Pergunto eu: O que faz um jornalista sério quando diz algo que não é verdade?
Se for uma pessoa honesta, que procura saber e dizer a Verdade e que realmente se enganou, admite e corrige esse mesmo erro, fazendo uma retracção ao que anteriormente disse.
E se for um tal Renato Teixeira, do blogue "5dias.net", que foi apanhado a dizer algo que não é verdade e que foi confrontado com isso?
Ora, não se faz qualquer retracção. Mente-se outra vez, e à descarada, sobre o assunto e depois abandona-se o debate.
Muito bom, este blogue...
No concluir de uma discussão sobre o que ocorreu no Chiado, aquando da última Greve Geral de há três dias, chamei noutro blogue, e aproveito para chamar também aqui, a atenção para este vídeo em particular que se segue. (Alguém aqui viu estas filmagens na televisão? Tenham especial atenção ao que é dito aos 4m e 55s.)
Os russos bem que podem competir com os portugueses como uns dos maiores consumidores de álcool do Mundo. E com isso não serem um exemplo para ninguém. Assim como possuírem uma cultura onde prolifera a corrupção, ainda que não de modo tão grave quanto em Portugal. Mas, ao menos no seu país, há quem se esforce por combatê-la. E quando chega à política, não tem sido este povo tão estúpido quanto o português e, por isso, não vota em governos-fantoche dos grandes interesses económicos que, não só não irão proporcionar emprego à maior parte dos seus filhos, como irão exterminar uma boa parte destes e escravizar os restantes.
Faz isto então da Rússia um país muito melhor onde se viver neste momento? Definitivamente. E devem os russos estar contentes com os resultados destas últimas eleições? Sim, e mesmo muito. Pois, saibam ou não disso, não estão, com isto, a deixar que o seu país caia nas malhas das elites ocidentais, que destroem os países que governam e que, essas sim, fazem aos seus súbditos coisas que custam até a referenciar.
Elas bem que tentaram... Mas, com um ex-KGB a liderar o inimigo pela frente - e por mais que tentem, através da imprensa controlada, demonizá-lo - pelo menos por enquanto, não conseguiram dominar este país e foram, mais uma vez, derrotadas por quem não se verga à NOM.
Oiçam bem o que é dito ao início do 3º minuto do discurso de vitória de Putin. (O que ele diz, é algo que o tenho repetidamente ouvido dizer ao longo dos anos. E quem já se tiver informado o suficiente sobre a principal temática da qual falo neste blogue, saberá também, tal como eu, exactamente do que está ele a falar.)
(Se quiserem saber porque motivo está ele tão, e estou também eu, contente, leiam os meus comentários às seguintes colocações - [1][2][3][4][5][6]. E, depois de lerem estes, podem ver, mais uma vez, o vídeo acima colocado e talvez consigam perceber do que fala ele, entender a razão que ele tem em tudo o que diz e também perceber porque motivo está ele emocionado.)
E assim começa, entre festejos justificados, mais um ciclo político neste país com Vladimir Putin à frente dele. (De modo oficial, isto é. Pois qualquer pessoa que reparasse bem no olhar de Dmitri Medvedev conseguia ver que não era ele o "macho alfa". eheh ;) )
Depois de estranhas ocorrências nas anteriores eleições parlamentares e de uma campanha marcada por falsos prognósticos e golpes baixos e indecentes (leiam também os meus comentários a estas colocações) eis que, mais uma vez, a NOM não conseguiu dominar o governo russo e este continua a seguir um caminho de claro progresso e se mantém fiel aos princípios de defesa do estado-nação que tem mantido.
Se os ocidentais, na sua imensa decadência, forem estúpidos ao ponto de deixar que os seus países sejam destruídos, então que sejam. E se uma boa parte da Humanidade se deixar escravizar, ao menos que se safem os russos e outros povos dignos, que lutam pelo seu bem-estar, orgulhosos de si mesmos e fortes defensores da sua soberania.
