Presidente do PSB Anuncia Apoio a Dilma
Por: Equipe Dilma Rousseff - 12/10/2014
Presidente nacional e um dos fundadores do PSB, partido de Eduardo Campos que abrigou a candidatura de Marina Silva, Roberto Amaral veio a público fazer duras críticas à posição de lideranças do partido que decidiram aliar-se à candidatura de Aécio Neves, "jogando no lixo" a história e o legado do partido. "Ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos", criticou. Clique aqui para ler na íntegra a "Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro".
Amaral, maior liderança do partido hoje, une-se assim às lideranças do PSB, por todo o Brasil que mobilizam-se para distanciar-se da candidatura de Aécio Neves. A deputada federal Luiza Erundina (PSB), que foi coordenadora da campanha de Marina no primeiro turno, deixou clara a insatisfação com algumas declarações de seu partido, oriundas da crise que, segunda ela, divide a legenda. "É vexatório declarar voto para uma candidatura conservadora", afirmou.
Por isso, muitas outras lideranças do partido concordam com ela e, por todo o Brasil, fazem questão de expressar seu apoio à candidatura de Dilma. Nesta sexta (10), foi a vez do PSB da Bahia anunciar seu apoio conjunto a Dilma. O mesmo já tinha acontecido com o PSB do Rio de Janeiro. No Rio Grande do Sul, estado do vice de Marina Beto Albuquerque, também houve debandada. O presidente do PSB no Amapá, senador João Capiberibe, contrariou a executiva nacional e votou a favor da aliança com Dilma. Na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que disputa o segundo turno no Estado, também fez questão de subir ao palanque de Dilma e apoiar a reeleição da presidenta.
Marília Arraes, prima de Eduardo Campos e vereadora pelo PSB em Recife, também está com Dilma neste segundo turno. Em um post no Facebook, ela relembrou o histórico de esquerda e de lutas sociais do seu partido e do seu avô, o ex-governador Miguel Arraes. Clique AQUI para ler. Aliás, dez dos 13 governadores escolhidos pelo povo em primeiro turno também estão com Dilma. Assista aqui ao vídeo de apoio gravado por eles.
Rede
A Rede, partido que Marina tentou criar no ano passado, também rachou e considerou a proximidade com Aécio um "grave erro político".
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Presidente e muitos outros líderes do PSB não apoiam Aécio Neves
O candidato presidencial brasileiro apoiado pela revista The Economist de Londres - que votou contra a política de aumento real do salário mínimo e que quer apontar como Ministro da Fazenda uma pessoa: de dupla nacionalidade brasileira e norte-americana; que já esteve numa lista de possíveis candidatos à liderança da Reserva Federal estadunidense; e que defende medidas que, eufemisticamente, chama de "impopulares" - não só não é apoiado por todos os militantes do PSB, como tem como seus adversários uma grande parte da liderança do mesmo, na qual se inclui o próprio Presidente do partido. E, podem ler mais sobre isto, na seguinte colocação, feita no sítio de campanha da actual Presidente Dilma Rousseff:
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Aécio Neves é também um fantoche da Monarquia Britânica (/NOM)
Coroa Britânica Derrotada na Primeira Volta das Eleições Brasileiras
6 de Outubro de 2014 [LaRouchePAC]
Os eleitores brasileiros derrotaram redondamente a operação de primeira escolha da Coroa Britânica para tirar o "B" dos BRICS na eleição presidencial deste mês no Domingo, quando a ambientalista brasileira favorita do Príncipe Filipe, a querida da Cidade de Londres Marina Silva, foi tirada da corrida na primeira volta. Silva ficou num distante terceiro lugar com apenas 21% dos votos, apesar dos melhores esforços de Londres e dos seus amigos "multimilionários verdes" brasileiros.
