quarta-feira, 29 de maio de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Democídio e morte lenta
(Quem quiser ver apenas a parte séria, e de muito interesse, pode saltar logo para a marca dos 5m e 48s.)
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Como se podem também vocês livrar (em boa parte) da Google
No final das alterações e operações de manutenção que tinha a fazer nos computadores cá de casa, decidi - por ter sido repetidamente censurado, quer no YouTube (onde agora, aparentemente, todos os comentários que eu lá deixe são escondidos, pouco tempo depois de serem publicados) quer na Blogger (onde comentários que eu deixe noutros blogues, que não o meu, desaparecem quase instantaneamente) e também por não querer eu que o Grande Irmão norte-americano ande a espreitar a minha caixa de correio, de cada vez que lhe apeteça, nem gostar eu do facto de estar a utilizar um motor de busca que é usado para traçar o meu perfil psicológico e para apresentar publicidade que varia consoante as minhas buscas recentes - deixar de utilizar, dentro do possível, tudo o que sejam serviços da Google e suas empresas subsidiárias.
(Aproveitando eu para acrescentar que, relativamente a este blogue e à minha conta no YouTube - que é utilizada, essencialmente, para publicar vídeos que eu, por vezes, aqui quero partilhar - como já disse, estes já não deverão ser utilizados por muito mais tempo. Devendo estes, no final do seu período de utilização, ser simplesmente abandonados e tencionando eu aqui e lá deixar todos os seus conteúdos, até à altura publicados, para quem ainda esteja interessado nos mesmos.)
Mas, porque não é minha vontade (pelo menos, por enquanto) abandonar toda a Internet, enquanto for ainda possível utilizá-la de modo decente, mas sim, continuar a utilizá-la para coisas que eu considere úteis, tentando (dentro do possível) proteger (o que resta de) a minha (já muito pouca) privacidade, vim convosco partilhar duas simples coisas que todos podem também fazer, caso tenham por hábito utilizar os mesmos serviços que eu.
A primeira, caso pertençam também alguns de vós ao grupo de (muitas) pessoas, neste Planeta, que têm uma caixa de correio no Gmail, uma muito boa alternativa ao mesmo (que, espero eu, não venha a ser controlada pelos mesmos interesses) é o serviço Mail.ru. O qual, apesar de ser mais direccionado para a comunidade russa, pode ser utilizado em inglês ou castelhano.
Para criar uma conta de correio neste serviço, numa língua que não a russa, só têm de ir à sua página inicial, https://mail.ru, clicar na frase "Регистрация в почте" ("Registar-se no correio electrónico") na respectiva janela de registo/entrada, que se encontra no canto superior esquerdo da página, e, na página do registo para a qual são direccionados, no canto inferior direito da mesma, alterar a língua em que é apresentado o interface, de russo ("русский") para a que quiserem (inglês ou castelhano, deverão ser as duas únicas opções viáveis) e passar então a utilizar tal serviço numa língua que entendam.
(O interface, para além de ser, na minha opinião, mais simples e agradável de utilizar do que o do Gmail, tem quase tudo traduzido. E, relativamente às muito poucas mensagens que ainda não aparecem traduzidas, podem sempre facilmente traduzi-las, recorrendo a um "copiar-colar" para um qualquer tradutor electrónico, disponível na Internet.)
E, a partir daqui, podem então: ou utilizar este interface simples, no vosso navegador de Internet; ou configurar um qualquer cliente de correio electrónico, à vossa escolha - e não ter, subsequentemente, de recorrer mais a tal página na Internet, escrita em russo.
(Poderão também ainda aparecer, no cliente de correio electrónico que utilizem, uma ou outra pasta com a sua designação em russo, mas, caso não descubram uma maneira de alterar tais palavras no vosso cliente, estar a decorar apenas uma ou outra, neste língua, não deverá constituir um esforço significativo...)
