas autonomias locais desapareçam que, quanto mais centralizado o poder estiver, melhor é.
Sempre foi assim e, por essa razão, só pode é tudo isto acabar bem.
E quando as coisas se tiverem finalmente afundado, estiverem vocês então seriamente descontentes com tudo isto e quiserem então refilar perante quem afirma vos representar, podem sempre meter-se ao caminho e ir então a pé e descalços até Bruxelas. Pois, nessa altura, já nem dinheiro para um bilhete de comboio ou sequer para um par de botas vão ter.
E não se preocupem também em se informar sequer sobre isto. Pois, ainda que não possam refilar, podem sempre, ao menos, ir sabendo do que de mais importante em Bruxelas é dito e se passa. E podem sempre contar com o "Euronews", e restantes órgãos de imprensa controlados, para vos mostrar coisas como a que se vê no vídeo que se segue.

domingo, 20 de maio de 2012

Primeira (e talvez única) tentativa séria de explicar a alguém a Verdadeira origem do Comunismo (ou dito "Marxismo")

Como já aqui disse uma vez, o meu estilo de publicação, aqui na Internet, sempre foi o de dar apenas as "dicas". Significando isto que, para a maior parte do que já tiver sido dito ou explicado por outros autores noutras páginas, limitar-me-ei a (como sempre foi meu hábito fazer) colocar, neste excelente (e cómodo) meio de comunicação, as hiperligações para os artigos, ou a deixar aqui as referências às obras, que melhor elucidam sobre, e explicam, os restantes pormenores dos assuntos de que falo.
(Pois, se "para bom entendedor, meia palavra basta", nunca ninguém me pagou para - e tenho melhores coisas que fazer, do que andar a - dar explicações aos outros...)
Para além disso, quisesse eu explicar esta história, em particular, toda em detalhe, o que teria de estar a fazer seria escrever um livro inteiro, o qual não seria mais do que a compilação de resumos de outros livros e notícias que estão ao alcance de todos e que só não lê quem não quer - o que, para mim, não faz muito sentido...
Assim sendo, foi apenas mais uma série de "dicas" sobre esta história que voltei a deixar no blogue de alguém que não percebo se ainda é, ou apenas foi, comunista... Tendo-as eu deixado nos comentários a <esta> colocação, depois do autor do mencionado blogue ter demonstrado uma incredulidade face ao que eu anteriormente tinha dito no seu sítio, a respeito disto. ;)
(Quem quiser, que consulte então a página da colocação em causa.)
Como nota de interesse, posso acrescentar que, no outro lado do Atlântico - se nos mantivermos na mesma latitude - este é um facto que é já sabido por muita gente, já lá vão décadas. E que, entre quem tem, no mundo inteiro, acesso a uma coisa - que existe para além do Facebook - chamada Internet, é já cada vez maior o número de pessoas que disto também vão sabendo. Mas, ao ritmo a que (não) evoluiu este país atrasado, chamado Portugal - e apesar de já terem passado uns bons anos desde que chamei a atenção, dos activistas políticos neste país, para o livro que explica o essencial desta história - suspeito que tenham ainda de decorrer mais algumas décadas até que um número significativo de pessoas saiba desta muito importante parte da Verdadeira História, ainda desconhecida por muitos e que não é ensinada nas escolas.
Quaisquer dúvidas que tenham, recomendo que procurem na Internet pelos livros, entrevistas e palestras do Prof. Antony C. Sutton. Visto ter sido ele, e não o autor deste blogue, o responsável pela maior parte das descobertas que referencio nas minhas "dicas". Pois, sendo ele quem mais sabia sobre tudo isto, será, consequentemente, também ele quem melhor vos saberá contar e explicar esta história toda.
Divirtam-se. ;)

domingo, 13 de maio de 2012

"Made in Socialism"









domingo, 6 de maio de 2012

Pico do Petróleo, Capitalismo e Socialismo

"Anyone who believes exponential growth can go on forever in a finite world is either a madman or an economist."
--- Kenneth E. Boulding, activista quaker inglês


Achei que tinha interesse partilhar também aqui algo que <comentei>, há poucos dias, no blogue de uma das minhas seguidoras, cuja actividade eu também sigo.

(E achei também, já agora, que devia aqui deixar uma explicação...)