A Presidente incumbente Dilma Rousseff, comprometida em fortalecer a participação do Brasil na renascença global que está a tomar forma em torno do agrupamento BRICS, ganhou 41% dos votos na primeira volta e irá enfrentar Aécio Neves, o político ligado à família Rothschild que ganhou 34% dos votos, na corrida final de 26 de Outubro.
Nunca limitado a uma única operação, o império está apressadamente a reagrupar forças em torno de Aécio, que é igualmente um fantoche britânico. Marina, queixando-se de que não é uma "perdedora", deixou claro que tenciona dar o seu apoio a Aécio. Marina foi favorecida pelos criminosos de Londres-Wall Street da Coroa por uma razão, contudo. Nunca tendo sido eleita, a sua candidatura foi criada como a "nova face" para o velho e moribundo sistema económico, apelando, ao estilo de Obama, a desejos de "mudança".
Os brasileiros conhecem bem o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) de Aécio: o país desintegrou-se sob a sua governança entre 1992 e 2002. O que preocupa Londres, é que Dilma Rousseff derrotou Marina Silva, em particular, apontando os holofotes para os banqueiros criminosos que querem levar os brasileiros de volta para uma situação de fome. Mesmo antes de serem contados os votos no dia 5 de Outubro, a revista de Londres Economist queixou-se de que Dilma tinha magoado "a popular ex-activista ambientalista [Marina] (...) com integridade pessoal, as suas propostas muito sensatas e convencionais e promessa de uma nova política", dizendo que o plano de Marina de fazer passar legislação que tornasse o Banco Central independente de qualquer "interferência" governamental, iria "dar poder a banqueiros manhosos". O Financial Times da mesma maneira queixou-se de que Dilma estava a exibir anúncios de campanha que usavam uma cena de um jantar fora de um filme de baixo custo de bandidos para atacar Marina por estar em conluio com os banqueiros criminosos.
Aécio pode ser derrotado facilmente nesse palco! Pouco tempo antes da eleição, Aécio anunciou que se fosse eleito, nomearia Armínio Fraga como seu Ministro da Fazenda. Fraga! A acção expõe a total falência política e económica da opção britânica no Brasil. Fraga supervisionou a pior política de austeridade/privatização do último governo PSDB de Fernando Henrique Cardoso, como chefe do Banco Central do Brasil entre 1999 e 2002. Foi Fraga, um executivo do [fundo de cobertura] Quantum Fund de Soros na altura em que foi nomeado para chefiar o Banco Central do Brasil, quem supervisionou a política hiperinflacionária de Soros do "muro de dinheiro" para impedir que o Brasil mandasse abaixo o sistema financeiro global. E quando deixou esse cargo, fundou o seu próprio, enorme fundo de cobertura. Como tal, nas suas declarações pós-eleitorais ontem à noite, Dilma atacou exactamente as políticas que Aécio representa. Com este voto, "o povo brasileiro acaba de dizer que não quer os fantasmas do passado de volta, como recessão, arrocho, desemprego. E que novamente teremos disputa com PSDB, que governou apenas para um terço da população e esqueceu os mais necessitados. Eles quebraram o país três vezes, impuseram juros que chegaram a 45% (...) e jamais promoveram políticas de inclusão social e de redução da desigualdade". E tentaram privatizar as companhias petrolífera e eléctrica estatais, Petrobras e Furnas e os grandes bancos públicos do Brasil, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Ela podia também ter dito verdadeiramente, que a eleição de 26 de Outubro é entre os BRICS e Soros.
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sábado, 4 de outubro de 2014
Mais do Movimento LaRouche, sobre a próxima eleição brasileira
Eleição Brasileira, Uma Batalha pelos BRICS ou Sistema Transatlântico
24 de Setembro (LPAC) - A eleição presidencial de Outubro do Brasil irá decidir se o Brasil continua a desempenhar um papel em criar a nova ordem mundial com o resto das nações dos BRICS, ou se irá saltar de volta para o Titanic transatlântico, justamente na altura em que este se afunda. Dois candidatos, Marina Silva e Aécio Neves, insistem que o Brasil se deve afundar com o sistema transatlântico e estão determinados em derrotar a candidatura de reeleição da Presidente Dilma Rousseff, por estar ela empenhada em que o Brasil se desenvolva como parte da dinâmica BRICS. A Monarquia Britânica e a Cidade de Londres estão a apoiar Marina como a sua melhor aposta para tirar o Brasil dos BRICS e da explosão de desenvolvimento sul-americano associado em marcha.