Caso queiram transferir todo o correio que tenham na vossa conta antiga, no Gmail, para a nova que tenham no Mail.ru, podem utilizar a opção das configurações no Mail.ru que permite aceder a outras caixas de correio ("Mail from other mailboxes") e, depois de autorizar tal operação na vossa caixa no Gmail (a maneira mais simples deverá ser: tentar, sem sucesso, fazer a primeira "colheita" a partir da conta no Mail.ru e, depois de tal não ser autorizada, ir à vossa caixa no Gmail e autorizá-la, através do aviso que lá aparece) passar a ter toda a vossa correspondência arquivada também na vossa nova caixa no Mail.ru.
Após isto, podem, se quiserem, apagar a correspondência que tenham no Gmail (façam sempre cópias de segurança, com um qualquer cliente de correio electrónico, antes de tentar qualquer uma destas operações, caso alguma coisa corra mal) que, pela minha experiência, tal não faz com que esta seja, consequentemente, apagada também na vossa conta no Mail.ru.
E se, por uma qualquer razão, quiserem manter ainda activa a vossa antiga conta no Gmail, para que seja reenviada, para a vossa nova conta no Mail.ru, qualquer carta que ainda possam receber na caixa no Gmail, o melhor será, depois de terem desactivado o acesso do Mail.ru à vossa conta no Gmail (através do qual fizeram a "colheita" das mensagens - apesar de que, podem mantê-lo, se quiserem, e usar a conta no Mail.ru como um cliente de correio electrónico da vossa conta no Gmail, mas penso que seja melhor, e mais simples de operar com, a opção que a seguir sugiro) configurar a vossa antiga conta no Gmail (na parte das "Definições") seleccionando na secção "Encaminhamento e POP/IMAP" a opção "Encaminhar uma cópia do e-mail recebido para" a vossa nova conta no Mail.ru e, assim, receberem na vossa nova conta no Mail.ru qualquer carta que ainda possa alguém (que não tenham avisado da mudança) querer enviar para a vossa antiga conta no Gmail (como, por exemplo, algum serviço no qual se tenham esquecido de alterar o vosso endereço electrónico, para a recepção de avisos e mensagens importantes).
E, a finalizar, sobre as diferenças pelas quais se caracteriza este serviço alternativo de correio electrónico, uma nota importante, em termos de privacidade (e disponibilidade)...
O Mail.ru não vos obriga a dar um número de telemóvel.
A segunda coisa, de que me lembrei, foi de que, caso não queiram, tal como eu, continuar a utilizar (dentro do possível) o mais conhecido motor de busca da Internet - que, para além de, notoriamente, manipular resultados, escondendo aqueles dos quais não querem que tenhamos conhecimento e promover também tudo o que são sítios notoriamente controlados, incluindo os de suposta denúncia (acreditem em mim, quando faço esta última afirmação, pois tenho utilizado muito tal motor de busca para pesquisas sobre assuntos "incómodos"), é também (como digo acima) usado pelo Grande Irmão norte-americano para tentar "entrar dentro da nossa mente" - e também, caso não se deixem enganar pela óbvia publicidade enganosa de um outro conhecido motor de busca que, note-se, é recomendado pela imensamente honesta União Europeia e que diz ter apenas uma ténue ligação à Google, existe também uma boa alternativa, oriunda do único grande país que não está, definitivamente, controlado pela NOM. Sendo essa, o sítio Yandex.com, que constitui uma implementação, em língua inglesa, do conhecido motor de busca Yandex (.ru). Tendo este motor também buscas especializadas em imagens e vídeos, e também um tradutor electrónico próprio, entre outras coisas.
Se utilizam também o navegador de Internet "Mozilla Firefox" e quiserem adicionar este motor de busca à vossa lista dos restantes, apenas têm de visitar o sítio em causa e, na vossa pequena janela de buscas, no canto superior direito do vosso navegador, clicar na lista de motores de busca, para adicionar este, que aparece lá listado, para poder ser acrescentado, quando se visita a sua página.
