(Tendo as operações sido, obviamente, executadas por várias agências governamentais estadunidenses - e havendo também, obviamente, imensa gente que o queria ver morto...)
No topo de toda a operação - a comandar e a supervisionar a mesma - esteve um algo conhecido espião canadiano, que liderava uma unidade de elite no topo do MI6, que responde directamente perante a rainha de Inglaterra.
E, se quiserem saber mais pormenores da história, têm apenas de encomendar a monografia que o Dr. John Coleman escreveu sobre o assunto.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
sábado, 1 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
11/9: Uma aflição para a família real britânica?
Como quem tenha lido o que tem sido escrito neste blogue, espreitado algumas colocações minhas noutros sítios, para as quais aqui tenho deixado hiperligações, e já tenha lido o suficiente daquele que é um dos mais importantes livros que recomendo - que denuncia esta trama - já saberá, a mais importante família envolvida na conspiração da NOM é a família real britânica. Podendo, por isso, ser facilmente deduzido que nada de muito importante pode acontecer, no mundo da política ocidental, sem o conhecimento e a aprovação desta família. E, por conseguinte, deduzir-se também que, incluída no que de importante falo, estará certamente a série de atentados ocorrida a 11 de Setembro de 2001, nos EUA.
Mas sabiam que houve um (ex-)membro desta família real que esteve para morrer nestes mesmos atentados?
Sarah Ferguson, que - desde que casou com o segundo filho de Isabel II, príncipe André, e apesar de estar divorciada desde 1996 - detém o título de "duquesa de Iorque", era - e ainda é - presidente da IPSS "Chances for Children" - sediada na cidade de Nova Iorque e que, em 2001, tinha os seus escritórios no 101º andar da Torre Norte do World Trade Center.
Sendo terça-feira um normal dia de trabalho - e começando o mesmo, nos EUA, por norma, também de manhã cedo - há as horas que ocorreram os embates dos aviões nas torres, deduz-se que - tal como os milhares de pessoas que morreram nesse dia nestes atentados - já deveria esta, tal como os seus colegas, estar no seu posto de trabalho...
Mas, por muita estranha que possa ser a coincidência, logo nesse dia, não estava, nem ela, nem nenhum dos seus colegas de trabalho no seu posto.
As explicações para isto são contraditórias. Pois, numa das versões, é dito que a duquesa estava a ser entrevistada nos estúdios da ABC, aquando do embate do primeiro avião nas torres:
Enquanto isso, o príncipe André sofria a pensar no que poderia ter acontecido à sua ex-mulher...
O que terá sido este episódio?
Tudo muito estranho... Mas também não um caso único, de entre outras pessoas conhecidas que escaparam à morte nesse dia.
Mas sabiam que houve um (ex-)membro desta família real que esteve para morrer nestes mesmos atentados?
Sarah Ferguson, que - desde que casou com o segundo filho de Isabel II, príncipe André, e apesar de estar divorciada desde 1996 - detém o título de "duquesa de Iorque", era - e ainda é - presidente da IPSS "Chances for Children" - sediada na cidade de Nova Iorque e que, em 2001, tinha os seus escritórios no 101º andar da Torre Norte do World Trade Center.
Sendo terça-feira um normal dia de trabalho - e começando o mesmo, nos EUA, por norma, também de manhã cedo - há as horas que ocorreram os embates dos aviões nas torres, deduz-se que - tal como os milhares de pessoas que morreram nesse dia nestes atentados - já deveria esta, tal como os seus colegas, estar no seu posto de trabalho...
Mas, por muita estranha que possa ser a coincidência, logo nesse dia, não estava, nem ela, nem nenhum dos seus colegas de trabalho no seu posto.
As explicações para isto são contraditórias. Pois, numa das versões, é dito que a duquesa estava a ser entrevistada nos estúdios da ABC, aquando do embate do primeiro avião nas torres:
"I was actually on ABC with Diane Sawyer doing an interview when the first plane hit. I was sitting next to Sarah Ferguson, Fergie, actually. It’s a little known fact. She said, 'I just left the World Trade Center.' We thought it was a small plane that hit. Her office was there. If she hadn’t left to go be on Good Morning America, she’d be dead."E, noutra versão, é dito que o primeiro avião embateu na Torre Norte do World Trade Center quando a duquesa se dirigia para o seu trabalho:
--- Mike Binder, realizador e actor estadunidense, numa entrevista
"The former Sarah Ferguson, ex-wife of Britain's Prince Andrew, had an 8:45 a.m. meeting scheduled that day for her Chances for Children charity, which was based at the World Trade Center, but was running late, reports columnist Cindy Adams.