(E se as coisas chegarem ao ponto de haver mesmo uma guerra nuclear, que ganhe então a Rússia, que é quem merece e que nada mais fará do que se defender das agressões e constantes tentativas de dominação ocidentais.)
Parabéns russos, pela Resistência que estão a oferecer à Nova Ordem Mundial. E Obrigado pela ajuda que estão a dar a quem já começa a estar sob o jugo da mesma.
Também tenho um...
E com o que vejo acontecer à minha volta ultimamente, tem-se tornado cada vez mais difícil conter manifestações do mesmo.
Porque gosto de ser sincero no que digo, e para que todos me conheçam um pouco melhor, deixo aqui uma recente revelação da existência deste.
(Por parte de quem acha que ainda vale a pena, e ainda tem paciência para, estar a fazê-la, isto é.)
E, isto sim, faz com que um programa mereça definitivamente ser cancelado.
(E não críticas óbvias a governos de países estrangeiros, de Terceiro Mundo, apontando problemas que toda a gente sabe existirem, num qualquer dia em que se acordou com alguns neurónios a funcionar melhor que o habitual, ao mesmo tempo que se aceita trabalhar para um organismo de comunicação de massas imensamente controlado, que passa grande parte do seu tempo a mentir e a tentar manipular e lavar ao cérebro as pessoas - coisa na qual, obviamente, nunca se reparou, de tão competente que se é para exercer a sua profissão - e que obriga quem não quer a pagar por isso...)
Aqui vai, já agora, também o monólogo de encerramento do programa em causa...
Não me perguntem pormenores ou como é que eu sei disto, mas há já um bom tempo que este blogue e o seu autor estão a ser alvo de uma invulgar atenção por parte do poder estabelecido.
"To achieve World Government, it is necessary to remove from the minds of men their individualism, loyalty to family traditions, national patriotism, and religious dogmas."
--- G. Brock Chisholm, co-fundador da Federação Mundial para a Saúde Mental e primeiro Director-Geral da Organização Mundial de Saúde
Eu nem vou falar mais da grande importância dos feriados históricos que foram extintos... (E que, exactamente por isso, é que terão sido extintos...) Nem vou repetir as observações que fiz sobre o suposto motivo com que tentam justificar tudo isto... Mas, suponho que a uma certa família que governa, de modo sinarquista, nos bastidores (e que, quem sabe, um dia sairá da sombra, para governar de modo visível?) estas extinções deverão ter agradado - e lhe ter dito - muito.
Só vos digo é que, pelo andar das coisas, um dia será certamente também o feriado do 25 de Abril que irá ser extinto. Dia este, ainda mais importante e muito mais significativo que os outros. Mas que o (que restar do) sistema educativo tratará, entretanto, de desvalorizar.
Mas, não agora... Que o tempo antigo está ainda na memória de muita gente viva. Dêem-lhe mais umas gerações, consecutivamente, cada vez mais estupidificadas e ignorantes e, depois sim, veremos a estocada final.
Para os ignorantes (que, com a degradação cultural e educativa que tem ocorrido, já nem sei quantos serão...) fica um pequeno vídeo, meramente introdutório, que partilho, também por curiosidade, pertencente à extinta "telescola", sobre a revolução que, só no início do século passado, acabou com o sistema político quase medieval na altura existente.
Um vídeo sobre o Portugal de há 100 anos, em que ainda havia gente honesta e com princípios neste país, que queria mudar as coisas para melhor. Gente que tinha ideais progressistas e que lutava por eles. Numa altura em que o nosso país era um país muito diferente e, ao mesmo tempo, com problemas semelhantes. Mas, acima de tudo, um país em que ainda havia quem tentasse puxar as pessoas para Cima, e não para baixo.
Para que tenham todos verdadeira consciência do quão possível é uma guerra no futuro próximo, queria aqui deixar um acrescento à minha colocação anterior sobre este mesmo tema, consistindo esta última numa pequena série de chamadas de atenção que penso serem importantes fazer... (A continuação do aviso que aqui deixo, para que se preparem como puderem para o que aí possa vir, é válida, não só para a presente situação no Médio Oriente, como para o futuro próximo, enquanto se mantiver a situação de tensão existente entre os EUA e a Rússia.)