E, sobre estas pequenas mudanças, que se podem fazer...
Não é que estas vos garantam muito mais privacidade. Pois, haverão certamente programas de inteligência artificial que, pelo simples registo do vosso tráfego na Internet consigam, à mesma, fazer as suas muitas interpretações. E é também sabido que todo o tráfego na Internet pode ser interceptado e analisado, incluindo quaisquer trocas de correio electrónico que sejam consideradas de interesse. (E as hiperligações que disponibilizo, para argumentar o que digo, são apenas sobre o que era do conhecimento público, há uns anos...)
E é também preciso notar que, de cada vez que façam uma qualquer pesquisa no YouTube e afins, estão, à mesma, a ter estas vossas pesquisas gravadas e interpretadas.
Mas, para quem, por uma questão de princípio, não queira facilitar o trabalho a quem a todos nos quer escravizar, aqui ficam estas dicas sobre o que podem fazer.
E, ainda... Se, por uma qualquer razão, se virem forçados a (ou quiserem, ainda assim) criar uma conta no YouTube (por exemplo, para subscreverem um qualquer canal), podem sempre criar uma conta na Google só para isso e escolher, na parte do endereço de correio electrónico a essa conta associado, o endereço da vossa conta no Mail.ru. E ficam, desta maneira, pelo menos livres da experiência desagradável de ter de estar sempre a entrar e a sair de uma conta na Google.
(Aproveitando eu para acrescentar que, relativamente a este blogue e à minha conta no YouTube - que é utilizada, essencialmente, para publicar vídeos que eu, por vezes, aqui quero partilhar - como já disse, estes já não deverão ser utilizados por muito mais tempo. Devendo estes, no final do seu período de utilização, ser simplesmente abandonados e tencionando eu aqui e lá deixar todos os seus conteúdos, até à altura publicados, para quem ainda esteja interessado nos mesmos.)
Mas, porque não é minha vontade (pelo menos, por enquanto) abandonar toda a Internet, enquanto for ainda possível utilizá-la de modo decente, mas sim, continuar a utilizá-la para coisas que eu considere úteis, tentando (dentro do possível) proteger (o que resta de) a minha (já muito pouca) privacidade, vim convosco partilhar duas simples coisas que todos podem também fazer, caso tenham por hábito utilizar os mesmos serviços que eu.
A primeira, caso pertençam também alguns de vós ao grupo de (muitas) pessoas, neste Planeta, que têm uma caixa de correio no Gmail, uma muito boa alternativa ao mesmo (que, espero eu, não venha a ser controlada pelos mesmos interesses) é o serviço Mail.ru. O qual, apesar de ser mais direccionado para a comunidade russa, pode ser utilizado em inglês ou castelhano.
Para criar uma conta de correio neste serviço, numa língua que não a russa, só têm de ir à sua página inicial, https://mail.ru, clicar na frase "Регистрация в почте" ("Registar-se no correio electrónico") na respectiva janela de registo/entrada, que se encontra no canto superior esquerdo da página, e, na página do registo para a qual são direccionados, no canto inferior direito da mesma, alterar a língua em que é apresentado o interface, de russo ("русский") para a que quiserem (inglês ou castelhano, deverão ser as duas únicas opções viáveis) e passar então a utilizar tal serviço numa língua que entendam.
(O interface, para além de ser, na minha opinião, mais simples e agradável de utilizar do que o do Gmail, tem quase tudo traduzido. E, relativamente às muito poucas mensagens que ainda não aparecem traduzidas, podem sempre facilmente traduzi-las, recorrendo a um "copiar-colar" para um qualquer tradutor electrónico, disponível na Internet.)
E, a partir daqui, podem então: ou utilizar este interface simples, no vosso navegador de Internet; ou configurar um qualquer cliente de correio electrónico, à vossa escolha - e não ter, subsequentemente, de recorrer mais a tal página na Internet, escrita em russo.