"Her staffers were gathered downstairs in the lobby to greet the duchess and escort her upstairs. Just seconds after the first plane hit, Sarah's car arrived at the door. After whisking her employees into her limo, she sped off to safety, Adams reports.
"The charity's offices were on the 101st floor, according to wire service reports, although it's not clear which tower they were located in.
"'The Duchess of York is desperately upset for everyone involved in this terrible tragedy,' said her spokesman. 'It is unbelievable, she was just a few minutes away when the explosion took place.'"
--- ABC News, in "Fergie Just Missed WTC Attack"
"I remember leaving the GMA studios and heading down. And then we stopped. As we left the studios, we saw the airplanes going into the 101st floor."(O embate do primeiro avião, na Torre 1, onde estavam os escritórios da "Chances for Children", ocorreu às 8h e 46m, entre o 92º e o 98º andares. E, seja o conhecido realizador e actor norte- -americano, ou a duquesa, alguém está a mentir...)
--- Sarah Ferguson, numa entrevista na CNN
Enquanto isso, o príncipe André sofria a pensar no que poderia ter acontecido à sua ex-mulher...
O que terá sido este episódio?
- Pura coincidência?
- Tentativa falhada de assassinato de mais uma ex-mulher de um príncipe da casa real britânica? (Tal como no caso da princesa Diana.)
- Mais um caso de pessoas que foram avisadas para não ir trabalhar nesse dia?
Tudo muito estranho... Mas também não um caso único, de entre outras pessoas conhecidas que escaparam à morte nesse dia.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Fernando Pessoa já falava dos "300"
300.
(...) O difícil, em nossa vida moderna, é não jogar para as mãos dos Trezentos.
De todos os lados, arrastados pela mesma força de decadência que formou o subjudaísmo como organização, inconscientes e espontâneos colaboram com essa organização. Um Spencer, sincero e limpo, que ataca a educação clássica; um Mussolini, pretenso reactor contra a democracia, que repudia o que nela é europeu, que é o individualismo, e aceita o que é degradado, que é o corporativismo; um Maurras, que, coitado, repudiando Hant, repudia o maior opositor do baixo racionalismo - estes, e tantos outros, alheios ao jogo dos Trezentos, ou, até, pretendendo opor-se-lhes, o favorecem e animam.
(...)
Estóicos, epicuristas, platónicos - todos estes eram e são inimigos naturais do subjudaísmo. O estóico, firme no comando de si mesmo, repulsor da invasão dos instintos, aristocrata; o epicurista, harmónico e regrado, aceitando o mundo moderadamente; o platónico, raciocinando e espiritualizando - cada um destes, os três tipos de mentalidade filosófica do paganismo, contrariam o desregramento mental do subjudaísmo dos Trezentos.
300.
Por motivos que ignoramos, e porventura ignoraremos sempre, em fins do século dezasseis e princípios de século dezassete, os Rosa-Cruz sofreram uma revelação. Então se deu - e a revelação mostrou que se dera - uma corrupção em parte dos menores da Fraternidade, se é que nela há menores. Começara a acção dos Trezentos.
Então se formou uma espécie de sombra, negra e informe, da Fraternidade, e a gente que formava essa sombra começou de corromper a doutrina secreta e os usos e restrições dela. Foi então que apareceram Robert Fludd, transmissor corrupto do sistema oculto, Francis Bacon, seu esquerda menor, e outros, de diversas nações, verdadeiramente ou aparentemente, que fundaram as bases da Maçonaria, e tomaram posse dela, desde logo, ocultamente. Ainda a dirigem.
