Com que então, o petróleo e o gás natural no mundo estão a acabar... Todas aquelas enormes reservas na Ásia Central e no Médio Oriente... E os sacanas dos Taliban e do Saddam viraram-se contra quem os colocou no poder...
Como irão, então, as nossas elites ocidentais conseguir aceder às reservas ainda não por si controladas?
As pessoas hoje em dia já não gostam de guerras... E muitos batem o pé quando vêem que vão ser usados como carne para canhão...
Mas... E se quem controla os diferentes aparelhos governamentais e militares, recorrer a um daqueles "ataques de bandeira falsa", para nos convencer de que os Taliban nos querem mal?
Do tipo, arranjar um ataque espectacular - feito para as câmaras de televisão, e repetir imagens deste vezes sem conta, para aumentar o efeito do choque - culpar os Taliban da autoria deste e usar a sede de vingança, e o medo de mais ataques, por parte da população, convencendo-a de que é imperativo que se invada essa mesma Ásia Central e Médio Oriente?
Parece lógico?
Bem-vindos ao 11 de Setembro.
Uma peça fundamental para compreender a conspiração da Nova Ordem Mundial.
E uma boa maneira de abrir os olhos àqueles que pensam que os nossos governantes nunca seriam capazes de matar os seus próprios cidadãos.
O filme que se segue é a primeira de três colocações que irei fazer sobre este tema do 11 de Setembro, no seguimento do facto que mencionei das reservas mundiais de hidrocarbonetos estarem neste momento prestes a entrar em declínio.
Chama-se Loose Change (2nd Edition). E chegou a ser, surpreendentemente, exibido na RTP, aquando do 5º aniversário dos ataques.
Esta versão que coloco, é a versão dobrada e legendada em português, que foi exibida nesta mesma estação de televisão.
sábado, 29 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Olhar o jornalista a recomendar um livro
(Alguém na RTP não anda a fazer o seu trabalho... Mas o melhor é o Sr. jornalista ou quem quer que tenha sido o responsável, com tendência para o pensamento independente, ter cuidado com o que diz ou faz, não vá querer perder o seu emprego em época de crise...)
Para além do telejornal da RTP 2, e quando estou a comer ou a preparar comida, já muito pouco ligo a televisão. Sendo um desses poucos momentos, ultimamente, a altura em que me deito, por terem posto uma televisão no meu quarto e ter descoberto que tal me ajuda a adormecer.
E qual não foi o meu espanto quando, depois de mais um dia em grande parte passado em frente ao computador, no final do meu tempo acordado, vi este livro ser recomendado pela televisão estatal, que normalmente tão péssimo serviço público nos presta, enquanto nos obriga a todos a pagar por isso.
Se fossem mais além disto, já podia dizer alguma coisa de bom em relação a este órgão de propaganda estatal. Mas o facto do seu congénere grupo espanhol ter recentemente liquidado o espaço do "Agent Estulin" na "RNE - Ràdio 4", leva-me a desconfiar que nunca algo do mesmo género do que ouvíamos nesta rádio irá alguma vez acontecer em território nacional...
Leio na descrição do programa que, pelos vistos, é outra jornalista que o costuma apresentar. Será que foi por isso que este livro conseguiu chegar ao ecrã?
(Hiperligação actual para o programa. A recomendação de livros é feita a partir dos 21m e 25s.)
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sábado, 15 de janeiro de 2011
O homem que nunca se engana
(Com a vitória já certa de Cavaco Silva nas presidenciais que se aproximam, publico já esta colocação para poder depois passar ao que mais tenho a dizer relacionado com esta temática da iminente escassez de petróleo e afins que está por trás do Colapso económico que estamos agora já a viver...)
Mais uma vez o povo português irá dar provas da sua infinita sabedoria e inteligência ao eleger o homem que uma vez publicamente afirmou a célebre frase "Nunca me engano e raramente tenho dúvidas"...
Desconstruindo esta frase, penso que, para a primeira parte - a não ser que entre os leitores deste blogue se encontrem visitantes pertencentes a uma qualquer espécie perfeita, originária de um qualquer planeta distante - não há sequer necessidade de comentários... Relativamente à segunda, faço minhas as palavras de um dos membros do Comité dos 300.
"The whole problem with the world is that fools and fanatics are always so certain of themselves, and wiser people so full of doubts."Com que então, vossa excelência, o líder supremo do imensamente corrupto sistema republicano português, nunca se engana?
--- Bertrand Russell
O que chama então vossa excelência, e os seus colegas economistas fervorosos adeptos do Capital e da Economia de Mercado não planeada, à absurda premissa do eterno "crescimento económico" num mundo de recursos limitados, que agora se demonstra no que realmente se traduz?
O que chama então você, ao maior desperdício de recursos naturais de sempre em que finalmente se traduziu todo este mesmo "crescimento económico"?
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Bom Colapso
Sei que é costume, quando se aproxima o final de um dado ano, expressar votos de que o ano que está prestes a começar seja um Bom Ano, ou um melhor do que está prestes a terminar. Contudo, por estar bem informado sobre a presente situação política e económica, sei infelizmente que este não vai ser nem um Bom Ano, nem um melhor que o anterior.