(Poderão também ainda aparecer, no cliente de correio electrónico que utilizem, uma ou outra pasta com a sua designação em russo, mas, caso não descubram uma maneira de alterar tais palavras no vosso cliente, estar a decorar apenas uma ou outra, neste língua, não deverá constituir um esforço significativo...)
Caso queiram transferir todo o correio que tenham na vossa conta antiga, no Gmail, para a nova que tenham no Mail.ru, podem utilizar a opção das configurações no Mail.ru que permite aceder a outras caixas de correio ("Mail from other mailboxes") e, depois de autorizar tal operação na vossa caixa no Gmail (a maneira mais simples deverá ser: tentar, sem sucesso, fazer a primeira "colheita" a partir da conta no Mail.ru e, depois de tal não ser autorizada, ir à vossa caixa no Gmail e autorizá-la, através do aviso que lá aparece) passar a ter toda a vossa correspondência arquivada também na vossa nova caixa no Mail.ru.
Após isto, podem, se quiserem, apagar a correspondência que tenham no Gmail (façam sempre cópias de segurança, com um qualquer cliente de correio electrónico, antes de tentar qualquer uma destas operações, caso alguma coisa corra mal) que, pela minha experiência, tal não faz com que esta seja, consequentemente, apagada também na vossa conta no Mail.ru.
E se, por uma qualquer razão, quiserem manter ainda activa a vossa antiga conta no Gmail, para que seja reenviada, para a vossa nova conta no Mail.ru, qualquer carta que ainda possam receber na caixa no Gmail, o melhor será, depois de terem desactivado o acesso do Mail.ru à vossa conta no Gmail (através do qual fizeram a "colheita" das mensagens - apesar de que, podem mantê-lo, se quiserem, e usar a conta no Mail.ru como um cliente de correio electrónico da vossa conta no Gmail, mas penso que seja melhor, e mais simples de operar com, a opção que a seguir sugiro) configurar a vossa antiga conta no Gmail (na parte das "Definições") seleccionando na secção "Encaminhamento e POP/IMAP" a opção "Encaminhar uma cópia do e-mail recebido para" a vossa nova conta no Mail.ru e, assim, receberem na vossa nova conta no Mail.ru qualquer carta que ainda possa alguém (que não tenham avisado da mudança) querer enviar para a vossa antiga conta no Gmail (como, por exemplo, algum serviço no qual se tenham esquecido de alterar o vosso endereço electrónico, para a recepção de avisos e mensagens importantes).
E, a finalizar, sobre as diferenças pelas quais se caracteriza este serviço alternativo de correio electrónico, uma nota importante, em termos de privacidade (e disponibilidade)...
O Mail.ru não vos obriga a dar um número de telemóvel.
A segunda coisa, de que me lembrei, foi de que, caso não queiram, tal como eu, continuar a utilizar (dentro do possível) o mais conhecido motor de busca da Internet - que, para além de, notoriamente, manipular resultados, escondendo aqueles dos quais não querem que tenhamos conhecimento e promover também tudo o que são sítios notoriamente controlados, incluindo os de suposta denúncia (acreditem em mim, quando faço esta última afirmação, pois tenho utilizado muito tal motor de busca para pesquisas sobre assuntos "incómodos"), é também (como digo acima) usado pelo Grande Irmão norte-americano para tentar "entrar dentro da nossa mente" - e também, caso não se deixem enganar pela óbvia publicidade enganosa de um outro conhecido motor de busca que, note-se, é recomendado pela imensamente honesta União Europeia e que diz ter apenas uma ténue ligação à Google, existe também uma boa alternativa, oriunda do único grande país que não está, definitivamente, controlado pela NOM. Sendo essa, o sítio Yandex.com, que constitui uma implementação, em língua inglesa, do conhecido motor de busca Yandex (.ru). Tendo este motor também buscas especializadas em imagens e vídeos, e também um tradutor electrónico próprio, entre outras coisas.
