domingo, 4 de setembro de 2011

Porque nunca poderia ter sido a al-Qaeda

Se, por esta altura, já sabem o que é o Pico do Petróleo (e Gás Natural) e têm uma ideia do quão importante é para as elites ocidentais que nos governam nos bastidores terem acesso a, e controlar, através dos seus governos-fantoches, os últimos redutos destas valiosíssimas reservas energéticas que ainda restam no mundo, facilmente concordarão que estas beneficiaram imenso com os ataques de 11 de Setembro. Pois, a não terem estes ocorrido, nunca teriam tido os nossos governos um pretexto para invadir o Afeganistão, o Iraque e todos os outros sítios onde a imprensa nos diga haver terroristas.
Ora, tendo em mente o quão valiosos são estes recursos naturais e o quão imperativo era deitar a mão a estes, soa lógico que houvesse um forte desejo, por parte dessas mesmas elites, que algo do tipo dos ataques de 11 de Setembro ocorresse, certo? E que, a saber o governo dos EUA - por estas elites controlado - que tal coisa estaria a ser preparada, pudesse este governo propositadamente deixar que estes ocorressem...
Fazendo o mesmo tipo de raciocínio, nos primeiros meses que se seguiram aos atentados, ao terem conhecimento do que parecia ter sido uma enorme falha, por parte do governo estadunidense, em impedir os atentados, foram vários os investigadores que apontavam a hipótese de esta ter sido uma negligência propositada, com vista a que daí o governo pudesse colher este tipo de benefício. Dividindo-se, de início, a comunidade de pessoas que investigavam os atentados entre dois grupos. Os que achavam que o governo dos EUA tinha simplesmente deixado os atentados ocorrer e os que começavam a desconfiar que tinha sido o próprio governo quem os tinha executado.
À medida que mais factos foram sendo descobertos, o primeiro grupo entretanto extinguiu-se. E, agora, já só há praticamente, entre quem reconheça ter havido negligência propositada por parte do governo em impedir os ataques de ocorrerem, quem acredite também que não foram 19 terroristas (9 dos quais, note-se, conseguiram miraculosamente sobreviver aos supostos ataques suicidas) que nem uma mera avioneta de treino conseguiam manobrar, quem conseguiu atingir os alvos dos atentados naquele dia.
Mas, para quem ainda possa hesitar entre a primeira e a segunda hipótese, passo a apresentar uma conclusão a que cheguei, após a minha pesquisa, que só vi ser enunciada, de modo um pouco diferente, alguns anos depois, pelo ex-espião do MI5, David Shayler.
Tendo em mente o quão importante era que estes ataques fossem bem sucedidos, parece-vos lógico que quem queria que estes ocorressem fosse arriscar tudo na competência ou não de um bando de terroristas amadores, com pouca ou nenhuma experiência em aviação, ficando o sucesso de toda a operação dependente da provada fraca, ou quase nula, perícia destes?
Se estes não conseguissem atingir os seus alvos, são vocês da opinião de que se poderiam ir eternamente repetindo várias tentativas de atentados semelhantes, até que algum grupo de fantoches com parcos conhecimentos de aviação (loucos ao ponto de se quererem matar, e de matar tanta gente inocente numa operação destas) o conseguisse fazer?
Pensando um pouco sobre isto, começa a parecer mais lógica a acusação feita por alguns aviadores profissionais, não?
É óbvio que um ataque deste tipo só poderia ter sido executado por pessoas que conseguissem manobrar, de modo profissional, tais aviões.
Oiçam este e outros argumentos, e também mais sobre o quão importantes foram estes atentados, na boa análise - [Parte 1] [Parte 2] - que David Shayler fez sobre o acontecimento.
E para quem se interrogue sobre se estariam então tais aviadores profissionais dispostos a sacrificar as suas vidas neste tipo de atentados suicidas, chamo à atenção que a tecnologia para pilotar um avião por controlo remoto é algo que existe e foi implementado, já lá vão décadas. (Como é que operam os aviões não tripulados, presentemente envolvidos em bombardeamentos na Ásia Central e no Médio Oriente?)

2 comentários:

  1. Se não conseguirem - tal como eu, neste momento - ver o vídeo completo da primeira parte da análise feita por David Shayler, este pode também ser visto aqui.

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