E assim sendo, agora que estamos prestes a entrar na década em que definitivamente iremos assistir a um declínio acentuado das reservas energéticas que sustentam o nosso corrente modelo económico e ao consequente Colapso ainda mais acentuado da economia, venho desejar a todas as pessoas de bem que visitem este blogue que passem da melhor maneira, dentro do possível, os difíceis tempos que se avizinham e dar-vos uma breve explicação.
Quando os diferentes bancos actualmente recusam repetidamente providenciar crédito, ou aumentam em muito o custo deste, a quem possui fábricas e empresas e às pessoas em geral, e com isto não permitem que a economia continue a crescer eternamente, ou mesmo se mantenha nos actuais moldes de funcionamento, não é por uma qualquer razão aleatória. Grande parte dos bancos que existem actualmente fazem parte de redes organizadas no seu sector, e não só, que actuam de modo concertado, segundo planos pré-determinados. E se, em consequência dessa mesma dificuldade em obter empréstimos, é a um Colapso generalizado da economia a que estamos já a assistir, esse é um Colapso que está a ser propositadamente provocado por esses mesmos bancos.
Não acreditem, portanto, nos políticos, banqueiros e média de massas que vos mentem descaradamente quando vos dizem que esta crise é meramente temporária. Pois ela veio para ficar e só irá piorar daqui em diante, visto ser esse o objectivo de quem está por trás da mesma.
Bom Colapso.
E assim sendo, agora que estamos prestes a entrar na década em que definitivamente iremos assistir a um declínio acentuado das reservas energéticas que sustentam o nosso corrente modelo económico e ao consequente Colapso ainda mais acentuado da economia, venho desejar a todas as pessoas de bem que visitem este blogue que passem da melhor maneira, dentro do possível, os difíceis tempos que se avizinham e dar-vos uma breve explicação.
Quando os diferentes bancos actualmente recusam repetidamente providenciar crédito, ou aumentam em muito o custo deste, a quem possui fábricas e empresas e às pessoas em geral, e com isto não permitem que a economia continue a crescer eternamente, ou mesmo se mantenha nos actuais moldes de funcionamento, não é por uma qualquer razão aleatória. Grande parte dos bancos que existem actualmente fazem parte de redes organizadas no seu sector, e não só, que actuam de modo concertado, segundo planos pré-determinados. E se, em consequência dessa mesma dificuldade em obter empréstimos, é a um Colapso generalizado da economia a que estamos já a assistir, esse é um Colapso que está a ser propositadamente provocado por esses mesmos bancos.
Não acreditem, portanto, nos políticos, banqueiros e média de massas que vos mentem descaradamente quando vos dizem que esta crise é meramente temporária. Pois ela veio para ficar e só irá piorar daqui em diante, visto ser esse o objectivo de quem está por trás da mesma.
Bom Colapso.
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
WikiLeaks
Não me irei alongar muito sobre o caso "WikiLeaks"...
Irei apenas, para além de chamar a atenção para o crescente coro de vozes que têm expressado, na Internet, fortes suspeitas quanto à verdadeira natureza desta organização - como o seu co-fundador John Young, os jornalistas cidadãos James Corbett e James Evan Pilato, o investigador Daniel Estulin, o mais conhecido autor Michel Chossudovsky e até mesmo um conselheiro presidencial iraniano - enunciar brevemente os quatro que penso serem os seus reais propósitos.
Irei apenas, para além de chamar a atenção para o crescente coro de vozes que têm expressado, na Internet, fortes suspeitas quanto à verdadeira natureza desta organização - como o seu co-fundador John Young, os jornalistas cidadãos James Corbett e James Evan Pilato, o investigador Daniel Estulin, o mais conhecido autor Michel Chossudovsky e até mesmo um conselheiro presidencial iraniano - enunciar brevemente os quatro que penso serem os seus reais propósitos.
- Servir como armadilha para apanhar quem queira denunciar coisas realmente importantes (leiam isto)
- Espalhar propaganda da parte do poder estabelecido (bin Laden vivo? isso não é o que realmente dizem os serviços secretos!)
- Denegrir a imagem pública de quem não esteja alinhado com esse mesmo poder estabelecido (ler 7º comentário a esta colocação)
- Servir como pretexto para que os nossos governos comecem a controlar a informação disponível na Internet (ver isto)
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domingo, 26 de dezembro de 2010
Sobre os recentes atentados em Itália atribuídos a "anarquistas"
Enquanto já muitos na imprensa controlada certamente esfregam as suas mãos de contentes com mais esta oportunidade de vilificar os anarquistas, não quis deixar passar ao lado a oportunidade de clarificar todos a quem esta mensagem chegar sobre o que realmente se passa na Península Itálica.
A estupidez e gratuitidade destes actos, tornam óbvio, para quem já fez ou faz parte de movimentos sociais, quem terão sido os seus verdadeiros autores.
