Pois, não são contra a permanência das respectivas nações na União Europeia. Não sendo, por isso, referendos sobre uma real independência das nações em causa.
A única coisa que visam tais referendos alterar, é a permanência das respectivas nações nos actuais estados- -nações a que pertencem, para que passem estas nações a pertencer apenas ao grande superestado europeu.
Um dos objectivos do poder estabelecido, que está por trás da construção da UE e das Nações Unidas, é (tal como tem repetidamente dito o investigador Daniel Estulin) a destruição do conceito de Estado-Nação. E servem estes referendos "independentistas", no caso dos estados europeus constituídos por várias nações, meramente para destruir tais estados- -nações, enquanto conceito. Pois, a maior parte das políticas que sejam realmente importantes, continuarão a ser, cada vez mais, decididas em Bruxelas e não nas capitais de tais nações.
O que estamos a assistir, é a mais uma tentativa de destruir os diferentes estados-nação e estados- -nações europeus (desta vez, desde dentro, com regionalismos e nacionalismos) para que deixem as pessoas de valorizar as actuais entidades e estruturas político-económicas estatais em que vivem - e, mais importantemente, os conceitos (de bem-estar comum e de desenvolvimento) que estão por trás do surgimento das mesmas - e se possa prosseguir com a destruição das mesmas, em favor de um superestado europeu, controlado pelos grandes interesses económicos internacionais (e, eventualmente, um superestado mundial, que sirva apenas para consolidar o poder destes mesmos interesses económicos internacionais, antes de dar forma a uma sociedade neofeudalista).
Lembrem-se de que foi o próprio poder estabelecido quem dividiu vários países europeus em regiões autónomas e nacionais - e que tentou fazê-lo também em Portugal.
Foram os partidos do sistema quem, na elaboração da Constituição democrática de 1978, dividiu o Estado Espanhol em comunidades autónomas. E foi o governo de Tony Blair quem, depois de uma série de referendos, criou os diferentes parlamentos nacionais no Reino Unido, em 1998. Ou, por outras palavras, foi o próprio poder estabelecido quem criou e abriu o caminho para que pudessem ser fortalecidos os diferentes movimentos nacionalistas nestes territórios que vão a referendo. E, é claramente - pelos motivos acima mencionados - o próprio poder estabelecido quem mais tem a beneficiar com tudo isto.
Por isso, não se deixem enganar pelas muitas bandeiras nacionalistas que vêem nas respectivas marchas e manifestações - e procurem pelas bandeiras europeias que estão presentes nas mesmas.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Praxes e touradas
Com mais um Verão a chegar ao fim, chega também ao fim mais uma época de uma série de selváticos e bárbaros espectáculos, conhecidos como "touradas", e inicia-se mais uma época de uma série de rituais universitários algo degradantes, conhecidos como "praxes" académicas.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?
Comecemos pelas ditas "touradas"
Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)
Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?
(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares, e de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?
Passemos às "praxes" académicas
Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as ditas "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?
Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?
Explicações para tudo isto
Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverá haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?
Comecemos pelas ditas "touradas"
Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)
Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?
(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares, e de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?
Passemos às "praxes" académicas
Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as ditas "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?
Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?
Explicações para tudo isto
Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverá haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Por que não deve, quem é brasileiro, votar em Marina Silva
(Tradução de um recente comunicado de imprensa emitido pelo "Serviço de Notícias da Executive Intelligence Review" em LaRouchePub.com.)
Marina Silva: Candidata Anti-BRICS da Monarquia Britânica no Brasil
3 de Setembro, 2014 (SNEIR) - A decrépita Monarquia Britânica pensa que arranjou uma estratégia para tirar o Brasil dos BRICS, impor novamente as políticas económicas que reduziram a Europa e os EUA a escombros e lançar uma "revolução colorida" que desmembre inteiramente o Brasil. Das cinzas de uma queda de avião ainda por explicar que matou o candidato presidencial do PSB Eduardo Campos no mês passado, a Monarquia foi bem sucedida em fazer da domesticada da esquadra de ataque ambiental da WWF do Príncipe Filipe, Marina Silva, a candidata presidencial do PSB. Sondagens eleitorais recentes apontam para que Silva poderia surgir como primeira ou segunda na primeira volta eleitoral de Outubro com a actual Presidente Dilma Rousseff e que poderá ganhar uma segunda volta.