Se utilizam também o navegador de Internet "Mozilla Firefox" e quiserem adicionar este motor de busca à vossa lista dos restantes, apenas têm de visitar o sítio em causa e, na vossa pequena janela de buscas, no canto superior direito do vosso navegador, clicar na lista de motores de busca, para adicionar este, que aparece lá listado, para poder ser acrescentado, quando se visita a sua página.
E, sobre estas pequenas mudanças, que se podem fazer...
Não é que estas vos garantam muito mais privacidade. Pois, haverão certamente programas de inteligência artificial que, pelo simples registo do vosso tráfego na Internet consigam, à mesma, fazer as suas muitas interpretações. E é também sabido que todo o tráfego na Internet pode ser interceptado e analisado, incluindo quaisquer trocas de correio electrónico que sejam consideradas de interesse. (E as hiperligações que disponibilizo, para argumentar o que digo, são apenas sobre o que era do conhecimento público, há uns anos...)
E é também preciso notar que, de cada vez que façam uma qualquer pesquisa no YouTube e afins, estão, à mesma, a ter estas vossas pesquisas gravadas e interpretadas.
Mas, para quem, por uma questão de princípio, não queira facilitar o trabalho a quem a todos nos quer escravizar, aqui ficam estas dicas sobre o que podem fazer.
E, ainda... Se, por uma qualquer razão, se virem forçados a (ou quiserem, ainda assim) criar uma conta no YouTube (por exemplo, para subscreverem um qualquer canal), podem sempre criar uma conta na Google só para isso e escolher, na parte do endereço de correio electrónico a essa conta associado, o endereço da vossa conta no Mail.ru. E ficam, desta maneira, pelo menos livres da experiência desagradável de ter de estar sempre a entrar e a sair de uma conta na Google.
>>> etiquetas:
blogger,
censura,
estado policial,
estados unidos da américa,
google,
internet,
rússia,
união europeia,
youtube
sábado, 4 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
E, mais uma vez, para quem duvidar do que eu digo...
Quando, numa colocação anterior (que fiz há mais de um ano - e antes de tal medida ser sequer proposta) dizia (talvez, para surpresa de algumas pessoas) que há-de vir o dia em que deixe de se celebrar o feriado do 25 de Abril e quando, numa outra colocação, dizia que as pessoas que a nossa sociedade gerem não fazem as coisas "à bruta" e que, antes de implementarem uma medida impopular vão, lenta e repetidamente, mentalizando e amainando o "gado", que a tudo isto se sujeita, para a mesma... Explicava, na última colocação de que falo, que uma das coisas que se fazem, para abrir caminho a essas mesmas medidas impopulares, é primeiro derrubar a barreira psicológica existente (que possa fazer com que as pessoas se oponham a tal medida) tentando fazer dessa mesma medida algo que é admissível - e que se justifica, em certas circunstâncias - podendo esta ser, primeiro, quase efectivamente tomada e, depois, seguidamente abandonada, apenas para, um dia, mais tarde, voltar, quando já a população estiver mais mentalizada para a mesma e quando se tenha, nessa altura, um mais forte pretexto para a implementação da mesma...
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.
E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.
E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.
>>> etiquetas:
antifascismo,
estado policial,
fascismo,
internet,
james corbett,
portugal
sábado, 20 de abril de 2013
Mudança de ritmo
Perante quem tenha estranhado a mudança no ritmo a que faço colocações neste blogue, venho dizer que são ainda várias as coisas que quero publicar no mesmo - antes de, quase certamente, abandonar a blogosfera.
E venho também reiterar alguma urgência em fazer as mesmas - para que o possa eu fazer antes de que a Internet comece a ser controlada numa maneira que me a faça abandonar em boa parte...
(Reparem no recente pacote de leis sobre Internet, que acabou de ser aprovado nos EUA.)
