(Ignorando alguns acontecimentos anteriores, que acho que não vale a pena aqui mencionar...)
Depois de (1) recentemente, ter uma colocação minha, neste blogue, sido escondida por algum tempo, após ter sido publicada, (2) ter eu, hoje - enquanto recebia uma série de mensagens de notificação de que a minha sessão tinha sido terminada a partir de um outro local - não conseguido, repetidamente, usar a minha conta na Blogger e (3) ter eu - após esta contínua série de mensagens de erro - visto o conteúdo da minha próxima colocação ser apagado, "em directo"...
Venho comunicar aos meus seguidores que, fartei-me destas "estranhas ocorrências", na minha conta na Blogger - e que, por isso, irei abandonar a mesma.
E, assim sendo, venho também comunicar-vos que criei uma nova conta, num outro serviço de alojamento de blogues na Internet, não estadunidense - e que será nessa nova conta que irei continuar a fazer as minhas colocações.
O novo endereço do meu blogue (para o qual já pude copiar a maior parte do conteúdo por mim publicado) é então:
Mostrar mensagens com a etiqueta estado policial. Mostrar todas as mensagens
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Os "anarco-capitalistas" também não são vossos amigos
Mais um comentário meu que foi censurado num sítio "anarco-capitalista", onde escreve alguém que foi entrevistado/a pelo jornalista James Corbett (que, ultimamente, muito tem andado a falar sobre "anarco-coisas") mas que, até agora, não foi apagado na correspondente página do vídeo em causa, no YouTube.
[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]
(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)
Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.
[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]
(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)
Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.
terça-feira, 8 de abril de 2014
Oblivion
Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
domingo, 15 de setembro de 2013
Preparações para uma "Segunda Guerra Civil Americana"
(Ou será que - esperemos nós - irá ser uma "Segunda Revolução Americana"?...)
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sábado, 20 de julho de 2013
Algumas considerações sobre o actual sistema de ensino
(Chegadas as férias escolares para muitos, aqui fica, talvez, um estímulo, para uma muito importante reflexão a ser feita - quer por educandos, quer por educadores - do que se faz a crianças e a jovens em todo o Mundo...)
Deixo aqui <esta> introdução e também <esta> (nas quais se incluem várias hiperligações que poderão explorar) seguidas de um discurso - muito agradável de se ouvir - da parte de quem é capaz de entender - ou de (tal como o autor deste blogue, há uns bons anos, demonstrava no que escrevia) se aperceber - enquanto vítima do mesmo, do processo de estupidificação e domesticação de que é alvo - para ver se, com isto, algumas luzes se acendem nas cabeças dos mais críticos e atentos à realidade à sua volta...
Deixo aqui <esta> introdução e também <esta> (nas quais se incluem várias hiperligações que poderão explorar) seguidas de um discurso - muito agradável de se ouvir - da parte de quem é capaz de entender - ou de (tal como o autor deste blogue, há uns bons anos, demonstrava no que escrevia) se aperceber - enquanto vítima do mesmo, do processo de estupidificação e domesticação de que é alvo - para ver se, com isto, algumas luzes se acendem nas cabeças dos mais críticos e atentos à realidade à sua volta...
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sábado, 15 de junho de 2013
Caso Snowden
Tal como no caso da organização WikiLeaks, parece que não sou o único a quem tudo isto desperta algumas suspeitas... (As quais, no caso da WikiLeaks, se vieram depois a confirmar.)
E, encontrei hoje um texto, escrito por uma muito boa autora que conheço - e de que, maioritariamente, gosto - em que esta lista ainda mais motivos, para além dos que eu próprio já tinha, para suspeitar de toda esta (tão publicitada) história...
Da minha parte, faço já os acrescentos que tenho a fazer à lista que, a seguir, republico.
i) Quem está a chamar a atenção para o caso Snowden? (A imprensa controlada. E, desde quando é que a imprensa controlada funciona de modo prejudicial aos interesses que serve?)
j) Quem revelou todo este caso? (A imprensa controlada. E, caso fosse este um assunto verdadeiramente incómodo para o poder estabelecido, não teria esta avisado os seus amos, de modo a que não pudesse este suposto agente falar e a que nunca ninguém soubesse deste caso?)
k) Sendo o objectivo final um Estado Policial, terá de haver uma altura em que este se tenha de assumir como tal e em que não possa mais esconder a sua verdadeira natureza. E, para que chegue essa altura, terá de haver uma inicial em que este mesmo se comece a revelar publicamente. Ora, assim sendo, o a que poderemos estar a assistir é, então, ao início dessa mesma revelação pública. (Que, aliás, nem é nenhuma verdadeira revelação, para quem é inteligente e está bem informado, através da imprensa alternativa, que tem vindo a denunciar casos tão graves, ou ainda piores - [1] [2] - que não têm sido sequer divulgados pela imprensa controlada...)
E, encontrei hoje um texto, escrito por uma muito boa autora que conheço - e de que, maioritariamente, gosto - em que esta lista ainda mais motivos, para além dos que eu próprio já tinha, para suspeitar de toda esta (tão publicitada) história...
Da minha parte, faço já os acrescentos que tenho a fazer à lista que, a seguir, republico.
i) Quem está a chamar a atenção para o caso Snowden? (A imprensa controlada. E, desde quando é que a imprensa controlada funciona de modo prejudicial aos interesses que serve?)
j) Quem revelou todo este caso? (A imprensa controlada. E, caso fosse este um assunto verdadeiramente incómodo para o poder estabelecido, não teria esta avisado os seus amos, de modo a que não pudesse este suposto agente falar e a que nunca ninguém soubesse deste caso?)
k) Sendo o objectivo final um Estado Policial, terá de haver uma altura em que este se tenha de assumir como tal e em que não possa mais esconder a sua verdadeira natureza. E, para que chegue essa altura, terá de haver uma inicial em que este mesmo se comece a revelar publicamente. Ora, assim sendo, o a que poderemos estar a assistir é, então, ao início dessa mesma revelação pública. (Que, aliás, nem é nenhuma verdadeira revelação, para quem é inteligente e está bem informado, através da imprensa alternativa, que tem vindo a denunciar casos tão graves, ou ainda piores - [1] [2] - que não têm sido sequer divulgados pela imprensa controlada...)
Naomi Wolf: My Creeping Concern That The NSA Leaker Is Not Who He Purports To Be
June 15th, 2013
I’m still waiting for Snowden to release something, anything, that hasn’t been intuitively obvious to me for at least the past 15 years, and confirmed as fact since 2006/7 (Klein/Room641A).