"O Estados Unidos de Obama terá muita afinidade com o Brasil de Marina Silva", disse ao serviço de notícias EFE Maurício Rands, co-coordenador da plataforma de Marina conjuntamente com a multimilionária "Neca" Setúbal, a 19 de Setembro, apelando ao Brasil para se realinhar com os EUA de Obama. O programa de Marina pretende assinar acordos de livre-comércio à custa do bloco MERCOSUL na América do Sul, criticando especificamente a Argentina neste aspecto; relega os BRICS a uma linha, desvalorizando-os como um grupo "heterogéneo" que tem mais diferenças do que concordâncias; e ataca as relações de comércio do Brasil com a China. O antigo Presidente Fernando Henrique Cardoso, que tem sido controlado por George Soros desde a sua presidência dos anos 1990, do mesmo modo assegurou a Andrés Oppenheimer do Miami Herald a 17 de Setembro, que Marina iria acabar com a "cumplicidade do governo brasileiro com os delitos da Argentina" [sic] e focar-se em "inserir o Brasil" em negócios de comércio livre com o Ocidente.
A Presidente Dilma, que destacou o seu firme empenhamento nos BRICS e na integração sul-americana numa entrevista publicada pelo Pravda.ru a a 22 de Setembro, teve como alvo esta semana o sistema bancário imperial dentro do Brasil através do qual a Monarquia Britânica há muito que tem deixado o país estropiado através de taxas de juro usurárias que alimentaram o carry trade internacional que pilhou o Brasil.
Marina pretende dar aos "banqueiros" os poderes de decisão da Presidente e do Congresso Nacional sobre assuntos que têm um efeito directo "sobre a sua vida e de sua família", tais como "os juros que você paga, seu emprego, preços e até salários", ripostou a Presidente numa animada entrevista ao programa Bom Dia Brasil da TV Globo emitida a 22 de Setembro. Os seus anfitriões horrorizados da Globo acusaram-na de "colocar medo nas pessoas"; A TV Globo, afinal de contas, é propriedade de três multimilionários da família Marinho que estão no centro das operações da WWF do Príncipe Filipe no Brasil.
A Presidente Dilma respondeu apontando para o programa eleitoral de Marina, que promete tornar o Banco Central independente do governo. Isso iria tornar esse banco num "quarto poder" do governo, ripostou Dilma, acrescentando que Marina também promete reduzir o papel dos bancos públicos. Londres está furiosa que o Brasil tenha recusado privatizar os seus grandes bancos públicos, os quais, apesar da sua liderança cautelosa, têm proporcionado algum crédito nacional a taxas de juro mais baixas à economia doméstica.
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Por que não deve, quem é brasileiro, votar em Marina Silva
(Tradução de um recente comunicado de imprensa emitido pelo "Serviço de Notícias da Executive Intelligence Review" em LaRouchePub.com.)
Marina Silva: Candidata Anti-BRICS da Monarquia Britânica no Brasil
3 de Setembro, 2014 (SNEIR) - A decrépita Monarquia Britânica pensa que arranjou uma estratégia para tirar o Brasil dos BRICS, impor novamente as políticas económicas que reduziram a Europa e os EUA a escombros e lançar uma "revolução colorida" que desmembre inteiramente o Brasil. Das cinzas de uma queda de avião ainda por explicar que matou o candidato presidencial do PSB Eduardo Campos no mês passado, a Monarquia foi bem sucedida em fazer da domesticada da esquadra de ataque ambiental da WWF do Príncipe Filipe, Marina Silva, a candidata presidencial do PSB. Sondagens eleitorais recentes apontam para que Silva poderia surgir como primeira ou segunda na primeira volta eleitoral de Outubro com a actual Presidente Dilma Rousseff e que poderá ganhar uma segunda volta.
