segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Atenção aos pseudo-esquerdistas...

Eu bem que tento, por vezes, denunciar isto nalguns sítios da verdadeira esquerda - [1] [2] [3]. Mas, por enquanto, os resultados são poucos ou nenhuns... Contudo, entre quem está já consciente da conspiração da NOM, já vou tendo algum sucesso.
Deixo então aqui uma pequena introdução ao que disse recentemente noutro blogue...

A dita "esquerda" europeia - de imagem muito bem polida e da qual os média controlados gostam mais - internacionalista e que quer apenas reformar o Capitalismo (incluindo aquela que finge pertencer a um sector mais extremo desta e que afirma querer ir mais além do que isto, mas que - em termos práticos e efectivos - demonstra não lutar por mais direitos para quem trabalha ou pela abolição desta abominação de modelo económico) está, também ela, controlada pela NOM.
E, conjuntamente com a dita "direita" - que também não o é realmente (devendo ser ambas, tal como os regimes fascistas, mais correctamente descritas como "centristas") - é, também ela, responsável pelos roubos, de que somos todos alvo, e pela destruição e degradação - a todos os níveis - da sociedade em que vivemos, a que estamos claramente a assistir.

Podem ler mais sobre o que com isto quero dizer, <aqui>.

4 comentários:

  1. (Correcção a este pequeno texto...)

    Eh pá... Esqueçam o que eu aqui disse... Não esforcem os vossos neurónios a tentar compreender, e a se informarem sobre, este tipo de coisas. Façam como o BE quer e vão mas é fumar um charro...

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  2. Fernando,

    Em alguns foruns, esse paradigma "Esquerda/Direita" há muito que esta ultrapassado.
    Já sabemos que é tudo farinha do mesmo saco.
    Esquerda e Direita nasceram ambos no mesmo berço de conspiradores globalistas através de organizações tipo Maçonaria, Bilderberg, iluminatti etc.

    Reparem, ainda há dias veio o Monti(Di Merda - PM italiano não eleito) a falar em criminalizar quem se oponha á UE, considerando isso um extremismo e populismo equivalente a neo-nazis ou outros grupos.

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  3. Concordo totalmente! Ou se é contra o capitalismo, e entao, é para destrui-lo. Ou se é a favor do capitalismo, e então, é para o manter e desenvolver. Depois á terceira situação...

    Quanto ao bloco, realmente acho que tem inumeros militantes que não se identificam com a descrição dada pelo autor. Mas enquanto partido, não têm uma posição que demonstre que querem acabar com o capitalismo. Caso tivessem não se punham a fazer artigos onde salientavam os "perigos" que vinham do rompimento com a UE/Euro. E onde inumeravam as dificuldades que os trabalhadores iriam encontrar logo de imediato com esse rompimento, dando a ideia que é dentro destas instituições que a classe trabalhadora pode chegar á sua emancipação.

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    1. Sim. A preocupação do BE com o facto das pessoas quererem eventualmente sair deste megaprojecto europeu - construído, como muitos sabem, pelos capitalistas - é bem notória...*

      Quanto aos seus militantes de base... Obviamente que nem ideia fazem do quão estão a ser manipulados. E haverá muitos que continuam a confiar nos seus líderes e achar que deverão ser estes últimos a pensar e a decidir por todos. (Se bem que, já começam a haver dissidências e, consequentemente, grupos inteiros, que faziam parte desta coligação, que não se revêm na actual direcção e que decidem abandonar esta farsa de partido.)

      Eu já conheci alguns militantes de base do mesmo. E sei que (ao contrário dos seus líderes, que, para mim, logo na sua maneira de ser, se denunciam) não são nenhuns capitalistas disfarçados.

      Quando falo do BE, falo da sua classe dirigente. Pois, como estrutura hierárquica e autoritária que é, faz este partido o que os seus dirigentes lhe dizem para fazer. Acabando os seus militantes de base por ser meros apêndices. E acabando o BE por ser, na prática, a sua classe dirigente em si.

      Resta ver se algum dia alguns dos seus militantes de base irão acordar para o que realmente se passa... ;)


      ---

      * (E contraditória, até, com a sua suposta preocupação com os trabalhadores. Pois até mesmo os adeptos da economia de mercado dizem que o melhor para os vários países afectados por esta crise é sairem da moeda única e que cada uma das diferentes economias volte a usar a sua própria moeda.)

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