Este acontecimento invisível, esta cisão na sombra, foi dos acontecimentos mais graves que se têm dado a dentro da civilização europeia. Os Rosa-Cruz eram cristãos, como são, e a sua doutrina (o mesmo nome delas a revela e encobre) consiste em (como eles mesmos diriam) uma transmutação do chumbo do hebraísmo, e do ferro do paganismo, no ouro de Cristo. A corrupção do sistema consistiu, como está patente em Fludd, e mais distantemente patente em Bacon, por exemplo na abolição da alquimia transmutadora - na reversão à simples Kabbala, que é um começo de entendimento do mundo, e àqueles princípios orientais em que a Kabbala se funda.
Longe disto tudo, os Mestres da Doutrina Secreta guardam as chaves dos segredos íntimos do mundo. E o que os seus sombras temem é aquilo que na acção dos Mestres eles não podem nunca atingir - o comando da formação dos génios, a acção íntima e intensa que incidiu sobre Shakespeare, sobre Goethe, e incidirá sobre quem se possa alçar, por nascimento e influxo dos astros, à altura onde a Grande Luz o atinja.
Porque os Trezentos temem, acima de tudo, o génio. Esse, sendo de origem superior - representada neste mundo pelo acaso de hereditariedades encontradas, de circunstâncias educativas próprias, de meios sociais suscitadores - está fora da sua acção assombrosa, mas não suprema. Os poderes mágicos dos esquerdos do Oculto, altos como são, não sabem contudo até onde vão os dos Mestres da Doutrina Secreta - ao comando interior das almas grandes, a saber mover os que nascem a que nasçam novamente. Delegados, e anjos, de certo modo, de particular do nosso mundo especial, eles combatem, com forças superiores, os exilados dos entre-mundos, os filhos do espaço nocturno, senhores da rebelião, não contra Deus, mas contra a forma que Deus toma ao ser criador do nosso mundo.
(...)
300.
Assim vemos que a acção dos Trezentos se exerce sempre no sentido de contrariar, de tentar destruir, (a) a cultura grega, (b) a ordem romana, e (c) a moral cristã. Ora acontece, precisamente, que estes três elementos são os elementos fundamentais da civilização europeia. A acção dos Trezentos visa, pois, a aluir os fundamentos da civilização europeia.
(...)
A Maçonaria é um esquema simbólico, através de cuja linguagem, uma vez gradualmente compreendida, certos conhecimentos, uma vez obtendo, que fariam pasmar os maçons vulgares, ainda os de alto grau ou categoria. Ora os dirigentes superiores da Maçonaria forçosamente são aqueles que entendem e usam o que está contido nesses símbolos. (...)
Trata-se de uma guerra religiosa - de uma tentativa de aniquilamento da religião cristã. (...)
300.
O que eles são, e o que eles querem, não o podemos saber. Somente sabemos que a sua acção, manifestando-se naturalmente através do judaísmo, não é contudo judia na sua última intenção. Os mesmos judeus são armas em mãos supremas.
Não é do judaísmo, em conjunto, que os 300 se servem: servem-se tão-somente do baixo judaísmo, do mesmo modo como se servem da decadência europeia; e, se servem mais fortemente do baixo judaísmo que dos degenerados de Europa, é que o judaísmo é uma organização universal, e a decadência de Europa é um conjunto amorfo (de indivíduos). Assim como o judaísmo se infiltrou na Maçonaria, para poder, por ela, operar na sombra, assim os 300 se servem do judaísmo, para poder, por ele, e por o que ele move, operar na treva.
Três são, em resumo largo, as forças que os 300 jogam contra a Europa: o materialismo irracionalista, o misticismo racionalista, e o humanitarismo universalista. (...)
300.
(...) O fascismo não apresenta aos Trezentos uma preocupação senão superficial. O fascismo não tem raízes espirituais. Cai com facilidade, deixando de si, apenas, um fermento revolucionário e de desordem que antes aproveita, do que desconvém, aos Trezentos. (...)
O fascismo, além disso, é a tal ponto semelhante, por um lado, ao bolchevismo, e, por outro lado, ao espírito sindicalista (corporativo lhe chamam os fascistas) que tende para desorganizar e deshelenizar Europa, que se ajusta, nesse sentido, muito mais às próprias ideias exteriores dos Trezentos do que à substância da civilização europeia.
O fascismo é uma reacção excessiva e falsa - faite à souhait para os Trezentos. Como todas as reacções falsas, tem os característicos íntimos daquilo contra que reage.