Reparem em como, com o declínio que se observa já das economias ocidentais em geral, não é só a nível privado e familiar que começa a haver cada vez menos dinheiro, mas também (como saberão) a nível dos próprios Estados. E em como no dinheiro à disposição dos vários Estados está incluído, obviamente, também o dinheiro à disposição das suas várias Forças Armadas. As quais estão também já a ser alvo de cortes orçamentais. Querendo isto dizer que, daqui para a frente - e esta parte é mesmo muito importante - é também o poderio militar de todos os governos ocidentais que irá também entrar em declínio. Sendo claro que, nunca no futuro próximo ou longínquo, irão os EUA e restantes países da OTAN ser tão poderosos militarmente como são agora. O que faz com que este intervalo de tempo que estamos agora a atravessar, em que os vários países ocidentais estão ainda no seu auge, em termos de poderio militar, e têm ainda muito petróleo à sua disposição, seja a melhor oportunidade de sempre para conquistar quaisquer países que sejam. E se é dominar todo o mundo que querem, na parte que toca à intervenção militar, constitui este intervalo de tempo na nossa História simplesmente a melhor oportunidade que estes alguma vez irão ter para fazê-lo. Pois, daqui para a frente, irão as reservas energéticas à disposição dos vários países ocidentais entrar em sério declínio, enquanto os países exportadores de petróleo, como é o caso da Rússia - principal opositor dos planos de dominação mundial das elites ocidentais - irão cada vez menos exportar este precioso recurso e - com a cada vez maior quantidade relativa deste líquido que irão ter, comparativamente aos países ocidentais - irão gradual e rapidamente ganhar uma séria vantagem militar, e não só, relativamente ao Ocidente, à medida que este último - cujas fontes deste recurso são essencialmente os estados, por enquanto vassalos, do Médio Oriente - for tendo cada vez menos petróleo à sua disposição.
Por outras palavras, a quererem os nossos governos invadir ainda mais países estrangeiros, constitui este pequeno intervalo de tempo, correspondente aos anos em que ainda estamos, em termos de oferta mundial, no chamado Pico do Petróleo, a melhor oportunidade histórica para fazê-lo. Tornando-se uma aventura militar deste tipo cada vez menos provável daqui para a frente, devido aos cada vez maiores custos e dificuldades em fazê-lo, derivados da cada vez maior escassez de petróleo, essencial para qualquer esforço de guerra.
Tudo isto para dizer que, se alguma vez estivemos, ou estivermos, seriamente perto de uma guerra, possivelmente nuclear e a nível mundial ou "apenas" de mais uma guerra no Médio Oriente, esta é simplesmente a altura em que considero ser mais provável tal acontecer.
Se irá ou não haver guerra, como disse, não sei... Só os loucos que nos governam é que o saberão.
A única coisa que posso fazer é alertar-vos, mais uma vez, para que estejam, como puderem, preparados para quaisquer repercussões que possam acontecer em consequência de tudo isto e, se é um futuro que querem ter, aconselhar-vos a que pressionem os vossos governos para que deixem o Irão e restante Médio Oriente em Paz e não façam uma coisa destas.
Para complementar o que aqui disse na minha colocação anterior, sobre precauções que possam querer tomar, queria também aqui deixar um outro importante documento, emitido pelo governo português no passado recente, inserido na mesma campanha que mencionei.
E, já agora, aqui vão também alguns desenvolvimentos recentes, da situação no Médio Oriente:
A notícia acima colocada, terá sido emitida em Janeiro de 2010, na mesma altura em que foi emitido, nos EUA, o 7º e último episódio da 1ª temporada da série de documentários Conspiracy Theory with Jesse Ventura, intitulado Apocalypse 2012.
Na altura em que vi este episódio fiquei muito preocupado. Pois este mostra filmagens de trabalhos de construção, que não deixam dúvidas de que estão, de facto, a ser construídas várias obras subterrâneas, em preparação para algo que possivelmente aí venha. Mas... O que será esse "algo"?