Mas, venho também dizer que: por estar eu agora envolvido num outro projecto; por ter eu operações de manutenção e instalação a realizar nos computadores cá de casa (e que, como é hábito, demoram muito tempo); dado o ritmo a que tenho feito as colocações aqui se revelar demasiado cansativo; e também dada a minha cada vez menor paciência para educar as pessoas sobre este tipo de assuntos... Irei alterar o ritmo a que farei as minhas colocações futuras, para um menos intensivo e mais aleatório, de modo a que não esgote eu, de vez, essa mesma paciência.
E, assim sendo, irei continuar com a publicação de coisas que considero importantes - ou que ache de interesse partilhar - neste blogue, mas (para o bem e para o mal) apenas consoante a minha disposição ainda o for permitindo.
A todos os que seguem esta minha humilde publicação na Internet, aproveito para, desde já, agradecer o vosso interesse e também vos dizer que tem sido esse mesmo interesse que tem mantido este blogue vivo, durante todo este tempo.
Abraços e beijos a todos os que aqui me visitam com boas intenções e que mais interesse têm demonstrado pelo que tenho a dizer e a partilhar.
E venho também reiterar alguma urgência em fazer as mesmas - para que o possa eu fazer antes de que a Internet comece a ser controlada numa maneira que me a faça abandonar em boa parte...
(Reparem no recente pacote de leis sobre Internet, que acabou de ser aprovado nos EUA.)
Mas, venho também dizer que: por estar eu agora envolvido num outro projecto; por ter eu operações de manutenção e instalação a realizar nos computadores cá de casa (e que, como é hábito, demoram muito tempo); dado o ritmo a que tenho feito as colocações aqui se revelar demasiado cansativo; e também dada a minha cada vez menor paciência para educar as pessoas sobre este tipo de assuntos... Irei alterar o ritmo a que farei as minhas colocações futuras, para um menos intensivo e mais aleatório, de modo a que não esgote eu, de vez, essa mesma paciência.
E, assim sendo, irei continuar com a publicação de coisas que considero importantes - ou que ache de interesse partilhar - neste blogue, mas (para o bem e para o mal) apenas consoante a minha disposição ainda o for permitindo.
A todos os que seguem esta minha humilde publicação na Internet, aproveito para, desde já, agradecer o vosso interesse e também vos dizer que tem sido esse mesmo interesse que tem mantido este blogue vivo, durante todo este tempo.
Abraços e beijos a todos os que aqui me visitam com boas intenções e que mais interesse têm demonstrado pelo que tenho a dizer e a partilhar.
>>> etiquetas:
estado policial,
estados unidos da américa,
eu,
internet
quarta-feira, 17 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Produtos que começam a faltar nos hipermercados
Quem, cá em casa, costuma comprar os produtos alimentares num hipermercado local, tem repetidamente observado - nos últimos anos e também, um pouco mais, recentemente - que há certos produtos que dantes se vendiam e que não são mais possíveis de encontrar em tal hipermercado.
Como indica a designação de tal estabelecimento, este é um sítio mesmo muito grande, onde se pode encontrar uma muito grande variedade de produtos.
Apesar de suspeitar eu, logo após as primeiras observações, de porque razão estaria isto a ocorrer, cheguei a pensar, inicialmente, que pudesse ser uma falha temporária no abastecimento.
E, mais recentemente, com novos relatos de desaparecimentos de mais produtos, cheguei também a considerar a hipótese de que talvez fosse uma situação derivada da greve dos estivadores que estava, na altura, a decorrer.
Mas, não... Os produtos desapareceram para nunca mais serem vistos. E, com o passar do tempo, ficou mais forte a minha suspeita relativamente a isto.
"Com a quantidade de fábricas que estão a fechar, é natural que comecem a faltar alguns produtos", disse eu a tal pessoa.
E estou agora mesmo muito convicto de que seja esta a explicação. Pois, isto é algo que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, iria começar a acontecer...
Com uma sociedade já em pleno Colapso e processo de desindustrialização, é de esperar um gradual desaparecimento de toda uma variedade de produtos, tornados possíveis apenas por essa mesma industrialização.