If Snowden is the real deal, why are we having to contend with the corporate media censors to decide which sections of the documents we get to see and which ones we don’t?
Snowden, if you’re out there, what happens to the encrypted emails that come across the wire? Or, how does NSA run man in the middle attacks on SSL sessions? (Don’t hold your breath waiting for answers to these questions.)
Anyway, this spectacle is far from over. I’d suggest keeping your dial set somewhere between outright cynicism and ambivalence going forward.
Via: Facebook / Naomi Wolf:
I hate to do this but I feel obligated to share, as the story unfolds, my creeping concern that the NSA leaker is not who he purports to be, and that the motivations involved in the story may be more complex than they appear to be. This is in no way to detract from the great courage of Glenn Greenwald in reporting the story, and the gutsiness of the Guardian in showcasing this kind of reporting, which is a service to America that US media is not performing at all. It is just to raise some cautions as the story unfolds, and to raise some questions about how it is unfolding, based on my experience with high-level political messaging.
Some of Snowden’s emphases seem to serve an intelligence/police state objective, rather than to challenge them.
a) He is super-organized, for a whistleblower, in terms of what candidates, the White House, the State Dept. et al call ‘message discipline.’ He insisted on publishing a power point in the newspapers that ran his initial revelations. I gather that he arranged for a talented filmmaker to shoot the Greenwald interview. These two steps — which are evidence of great media training, really ‘PR 101? — are virtually never done (to my great distress) by other whistleblowers, or by progressive activists involved in breaking news, or by real courageous people who are under stress and getting the word out. They are always done, though, by high-level political surrogates.
b) In the Greenwald video interview, I was concerned about the way Snowden conveys his message. He is not struggling for words, or thinking hard, as even bright, articulate whistleblowers under stress will do. Rather he appears to be transmitting whole paragraphs smoothly, without stumbling. To me this reads as someone who has learned his talking points — again the way that political campaigns train surrogates to transmit talking points.
c) He keeps saying things like, “If you are a journalist and they think you are the transmission point of this info, they will certainly kill you.” Or: “I fully expect to be prosecuted under the Espionage Act.” He also keeps stressing what he will lose: his $200,000 salary, his girlfriend, his house in Hawaii. These are the kinds of messages that the police state would LIKE journalists to take away; a real whistleblower also does not put out potential legal penalties as options, and almost always by this point has a lawyer by his/her side who would PROHIBIT him/her from saying, ‘come get me under the Espionage Act.” Finally in my experience, real whistleblowers are completely focused on their act of public service and trying to manage the jeopardy to themselves and their loved ones; they don’t tend ever to call attention to their own self-sacrifice. That is why they are heroes, among other reasons. But a police state would like us all to think about everything we would lose by standing up against it.
d) It is actually in the Police State’s interest to let everyone know that everything you write or say everywhere is being surveilled, and that awful things happen to people who challenge this. Which is why I am not surprised that now he is on UK no-fly lists – I assume the end of this story is that we will all have a lesson in terrible things that happen to whistleblowers. That could be because he is a real guy who gets in trouble; but it would be as useful to the police state if he is a fake guy who gets in ‘trouble.’
e) In stories that intelligence services are advancing (I would call the prostitutes-with-the-secret-service such a story), there are great sexy or sex-related mediagenic visuals that keep being dropped in, to keep media focus on the issue. That very pretty pole-dancing Facebooking girlfriend who appeared for, well, no reason in the media coverage…and who keeps leaking commentary, so her picture can be recycled in the press…really, she happens to pole-dance? Dan Ellsberg’s wife was and is very beautiful and doubtless a good dancer but somehow she took a statelier role as his news story unfolded…
f) Snowden is in Hong Kong, which has close ties to the UK, which has done the US’s bidding with other famous leakers such as Assange. So really there are MANY other countries that he would be less likely to be handed over from…
g) Media reports said he had vanished at one point to ‘an undisclosed location’ or ‘a safe house.’ Come on. There is no such thing. Unless you are with the one organization that can still get off the surveillance grid, because that org created it.
h) I was at dinner last night to celebrate the brave and heroic Michael Ratner of the Center for Constitutional Rights. Several of Assange’s also brave and talented legal team were there, and I remembered them from when I had met with Assange. These attorneys are present at every moment when Assange meets the press — when I met with him off the record last Fall in the Ecuadoran embassy, his counsel was present the whole time, listening and stepping in when necessary.
Seeing these diligent attentive free-speech attorneys for another whisleblower reinforced my growing anxiety: WHERE IS SNOWDEN’S LAWYER as the world’s media meet with him? A whistleblower talking to media has his/her counsel advising him/her at all times, if not actually being present at the interview, because anything he/she says can affect the legal danger the whistleblower may be in . It is very, very odd to me that a lawyer has not appeared, to my knowledge, to stand at Snowden’s side and keep him from further jeopardy in interviews.
Again I hate to cast any skepticism on what seems to be a great story of a brave spy coming in from the cold in the service of American freedom. And I would never raise such questions in public if I had not been told by a very senior official in the intelligence world that indeed, there are some news stories that they create and drive — even in America (where propagandizing Americans is now legal). But do consider that in Eastern Germany, for instance, it was the fear of a machine of surveillance that people believed watched them at all times — rather than the machine itself — that drove compliance and passivity. From the standpoint of the police state and its interests — why have a giant Big Brother apparatus spying on us at all times — unless we know about it?
Naomi
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Democídio e morte lenta
(Quem quiser ver apenas a parte séria, e de muito interesse, pode saltar logo para a marca dos 5m e 48s.)
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Como se podem também vocês livrar (em boa parte) da Google
No final das alterações e operações de manutenção que tinha a fazer nos computadores cá de casa, decidi - por ter sido repetidamente censurado, quer no YouTube (onde agora, aparentemente, todos os comentários que eu lá deixe são escondidos, pouco tempo depois de serem publicados) quer na Blogger (onde comentários que eu deixe noutros blogues, que não o meu, desaparecem quase instantaneamente) e também por não querer eu que o Grande Irmão norte-americano ande a espreitar a minha caixa de correio, de cada vez que lhe apeteça, nem gostar eu do facto de estar a utilizar um motor de busca que é usado para traçar o meu perfil psicológico e para apresentar publicidade que varia consoante as minhas buscas recentes - deixar de utilizar, dentro do possível, tudo o que sejam serviços da Google e suas empresas subsidiárias.