Mas para quem esteja ainda alheio à enormidade de esquemas insidiosos a que os nossos governantes são capazes de recorrer para reprimir e manter as suas populações passivas e obedientes e para sabotar ou demonizar qualquer movimento de oposição que lhes ouse fazer frente, passo a explicar.
Um "atentado de bandeira falsa" é um tipo de operação a que frequentemente recorrem líderes políticos, que consiste em executar um ataque de modo a que este pareça que foi realizado por um qualquer dos seus inimigos para (quando na ausência de um) criar um pretexto para atacar esse mesmo inimigo.
Ou, como explicava eu um dia, de modo mais simples, na minha juventude: "Quando se quer atacar algo ou alguém e não se tem um pretexto, a solução é arranjar um. Artimanha-se um qualquer ataque, culpa-se o inimigo da autoria deste, e pronto, a agressão fica transformada em legítima defesa."
(Seguir-se-á mais uma "caça às bruxas", tendo como alvo os anarquistas, tal como outras que têm ocorrido no passado em Itália?)
Este tipo de ataques fazem também parte de um conhecido método, para aumentar o controlo sobre as populações, que surge usualmente incluído na mais amplamente denominada "estratégia de tensão" e que consiste em criar medo entre uma população, para que esta peça ou aceda a novas medidas de controlo estatal, que empurram a sociedade ainda mais para uma situação de verdadeiro estado policial.
Isto, já para não falar que servem também para afastar potenciais simpatizantes de ideais revolucionários de qualquer grupo contestatário organizado, com medo de se estarem a envolver com potenciais grupos "terroristas".
Resta agora ver que consequências terão mais estes ataques para quem, em Itália, não aceita de modo passivo estas "medidas de austeridade" e quer erradicar de vez a fonte de tudo o que são problemas sociais e abusos de poder por parte da classe política.
Deixo-vos com a tradução de um excerto de um relatório, elaborado por uma organização europeia de defesa dos direitos civis, sobre outros atentados ocorridos em Itália atribuídos a "anarquistas", com uma interessante referência à conclusão de um estudo, encomendado pelo Parlamento italiano, sobre quem esteve realmente por trás da morte do antigo Primeiro-Ministro Aldo Moro, com uma interessante referência à admissão de culpa da parte de um ex-Presidente da República italiana nos atentados ocorridos no seu país durante os chamados "anos de chumbo" e com algumas listas de outros exemplos, registados ao longo da História, deste tipo de atentados - [1] [2] [3] [4] [5].
A estupidez e gratuitidade destes actos, tornam óbvio, para quem já fez ou faz parte de movimentos sociais, quem terão sido os seus verdadeiros autores.
Mas para quem esteja ainda alheio à enormidade de esquemas insidiosos a que os nossos governantes são capazes de recorrer para reprimir e manter as suas populações passivas e obedientes e para sabotar ou demonizar qualquer movimento de oposição que lhes ouse fazer frente, passo a explicar.
Um "atentado de bandeira falsa" é um tipo de operação a que frequentemente recorrem líderes políticos, que consiste em executar um ataque de modo a que este pareça que foi realizado por um qualquer dos seus inimigos para (quando na ausência de um) criar um pretexto para atacar esse mesmo inimigo.
Ou, como explicava eu um dia, de modo mais simples, na minha juventude: "Quando se quer atacar algo ou alguém e não se tem um pretexto, a solução é arranjar um. Artimanha-se um qualquer ataque, culpa-se o inimigo da autoria deste, e pronto, a agressão fica transformada em legítima defesa."
(Seguir-se-á mais uma "caça às bruxas", tendo como alvo os anarquistas, tal como outras que têm ocorrido no passado em Itália?)
Este tipo de ataques fazem também parte de um conhecido método, para aumentar o controlo sobre as populações, que surge usualmente incluído na mais amplamente denominada "estratégia de tensão" e que consiste em criar medo entre uma população, para que esta peça ou aceda a novas medidas de controlo estatal, que empurram a sociedade ainda mais para uma situação de verdadeiro estado policial.
Isto, já para não falar que servem também para afastar potenciais simpatizantes de ideais revolucionários de qualquer grupo contestatário organizado, com medo de se estarem a envolver com potenciais grupos "terroristas".
Resta agora ver que consequências terão mais estes ataques para quem, em Itália, não aceita de modo passivo estas "medidas de austeridade" e quer erradicar de vez a fonte de tudo o que são problemas sociais e abusos de poder por parte da classe política.
Deixo-vos com a tradução de um excerto de um relatório, elaborado por uma organização europeia de defesa dos direitos civis, sobre outros atentados ocorridos em Itália atribuídos a "anarquistas", com uma interessante referência à conclusão de um estudo, encomendado pelo Parlamento italiano, sobre quem esteve realmente por trás da morte do antigo Primeiro-Ministro Aldo Moro, com uma interessante referência à admissão de culpa da parte de um ex-Presidente da República italiana nos atentados ocorridos no seu país durante os chamados "anos de chumbo" e com algumas listas de outros exemplos, registados ao longo da História, deste tipo de atentados - [1] [2] [3] [4] [5].
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
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