O documentário e a notícia sugerem que será uma tempestade electromagnética - que irá haver este ano, causada por uma invulgarmente intensa actividade solar - que irá causar estragos nas redes eléctricas no hemisfério norte. No entanto, só nos EUA é que isto tem sido noticiado. E por cá, na Europa, que eu saiba, pouco ou nada se tem falado disto...
Será então mesmo verdade o que é dito e noticiado como explicação para tais preparações?
Na altura em que vi o documentário, cheguei a pensar que tais construções poderiam ser uma preparação para o pior cenário possível em que poderia acabar todo este Colapso económico, que estamos agora já a viver. Em que, em consequência de uma destruição planeada da economia que lhes fuja ao controlo, as elites e seus lacaios se estivessem a preparar para possivelmente se refugiar em aldeias subterrâneas, para aí fugir ao caos que tinham criado e esperar que as coisas acalmassem, antes de voltarem à superfície e reinar sobre o que quer que tivesse sobrado. ;) eheh
Olhando para trás, este é agora um cenário que me faz rir. Pois parece-me demasiado irrealista. (Se bem que, imprevisível como é o futuro e não planeada como é a nossa economia, não descarto nada - tal como quem nos controla a todos no topo - a possibilidade de tudo isto entrar num cenário caótico ou semi-caótico...) Mas se isto soa irrealista, porque razão estão então a ser construídos tais refúgios subterrâneos?
Sabendo agora de mais algumas coisas sobre as quais entretanto me informei e reflectindo um pouco mais sobre este assunto, penso que, agora sim, já terei acertado e identificado aquela que será, para mim, e creio que para muita gente, a explicação mais provável para todas estas preparações.
Para quem tiver seguido o meu conselho e tiver começado a consultar regularmente, entre outros, o sítio na Internet de Daniel Estulin, a explicação que a seguir apresento fará todo o sentido.
Guerra nuclear com a Rússia
Quem estiver bem informado sobre a actual situação geopolítica mundial, saberá que a chamada Guerra Fria, não só nunca terminou, como tem vindo a "aquecer" ultimamente. E a confirmá-lo está a recente inquietante declaração (cliquem nas legendas) por parte do Presidente russo de que o seu governo colocou, como resposta à construção de sistemas de defesa antimíssil na Europa, o seu país em alerta contra a possibilidade de um ataque ocidental.
Quem tiver lido o texto original da declaração mais recente que Daniel Estulin fez no Parlamento Europeu, terá lido as palavras "we are facing a global, thermonuclear World War III". Quem tiver ouvido esta entrevista dele à RT, saberá também que os EUA estão a construir bases militares secretas no Afeganistão, em preparação para uma possível guerra nuclear com a Rússia. E numa declaração de emergência feita por Lyndon LaRouche, há uma semana, o termo é, mais uma vez, "guerra termonuclear".
Se têm consultado regularmente os sítios de notícias sobre a actualidade que recomendo, saberão agora também que o gigante russo está de novo a agitar-se. E que também a própria Rússia está a construir abrigos que - tal como os que estão a ser construídos nos EUA e que são falados no documentário de Jesse Ventura - deverão ser terminados este ano.
Mas com uma grande diferença, isto é...
Enquanto que, na Rússia, a preocupação do governo é tentar proteger todos os seus cidadãos, e salvá-los de uma possível catástrofe, no Ocidente é o habitual "proteger sim, mas só as elites". E as outras pessoas que se amanhem... (Neste caso, literalmente morram, e em grande número. Muitas delas, provavelmente, sem nunca saberem sequer porquê...)
Por tudo isto, fico preocupado quando vejo vídeos como o que se segue, a avisar as pessoas para que se preparem para uma possível catástrofe.
E interrogo-me sobre se as elites que nos governam serão mesmo loucas, ou não, ao ponto de iniciar, de facto, uma guerra de natureza nunca vista neste planeta e causar uma megacatástrofe, que uma boa parte do Mundo atingirá...
