sexta-feira, 11 de março de 2011

O semanário "Tal & Qual", há 5 anos...

Uma <interessante notícia> que acrescento ao meu pequeno arquivo neste sítio, na secção de textos sobre atentados de bandeira falsa.
Há mais para além do que é dito nesse texto. Leiam isto, isto, isto e isto e vejam também isto.
Sobre o 11 de Setembro, de início também a maior parte das pessoas leitoras de imprensa alternativa, apenas apontavam para o seu "conhecimento prévio" por parte do governo... (O que levava a suspeitar que tal coisa tinha sido propositadamente deixada ocorrer, para que daí o governo norte-americano pudesse colher todos os benefícios...) Anos depois, com toda a quantidade de informação recolhida por investigadores, que é já do conhecimento público, a apontar na mesma direcção, já toda a gente bem informada só fala mesmo é em "autoria" dos próprios atentados.
Eu ainda mal me dei ao trabalho de começar a pesquisar sobre mais estes ataques ocorridos no país vizinho a 11 de Março de 2004. Mas, depois de saber o pouco que já sei sobre estes atentados e saber o que sei sobre o 11 de Setembro, uma explosão semelhante ocorrida em Bolonha em 1980, o 7 de Julho em Londres e o atentado no aeroporto de Madrid-Barajas e saber quem é que claramente anda a beneficiar com tudo isto... Não sei porquê, mas surge-me, assim do nada, como que uma forte suspeita sobre quem terão sido os verdadeiros autores das explosões ocorridas na data que hoje se assinala.

sábado, 5 de março de 2011

11/9: O Caminho Para a Tirania

O Pico do Petróleo (e Gás Natural) não foi a única razão para o 11 de Setembro. Quase igualmente importante, estes atentados providenciaram também ao governo dos EUA e restantes governos ocidentais o pretexto para, em nome da "Guerra Contra o Terrorismo", começarem gradualmente a destituir todos os seus cidadãos dos direitos civis, ao longo dos tempos adquiridos, que fazem a distinção entre o que significa viver numa Sociedade Livre e o que significa viver num autêntico Estado Policial, ou sob uma qualquer forma de Tirania.
("Afinal de contas, temos de impedir que os terroristas voltem a atacar, certo? E que melhor forma de o fazer do que começar a vigiar tudo e todos e a controlar e prestar muita atenção a quem ameaça a integridade e a segurança dos Estados responsáveis por toda essa mesma protecção?")
Uma das coisas que fiz no meu tempo de jornalista cidadão, a começar logo no segundo dia após os atentados, quando publiquei a tradução deste artigo, foi chamar repetidamente a atenção para o facto destes ataques, e toda a paranóia que com eles se instalava, serem constantemente usados como principal argumento para adoptar novas medidas de vigilância e introduzir legislação atrás de legislação que foram gradualmente eliminando vários direitos fundamentais, no domínio da privacidade e do dito Estado de Direito, não só nos EUA, como também, mais lentamente, na Europa, sendo, nos meses que se seguiram aos atentados, o caso mais falado por mim e outros activistas o do "USA PATRIOT Act", aprovado uns meros 45 dias após os atentados e o qual literalmente eviscerou uma boa parte da Carta de Direitos norte-americana.
Aquando da descoberta da proposta de mais um desses pacotes de leis restritivos da Liberdade, no outro lado do Atlântico, avisava a dada altura: "Peguem nos atentados de 11 de Setembro, no 'USA PATRIOT Act' que lhe seguiu e no recente 'Domestic Security Enhancement Act' (também conhecido como 'Patriot Act II'), comparem-nos com o pequeno texto que se segue e vejam onde é que os tipos foram buscar a inspiração: [hiperligação]".
Dez anos volvidos após os atentados, com leis e projectos de vigilância que tinham recebido fortes críticas a serem implementados sob outros nomes, através do recurso a artimanhas legislativas e burocráticas, os EUA já não são definitivamente um bom lugar para se viver. E estão já muito perto de se tornar um verdadeiro estado policial.
(Sei que isto soa incrível para quem só lê e vê imprensa controlada e não faz ideia do que lá se passa.) Sobre esta última temática, irei também aqui fazer uma colocação, mas por agora, deixo-vos com o primeiro documentário que descobri sobre os atentados de 11 de Setembro, quando há anos explorava os confins da Internet à procura de informação de interesse.
Andava eu então, no início de 2003, a vasculhar um desconhecido grupo de notícias da Usenet - já não me lembro se sobre a CIA e tráfico de drogas, ou se sobre o assassinato de JFK - quando, a dada altura, me deparei com a referência a um vídeo... "9/11: The Road to Tyranny".
"Ora aí está um título que faz todo o sentido..." - pensei na altura ao lê-lo, depois de já repetidas vezes ter feito a associação entre os dois elementos da frase - "Deixa cá então ver isto..."
O resultado foi um dos maiores choques que apanhei e um documentário que me deve ter deixado boquiaberto durante a maior parte do tempo que o vi.
(Certamente um bom exemplo do que quer alguém dizer, quando descreve algo com que se depara como informação que quase literalmente "rebenta com a mente" de uma pessoa...)
Tendo sido esta a maneira como fui também introduzido ao trabalho de Alex Jones. Um anfitrião de programas de rádio, com um estilo muito energético com que na altura me identificava, que recentemente passou a fronteira da chamada imprensa alternativa para ocupar já um lugar de destaque na imprensa norte-americana, estando já a ser alvo de várias tentativas de ataque à sua credibilidade e de ridicularização, que são de esperar para quem chama a atenção de muita gente.
Este era então o muito bom documentário que ele fazia, há nove anos, com os limitados recursos ao seu dispor na altura.