Fosse Silva ganhar, a participação do Brasil no programa dos BRICS seria finalizada. A antiga Ministra do Meio Ambiente Silva foi escolhida há anos como um projecto da Monarquia Britânica. Em Outubro de 2008, o Príncipe Filipe condecorou pessoalmente Silva com a Medalha de Conservação do Duque de Edimburgo, pelo seu trabalho em transferir o controlo de grandes porções do território amazónico do Brasil para a WWF e outros interesses privados, com o Programa Áreas Protegidas da Amazónia (ARPA) da WWF. Quando o governo britânico convidou Silva para ser uma de oito portadores de tochas na abertura dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, o Ministro dos Desportos Aldo Rebelo respondeu simplesmente:
"A Marina sempre teve boas relações com as casas reais da Europa e a aristocracia europeia. Nós não podemos decidir quem a Família Real vai convidar..."Outra proeminente base de apoio de Silva - para além dos evangélicos conservadores, dos quais ela é uma - são os multimilionários brasileiros. Depois de ganhar 19% dos votos nas eleições presidenciais de 2010 concorrendo pelo Partido Verde, com o multimilionário Guilherme Leal como seu parceiro vice-presidencial, o amigo íntimo de Leal presidente da WWF-Brasil, Álvaro de Souza, a chefiar o comité de finanças da campanha e o chefe da parceria Brasilinvest do Lorde Rothschild, Fernando Garnero, a juntar-se ao Partido Verde para a campanha, Silva foi entregue à multimilionária Maria Alice Setúbal, que ajudou a montar a "Rede Sustentabilidade" como a plataforma de onde a injectar nas eleições de 2014. Numa recente (27 de Agosto) promoção de Silva, a Forbes apontou "Neca" Setúbal, herdeira da família que possui o Banco Itaú, maior banco privado do Brasil, e coordenadora da presente campanha de Silva, como uma possível chefe de gabinete ou ministra, caso Silva ganhe. A revista citou as garantias de Setúbal de que Silva "se está a rodear de pessoas que compreendem os mercados e ela está empenhada em ganhar a confiança do poder estabelecido financeiro".
A plataforma eleitoral de Silva promete:
- Tirar o Brasil da dinâmica BRICS em favor de acordos de mercado livre com um sistema europeu e dos EUA moribundo e promete fazer o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) submeter-se à Parceria Trans-Pacífico.
- Retornar às falhadas políticas económicas de mercado financeiro de disciplina fiscal, metas de inflação, um câmbio flutuante e estrita autonomia do Banco Central; montar um Conselho de Responsabilidade Fiscal "independente" para supervisionar os gastos governamentais; cortar protecção à indústria doméstica e contar com interesses privados (PPP) para construir infra-estrutura.
- Impor o genocídio verde da Coroa Britânica com a promoção de agricultura de "baixo carbono", consumo reduzido de combustíveis fósseis, dependência em biomassa primitiva, biocombustíveis, fontes de energia solares, eólicas, ondomotrizes e geotérmicas - e não nucleares. Quando Silva soube após o seu comunicado de 28 de Agosto que a sua plataforma ainda continha o apoio à energia nuclear que tinha sido incluído no programa eleitoral do seu agora-falecido companheiro de campanha, Campos, a sua campanha emitiu uma correcção em 24 horas removendo todo o apoio à energia nuclear.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Este blogue irá terminar dentro de poucos meses
De qualquer modo, este era um blogue já com fim anunciado...
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.
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quarta-feira, 11 de junho de 2014
Os "anarco-capitalistas" também não são vossos amigos
Mais um comentário meu que foi censurado num sítio "anarco-capitalista", onde escreve alguém que foi entrevistado/a pelo jornalista James Corbett (que, ultimamente, muito tem andado a falar sobre "anarco-coisas") mas que, até agora, não foi apagado na correspondente página do vídeo em causa, no YouTube.
[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]
(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)
Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.
[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]
(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)
Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Para quem não quiser dormir hoje à noite
Quem pense que certas séries de televisão, como Dark Angel, são mera ficção - pois, descrevem um futuro que nunca irá ocorrer - e quem pense que, por exemplo, o filme de 2005, The Island, é em boa parte ficção - pois, há partes, nesse argumento, que nunca poderão ser uma realidade - desengane-se...
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
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terça-feira, 8 de abril de 2014
Oblivion
Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Um mapa da Nova Ordem Mundial
Um mapa corrente do domínio que tem o Império Britânico sobre o Mundo, exibido aquando da última sessão de perguntas a e respostas de Lyndon LaRouche, transmitida via Internet.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Os Donos do Dinheiro
Após já 10 anos acumulados de pesquisa sobre esta temática da NOM, continua, ainda hoje, a ser este, não só o melhor documentário que já vi sobre a mesma, mas também, simplesmente, o melhor documentário que já alguma vez vi, em termos dos que mais me abriram os olhos, para o Mundo em que realmente vivo...