(Será um conhecido filme de Hollywood, cujo título corresponde a este ano que se inicia, alguma peça de propaganda, já para mentalizar inconscientemente as pessoas para algo catastrófico que aí possa vir?...)
Se irá haver ou não um conflito armado, em grande escala, entre os EUA e a Rússia este ano, não me parece muito provável. Mas o que é certo é que ambos os países estão a tomar medidas para se prepararem, a partir deste ano, para o que de pior possa acontecer como evolução do conflito que está já a ocorrer, por enquanto, de modo mais contido, a nível diplomático e em pequena escala.
Irão
Outra coisa à qual deverão prestar muita atenção é a crescente intromissão ocidental no desenvolvimento industrial do Irão, às correspondentes declarações falsas sobre este mesmo assunto e ao conflito diplomático, e não só, que tem ocorrido. Em que as potências ocidentais, detentoras de armas nucleares e com um longo e recente registo de invasões a países estrangeiros se arrogam ao direito de proibir os outros países de se desenvolver industrialmente, ou mesmo de ter armas nucleares - o que não é o caso, e, ainda que fosse, a ser um direito, deverá ser igual para todos - com a desculpa de que estes últimos - e não os primeiros - representam um perigo para os outros países...
Depois de alguma relutância, por parte de quem participou na reunião de Bilderberg de 2005, em invadir o Irão, parece que agora, pelo que é dado a entender pela imprensa (e depois de duas declarações interessantes - [1][2] - por parte do governo iraniano e de uma correspondente resposta ridícula estadunidense) não haverão tantos entraves a que tal aconteça e que está este país do Médio Oriente, rico em petróleo, de novo sob a mira do Ocidente.
Irão os países ocidentais tentar invadir o Irão e, com isto, envolver todo o Médio Oriente, e não só, numa guerra, possivelmente nuclear?
Não sei... Não possuo a capacidade de prever, com certeza, o futuro.
No entanto, o que posso fazer é chamar a atenção para algo em que reparei e deixar aqui algumas informações, pouco conhecidas, para que possam vocês enfrentar, como puderem, o que quer que aí venha.
Conselhos
Coincidência ou não, quando o conflito diplomático com o Irão começou de novo a aquecer, há dois anos, o governo português emitiu o seguinte aviso - [hiperligação]. E o governo iraniano já tem avisado que, a haver uma invasão do seu país - e, agora, também como resposta a possíveis sanções - uma das primeiras retaliações será o bloqueio do Estreito de Ormuz, onde passa cerca de 1/3 do tráfego marítimo petroleiro mundial.
Para as elites, será mais uma maneira de preservar algumas reservas energéticas para si. Para nós, será, muito possivelmente, no mínimo, uma repetição do que por cá se viu aquando da greve dos camionistas de 2008, em que eu próprio vi prateleiras quase vazias no supermercado.
Por esta razão, é possível que voltem a haver interrupções na distribuição de comida. Por isso, talvez queiram dar uma olhadela neste documento que foi produzido pelo governo português. (Sobre a comida, posso aqui deixar a dica de que as lojas Decathlon vendem comida desidratada que, tal como as conservas, dura anos. Se não precisarem de recorrer a esta comida, apenas têm de a ir comendo ao longo dos anos que faltam para expirar a sua validade.)
Independentemente de haver, ou não, guerra, ou guerras, no futuro próximo, o que é certo é que todo este Colapso económico só irá agravar-se daqui em diante. E que existe sempre o sério risco de um descalabro financeiro.
E, a propósito de crise financeira, não quero deixar de chamar a atenção para mais alguns factos e deixar então aqui também mais alguns conselhos.
Depois de ter já parcialmente avisado as pessoas disto em 2010, Daniel Estulin veio, de novo, avisar os seus leitores de que todo o sistema bancário ocidental está, pelo menos em boa parte, em Colapso. E que o melhor para todos é não terem dinheiro nos bancos. (Reparem: como os governos e as pessoas não conseguem pagar as suas dívidas, causando enormes perdas de dinheiro por parte destas instituições; o quão difícil é, hoje em dia, conseguir um empréstimo da parte destes; no afundamento do valor destes no mercado; e em como há até bancos que se recusam a encerrar as contas das pessoas, quando estas últimas o tentam fazer.)