Fosse Silva ganhar, a participação do Brasil no programa dos BRICS seria finalizada. A antiga Ministra do Meio Ambiente Silva foi escolhida há anos como um projecto da Monarquia Britânica. Em Outubro de 2008, o Príncipe Filipe condecorou pessoalmente Silva com a Medalha de Conservação do Duque de Edimburgo, pelo seu trabalho em transferir o controlo de grandes porções do território amazónico do Brasil para a WWF e outros interesses privados, com o Programa Áreas Protegidas da Amazónia (ARPA) da WWF. Quando o governo britânico convidou Silva para ser uma de oito portadores de tochas na abertura dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, o Ministro dos Desportos Aldo Rebelo respondeu simplesmente:
"A Marina sempre teve boas relações com as casas reais da Europa e a aristocracia europeia. Nós não podemos decidir quem a Família Real vai convidar..."Outra proeminente base de apoio de Silva - para além dos evangélicos conservadores, dos quais ela é uma - são os multimilionários brasileiros. Depois de ganhar 19% dos votos nas eleições presidenciais de 2010 concorrendo pelo Partido Verde, com o multimilionário Guilherme Leal como seu parceiro vice-presidencial, o amigo íntimo de Leal presidente da WWF-Brasil, Álvaro de Souza, a chefiar o comité de finanças da campanha e o chefe da parceria Brasilinvest do Lorde Rothschild, Fernando Garnero, a juntar-se ao Partido Verde para a campanha, Silva foi entregue à multimilionária Maria Alice Setúbal, que ajudou a montar a "Rede Sustentabilidade" como a plataforma de onde a injectar nas eleições de 2014. Numa recente (27 de Agosto) promoção de Silva, a Forbes apontou "Neca" Setúbal, herdeira da família que possui o Banco Itaú, maior banco privado do Brasil, e coordenadora da presente campanha de Silva, como uma possível chefe de gabinete ou ministra, caso Silva ganhe. A revista citou as garantias de Setúbal de que Silva "se está a rodear de pessoas que compreendem os mercados e ela está empenhada em ganhar a confiança do poder estabelecido financeiro".
A plataforma eleitoral de Silva promete:
- Tirar o Brasil da dinâmica BRICS em favor de acordos de mercado livre com um sistema europeu e dos EUA moribundo e promete fazer o MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) submeter-se à Parceria Trans-Pacífico.
- Retornar às falhadas políticas económicas de mercado financeiro de disciplina fiscal, metas de inflação, um câmbio flutuante e estrita autonomia do Banco Central; montar um Conselho de Responsabilidade Fiscal "independente" para supervisionar os gastos governamentais; cortar protecção à indústria doméstica e contar com interesses privados (PPP) para construir infra-estrutura.
- Impor o genocídio verde da Coroa Britânica com a promoção de agricultura de "baixo carbono", consumo reduzido de combustíveis fósseis, dependência em biomassa primitiva, biocombustíveis, fontes de energia solares, eólicas, ondomotrizes e geotérmicas - e não nucleares. Quando Silva soube após o seu comunicado de 28 de Agosto que a sua plataforma ainda continha o apoio à energia nuclear que tinha sido incluído no programa eleitoral do seu agora-falecido companheiro de campanha, Campos, a sua campanha emitiu uma correcção em 24 horas removendo todo o apoio à energia nuclear.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Marina Silva
Para quem, tal como eu, já tiver conhecimento da estranha grande quantidade de pessoas importantes (lista parcial) que já morreram em estranhos acidentes de avião - e souber também que os aviões não se convertem, simplesmente, numa "bola de fogo", no decorrer das suas normais actividades...