(Se tiverem problemas com o vídeo, podem descarregá-lo aqui. As fontes para o documentário estão aqui.)

Um bom complemento a este vídeo, poderá ser (apesar de alguns erros factuais) o que se lhe seguiu intitulado The Masters of Terror. (Algumas das fontes usadas no mesmo, estão arquivadas aqui.)
E outro muito bom complemento (também da autoria de Alex Jones) a estes filmes, poderá também definitivamente ser uma importante entrevista - áudio e transcrição - feita em Março de 2003, a um advogado que representava mais de 400 famílias das vítimas dos atentados, que tira quaisquer dúvidas que alguém possa ainda ter quanto à autoria dos ataques.

Com isto termino esta pequena série de colocações sobre o 11 de Setembro que me propus fazer. Quando se aproximar o 10º aniversário dos atentados, deverei publicar e colocar aqui mais algumas coisas com que tentarei complementar o que disse.
Para quem quiser adquirir bons livros sobre o tema, que sobrevivam na Era Pós-Industrial que se aproxima, em que o acesso a computadores e meios audiovisuais será cada vez mais difícil, os que recomendo (na esperança de que não sejam vítimas de alguma campanha de queima de livros que venha a ocorrer no futuro...) são o "tratado" de 700 páginas escrito por Michael C. Ruppert, intitulado Crossing the Rubicon - que fala sobre os atentados e a sua relação com o Pico do Petróleo - e o bom resumo do que na história oficial não bate certo e boa série de "perguntas perturbantes" sobre os ataques, que foram elaborados por David Ray Griffin, no seu livro The New Pearl Harbor.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Zero: Uma Investigação Sobre o 11/9

Muito bom documentário sobre o 11 de Setembro, produzido de modo profissional, em que os argumentos são apresentados de modo calmo, dando tempo ao espectador para os digerir, e no qual marcam presença algumas figuras públicas de um país aqui já mencionado que, por ter tido um forte movimento social no passado que interessava combater e sabotar, sabe muito bem o que são "atentados de bandeira falsa".
Um filme que poderá, pelas características mencionadas, ser uma boa maneira de introduzir os mais cépticos, e menos possuidores de pensamento independente, a esta temática.
Exibido na Press TV e reportado na Russia Today. (Entrevista na RT a um dos autores aqui.)
Por ser difícil encontrar uma boa versão no YouTube, com a proporção de tela certa e com o vídeo e áudio correctamente sincronizados, coloco aqui apenas um trecho do filme, para o qual sei também haver legendas em português na Internet.

sábado, 29 de janeiro de 2011

"Loose Change" (2ª Edição)

Com que então, o petróleo e o gás natural no mundo estão a acabar... Todas aquelas enormes reservas na Ásia Central e no Médio Oriente... E os sacanas dos Taliban e do Saddam viraram-se contra quem os colocou no poder...
Como irão, então, as nossas elites ocidentais conseguir aceder às reservas ainda não por si controladas?
As pessoas hoje em dia já não gostam de guerras... E muitos batem o pé quando vêem que vão ser usados como carne para canhão...
Mas... E se quem controla os diferentes aparelhos governamentais e militares, recorrer a um daqueles "ataques de bandeira falsa", para nos convencer de que os Taliban nos querem mal?
Do tipo, arranjar um ataque espectacular - feito para as câmaras de televisão, e repetir imagens deste vezes sem conta, para aumentar o efeito do choque - culpar os Taliban da autoria deste e usar a sede de vingança, e o medo de mais ataques, por parte da população, convencendo-a de que é imperativo que se invada essa mesma Ásia Central e Médio Oriente?
Parece lógico?
Bem-vindos ao 11 de Setembro.
Uma peça fundamental para compreender a conspiração da Nova Ordem Mundial.
E uma boa maneira de abrir os olhos àqueles que pensam que os nossos governantes nunca seriam capazes de matar os seus próprios cidadãos.