(Aproveitando eu para acrescentar que, relativamente a este blogue e à minha conta no YouTube - que é utilizada, essencialmente, para publicar vídeos que eu, por vezes, aqui quero partilhar - como já disse, estes já não deverão ser utilizados por muito mais tempo. Devendo estes, no final do seu período de utilização, ser simplesmente abandonados e tencionando eu aqui e lá deixar todos os seus conteúdos, até à altura publicados, para quem ainda esteja interessado nos mesmos.)
Mas, porque não é minha vontade (pelo menos, por enquanto) abandonar toda a Internet, enquanto for ainda possível utilizá-la de modo decente, mas sim, continuar a utilizá-la para coisas que eu considere úteis, tentando (dentro do possível) proteger (o que resta de) a minha (já muito pouca) privacidade, vim convosco partilhar duas simples coisas que todos podem também fazer, caso tenham por hábito utilizar os mesmos serviços que eu.
A primeira, caso pertençam também alguns de vós ao grupo de (muitas) pessoas, neste Planeta, que têm uma caixa de correio no Gmail, uma muito boa alternativa ao mesmo (que, espero eu, não venha a ser controlada pelos mesmos interesses) é o serviço Mail.ru. O qual, apesar de ser mais direccionado para a comunidade russa, pode ser utilizado em inglês ou castelhano.
Para criar uma conta de correio neste serviço, numa língua que não a russa, só têm de ir à sua página inicial, https://mail.ru, clicar na frase "Регистрация в почте" ("Registar-se no correio electrónico") na respectiva janela de registo/entrada, que se encontra no canto superior esquerdo da página, e, na página do registo para a qual são direccionados, no canto inferior direito da mesma, alterar a língua em que é apresentado o interface, de russo ("русский") para a que quiserem (inglês ou castelhano, deverão ser as duas únicas opções viáveis) e passar então a utilizar tal serviço numa língua que entendam.
(O interface, para além de ser, na minha opinião, mais simples e agradável de utilizar do que o do Gmail, tem quase tudo traduzido. E, relativamente às muito poucas mensagens que ainda não aparecem traduzidas, podem sempre facilmente traduzi-las, recorrendo a um "copiar-colar" para um qualquer tradutor electrónico, disponível na Internet.)
E, a partir daqui, podem então: ou utilizar este interface simples, no vosso navegador de Internet; ou configurar um qualquer cliente de correio electrónico, à vossa escolha - e não ter, subsequentemente, de recorrer mais a tal página na Internet, escrita em russo.
(Poderão também ainda aparecer, no cliente de correio electrónico que utilizem, uma ou outra pasta com a sua designação em russo, mas, caso não descubram uma maneira de alterar tais palavras no vosso cliente, estar a decorar apenas uma ou outra, neste língua, não deverá constituir um esforço significativo...)
Caso queiram transferir todo o correio que tenham na vossa conta antiga, no Gmail, para a nova que tenham no Mail.ru, podem utilizar a opção das configurações no Mail.ru que permite aceder a outras caixas de correio ("Mail from other mailboxes") e, depois de autorizar tal operação na vossa caixa no Gmail (a maneira mais simples deverá ser: tentar, sem sucesso, fazer a primeira "colheita" a partir da conta no Mail.ru e, depois de tal não ser autorizada, ir à vossa caixa no Gmail e autorizá-la, através do aviso que lá aparece) passar a ter toda a vossa correspondência arquivada também na vossa nova caixa no Mail.ru.
Após isto, podem, se quiserem, apagar a correspondência que tenham no Gmail (façam sempre cópias de segurança, com um qualquer cliente de correio electrónico, antes de tentar qualquer uma destas operações, caso alguma coisa corra mal) que, pela minha experiência, tal não faz com que esta seja, consequentemente, apagada também na vossa conta no Mail.ru.
E se, por uma qualquer razão, quiserem manter ainda activa a vossa antiga conta no Gmail, para que seja reenviada, para a vossa nova conta no Mail.ru, qualquer carta que ainda possam receber na caixa no Gmail, o melhor será, depois de terem desactivado o acesso do Mail.ru à vossa conta no Gmail (através do qual fizeram a "colheita" das mensagens - apesar de que, podem mantê-lo, se quiserem, e usar a conta no Mail.ru como um cliente de correio electrónico da vossa conta no Gmail, mas penso que seja melhor, e mais simples de operar com, a opção que a seguir sugiro) configurar a vossa antiga conta no Gmail (na parte das "Definições") seleccionando na secção "Encaminhamento e POP/IMAP" a opção "Encaminhar uma cópia do e-mail recebido para" a vossa nova conta no Mail.ru e, assim, receberem na vossa nova conta no Mail.ru qualquer carta que ainda possa alguém (que não tenham avisado da mudança) querer enviar para a vossa antiga conta no Gmail (como, por exemplo, algum serviço no qual se tenham esquecido de alterar o vosso endereço electrónico, para a recepção de avisos e mensagens importantes).
E, a finalizar, sobre as diferenças pelas quais se caracteriza este serviço alternativo de correio electrónico, uma nota importante, em termos de privacidade (e disponibilidade)...
O Mail.ru não vos obriga a dar um número de telemóvel.
A segunda coisa, de que me lembrei, foi de que, caso não queiram, tal como eu, continuar a utilizar (dentro do possível) o mais conhecido motor de busca da Internet - que, para além de, notoriamente, manipular resultados, escondendo aqueles dos quais não querem que tenhamos conhecimento e promover também tudo o que são sítios notoriamente controlados, incluindo os de suposta denúncia (acreditem em mim, quando faço esta última afirmação, pois tenho utilizado muito tal motor de busca para pesquisas sobre assuntos "incómodos"), é também (como digo acima) usado pelo Grande Irmão norte-americano para tentar "entrar dentro da nossa mente" - e também, caso não se deixem enganar pela óbvia publicidade enganosa de um outro conhecido motor de busca que, note-se, é recomendado pela imensamente honesta União Europeia e que diz ter apenas uma ténue ligação à Google, existe também uma boa alternativa, oriunda do único grande país que não está, definitivamente, controlado pela NOM. Sendo essa, o sítio Yandex.com, que constitui uma implementação, em língua inglesa, do conhecido motor de busca Yandex (.ru). Tendo este motor também buscas especializadas em imagens e vídeos, e também um tradutor electrónico próprio, entre outras coisas.
Se utilizam também o navegador de Internet "Mozilla Firefox" e quiserem adicionar este motor de busca à vossa lista dos restantes, apenas têm de visitar o sítio em causa e, na vossa pequena janela de buscas, no canto superior direito do vosso navegador, clicar na lista de motores de busca, para adicionar este, que aparece lá listado, para poder ser acrescentado, quando se visita a sua página.