Deixo aqui a muito forte suspeita que tenho, quanto à recente morte do candidato presidencial brasileiro, Eduardo Campos, tal como a exprimi em dois comentários recentes, que fiz noutros sítios na Internet.
(O que eu digo, sobre alguns movimentos ecologistas brasileiros serem controlados - e que sustenta a minha, mesmo muito, forte suspeita sobre este caso - pode ser lido nalguns resumos de um relatório que foi publicado pelos serviços secretos brasileiros, em 2005, e que eu republiquei, há uns poucos anos, num fórum de discussão brasileiro sobre estas temáticas, <aqui>. E, quanto ao outro facto, que eu menciono, da imprensa brasileira ser notoriamente controlada, basta ler o que é dito por quem a vê e lê constantemente, tal como é expresso neste pequeno artigo de análise e também no primeiro comentário a esta notícia.)
Deixo aqui a muito forte suspeita que tenho, quanto à recente morte do candidato presidencial brasileiro, Eduardo Campos, tal como a exprimi em dois comentários recentes, que fiz noutros sítios na Internet.
(O que eu digo, sobre alguns movimentos ecologistas brasileiros serem controlados - e que sustenta a minha, mesmo muito, forte suspeita sobre este caso - pode ser lido nalguns resumos de um relatório que foi publicado pelos serviços secretos brasileiros, em 2005, e que eu republiquei, há uns poucos anos, num fórum de discussão brasileiro sobre estas temáticas, <aqui>. E, quanto ao outro facto, que eu menciono, da imprensa brasileira ser notoriamente controlada, basta ler o que é dito por quem a vê e lê constantemente, tal como é expresso neste pequeno artigo de análise e também no primeiro comentário a esta notícia.)
[Comentário a "Caso Boqueirão", no blogue de Frederico Duarte Carvalho]
A imprensa controlada internacional - e, pelo que sei, também a brasileira - está a promover a Marina Silva como possível sucessora de Dilma, nestas próximas eleições presidenciais.
E, Marina Silva está agora a concorrer nestas eleições, porque Eduardo Campos entretanto morreu.
Marina Silva é uma conhecida "ecologista", que não quer ver desenvolvida a zona amazónica do Brasil. E, já recebeu vários prémios de organizações controladas pelas famílias reais europeias, pela sua luta contra o desenvolvimento brasileiro.
Curiosamente, Marina Silva era suposto estar no jacto privado em que morreu Eduardo Campos. Mas, à última da hora, mudou de planos.
*
[Comentário a "Brasil: Marina encosta em Dilma e desponta como favorita à presidência", no sítio na Internet da emissão em português da Voz da Rússia]
Com este tipo de propaganda a surgir, em força, na imprensa brasileira e ocidental... Já percebi, então, porque razão foi o jacto particular de Eduardo Campos vítima de atentado - do mesmo tipo através do qual já morreram muitos políticos e empresários importantes, no Ocidente... (E, jacto esse, no qual, curiosamente, Marina também era suposto estar - mas no qual, à última da hora, decidiu não embarcar...) Era para que pudesse ser antes a Marina Silva a concorrer - para que, com a ajuda da imprensa e empresas de sondagens, controladas pelos grandes interesses económicos ocidentais, se tente pôr antes uma suposta "ecologista" no poder, que seja contra o desenvolvimento económico brasileiro... (Procurem na Internet por textos, cada vez mais difíceis de encontrar, como "ONGs são fachada para países ricos, diz relatório" e "Abin investiga ONGs estrangeiras pseudoecológicas". O suposto movimento ecologista amazónico é obra de - e é controlado por - as famílias reais europeias.) Não digo que Marina seja um peão consciente numa conspiração destas. Mas, apenas alguém que foi eficazmente lavada ao cérebro, pelas falsas ideologias "ambientalistas" - que são, na verdade, antiprogresso (especialmente em países que possam vir a rivalizar com os, muito mais desenvolvidos, países ocidentais).
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