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.
(Para quem quiser, deixo aqui uma sinopse deste filme, presente na sua página oficial na Internet.)
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Os Illuminati não existem
Atenção, que anda para aí muita gente bem-intencionada, que está convencida da existência de uma sociedade secreta, conhecida como os "Illuminati" da Baviera, e que insiste em denunciar tal paranóia, sem ter provas algumas que sugiram a existência actual deste grupo...
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
- Os grupos revolucionários nunca ressuscitam. E, se oficialmente deixam de existir, a partir de certa altura, não voltam nunca mais a surgir. Nunca. Até porque...
- As pessoas com poder, já não querem sempre mais poder. Isso era uma ambição antiga, que perdurou durante os 6 mil anos de História da Civilização anteriores, mas que, desde que os planos de tal sociedade secreta foram descobertos e foi tal grupo perseguido, simplesmente desapareceu da mente dos poderosos.
- O que pode ser lido <neste> título de uma notícia da mais importante publicação económica italiana, é um erro de tipografia, que não foi a tempo de ser corrigido.
- E, o que é referenciado (e pode ser ouvido na hiperligação incluída) <nesta> colocação é uma mera ilusão sonora. Não é realmente isso que tal conhecido apresentador está a dizer.
- O forte paralelismo que pode ser observado entre os objectivos passados de tal sociedade secreta e o que, hoje em dia, vemos acontecer, é fruto de mera coincidência - e não de uma qualquer "conspiração" oculta. Pois, os poderosos hajem sempre sem planos pré-definidos, a longo prazo, e nunca formam grupos secretos, nos bastidores, longe do olhar público. Tudo o que vemos acontecer, a longo prazo, é fruto do mero acaso e da espontaneidade - e não de uma qualquer evolução planeada.
- O que é dito <nesta> descrição não passam de meras baboseiras, que, de tão ridículas que são, nem vale a pena refutá-las...
- E, o documentário que se segue - do qual foi feita a anterior descrição - é um péssimo documentário, feito por gente que não sabe realmente nada do que está a falar. E um documentário que não deve ser visto por ninguém que esteja seriamente interessado/a neste assunto e que se queira inteirar sobre o mesmo, recorrendo apenas a fontes fidedignas.
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domingo, 1 de dezembro de 2013
Lincoln e Kennedy
Tinha dito, há uns anos, em privado, que não iria falar deste tipo de assuntos no meu blogue... Mas, seguindo o exemplo do Daniel Estulin e após o que tudo mais este conhecido autor tem denunciado - e também, porque penso que já deverão este tipo de coisas fazer algum sentido para quem tenha lido algumas outras neste blogue, que enveredam já um pouco neste sentido - penso também que já não deverá ser este um assunto tão esotérico como isso, para a maior parte das pessoas que tenham consultado também esta minha humilde publicação...
Assim sendo, o que se segue é uma resposta que enviei, há uns anos, a alguém que me enviou uma daquelas cartas electrónicas que são enviadas em cadeia (para muita gente, ao mesmo tempo) com um conteúdo do tipo que se pode encontrar <aqui>.
(Leiam primeiro o conjunto de curiosidades - umas verdadeiras e outras não - para o qual deixo a hiperligação anterior - e que merece até uma página na Wikipedia sobre o assunto, mas sem a parte das notas de 20 dólares - e depois leiam esta minha resposta que se segue...)
Assim sendo, o que se segue é uma resposta que enviei, há uns anos, a alguém que me enviou uma daquelas cartas electrónicas que são enviadas em cadeia (para muita gente, ao mesmo tempo) com um conteúdo do tipo que se pode encontrar <aqui>.
(Leiam primeiro o conjunto de curiosidades - umas verdadeiras e outras não - para o qual deixo a hiperligação anterior - e que merece até uma página na Wikipedia sobre o assunto, mas sem a parte das notas de 20 dólares - e depois leiam esta minha resposta que se segue...)
John Wilkes Booth matou, de facto, Abraham Lincoln, mas Lee Harvey Oswald não matou John F. Kennedy.
John Wilkes Booth agiu a mando doutros e no caso de Lee Harvey Oswald, o próprio disse, perante câmaras de televisão e antes de ser morto, que estava a ser usado como bode expiatório.