E, sobre estas pequenas mudanças, que se podem fazer...
Não é que estas vos garantam muito mais privacidade. Pois, haverão certamente programas de inteligência artificial que, pelo simples registo do vosso tráfego na Internet consigam, à mesma, fazer as suas muitas interpretações. E é também sabido que todo o tráfego na Internet pode ser interceptado e analisado, incluindo quaisquer trocas de correio electrónico que sejam consideradas de interesse. (E as hiperligações que disponibilizo, para argumentar o que digo, são apenas sobre o que era do conhecimento público, há uns anos...)
E é também preciso notar que, de cada vez que façam uma qualquer pesquisa no YouTube e afins, estão, à mesma, a ter estas vossas pesquisas gravadas e interpretadas.
Mas, para quem, por uma questão de princípio, não queira facilitar o trabalho a quem a todos nos quer escravizar, aqui ficam estas dicas sobre o que podem fazer.
E, ainda... Se, por uma qualquer razão, se virem forçados a (ou quiserem, ainda assim) criar uma conta no YouTube (por exemplo, para subscreverem um qualquer canal), podem sempre criar uma conta na Google só para isso e escolher, na parte do endereço de correio electrónico a essa conta associado, o endereço da vossa conta no Mail.ru. E ficam, desta maneira, pelo menos livres da experiência desagradável de ter de estar sempre a entrar e a sair de uma conta na Google.
(Aproveitando eu para acrescentar que, relativamente a este blogue e à minha conta no YouTube - que é utilizada, essencialmente, para publicar vídeos que eu, por vezes, aqui quero partilhar - como já disse, estes já não deverão ser utilizados por muito mais tempo. Devendo estes, no final do seu período de utilização, ser simplesmente abandonados e tencionando eu aqui e lá deixar todos os seus conteúdos, até à altura publicados, para quem ainda esteja interessado nos mesmos.)
Mas, porque não é minha vontade (pelo menos, por enquanto) abandonar toda a Internet, enquanto for ainda possível utilizá-la de modo decente, mas sim, continuar a utilizá-la para coisas que eu considere úteis, tentando (dentro do possível) proteger (o que resta de) a minha (já muito pouca) privacidade, vim convosco partilhar duas simples coisas que todos podem também fazer, caso tenham por hábito utilizar os mesmos serviços que eu.
A primeira, caso pertençam também alguns de vós ao grupo de (muitas) pessoas, neste Planeta, que têm uma caixa de correio no Gmail, uma muito boa alternativa ao mesmo (que, espero eu, não venha a ser controlada pelos mesmos interesses) é o serviço Mail.ru. O qual, apesar de ser mais direccionado para a comunidade russa, pode ser utilizado em inglês ou castelhano.
Para criar uma conta de correio neste serviço, numa língua que não a russa, só têm de ir à sua página inicial, https://mail.ru, clicar na frase "Регистрация в почте" ("Registar-se no correio electrónico") na respectiva janela de registo/entrada, que se encontra no canto superior esquerdo da página, e, na página do registo para a qual são direccionados, no canto inferior direito da mesma, alterar a língua em que é apresentado o interface, de russo ("русский") para a que quiserem (inglês ou castelhano, deverão ser as duas únicas opções viáveis) e passar então a utilizar tal serviço numa língua que entendam.
(O interface, para além de ser, na minha opinião, mais simples e agradável de utilizar do que o do Gmail, tem quase tudo traduzido. E, relativamente às muito poucas mensagens que ainda não aparecem traduzidas, podem sempre facilmente traduzi-las, recorrendo a um "copiar-colar" para um qualquer tradutor electrónico, disponível na Internet.)
E, a partir daqui, podem então: ou utilizar este interface simples, no vosso navegador de Internet; ou configurar um qualquer cliente de correio electrónico, à vossa escolha - e não ter, subsequentemente, de recorrer mais a tal página na Internet, escrita em russo.
(Poderão também ainda aparecer, no cliente de correio electrónico que utilizem, uma ou outra pasta com a sua designação em russo, mas, caso não descubram uma maneira de alterar tais palavras no vosso cliente, estar a decorar apenas uma ou outra, neste língua, não deverá constituir um esforço significativo...)
Caso queiram transferir todo o correio que tenham na vossa conta antiga, no Gmail, para a nova que tenham no Mail.ru, podem utilizar a opção das configurações no Mail.ru que permite aceder a outras caixas de correio ("Mail from other mailboxes") e, depois de autorizar tal operação na vossa caixa no Gmail (a maneira mais simples deverá ser: tentar, sem sucesso, fazer a primeira "colheita" a partir da conta no Mail.ru e, depois de tal não ser autorizada, ir à vossa caixa no Gmail e autorizá-la, através do aviso que lá aparece) passar a ter toda a vossa correspondência arquivada também na vossa nova caixa no Mail.ru.
Após isto, podem, se quiserem, apagar a correspondência que tenham no Gmail (façam sempre cópias de segurança, com um qualquer cliente de correio electrónico, antes de tentar qualquer uma destas operações, caso alguma coisa corra mal) que, pela minha experiência, tal não faz com que esta seja, consequentemente, apagada também na vossa conta no Mail.ru.
E se, por uma qualquer razão, quiserem manter ainda activa a vossa antiga conta no Gmail, para que seja reenviada, para a vossa nova conta no Mail.ru, qualquer carta que ainda possam receber na caixa no Gmail, o melhor será, depois de terem desactivado o acesso do Mail.ru à vossa conta no Gmail (através do qual fizeram a "colheita" das mensagens - apesar de que, podem mantê-lo, se quiserem, e usar a conta no Mail.ru como um cliente de correio electrónico da vossa conta no Gmail, mas penso que seja melhor, e mais simples de operar com, a opção que a seguir sugiro) configurar a vossa antiga conta no Gmail (na parte das "Definições") seleccionando na secção "Encaminhamento e POP/IMAP" a opção "Encaminhar uma cópia do e-mail recebido para" a vossa nova conta no Mail.ru e, assim, receberem na vossa nova conta no Mail.ru qualquer carta que ainda possa alguém (que não tenham avisado da mudança) querer enviar para a vossa antiga conta no Gmail (como, por exemplo, algum serviço no qual se tenham esquecido de alterar o vosso endereço electrónico, para a recepção de avisos e mensagens importantes).