Quem duvide da credibilidade de Daniel Estulin, pode ver esta mesma entrevista, já referenciada nesta colocação, feita a ele no início de 2008, em que este avisou - e acertou em cheio - que a actual crise económica iria ter início no final desse ano, quando o barril de petróleo atingisse os 150 dólares.
Para além disto, têm sido feitas enormes criações de dinheiro, supostamente para tentar resgatar estes mesmos bancos. E o que a criação de dinheiro sempre provoca é inflação. Neste caso, tratando-se de somas tão elevadas, possivelmente hiperinflação. O que, a acontecer, fará com que o dinheiro que vocês tenham passe a valer apenas uma fracção do que anteriormente valia. Sendo, por isso, talvez melhor converterem o dinheiro que tenham a mais em bens que mantenham o seu valor.
O que muita gente - que avisou, anos antes, do Colapso económico que estamos agora a viver - está a fazer, e a aconselhar os outros a fazer, é comprar ouro. Visto este ser um metal precioso que, independentemente das crises económicas, em 6 mil anos de História, sempre foi aceite como moeda de troca. E que deverá manter o seu valor, enquanto que as diferentes moedas, com o pior que ainda está para vir, deverão sofrer grandes perdas no seu valor. (Já repararam na quantidade de lojas que têm abrido, que se dedicam à compra de ouro? E no valor histórico que este metal precioso tem vindo a atingir nos últimos anos?)
Outra coisa que penso que toda a gente devia seriamente considerar é, devido à crescente onda de criminalidade, quem sinta necessidade de tal, arranjar uma arma de defesa pessoal. ("Mais vale prevenir que remediar...")
São estes os conselhos que me lembro de fazer, para além do conselho que aqui já deixei de que estejam preparados, como puderem, para possíveis interrupções na distribuição de comida.
Tomem precauções, ou encarem antes tudo isto como paranóia, se quiserem... (Eu sei que não sou o único a falar disto.)
Mas lembrem-se que também trancam sempre as portas de casa à noite. E não é por pensarem que nesse dia irão ser assaltados...
(...) O difícil, em nossa vida moderna, é não jogar para as mãos dos Trezentos.
De todos os lados, arrastados pela mesma força de decadência que formou o subjudaísmo como organização, inconscientes e espontâneos colaboram com essa organização. Um Spencer, sincero e limpo, que ataca a educação clássica; um Mussolini, pretenso reactor contra a democracia, que repudia o que nela é europeu, que é o individualismo, e aceita o que é degradado, que é o corporativismo; um Maurras, que, coitado, repudiando Hant, repudia o maior opositor do baixo racionalismo - estes, e tantos outros, alheios ao jogo dos Trezentos, ou, até, pretendendo opor-se-lhes, o favorecem e animam.
(...)
Estóicos, epicuristas, platónicos - todos estes eram e são inimigos naturais do subjudaísmo. O estóico, firme no comando de si mesmo, repulsor da invasão dos instintos, aristocrata; o epicurista, harmónico e regrado, aceitando o mundo moderadamente; o platónico, raciocinando e espiritualizando - cada um destes, os três tipos de mentalidade filosófica do paganismo, contrariam o desregramento mental do subjudaísmo dos Trezentos.
300.
Por motivos que ignoramos, e porventura ignoraremos sempre, em fins do século dezasseis e princípios de século dezassete, os Rosa-Cruz sofreram uma revelação. Então se deu - e a revelação mostrou que se dera - uma corrupção em parte dos menores da Fraternidade, se é que nela há menores. Começara a acção dos Trezentos.