300.
Uns minam o nacionalismo pelo internacionalismo, outros o minam pelo regionalismo. (...)
300.
Walther Rathenau, que foi um dos elementos visivelmente dirigentes de Europa, e portanto do mundo, disse um dia estas palavras: «Europa é governada por trezentos homens... etc.»
(...) o mesmo Rathenau se não pode supor alheio aos Trezentos, a quem - presumem alguns - talvez pertencesse, (...) E muitos se terão lembrado do verso de Nostradamus:
Trois cens seront dun vouloir et accord...Desde o ano de 1717, a civilização de Europa, e que quer dizer a civilização inteira, caiu sob o domínio de uma acção secreta especial. Nesse ano se formou.
(...)
300.
Os executores, conscientes ou inconscientes, das ordens dos Trezentos, citarão, por exemplo, com agrado e aplauso todo o poeta que promova um conceito materialista e sensual da vida. Assim os vemos criticar e valorizar. Mas em breve descobrimos que esses elogios têm certos limites. Nunca os vemos citar um Horacio ou um La Fontaine. Nunca lhes descobrimos preferência por um Flaubert, ou, pelo menos, pelo Flaubert de «Madame Bovary». É que o racionalismo verdadeiro é-lhes anátema. Na perfeita construção artística e lógica eles vêm logo o inimigo. O ódio, que votam a Cristo, não é mais forte neles que a aversão, que dedicam a Atena.
(...)
Quem são estes Trezentos? Que querem? Quem os dirige?
De nada serve responder, porque quem não entender este livro sem esta parte, não o entenderá melhor com ela.
Todo este mundo quotidiano e visível, toda esta gente que bóia à superfície da vida, todas estas coisas que constituem os nomes e os feitos da História não são mais que erro e ilusão. Somos todos, não agentes, senão agidos-títeres de maiores que nós. Todo o nosso orgulho de conscientes e a nossa soberba de racionais são o títere que se orgulha de seus gestos. Na verdade o combate é aqui, mas não é nosso; não é connosco, somos nós. Não somos actores de um drama: somos o próprio drama - a antestreia, os gestos, os cenários. Nada se passa connosco: nós é que somos o que se passa.
(Documentos 53B-57 a 53B-92 do espólio de Fernando Pessoa.)
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sábado, 10 de dezembro de 2011
Para os monárquicos (e não só)
"The Committee of 300 is the ultimate secret society made up of an untouchable ruling class, which includes the Queen of England, the Queen of the Netherlands, the Queen of Denmark and the royal families of Europe. These aristocrats decided at the death of Queen Victoria, the matriarch of the Venetian Black Guelphs that, in order to gain world-wide control, it would be necessary for its aristocratic members to «go into business» with the non-aristocratic but extremely powerful leaders of corporate business on a global scale, and so the doors to ultimate power were opened to what the Queen of England likes to refer to as «the commoners.»"Antes de mais, uma explicação.
--- Dr. John Coleman, in The Conspirators' Hierarchy: The Committee of 300
Na altura em que me apercebi disto, em plena campanha para as eleições europeias de 2009, ainda tentei escrever uma pequena mensagem no sítio na Internet da campanha do PPM. Mas, para além do acesso a esta página ser, na altura, muito lento, ao tentar enviar a mensagem, dava-me um qualquer erro estranho e esta não era publicada. E assim sendo, desisti de o fazer.
Após isto, passou-me pela cabeça contactar aquele que era o cabeça-de-lista desta campanha em particular. Pois não me parecia ser de um chamado "falso líder" (daqueles que lideram, mas propositadamente mal, e que mentem quanto aos seus reais propósitos) que estava perante. Mas sim - para além de um aspirante a político - um jornalista que - por já ter eu, na altura, espreitado algumas vezes os seus blogues - me dava a entender que era, o que eu chamo, um jornalista a sério. Uma daquelas pessoas que falam nos assuntos mais importantes que devem ser falados.