E, a finalizar, sobre as diferenças pelas quais se caracteriza este serviço alternativo de correio electrónico, uma nota importante, em termos de privacidade (e disponibilidade)...
O Mail.ru não vos obriga a dar um número de telemóvel.
A segunda coisa, de que me lembrei, foi de que, caso não queiram, tal como eu, continuar a utilizar (dentro do possível) o mais conhecido motor de busca da Internet - que, para além de, notoriamente, manipular resultados, escondendo aqueles dos quais não querem que tenhamos conhecimento e promover também tudo o que são sítios notoriamente controlados, incluindo os de suposta denúncia (acreditem em mim, quando faço esta última afirmação, pois tenho utilizado muito tal motor de busca para pesquisas sobre assuntos "incómodos"), é também (como digo acima) usado pelo Grande Irmão norte-americano para tentar "entrar dentro da nossa mente" - e também, caso não se deixem enganar pela óbvia publicidade enganosa de um outro conhecido motor de busca que, note-se, é recomendado pela imensamente honesta União Europeia e que diz ter apenas uma ténue ligação à Google, existe também uma boa alternativa, oriunda do único grande país que não está, definitivamente, controlado pela NOM. Sendo essa, o sítio Yandex.com, que constitui uma implementação, em língua inglesa, do conhecido motor de busca Yandex (.ru). Tendo este motor também buscas especializadas em imagens e vídeos, e também um tradutor electrónico próprio, entre outras coisas.
Se utilizam também o navegador de Internet "Mozilla Firefox" e quiserem adicionar este motor de busca à vossa lista dos restantes, apenas têm de visitar o sítio em causa e, na vossa pequena janela de buscas, no canto superior direito do vosso navegador, clicar na lista de motores de busca, para adicionar este, que aparece lá listado, para poder ser acrescentado, quando se visita a sua página.
E, sobre estas pequenas mudanças, que se podem fazer...
Não é que estas vos garantam muito mais privacidade. Pois, haverão certamente programas de inteligência artificial que, pelo simples registo do vosso tráfego na Internet consigam, à mesma, fazer as suas muitas interpretações. E é também sabido que todo o tráfego na Internet pode ser interceptado e analisado, incluindo quaisquer trocas de correio electrónico que sejam consideradas de interesse. (E as hiperligações que disponibilizo, para argumentar o que digo, são apenas sobre o que era do conhecimento público, há uns anos...)
E é também preciso notar que, de cada vez que façam uma qualquer pesquisa no YouTube e afins, estão, à mesma, a ter estas vossas pesquisas gravadas e interpretadas.
Mas, para quem, por uma questão de princípio, não queira facilitar o trabalho a quem a todos nos quer escravizar, aqui ficam estas dicas sobre o que podem fazer.
E, ainda... Se, por uma qualquer razão, se virem forçados a (ou quiserem, ainda assim) criar uma conta no YouTube (por exemplo, para subscreverem um qualquer canal), podem sempre criar uma conta na Google só para isso e escolher, na parte do endereço de correio electrónico a essa conta associado, o endereço da vossa conta no Mail.ru. E ficam, desta maneira, pelo menos livres da experiência desagradável de ter de estar sempre a entrar e a sair de uma conta na Google.
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
E, mais uma vez, para quem duvidar do que eu digo...
Quando, numa colocação anterior (que fiz há mais de um ano - e antes de tal medida ser sequer proposta) dizia (talvez, para surpresa de algumas pessoas) que há-de vir o dia em que deixe de se celebrar o feriado do 25 de Abril e quando, numa outra colocação, dizia que as pessoas que a nossa sociedade gerem não fazem as coisas "à bruta" e que, antes de implementarem uma medida impopular vão, lenta e repetidamente, mentalizando e amainando o "gado", que a tudo isto se sujeita, para a mesma... Explicava, na última colocação de que falo, que uma das coisas que se fazem, para abrir caminho a essas mesmas medidas impopulares, é primeiro derrubar a barreira psicológica existente (que possa fazer com que as pessoas se oponham a tal medida) tentando fazer dessa mesma medida algo que é admissível - e que se justifica, em certas circunstâncias - podendo esta ser, primeiro, quase efectivamente tomada e, depois, seguidamente abandonada, apenas para, um dia, mais tarde, voltar, quando já a população estiver mais mentalizada para a mesma e quando se tenha, nessa altura, um mais forte pretexto para a implementação da mesma...
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.
E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.
E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.
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sábado, 20 de abril de 2013
Mudança de ritmo
Perante quem tenha estranhado a mudança no ritmo a que faço colocações neste blogue, venho dizer que são ainda várias as coisas que quero publicar no mesmo - antes de, quase certamente, abandonar a blogosfera.
E venho também reiterar alguma urgência em fazer as mesmas - para que o possa eu fazer antes de que a Internet comece a ser controlada numa maneira que me a faça abandonar em boa parte...
(Reparem no recente pacote de leis sobre Internet, que acabou de ser aprovado nos EUA.)
Mas, venho também dizer que: por estar eu agora envolvido num outro projecto; por ter eu operações de manutenção e instalação a realizar nos computadores cá de casa (e que, como é hábito, demoram muito tempo); dado o ritmo a que tenho feito as colocações aqui se revelar demasiado cansativo; e também dada a minha cada vez menor paciência para educar as pessoas sobre este tipo de assuntos... Irei alterar o ritmo a que farei as minhas colocações futuras, para um menos intensivo e mais aleatório, de modo a que não esgote eu, de vez, essa mesma paciência.
E, assim sendo, irei continuar com a publicação de coisas que considero importantes - ou que ache de interesse partilhar - neste blogue, mas (para o bem e para o mal) apenas consoante a minha disposição ainda o for permitindo.
A todos os que seguem esta minha humilde publicação na Internet, aproveito para, desde já, agradecer o vosso interesse e também vos dizer que tem sido esse mesmo interesse que tem mantido este blogue vivo, durante todo este tempo.
Abraços e beijos a todos os que aqui me visitam com boas intenções e que mais interesse têm demonstrado pelo que tenho a dizer e a partilhar.
E venho também reiterar alguma urgência em fazer as mesmas - para que o possa eu fazer antes de que a Internet comece a ser controlada numa maneira que me a faça abandonar em boa parte...
(Reparem no recente pacote de leis sobre Internet, que acabou de ser aprovado nos EUA.)