Ambos os personagens foram convenientemente mortos, pouco tempo depois das suas acção e suposta acção, para não poderem contar a sua história a ninguém.
O número de ferimentos causados pelas balas que atingiram o Presidente John F. Kennedy e o movimento da sua cabeça aquando do alvejamento, tornam impossível que o seu assassinato tenha sido autoria de uma única pessoa, a disparar tantos tiros, em tão pouco tempo, a partir do único sítio indicado na história oficial.
O filme "JFK", de Oliver Stone, explica isto. E, quem quiser saber quem realmente esteve por trás do assassinato deste último Presidente, pode ler o que um ex-agente dos serviços secretos britânicos escreveu sobre o assunto.
Lincoln e Kennedy, foram ambos mortos por se terem intrometido nos planos de dominação dos EUA de um grupo conhecido como os "banqueiros internacionais". Lincoln mudou o sistema de criação do dinheiro para que fosse o Estado, e não os banqueiros privados, a emitir os dólares de que o governo precisava. E Kennedy falou publicamente da sua intenção de fazer o mesmo. A morte de ambos fez com que, respectivamente, anos depois se voltasse ao antigo sistema e que o mesmo não fosse alterado.
Pelo menos parte deste grupo de "banqueiros internacionais" pertence a uma sociedade secreta, cujo símbolo passou a aparecer nas notas de um dólar americano, aquando da sua tomada de controlo definitiva da emissão do dinheiro nos EUA.
O símbolo é o chamado "olho-que-tudo-vê", que costuma aparecer como uma fonte de luz, e que aparece também, por exemplo, numa insígnia que era usada pelos serviços secretos britânicos e no topo do principal documento associado à Revolução Francesa.
Aos membros desta sociedade secreta, dá-se o nome de "Illuminati" - latim para os "Iluminados". E, no caso das notas de um dólar, o seu símbolo aparece no topo de uma pirâmide.
A explicação, dada por muitos, para esta pirâmide, é que o ano que aparece inscrito na base desta é o ano da fundação dessa mesma sociedade secreta e os treze níveis da pirâmide correspondem aos treze graus da estrutura hierárquica dessa mesma sociedade.
A inscrição em latim que aparece em baixo - "NOVUS ORDO SECLORUM" - pode ser traduzida para "Nova Ordem dos Tempos" - o que muita gente associa à expressão, muito usada abertamente por políticos hoje em dia, "Nova Ordem Mundial". E uma tradução para a outra inscrição em latim que aparece, em cima, ao lado do dito "olho" que emite luz - "ANNUIT COEPTIS" - pode ser "Ele favorece os nossos empreendimentos".
E, assim sendo, uma interrogação que naturalmente surge é: Quem é "ele"?
Pois bem, a resposta a esta interrogação poderá ter sido intencionalmente dada num dos manuais da Maçonaria dos EUA, escrito por Albert Pike - um dos mais conhecidos maçons de há dois séculos e que reformulou os rituais desta mais conhecida sociedade esotérica, que desde a formação dos tais "Iluminados" é, em grande parte, controlada por estes últimos. Sendo portanto, por norma, todos os maçons de topo também "Illuminati" e sendo possível também ver, presentemente, o mesmo "olho-que-tudo-vê" ser usado como símbolo dentro de templos maçónicos no mundo inteiro, aparecendo este, mais uma vez, frequentemente como uma fonte de luz.
A dada altura, escreve então Albert Pike na sua obra "Morals and Dogma":
"LUCIFER, the Light-bearer! Strange and mysterious name to give to the Spirit of Darknesss! Lucifer, the Son of the Morning! Is it he who bears the Light, and with its splendors intolerable blinds feeble, sensual or selfish Souls? Doubt it not!"
(E nem me façam falar do número 11...)
*********
domingo, 15 de setembro de 2013
Preparações para uma "Segunda Guerra Civil Americana"
(Ou será que - esperemos nós - irá ser uma "Segunda Revolução Americana"?...)
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sábado, 20 de julho de 2013
Algumas considerações sobre o actual sistema de ensino
(Chegadas as férias escolares para muitos, aqui fica, talvez, um estímulo, para uma muito importante reflexão a ser feita - quer por educandos, quer por educadores - do que se faz a crianças e a jovens em todo o Mundo...)
Deixo aqui <esta> introdução e também <esta> (nas quais se incluem várias hiperligações que poderão explorar) seguidas de um discurso - muito agradável de se ouvir - da parte de quem é capaz de entender - ou de (tal como o autor deste blogue, há uns bons anos, demonstrava no que escrevia) se aperceber - enquanto vítima do mesmo, do processo de estupidificação e domesticação de que é alvo - para ver se, com isto, algumas luzes se acendem nas cabeças dos mais críticos e atentos à realidade à sua volta...
