quarta-feira, 11 de junho de 2014

Os "anarco-capitalistas" também não são vossos amigos

Mais um comentário meu que foi censurado num sítio "anarco-capitalista", onde escreve alguém que foi entrevistado/a pelo jornalista James Corbett (que, ultimamente, muito tem andado a falar sobre "anarco-coisas") mas que, até agora, não foi apagado na correspondente página do vídeo em causa, no YouTube.

[Editado a 03/12/2016: Mais de dois anos depois de ter eu feito esta colocação - e, apesar de ter eu confirmado que o meu comentário não tinha aparecido, quando fiz a colocação, e ter eu também algumas semanas depois voltado a confirmar isto mesmo - constatei que o meu comentário agora já aparece. Podendo isto ter sido o resultado, (1) ou de o mesmo ter ido parar à caixa de "Spam" e ter depois sido descoberto, (2) ou de ter o mesmo sido convenientemente escondido, até uma altura em que já quase ninguém fosse consultar tal página e comentários lá deixados... De qualquer modo, a essência desta minha colocação, no meu blogue, mantém-se.]

(As declarações em causa, de Webster Tarpley, sobre este movimento, podem ser ouvidas <aqui>.)

Como podem constatar, Tarpley pode não acertar em todas... (Coisa que nunca vi, até hoje, algum autor fazer - incluindo eu próprio.) Mas, ainda assim, é uma excelente fonte de informação, para quem quiser compreender toda esta história da Nova Ordem Mundial.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

O Syriza não é vosso amigo

A versão grega do reformista Bloco de Esquerda - que é também imensamente a favor deste megaprojecto capitalista, chamado União Europeia - é, também ela, controlada pelos mesmos capitalistas e banqueiros internacionais aos quais se diz opor.
(Mas, para alguém se dar conta de - e ser capaz de perceber - isto, é preciso estudar muito e também puxar pelos neurónios...)
Segue-se um comentário que deixei a um recente vídeo, de uma breve entrevista feita ao autor Webster Tarpley.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Bilderberg 2014


(Aqui um sumário de, e uma entrevista sobre, o que está a ser discutido nas reuniões deste ano.)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Para quem não quiser dormir hoje à noite

Quem pense que certas séries de televisão, como Dark Angel, são mera ficção - pois, descrevem um futuro que nunca irá ocorrer - e quem pense que, por exemplo, o filme de 2005, The Island, é em boa parte ficção - pois, há partes, nesse argumento, que nunca poderão ser uma realidade - desengane-se...
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Conheçam Ricky Varandas

Nascido em Chaves, no norte de Portugal, e emigrado para os EUA, quando novo, é agora um membro da conhecida comunidade portuguesa do estado de Massachusetts.
Tem o programa de rádio, transmitido via Internet, "The Ripple Effect Podcast" - cujos episódios podem ser descarregados aqui, ou vistos aqui. E tem também uma página no Facebook relativa a este programa e uma conta pessoal no Twitter onde vai partilhando alguns pensamentos.
Um muito interessante exemplo do uso que podem as comuns pessoas dar às tecnologias que estão, hoje em dia, ao alcance de muitos e alguém com uma interessante perspectiva pessoal sobre os mais importantes assuntos da actualidade e que tem entrevistado algumas pessoas de destaque do mundo dos média alternativos (e não só).

sábado, 10 de maio de 2014

O documentário suprimido sobre a morte da princesa Diana


(Aqui uma notícia relativa à não distribuição deste filme incómodo, aqui um debate sobre o mesmo, ocorrido na Press TV, e aqui uma crítica feita a este filme, publicada no último nº da Executive Intelligence Review.)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O feriado anarquista

Comemora-se hoje, mais uma vez, o feriado do 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.