Mas, venho também dizer que: por estar eu agora envolvido num outro projecto; por ter eu operações de manutenção e instalação a realizar nos computadores cá de casa (e que, como é hábito, demoram muito tempo); dado o ritmo a que tenho feito as colocações aqui se revelar demasiado cansativo; e também dada a minha cada vez menor paciência para educar as pessoas sobre este tipo de assuntos... Irei alterar o ritmo a que farei as minhas colocações futuras, para um menos intensivo e mais aleatório, de modo a que não esgote eu, de vez, essa mesma paciência.
E, assim sendo, irei continuar com a publicação de coisas que considero importantes - ou que ache de interesse partilhar - neste blogue, mas (para o bem e para o mal) apenas consoante a minha disposição ainda o for permitindo.
A todos os que seguem esta minha humilde publicação na Internet, aproveito para, desde já, agradecer o vosso interesse e também vos dizer que tem sido esse mesmo interesse que tem mantido este blogue vivo, durante todo este tempo.
Abraços e beijos a todos os que aqui me visitam com boas intenções e que mais interesse têm demonstrado pelo que tenho a dizer e a partilhar.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...
Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
- o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
- o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
- um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
- um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
- um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
- um número que vem mencionado na Bíblia
- Será isto mera coincidência?
- Porque razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
- Porque razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Huxley e Orwell
O que eu penso de Admirável Mundo Novo, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e outras conhecidas obras distópicas, <aqui>.
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
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domingo, 10 de fevereiro de 2013
Mudança de planos
Embora, por razões várias, fosse muito minha vontade fazer um longo período de "férias", longe da blogosfera...
Com o que parece ser o fim da Internet, tal como a conhecemos, a aproximar-se (oiçam este aviso e leiam também este e lembrem-se de que também o 7 de Julho, em Londres, foi precedido de avisos por parte de quem está por trás de tais ataques e depois usa os mesmos para implementar novas medidas de controlo) decidi antes publicar já, a um ritmo acelerado, tudo o que ainda tenho a dizer, que penso que possa ser de interesse para quem se queira informar sobre esta temática da NOM, e partilhar também já, com quem conheço, pessoal e virtualmente, o que, de natureza mais pessoal, ache eu ser de interesse.
(E, assim sendo, este blogue irá, dentro em breve, retomar a sua actividade, com as colocações que tenho a fazer a ocorrerem, por norma, com maior frequência do que era até agora hábito.)
Pelas minhas previsões, talvez ao fim de 3 meses(?) já tenha eu dito tudo o que ainda tenho a dizer.
E, depois disso, deverei (se quiser continuar com alguma actividade "em linha", em termos de publicação de conteúdos próprios) começar a preparar-me para utilizar uma qualquer rede alternativa à convencional (do tipo Freenet, I2P ou algo do género) pois o que antevejo é que o que for restando de Internet dita "normal", a seguir ao claro ataque de bandeira falsa que já se antevê, seja algo cada vez mais controlado, onde, quem queira utilizar esta mesma rede convencional, tenha de se identificar em todo o lado (como dar dados pessoais, para poder utilizar contas no gigante Google e nas suas empresas subsidiárias - como é o caso da Blogger) e não sei se estou disposto a sujeitar-me a isso.
É possível que, de qualquer modo, eu continue a publicar aqui coisas. Mas venho já avisar que é também possível que eu deixe simplesmente de fazer aqui colocações e me mude para outro sítio ou, talvez mais provável, simplesmente abandone, em grande parte, este mundo virtual.
(A ver vamos o que acontece...)
Até lá, quem quiser, pode ir lendo o que eu ainda tenho a dizer e, se não tiver tempo para digerir tudo, rever então, com mais calma, tudo o que eu tenha publicado, após ter eu terminado a minha série de colocações.
Com o que parece ser o fim da Internet, tal como a conhecemos, a aproximar-se (oiçam este aviso e leiam também este e lembrem-se de que também o 7 de Julho, em Londres, foi precedido de avisos por parte de quem está por trás de tais ataques e depois usa os mesmos para implementar novas medidas de controlo) decidi antes publicar já, a um ritmo acelerado, tudo o que ainda tenho a dizer, que penso que possa ser de interesse para quem se queira informar sobre esta temática da NOM, e partilhar também já, com quem conheço, pessoal e virtualmente, o que, de natureza mais pessoal, ache eu ser de interesse.
(E, assim sendo, este blogue irá, dentro em breve, retomar a sua actividade, com as colocações que tenho a fazer a ocorrerem, por norma, com maior frequência do que era até agora hábito.)
Pelas minhas previsões, talvez ao fim de 3 meses(?) já tenha eu dito tudo o que ainda tenho a dizer.
E, depois disso, deverei (se quiser continuar com alguma actividade "em linha", em termos de publicação de conteúdos próprios) começar a preparar-me para utilizar uma qualquer rede alternativa à convencional (do tipo Freenet, I2P ou algo do género) pois o que antevejo é que o que for restando de Internet dita "normal", a seguir ao claro ataque de bandeira falsa que já se antevê, seja algo cada vez mais controlado, onde, quem queira utilizar esta mesma rede convencional, tenha de se identificar em todo o lado (como dar dados pessoais, para poder utilizar contas no gigante Google e nas suas empresas subsidiárias - como é o caso da Blogger) e não sei se estou disposto a sujeitar-me a isso.
É possível que, de qualquer modo, eu continue a publicar aqui coisas. Mas venho já avisar que é também possível que eu deixe simplesmente de fazer aqui colocações e me mude para outro sítio ou, talvez mais provável, simplesmente abandone, em grande parte, este mundo virtual.
(A ver vamos o que acontece...)
Até lá, quem quiser, pode ir lendo o que eu ainda tenho a dizer e, se não tiver tempo para digerir tudo, rever então, com mais calma, tudo o que eu tenha publicado, após ter eu terminado a minha série de colocações.
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sábado, 8 de dezembro de 2012
Também os militares têm direito a saber da existência da NOM
Parece que houve um membro de uma conhecida família de militares condecorados que decidiu ir dizer algumas verdades para um fórum português de discussão sobre forças armadas, forças policiais, serviços secretos e assuntos relacionados... ;)
Divirtam-se a procurar pelas colocações no mencionado fórum e animem-se, um pouco, por saber que também há quem frequente este sítio e saiba o que realmente se passa neste Mundo.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Botas e perdigotas
No seguimento de relatos de fenómenos estranhos, ocorridos em subsidiárias da Google/NSA/CIA...
A imagem que se segue é de apenas um caso em que reparei, de algo para o qual pessoas que vêm vídeos "incómodos" no YouTube andam, há vários anos, a chamar a atenção para.