O filme que se segue é a primeira de três colocações que irei fazer sobre este tema do 11 de Setembro, no seguimento do facto que mencionei das reservas mundiais de hidrocarbonetos estarem neste momento prestes a entrar em declínio.
Chama-se Loose Change (2nd Edition). E chegou a ser, surpreendentemente, exibido na RTP, aquando do 5º aniversário dos ataques.
Esta versão que coloco, é a versão dobrada e legendada em português, que foi exibida nesta mesma estação de televisão.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Quem devia ter ganho

O Sr. anticorrupção.

Confesso que pela primeira vez em 10 anos me senti tentado a ir votar... ;)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Olhar o jornalista a recomendar um livro


(Alguém na RTP não anda a fazer o seu trabalho... Mas o melhor é o Sr. jornalista ou quem quer que tenha sido o responsável, com tendência para o pensamento independente, ter cuidado com o que diz ou faz, não vá querer perder o seu emprego em época de crise...)

Para além do telejornal da RTP 2, e quando estou a comer ou a preparar comida, já muito pouco ligo a televisão. Sendo um desses poucos momentos, ultimamente, a altura em que me deito, por terem posto uma televisão no meu quarto e ter descoberto que tal me ajuda a adormecer.
E qual não foi o meu espanto quando, depois de mais um dia em grande parte passado em frente ao computador, no final do meu tempo acordado, vi este livro ser recomendado pela televisão estatal, que normalmente tão péssimo serviço público nos presta, enquanto nos obriga a todos a pagar por isso.
Se fossem mais além disto, já podia dizer alguma coisa de bom em relação a este órgão de propaganda estatal. Mas o facto do seu congénere grupo espanhol ter recentemente liquidado o espaço do "Agent Estulin" na "RNE - Ràdio 4", leva-me a desconfiar que nunca algo do mesmo género do que ouvíamos nesta rádio irá alguma vez acontecer em território nacional...
Leio na descrição do programa que, pelos vistos, é outra jornalista que o costuma apresentar. Será que foi por isso que este livro conseguiu chegar ao ecrã?

(Hiperligação actual para o programa. A recomendação de livros é feita a partir dos 21m e 25s.)

sábado, 15 de janeiro de 2011

O homem que nunca se engana



(Com a vitória já certa de Cavaco Silva nas presidenciais que se aproximam, publico já esta colocação para poder depois passar ao que mais tenho a dizer relacionado com esta temática da iminente escassez de petróleo e afins que está por trás do Colapso económico que estamos agora já a viver...)


Mais uma vez o povo português irá dar provas da sua infinita sabedoria e inteligência ao eleger o homem que uma vez publicamente afirmou a célebre frase "Nunca me engano e raramente tenho dúvidas"...
Desconstruindo esta frase, penso que, para a primeira parte - a não ser que entre os leitores deste blogue se encontrem visitantes pertencentes a uma qualquer espécie perfeita, originária de um qualquer planeta distante - não há sequer necessidade de comentários... Relativamente à segunda, faço minhas as palavras de um dos membros do Comité dos 300.
"The whole problem with the world is that fools and fanatics are always so certain of themselves, and wiser people so full of doubts."
--- Bertrand Russell
Com que então, vossa excelência, o líder supremo do imensamente corrupto sistema republicano português, nunca se engana?
O que chama então vossa excelência, e os seus colegas economistas fervorosos adeptos do Capital e da Economia de Mercado não planeada, à absurda premissa do eterno "crescimento económico" num mundo de recursos limitados, que agora se demonstra no que realmente se traduz?
O que chama então você, ao maior desperdício de recursos naturais de sempre em que finalmente se traduziu todo este mesmo "crescimento económico"?

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bom Colapso

Sei que é costume, quando se aproxima o final de um dado ano, expressar votos de que o ano que está prestes a começar seja um Bom Ano, ou um melhor do que está prestes a terminar. Contudo, por estar bem informado sobre a presente situação política e económica, sei infelizmente que este não vai ser nem um Bom Ano, nem um melhor que o anterior.
E assim sendo, agora que estamos prestes a entrar na década em que definitivamente iremos assistir a um declínio acentuado das reservas energéticas que sustentam o nosso corrente modelo económico e ao consequente Colapso ainda mais acentuado da economia, venho desejar a todas as pessoas de bem que visitem este blogue que passem da melhor maneira, dentro do possível, os difíceis tempos que se avizinham e dar-vos uma breve explicação.
Quando os diferentes bancos actualmente recusam repetidamente providenciar crédito, ou aumentam em muito o custo deste, a quem possui fábricas e empresas e às pessoas em geral, e com isto não permitem que a economia continue a crescer eternamente, ou mesmo se mantenha nos actuais moldes de funcionamento, não é por uma qualquer razão aleatória. Grande parte dos bancos que existem actualmente fazem parte de redes organizadas no seu sector, e não só, que actuam de modo concertado, segundo planos pré-determinados. E se, em consequência dessa mesma dificuldade em obter empréstimos, é a um Colapso generalizado da economia a que estamos já a assistir, esse é um Colapso que está a ser propositadamente provocado por esses mesmos bancos.
Não acreditem, portanto, nos políticos, banqueiros e média de massas que vos mentem descaradamente quando vos dizem que esta crise é meramente temporária. Pois ela veio para ficar e só irá piorar daqui em diante, visto ser esse o objectivo de quem está por trás da mesma.
Bom Colapso.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