Deixo aqui <esta> introdução e também <esta> (nas quais se incluem várias hiperligações que poderão explorar) seguidas de um discurso - muito agradável de se ouvir - da parte de quem é capaz de entender - ou de (tal como o autor deste blogue, há uns bons anos, demonstrava no que escrevia) se aperceber - enquanto vítima do mesmo, do processo de estupidificação e domesticação de que é alvo - para ver se, com isto, algumas luzes se acendem nas cabeças dos mais críticos e atentos à realidade à sua volta...
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
"Já cá canta..."
Fui buscá-lo ontem - depois de vários anos de interesse e por só agora ter dinheiro para comprar livros - à delegação local da empresa responsável pelo envio, após tê-lo comprado, via Internet, numa loja de livros antigos em Madrid, por menos de 10 euros (excluindo os portes de envio).
É de uma das primeiras edições, dos anos 50.
E, como penso que deve ser, para qualquer livro volumoso e importante que se preze, escolhi este, em particular, por ter uma capa dura e resistente - e também vermelha, a condizer. ;)
Está em muito bom estado de conservação, para a idade, e não tem qualquer defeito a assinalar.
Quem quiser lê-lo, em formato PDF, pode procurá-lo nesta hiperligação.
E, quem não souber, e quiser saber, que livro é este, pode ler a seguinte introdução - [1] [2] - feita por um autor que, ainda que não sendo um que me agrade (muito), fez uma boa sinopse do que se trata - e pode também, se quiser, descarregar o ficheiro, disponibilizado por tal autor, que contém a parte que mais interessa (traduzida para inglês).
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Democídio e morte lenta
(Quem quiser ver apenas a parte séria, e de muito interesse, pode saltar logo para a marca dos 5m e 48s.)
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Huxley e Orwell
O que eu penso de Admirável Mundo Novo, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e outras conhecidas obras distópicas, <aqui>.
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Dan Brown e companhia
O que eu penso de obras como Anjos e Demónios e outras fictícias, em que factos, façanhas, grupos e indivíduos que fazem parte da conspiração da NOM surgem no meio de argumentos mirabolantes, absurdos e irrealistas, <aqui>. (Leiam a colocação em causa e os comentários a ela feitos.)
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Descodificando a publicidade
No decorrer de um recente processo de procura por um substituto para o muito útil leitor de MP3 que tenho, já a funcionar mal depois de anos de uso intensivo, eis que me deparei com a seguinte publicidade a um leitor de MP4, listado na página da Fnac, com alguns pormenores que saltam logo à vista. Pormenores esses, que irei listar e dos quais irei dar a minha interpretação.
(Mais um muito bom exemplo do gozo com que é tratada a massa alienada, de que nada disto se apercebe...)
E aqui vai, já agora, um outro exemplo, com que me deparei, também por mero acaso, há poucos dias, no manual de um suporte para colocar aparelhos de lavagem ao cérebro cá em casa.
- "Archos" - Uma clara afirmação da autoridade que é parte integrante e fundamental do actual modelo económico (ditatorial) capitalista. (E também o contrário de "anarchos".)
- "Brave New World" - a novela escrita por Aldous Huxley sobre um mundo onde o consumo de droga é norma social (já muito do que se vê hoje em dia) - consumo esse, cujo fenómeno da música moderna (para a audição da qual a esmagadora maioria das pessoas usará tal leitor de MP4) tenta incentivar.
- "Borboleta-monarca" - símbolo do controlo mental, para o qual a alienação e a estupidificação (causadas pelo referenciado consumo de droga) contribuem - e que, ultimamente, visam atingir, na sua forma absoluta.
(Podem clicar na imagem para ampliar.)
(Mais um muito bom exemplo do gozo com que é tratada a massa alienada, de que nada disto se apercebe...)
E aqui vai, já agora, um outro exemplo, com que me deparei, também por mero acaso, há poucos dias, no manual de um suporte para colocar aparelhos de lavagem ao cérebro cá em casa.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria explicadas em poucas linhas
(Quando digo que a indústria soviética era, em grande parte, constituída por sucursais ocidentais, falo em termos práticos, ou metafóricos. Pois, embora assim não o fosse oficialmente, era nisto que se traduzia o seu modo de funcionamento...)
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg229690#msg229690
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