Tratando-se, inclusivamente, da única pessoa de que tinha conhecimento, na altura - e a única de que ainda tenho agora conhecimento - que fazia - e faz - o trabalho que é esperado de alguém que adopta esta profissão. E que, pelo que vejo, não faz parte da esmagadora maioria de membros desta "classe" - na realidade, praticamente inexistente em Portugal - da qual, há já muitos anos, venho a desprezar e a dizer mal, tal é a, propositada ou impropositada, revoltante incompetência que manifesta ter a maior parte das pessoas que a sua suposta tarefa de "informar" não cumprem.
De facto, o que se passou nessa altura foi que, apesar de conhecer muito pouco do seu trabalho, do que lia nos seus blogues, estava já praticamente convencido de que era perante um verdadeiro jornalista que estava. E, como verdadeiro jornalista que me parecia ser, parti do princípio de que seria a verdade que quereria saber. Ainda que esta contradissesse o em que anteriormente acreditava ou de que pensava se tratar o caso.
Mas depois pensei: "Em plena campanha?..." Não me parecia ser o momento mais adequado. Pois parecia-me ser como estar a tentar interpelar alguém que passa por nós a correr...
Iria possivelmente causar um grande "trambolhão", por parte do candidato em causa, e o mais provável seria a informação que tinha ser, na correria de uma campanha eleitoral, interpretada como uma peça de desinformação, emitida por alguém mal-intencionado, que estaria interessado em sabotar a sua campanha.
"Fica para outra altura", pensei. Para um outro momento que se revele mais oportuno.
O tempo passou e, dada a minha não simpatia pela causa monárquica, a minha descrença nos partidos políticos em si - que vejo como "parte do problema e não da solução" - e o forte pessimismo que sentia, e ainda sinto, quanto a qualquer movimento - para mim, decente - que surja neste país, que contrarie tudo isto, pensei "De que é que ainda vale a pena avisar quem quer que seja, neste país, do assunto em causa?..." E acabei por desistir da ideia.
Um dia, vejo um comentário de um português no blogue do Daniel Estulin e reconheço o nome do jornalista em causa, a assinar uma pequena reflexão sobre quem se mobilizava, no país vizinho, contra o Clube Bilderberg.
"Está realmente contra este projecto da Nova Ordem Mundial?" - pensei - "Então talvez queira saber isto." - concretizei. Acabando então por avisar a pessoa em causa do que se passava.
E, sem mais rodeios, vou então direito ao assunto, passando a explicar do que se trata.
Aos monárquicos portugueses que sei que, há uns tempos, andavam a ser corridos do Facebook - desconfio eu que, por (tal como pude constatar, ao visitar um fórum de discussão dos adeptos desta ideologia) andarem repetidamente a mencionar o Clube Bilderberg nas suas conversas (não sei se por culpa, ou não, do jornalista em causa) - e aos restantes, que também navegam na Internet, venho, neste meu humilde blogue, chamar a atenção para algo que escrevi anonimamente, há um ano e meio, nalguns comentários que deixei no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho - [hiperligação].
Vocês estão, sem saber, a fazer campanha pelos mesmos interesses que o Clube Bilderberg (de que também não gostam) serve.
E as provas disso, podem ser vistas nos seguintes excertos. (Cliquem para ampliar as imagens.)
Leiam a monografia em causa e leiam aquele que é, simplesmente, o mais importante livro até agora escrito sobre a conspiração da Nova Ordem Mundial.
Quem quiser ver uma muito boa introdução ao "irmão mais velho do Clube Bilderberg", como lhe chama o Estulin, pode também ver o vídeo que se segue.
E nada mais tenho a dizer. Quem quiser, que espalhe esta mensagem. Pois não conto com mais monárquicos, no meu círculo de pessoas próximas, que me queira dar ao trabalho de tentar avisar disto, para além daquele ou daqueles que já esclareci nos comentários em causa.
A resposta ao "enigma", penso que será mais engraçado ser um monárquico a descobrir.
E posso acrescentar que o Daniel Estulin é uma pessoa muito sociável, que lê a correspondência electrónica que lhe é enviada e que responde a perguntas colocadas no seu blogue.
Não sendo eu monárquico, a favor de bons ou maus governantes, ou sequer nacionalista e sabendo eu que a organização que nos controla a todos no topo é, também ela, internacionalista, assim como transnacional e sinarquista, a resposta é algo que não me interessa assim tanto como isso.
Mas penso que para vós - monárquicos e nacionalistas - será algo de muito interesse.
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