Para quem ainda não o sabe, sempre fui profundamente anticapitalista e antiautoritário. Ou, por outras palavras, sempre fui fortemente Socialista, mesmo antes de saber que era um Anarquista. Podendo eu ser genericamente descrito como um socialista libertário.
(Para quem tenha dúvidas: não sou - nem nunca fui - simpatizante das vertentes mais autoritárias do Socialismo - como é o caso do "Marxismo" e derivados - ou, por outras palavras, não sou - nem nunca fui - um discípulo das ideias dos Illuminati...) ;)
Falando em termos gerais e filosóficos, não só considero o Socialismo como o único sinónimo de verdadeira civilização, justiça (se excluirmos as suas formas comunistas), dignidade e respeito, em termos de relações humanas e, mais abrangentemente, em termos sociais e políticos (se excluirmos as suas formas ditatoriais), como considero o Capitalismo uma autêntica degeneração em termos civilizacionais - para além de um sistema imensamente injusto e desrespeitador do próximo, que vejo, cada vez mais, na sua forma presente, como o sistema politico-económico e social simplesmente mais estúpido, alienante, opressor e desumano alguma vez inventado...
Sempre vi o Socialismo como uma verdadeira ideologia, em que existe uma preocupação genuína por Justiça Social. E o Capitalismo como a ausência de valores, a ganância, a sacanagem, o egoísmo, a tacanhez, a exploração, a dominação e a opressão, travestidos de justificações éticas e morais.
(Para além de que pude sempre constatar isso mesmo, ao observar o comportamento da maioria dos adeptos das duas correntes políticas - não me lembrando eu de ver nunca adeptos da chamada direita em manifestações antiguerra ou contra outras políticas e grandes injustiças que causam a morte ou permitem a exploração de outros, que à maior parte das pessoas passam ao lado.)
Acho até que, com o estado a que chegou toda esta sociedade, já nem preciso sequer de argumentar a favor de tudo isto. E que os resultados desta Economia de Mercado - em que resultam quase sempre os sistemas baseados no Capital - e da ganância - da qual resulta toda esta sede de lucro e ávida busca pelo deus-dinheiro, em que, no processo para satisfazer tal, quase tudo é mercantilizável - estão à vista de todos.
A minha curiosidade está até, por vezes, em saber o que têm os defensores do Capitalismo a dizer, agora que se observam os resultados mais que previsíveis deste.
(Os que já sabem o que está a acontecer, isto é. Pois, ainda que levemos já 4 anos de Colapso, e que eu explique detalhadamente a essas pessoas o que está realmente a acontecer, continuo a conhecer quem acha que está tudo bem, que as coisas vão recuperar e que a economia de mercado é que é...)
Mas já sei que a maior parte das pessoas: ou não quer saber dos outros e só quer saber de problemas sociais quando se dá conta de que estes assuntos também lhes afectam; ou quase nunca pensam por si próprias, limitando-se a adoptar as ideias e fórmulas de outras pessoas e a serem depois incapazes de reconhecer que essas mesmas ideias e fórmulas são injustas, menos correctas ou disfuncionais; ou nunca param é para pensar em nada do que é realmente importante, limitando-se, quase sempre, a seguir a sua "manada" particular e a viver segundo as regras que lhes são ditadas pela comunidade em que estão inseridas, sejam essas regras ditadas por uma minoria ou por uma maioria. E que, por estas razões, não têm é estas pessoas simplesmente nada, de jeito pelo menos, a dizer...
(É a sociedade que temos... E a espécie a que pertenço... E a minha paciência já é cada vez menor para discutir política com pessoas lavadas ao cérebro, de mentalidade fechada, indiferentes aos outros e muito pouco inteligentes. Já tenho é cada vez mais uma atitude do tipo "se é atirarem-se de um precipício que querem, então atirem-se...")
Mas, ainda assim, lá vou falando ainda com algumas pessoas e fazendo também aqui algumas colocações sobre estes assuntos.
Segue-se um pequeno texto de alguém mais paciente que eu para explicar o que se passa.

21 MARCH 2011 - ECONOMY

Infinite Growth Is Unsustainable

BY DAVID K. SUTTON
2:50 PM


Capitalism, at least as we know it, requires infinite growth. For-profit companies have to continue to grow in size and increase their profits year after year or risk losing investment money. Many people have gotten very wealthy with this economic model and the rest of us, at least in industrialized countries, have benefited greatly as well. We have many modern conveniences and most of us are quite disconnected from the natural world in a way that would have been unimaginable to people only a few centuries ago. This is certainly good from the standpoint of making our lives easier but it’s not good when you look at the long term picture.

The problem in the long term is that an economic model of infinite growth requires the use of natural resources at increasing rates. The most obvious of these natural resources is petroleum or oil. But many other resources like water and coal are being used at increasing rates to sustain growth in population. This growth in population is fueled by the continued increase in use of natural resources. It’s a cycle of infinite growth that is simply unsustainable on a planet of finite resources.

Hardly anybody in the government or the media is talking about this problem because it’s unimaginable to most people living in modern, industrialized countries that the only way of life they’ve ever known is simply unsustainable in the long term. It’s as if people have either (a) buried their heads in the sand or (b) hope that the shit doesn’t hit the fan until they are long gone. Unfortunately neither position will stop what is inevitable. It really is up to us to realize this now and attempt to build an economic model that is sustainable. This is not possible without major changes. What is apparent is that these changes are going to happen one way or another either by choice or by force as we begin to hit the peaks of supply with regard to some of our most valued natural resources.

One thing that will change regardless of one’s ideology is the very idea of capitalism. As I said, capitalism is an economic system of infinite growth which we can acknowledge (if we aren’t delusional) is not possible on one planet with finite resources. We will need an economic model built on the idea of sustainability, not infinite growth. Our society will have to embrace an idea of collectivism and shared commons. This is fully compatible with democracy but is clearly at odds with capitalism. Some people are going to have to throw away their ideology in favor of something that is sustainable in the long term and in the real world. Some might think that human ingenuity and technology will solve all of our problems. It’s true that these things will help us transition but they cannot erase the simple fact that we only have one planet with finite resources for which to sustain human civilization. No amount of human ingenuity or technology will change that reality.