(Reparem na discrepância entre o número de observações e o de aprovações/desaprovações e comentários...)
Mas os exemplos mais flagrantes, que vi neste sítio de partilha, foram dois vídeos para os quais chamei a atenção das pessoas e que quando lá voltei, algum tempo depois, tinham menos visitas registadas do que anteriormente. Tendo um deles sido este, para o qual chamei a atenção neste blogue, que originalmente tinha algumas centenas ou uns poucos milhares (já não me lembro, e não reparei na altura, bem) de visionamentos e que, poucos dias depois de ter colocado aqui a hiperligação para ele, quando lá voltei, tinha apenas umas poucas dezenas e um comentário depreciativo, e este, que tinha mais de meio milhão de visionamentos e que, com a informação explosiva que contém, 4 anos depois de ter sido carregado, querem-nos fazer crer que teve, até agora, pouco mais de uma centena de visualizações...
A imagem que se segue é de apenas um caso em que reparei, de algo para o qual pessoas que vêm vídeos "incómodos" no YouTube andam, há vários anos, a chamar a atenção para.
(Reparem na discrepância entre o número de observações e o de aprovações/desaprovações e comentários...)
Mas os exemplos mais flagrantes, que vi neste sítio de partilha, foram dois vídeos para os quais chamei a atenção das pessoas e que quando lá voltei, algum tempo depois, tinham menos visitas registadas do que anteriormente. Tendo um deles sido este, para o qual chamei a atenção neste blogue, que originalmente tinha algumas centenas ou uns poucos milhares (já não me lembro, e não reparei na altura, bem) de visionamentos e que, poucos dias depois de ter colocado aqui a hiperligação para ele, quando lá voltei, tinha apenas umas poucas dezenas e um comentário depreciativo, e este, que tinha mais de meio milhão de visionamentos e que, com a informação explosiva que contém, 4 anos depois de ter sido carregado, querem-nos fazer crer que teve, até agora, pouco mais de uma centena de visualizações...
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"Fernando Negro" = spam
(Algumas observações interessantes...)
Os meus comentários no sítio "pplware.sapo.pt", passado algum tempo de lá começar a colocar alguns, deixaram simplesmente de aparecer. (Mas, relativamente a esses, desconfio que seja porque tenha sido "marcado" pelos próprios autores do sítio, que admitem censurar comentários e "banir" pessoas - não quando os comentários destas constituem uma qualquer forma de crime ou indecência, mas simplesmente por não gostarem dos mesmos...)
Agora, uma outra novidade... Comentários meus que, seja em blogues da WordPress ou aqui da Blogger (/Google/NSA), quando requerem aprovação, vão automaticamente parar à caixa de spam ou demoram, estranhamente, muito tempo a aparecer...
E, há uns tempos, quando tive temporariamente activado o sistema de aprovação de comentários neste blogue, um comentário de alguém que aqui já tinha deixado vários outros foi, curiosamente, parar à caixa de spam, distinguindo-se tal comentário apenas por incluir, dessa vez, uma ligação "subversiva" para um dos sítios do Alex Jones. (Coisa que não me surpreendeu, por já ter eu conhecimento de outros sítios - reais e virtuais - onde este autor e a sua equipa são admitida e simplesmente censurados...)
Enfim... Coisas da nova Era Digital. Algumas das quais nos deixam desconfiados e a pensar...
E, bem a propósito disto, deixo a seguir as fotografias de algo que me aconteceu, repetidamente - há dois anos, antes de criar este meu sítio na Internet - com um comentário, em particular, num dos blogues que, já na altura, costumava consultar (e, confirmadamente, não por culpa do autor da publicação em causa) para que tirem vocês as vossas próprias conclusões.
Os meus comentários no sítio "pplware.sapo.pt", passado algum tempo de lá começar a colocar alguns, deixaram simplesmente de aparecer. (Mas, relativamente a esses, desconfio que seja porque tenha sido "marcado" pelos próprios autores do sítio, que admitem censurar comentários e "banir" pessoas - não quando os comentários destas constituem uma qualquer forma de crime ou indecência, mas simplesmente por não gostarem dos mesmos...)
Agora, uma outra novidade... Comentários meus que, seja em blogues da WordPress ou aqui da Blogger (/Google/NSA), quando requerem aprovação, vão automaticamente parar à caixa de spam ou demoram, estranhamente, muito tempo a aparecer...
E, há uns tempos, quando tive temporariamente activado o sistema de aprovação de comentários neste blogue, um comentário de alguém que aqui já tinha deixado vários outros foi, curiosamente, parar à caixa de spam, distinguindo-se tal comentário apenas por incluir, dessa vez, uma ligação "subversiva" para um dos sítios do Alex Jones. (Coisa que não me surpreendeu, por já ter eu conhecimento de outros sítios - reais e virtuais - onde este autor e a sua equipa são admitida e simplesmente censurados...)
Enfim... Coisas da nova Era Digital. Algumas das quais nos deixam desconfiados e a pensar...
E, bem a propósito disto, deixo a seguir as fotografias de algo que me aconteceu, repetidamente - há dois anos, antes de criar este meu sítio na Internet - com um comentário, em particular, num dos blogues que, já na altura, costumava consultar (e, confirmadamente, não por culpa do autor da publicação em causa) para que tirem vocês as vossas próprias conclusões.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Já aderiram ao Facebook?
(Afinal de contas, quem é que ainda quer saber da sua "privacidade"?...)
- Não se preocupem com o facto desta rede ser uma fachada da CIA.
- Nem com que pessoas estão especificamente por trás desta.
- Não liguem ao que, por vezes, quem está à frente desta, possa dizer.
- Nem dêem importância às reuniões que essa mesma pessoa frequenta.
- E não se preocupem, que não é nada de complicado colocar os vossos dados neste portal... E podem sempre contar com a ajuda de familiares e amigos para o fazer. (Ler 4º comentário a esta colocação.)
(E esta colocação... Também merece um "Gosto"?...) ;)
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domingo, 8 de julho de 2012
A NOM não faz as coisas "à bruta"...
E é gerida por pessoas muito mais sensíveis e inteligentes do que a maioria da massa alienada e ignorante, que não faz a mínima ideia do mundo em que vive...
(Assim como tem, até, um verdadeiro departamento de "guerra psicológica" ao seu dispor, a ajudá-la e a aconselhá-la em todas as suas decisões...)
Para quem esteja a celebrar o recente chumbo do ACTA, e outros pacotes de leis do mesmo género, no Parlamento Europeu, deixo aqui um breve esclarecimento...