Sejam os produtos que se começam a vender menos (de companhias que ainda sobrevivem) e que a dita "crise" obriga a deixar de produzir (por deixar de valer a pena), sejam os de marcas nacionais ou internacionais que são produzidos, no nosso país, em fábricas que estão a fechar (e que, apesar de terem "saída", se tornam impossíveis de produzir, por não conseguirem os donos de tais fábricas obter os empréstimos necessários), sejam os produtos que vêm de fora e que são produzidos em fábricas que, nos outros países, também fecham... É de esperar, daqui para a frente, uma contínua ocorrência deste tipo de "desaparecimentos".
Ocorrência essa, que terminará com o encerramento também de algumas grandes superfícies, tal como começa a ser o caso de algumas mercearias locais, que fecharam portas, e de outros tipos de lojas, de produtos não essenciais, que notoriamente têm fechado (e em definitivo) na localidade onde vivo.
(E diziam as pessoas - cá em casa e não só - que era mentira o de que eu vinha a avisar, 5 anos antes de tudo isto ter início, que vinha aí um grande Colapso, com desemprego em massa, entre outras coisas, como consequência...)
Apenas mais um claro sinal dos novos tempos que aí vêm.
Como indica a designação de tal estabelecimento, este é um sítio mesmo muito grande, onde se pode encontrar uma muito grande variedade de produtos.
Apesar de suspeitar eu, logo após as primeiras observações, de porque razão estaria isto a ocorrer, cheguei a pensar, inicialmente, que pudesse ser uma falha temporária no abastecimento.
E, mais recentemente, com novos relatos de desaparecimentos de mais produtos, cheguei também a considerar a hipótese de que talvez fosse uma situação derivada da greve dos estivadores que estava, na altura, a decorrer.
Mas, não... Os produtos desapareceram para nunca mais serem vistos. E, com o passar do tempo, ficou mais forte a minha suspeita relativamente a isto.
"Com a quantidade de fábricas que estão a fechar, é natural que comecem a faltar alguns produtos", disse eu a tal pessoa.
E estou agora mesmo muito convicto de que seja esta a explicação. Pois, isto é algo que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, iria começar a acontecer...
Com uma sociedade já em pleno Colapso e processo de desindustrialização, é de esperar um gradual desaparecimento de toda uma variedade de produtos, tornados possíveis apenas por essa mesma industrialização.
Sejam os produtos que se começam a vender menos (de companhias que ainda sobrevivem) e que a dita "crise" obriga a deixar de produzir (por deixar de valer a pena), sejam os de marcas nacionais ou internacionais que são produzidos, no nosso país, em fábricas que estão a fechar (e que, apesar de terem "saída", se tornam impossíveis de produzir, por não conseguirem os donos de tais fábricas obter os empréstimos necessários), sejam os produtos que vêm de fora e que são produzidos em fábricas que, nos outros países, também fecham... É de esperar, daqui para a frente, uma contínua ocorrência deste tipo de "desaparecimentos".
Ocorrência essa, que terminará com o encerramento também de algumas grandes superfícies, tal como começa a ser o caso de algumas mercearias locais, que fecharam portas, e de outros tipos de lojas, de produtos não essenciais, que notoriamente têm fechado (e em definitivo) na localidade onde vivo.
(E diziam as pessoas - cá em casa e não só - que era mentira o de que eu vinha a avisar, 5 anos antes de tudo isto ter início, que vinha aí um grande Colapso, com desemprego em massa, entre outras coisas, como consequência...)
Apenas mais um claro sinal dos novos tempos que aí vêm.
>>> etiquetas:
capitalismo,
colapso,
portugal
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...
Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
- o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
- o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
- um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
- um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
- um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
- um número que vem mencionado na Bíblia
- Será isto mera coincidência?
- Porque razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
- Porque razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?
>>> etiquetas:
curiosidades,
estado policial,
illuminati,
simbologia
Subscrever:
Mensagens (Atom)