Então se formou uma espécie de sombra, negra e informe, da Fraternidade, e a gente que formava essa sombra começou de corromper a doutrina secreta e os usos e restrições dela. Foi então que apareceram Robert Fludd, transmissor corrupto do sistema oculto, Francis Bacon, seu esquerda menor, e outros, de diversas nações, verdadeiramente ou aparentemente, que fundaram as bases da Maçonaria, e tomaram posse dela, desde logo, ocultamente. Ainda a dirigem.
Este acontecimento invisível, esta cisão na sombra, foi dos acontecimentos mais graves que se têm dado a dentro da civilização europeia. Os Rosa-Cruz eram cristãos, como são, e a sua doutrina (o mesmo nome delas a revela e encobre) consiste em (como eles mesmos diriam) uma transmutação do chumbo do hebraísmo, e do ferro do paganismo, no ouro de Cristo. A corrupção do sistema consistiu, como está patente em Fludd, e mais distantemente patente em Bacon, por exemplo na abolição da alquimia transmutadora - na reversão à simples Kabbala, que é um começo de entendimento do mundo, e àqueles princípios orientais em que a Kabbala se funda.
Longe disto tudo, os Mestres da Doutrina Secreta guardam as chaves dos segredos íntimos do mundo. E o que os seus sombras temem é aquilo que na acção dos Mestres eles não podem nunca atingir - o comando da formação dos génios, a acção íntima e intensa que incidiu sobre Shakespeare, sobre Goethe, e incidirá sobre quem se possa alçar, por nascimento e influxo dos astros, à altura onde a Grande Luz o atinja.
Porque os Trezentos temem, acima de tudo, o génio. Esse, sendo de origem superior - representada neste mundo pelo acaso de hereditariedades encontradas, de circunstâncias educativas próprias, de meios sociais suscitadores - está fora da sua acção assombrosa, mas não suprema. Os poderes mágicos dos esquerdos do Oculto, altos como são, não sabem contudo até onde vão os dos Mestres da Doutrina Secreta - ao comando interior das almas grandes, a saber mover os que nascem a que nasçam novamente. Delegados, e anjos, de certo modo, de particular do nosso mundo especial, eles combatem, com forças superiores, os exilados dos entre-mundos, os filhos do espaço nocturno, senhores da rebelião, não contra Deus, mas contra a forma que Deus toma ao ser criador do nosso mundo.
(...)
300.
Assim vemos que a acção dos Trezentos se exerce sempre no sentido de contrariar, de tentar destruir, (a) a cultura grega, (b) a ordem romana, e (c) a moral cristã. Ora acontece, precisamente, que estes três elementos são os elementos fundamentais da civilização europeia. A acção dos Trezentos visa, pois, a aluir os fundamentos da civilização europeia.
(...)
A Maçonaria é um esquema simbólico, através de cuja linguagem, uma vez gradualmente compreendida, certos conhecimentos, uma vez obtendo, que fariam pasmar os maçons vulgares, ainda os de alto grau ou categoria. Ora os dirigentes superiores da Maçonaria forçosamente são aqueles que entendem e usam o que está contido nesses símbolos. (...)
Trata-se de uma guerra religiosa - de uma tentativa de aniquilamento da religião cristã. (...)
300.
O que eles são, e o que eles querem, não o podemos saber. Somente sabemos que a sua acção, manifestando-se naturalmente através do judaísmo, não é contudo judia na sua última intenção. Os mesmos judeus são armas em mãos supremas.
Não é do judaísmo, em conjunto, que os 300 se servem: servem-se tão-somente do baixo judaísmo, do mesmo modo como se servem da decadência europeia; e, se servem mais fortemente do baixo judaísmo que dos degenerados de Europa, é que o judaísmo é uma organização universal, e a decadência de Europa é um conjunto amorfo (de indivíduos). Assim como o judaísmo se infiltrou na Maçonaria, para poder, por ela, operar na sombra, assim os 300 se servem do judaísmo, para poder, por ele, e por o que ele move, operar na treva.
Três são, em resumo largo, as forças que os 300 jogam contra a Europa: o materialismo irracionalista, o misticismo racionalista, e o humanitarismo universalista. (...)
300.