WikiLeaks

Não me irei alongar muito sobre o caso "WikiLeaks"...
Irei apenas, para além de chamar a atenção para o crescente coro de vozes que têm expressado, na Internet, fortes suspeitas quanto à verdadeira natureza desta organização - como o seu co-fundador John Young, os jornalistas cidadãos James Corbett e James Evan Pilato, o investigador Daniel Estulin, o mais conhecido autor Michel Chossudovsky e até mesmo um conselheiro presidencial iraniano - enunciar brevemente os quatro que penso serem os seus reais propósitos.
  1. Servir como armadilha para apanhar quem queira denunciar coisas realmente importantes (leiam isto)
  2. Espalhar propaganda da parte do poder estabelecido (bin Laden vivo? isso não é o que realmente dizem os serviços secretos!)
  3. Denegrir a imagem pública de quem não esteja alinhado com esse mesmo poder estabelecido (ler 7º comentário a esta colocação)
  4. Servir como pretexto para que os nossos governos comecem a controlar a informação disponível na Internet (ver isto)

    domingo, 26 de dezembro de 2010

    Sobre os recentes atentados em Itália atribuídos a "anarquistas"

    Enquanto já muitos na imprensa controlada certamente esfregam as suas mãos de contentes com mais esta oportunidade de vilificar os anarquistas, não quis deixar passar ao lado a oportunidade de clarificar todos a quem esta mensagem chegar sobre o que realmente se passa na Península Itálica.
    A estupidez e gratuitidade destes actos, tornam óbvio, para quem já fez ou faz parte de movimentos sociais, quem terão sido os seus verdadeiros autores.
    Mas para quem esteja ainda alheio à enormidade de esquemas insidiosos a que os nossos governantes são capazes de recorrer para reprimir e manter as suas populações passivas e obedientes e para sabotar ou demonizar qualquer movimento de oposição que lhes ouse fazer frente, passo a explicar.
    Um "atentado de bandeira falsa" é um tipo de operação a que frequentemente recorrem líderes políticos, que consiste em executar um ataque de modo a que este pareça que foi realizado por um qualquer dos seus inimigos para (quando na ausência de um) criar um pretexto para atacar esse mesmo inimigo.
    Ou, como explicava eu um dia, de modo mais simples, na minha juventude: "Quando se quer atacar algo ou alguém e não se tem um pretexto, a solução é arranjar um. Artimanha-se um qualquer ataque, culpa-se o inimigo da autoria deste, e pronto, a agressão fica transformada em legítima defesa."
    (Seguir-se-á mais uma "caça às bruxas", tendo como alvo os anarquistas, tal como outras que têm ocorrido no passado em Itália?)
    Este tipo de ataques fazem também parte de um conhecido método, para aumentar o controlo sobre as populações, que surge usualmente incluído na mais amplamente denominada "estratégia de tensão" e que consiste em criar medo entre uma população, para que esta peça ou aceda a novas medidas de controlo estatal, que empurram a sociedade ainda mais para uma situação de verdadeiro estado policial.
    Isto, já para não falar que servem também para afastar potenciais simpatizantes de ideais revolucionários de qualquer grupo contestatário organizado, com medo de se estarem a envolver com potenciais grupos "terroristas".
    Resta agora ver que consequências terão mais estes ataques para quem, em Itália, não aceita de modo passivo estas "medidas de austeridade" e quer erradicar de vez a fonte de tudo o que são problemas sociais e abusos de poder por parte da classe política.
    Deixo-vos com a tradução de um excerto de um relatório, elaborado por uma organização europeia de defesa dos direitos civis, sobre outros atentados ocorridos em Itália atribuídos a "anarquistas", com uma interessante referência à conclusão de um estudo, encomendado pelo Parlamento italiano, sobre quem esteve realmente por trás da morte do antigo Primeiro-Ministro Aldo Moro, com uma interessante referência à admissão de culpa da parte de um ex-Presidente da República italiana nos atentados ocorridos no seu país durante os chamados "anos de chumbo" e com algumas listas de outros exemplos, registados ao longo da História, deste tipo de atentados - [1] [2] [3] [4] [5].