Vivam os Mártires de Chicago. Viva o 1º de Maio. Vivam os Trabalhadores.

sábado, 26 de abril de 2014

Michael Ruppert no seu melhor

Uma coisa que eu não disse, aquando da minha última colocação e respectivos comentários, foi que, a razão pela qual o desaparecimento deste grande autor é, para mim, um acontecimento mesmo muito triste e marcante... É porque foi Michael C. Ruppert uma das minhas (principais e muito importantes) referências, aquando do meu tempo de "jornalista cidadão".
Tendo sido este investigador, em particular - para além de uma das pessoas que me iniciaram na verdadeira história do 11 de Setembro - uma das minhas principais fontes de inspiração e muito bons exemplos de conduta, aquando da minha, que foi curta, actividade jornalística amadora.
Sendo isto equivalente a dizer que, se não fosse o trabalho deste e outros investigadores, que corajosamente denunciaram a verdadeira história, que tinham descoberto, dos atentados de 11 de Setembro, nunca teria eu pesquisado tanto, e tão a sério, sobre tal tema e teria acabado por descobrir aquela que é a principal temática que serve de propósito a este blogue.
(Ou seja... Não fosse Ruppert ter feito o grande e muito bom trabalho que fez, é possível que este meu blogue nunca viesse sequer a existir... Sendo, portanto, também a ele que deverão estar agradecidos todos os que possam encontrar algo de interessante nesta minha humilde publicação.)

Ainda hoje me lembro, como se fosse ontem, das várias vezes seguidas que ouvi a seguinte palestra (incrédulo com tudo o de que, através dela, ia tendo conhecimento) para garantir que conseguia absorver toda a grande quantidade de informação, muito importante, que dela podia assimilar... Tendo sido esta uma das muito importantes peças que me iniciaram na construção do "puzzle" relativo ao 11 de Setembro.

E, é chamando a atenção para esta palestra, de particular qualidade (das várias muito boas, aliás, que Ruppert deu) que aproveito para prestar mais uma sentida homenagem a este autor que, como muito poucos, sempre foi capaz de se manter fiel aos seus princípios e ideais - e que, não só pagou o habitual preço, que muitos pagam, da ruína financeira, como, ao que tudo indica, terá pago por isso também com a sua própria vida.

A tua partida prematura foi, por mim e por muitos, grandemente sentida, Michael Ruppert.

domingo, 20 de abril de 2014

Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert

"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."

"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and
leading..."

"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."


quarta-feira, 16 de abril de 2014

I Am Legend

Eu nem vou dizer o quão este filme mexeu comigo - quando o vi, há uns anos, ainda não tinha eu este blogue. E, logo a começar pelos personagens...
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
  • Num primeiro final, após saber o protagonista principal da existência de um refúgio de outros seres humanos, que conseguiram montar um princípio de nova sociedade ainda humana, termina o filme com a entrega da cura descoberta por este protagonista aos restantes seres verdadeiramente humanos, por parte dos outros dois que o protagonista principal - que entretanto morre - conheceu.
  • Num segundo final, alternativo, depois de ver alguns indícios de humanidade, que ainda resta nos seres já muito desprovidos da mesma que o rodeiam, decide o protagonista principal então simplesmente deixar tais seres outrora humanos viver na sua nova forma, não morrendo em consequência da sua tentativa de "re-humanizar" os outros e fugindo este com a sua cura, para o mencionado refúgio.
(E, eu não sei quanto a outras pessoas... Mas, pelo menos eu, observo mesmo grandes paralelos com o fenómeno da alienação, que se observa na sociedade, e de quem tenta combater a mesma. Crendo eu, até, que foi com esse mesmo objectivo - de serem traçados tais paralelos, por muita gente que com isto se irá, individualmente, identificar - que tal argumento foi escrito, numa tentativa de incentivar o distanciamento entre quem está verdadeiramente "acordado" - perante o que realmente se passa à sua volta - e toda a massa de gente restante alienada, descrita por alguns como "zombies" ou "andróides"...)
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)