Se, de um dia para o outro, as elites que nos governam, através dos seus governos-fantoche: abolissem as soberanias nacionais dos diferentes países; implementassem medidas de vigilância e controlo, por tudo quanto é lado; descessem de modo brutal os ordenados e, ao mesmo tempo, subissem também, de modo brutal, os impostos; acabassem com os cuidados médicos para todos quantos não lhes interessa que vivam; estabelecessem exames, a torto e a direito, ao longo de todo o sistema de escolarização (ou, melhor dizendo, de estupidificação e domesticação) obrigatório (de modo a implantar em todos, desde crianças, a ideia de serem constantemente controlados e examinados); aumentassem imenso o número de horas e de dias de trabalho; e outras coisas mais fizessem (sempre com o argumento oficial de que tudo isto é, obviamente, para o nosso bem-estar)... Haveria muita gente que se Revoltaria contra tais medidas, e que Lutaria contra as mesmas.
Mas, se se fizer tudo isto de modo gradual (a pouco e pouco; em pequenos passos; de modo a que pouco, ou mesmo muito pouco, as pessoas reparem nisso), ao mesmo tempo que se distrai a população com campeonatos de futebol, concursos de "7 maravilhas", estupidificantes programas de "entretenimento" na televisão e tudo mais que sirva para desviar a atenção do que é realmente importante... A maioria dessa mesma massa governada e controlada - que, noutras circunstâncias, se revoltaria - deverá aceitar tudo isto, sem refilar...
Assim como, se se mentalizar antecipadamente a população para todas estas novas medidas - debatendo e também avançando, e depois recuando, com as mesmas - familiarizando e habituando crescentemente esta mesma população a estas novas ideias... Esta deverá oferecer muito menos resistência às mesmas e deverá encarar a implementação de tais mudanças como algo natural...
(Por outras palavras... Se pensam, por exemplo, que o fantasma das mais de 8 horas de trabalho, e afins, se foi embora... Preparem-se para o seu retorno...)
Leiam mais, sobre o que quero dizer com isto, <aqui> e também aqui. (E lembrem-se também disto, quando virem os mesmos partidos políticos, que agora rejeitam este pacote de leis, a aprovar outros similares.)
E guardem os foguetes para o dia em que forem capazes de decidir sobre as coisas por vós próprios e de correr com tudo o que são políticos, de modo a acabar de vez com este e outro tipo de abusos de autoridade...
(Assim como tem, até, um verdadeiro departamento de "guerra psicológica" ao seu dispor, a ajudá-la e a aconselhá-la em todas as suas decisões...)
Para quem esteja a celebrar o recente chumbo do ACTA, e outros pacotes de leis do mesmo género, no Parlamento Europeu, deixo aqui um breve esclarecimento...
Se, de um dia para o outro, as elites que nos governam, através dos seus governos-fantoche: abolissem as soberanias nacionais dos diferentes países; implementassem medidas de vigilância e controlo, por tudo quanto é lado; descessem de modo brutal os ordenados e, ao mesmo tempo, subissem também, de modo brutal, os impostos; acabassem com os cuidados médicos para todos quantos não lhes interessa que vivam; estabelecessem exames, a torto e a direito, ao longo de todo o sistema de escolarização (ou, melhor dizendo, de estupidificação e domesticação) obrigatório (de modo a implantar em todos, desde crianças, a ideia de serem constantemente controlados e examinados); aumentassem imenso o número de horas e de dias de trabalho; e outras coisas mais fizessem (sempre com o argumento oficial de que tudo isto é, obviamente, para o nosso bem-estar)... Haveria muita gente que se Revoltaria contra tais medidas, e que Lutaria contra as mesmas.
Mas, se se fizer tudo isto de modo gradual (a pouco e pouco; em pequenos passos; de modo a que pouco, ou mesmo muito pouco, as pessoas reparem nisso), ao mesmo tempo que se distrai a população com campeonatos de futebol, concursos de "7 maravilhas", estupidificantes programas de "entretenimento" na televisão e tudo mais que sirva para desviar a atenção do que é realmente importante... A maioria dessa mesma massa governada e controlada - que, noutras circunstâncias, se revoltaria - deverá aceitar tudo isto, sem refilar...
Assim como, se se mentalizar antecipadamente a população para todas estas novas medidas - debatendo e também avançando, e depois recuando, com as mesmas - familiarizando e habituando crescentemente esta mesma população a estas novas ideias... Esta deverá oferecer muito menos resistência às mesmas e deverá encarar a implementação de tais mudanças como algo natural...
(Por outras palavras... Se pensam, por exemplo, que o fantasma das mais de 8 horas de trabalho, e afins, se foi embora... Preparem-se para o seu retorno...)
Leiam mais, sobre o que quero dizer com isto, <aqui> e também aqui. (E lembrem-se também disto, quando virem os mesmos partidos políticos, que agora rejeitam este pacote de leis, a aprovar outros similares.)
E guardem os foguetes para o dia em que forem capazes de decidir sobre as coisas por vós próprios e de correr com tudo o que são políticos, de modo a acabar de vez com este e outro tipo de abusos de autoridade...
"The technetronic era involves the gradual appearance of a more controlled society. Such a society would be dominated by an elite, unrestrained by traditional values. Soon it will be possible to assert almost continuous surveillance over every citizen and maintain up-to-date complete files containing even the most personal information about the citizen. These files will be subject to instantaneous retrieval by the authorities."
--- Zbigniew Brzezinski, in Between Two Ages: America's Role in the Technetronic Era
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domingo, 24 de junho de 2012
"Já parecem aquele Richard Stallman a falar…"
O que eu queria dizer, num comentário que fiz, esta semana, num sítio que costumo consultar para estar a par das últimas novidades do mundo da informática...
(Quem o quiser ouvir a falar muito bem castelhano e a explicar que história é esta do "Software Livre", tem este vídeo. E quem quiser ver o mesmo, há muitos anos, já a falar sobre o assunto, tem este outro.)
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sábado, 16 de junho de 2012
Já actualizaram o vosso Windows?
- Leiam aqui sobre porque razão é importante fazer sempre as últimas actualizações de "segurança".
- Leiam, se quiserem, aqui uma pergunta que fiz a alguém que escreve para publicações informáticas (e que ficou sem resposta).
- Leiam também aqui sobre uma suspeita que, há já largos anos, existe, relativamente a este sistema operativo.
- E leiam aqui sobre uma boa alternativa ao mesmo.
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