(...) O fascismo não apresenta aos Trezentos uma preocupação senão superficial. O fascismo não tem raízes espirituais. Cai com facilidade, deixando de si, apenas, um fermento revolucionário e de desordem que antes aproveita, do que desconvém, aos Trezentos. (...)
O fascismo, além disso, é a tal ponto semelhante, por um lado, ao bolchevismo, e, por outro lado, ao espírito sindicalista (corporativo lhe chamam os fascistas) que tende para desorganizar e deshelenizar Europa, que se ajusta, nesse sentido, muito mais às próprias ideias exteriores dos Trezentos do que à substância da civilização europeia.
O fascismo é uma reacção excessiva e falsa - faite à souhait para os Trezentos. Como todas as reacções falsas, tem os característicos íntimos daquilo contra que reage.
300.
Uns minam o nacionalismo pelo internacionalismo, outros o minam pelo regionalismo. (...)
300.
Walther Rathenau, que foi um dos elementos visivelmente dirigentes de Europa, e portanto do mundo, disse um dia estas palavras: «Europa é governada por trezentos homens... etc.»
(...) o mesmo Rathenau se não pode supor alheio aos Trezentos, a quem - presumem alguns - talvez pertencesse, (...) E muitos se terão lembrado do verso de Nostradamus:
Trois cens seront dun vouloir et accord...
Desde o ano de 1717, a civilização de Europa, e que quer dizer a civilização inteira, caiu sob o domínio de uma acção secreta especial. Nesse ano se formou.
(...)
300.
Os executores, conscientes ou inconscientes, das ordens dos Trezentos, citarão, por exemplo, com agrado e aplauso todo o poeta que promova um conceito materialista e sensual da vida. Assim os vemos criticar e valorizar. Mas em breve descobrimos que esses elogios têm certos limites. Nunca os vemos citar um Horacio ou um La Fontaine. Nunca lhes descobrimos preferência por um Flaubert, ou, pelo menos, pelo Flaubert de «Madame Bovary». É que o racionalismo verdadeiro é-lhes anátema. Na perfeita construção artística e lógica eles vêm logo o inimigo. O ódio, que votam a Cristo, não é mais forte neles que a aversão, que dedicam a Atena.
(...)
Quem são estes Trezentos? Que querem? Quem os dirige? De nada serve responder, porque quem não entender este livro sem esta parte, não o entenderá melhor com ela.
Todo este mundo quotidiano e visível, toda esta gente que bóia à superfície da vida, todas estas coisas que constituem os nomes e os feitos da História não são mais que erro e ilusão. Somos todos, não agentes, senão agidos-títeres de maiores que nós. Todo o nosso orgulho de conscientes e a nossa soberba de racionais são o títere que se orgulha de seus gestos. Na verdade o combate é aqui, mas não é nosso; não é connosco, somos nós. Não somos actores de um drama: somos o próprio drama - a antestreia, os gestos, os cenários. Nada se passa connosco: nós é que somos o que se passa.
(Documentos 53B-57 a 53B-92 do espólio de Fernando Pessoa.)
Para os ignorantes, para aqueles que não se definem ainda ideologicamente e para os ainda desprovidos, em grande parte, de sentido crítico, que achem que a maneira de mudar o actual, e que irá ser cada vez pior, estado das coisas é sentar-se numa rua e ficar eternamente à espera de ser salvo(a), ou que gostaram de certos documentários que viram - cheios de efeitos especiais, com música daquela a puxar a consciência para a estratosfera e narrados por um qualquer "guru", que surge na altura certa, com um tom de voz a parecer querer "hipnotizar" quem o ouve - deixei, há pouco, num comentário noutro blogue, uma <chamada de atenção>, para vos fazer pensar seriamente sobre estes dois fenómenos.
[Editado a 28/05/2014: A hiperligação em causa, para um comentário que tinha eu deixado em tal blogue, está agora "morta". Mas, tal comentário, pouco mais era do que uma introdução a <este> outro, que tinha eu deixado noutro blogue.]
"The Committee of 300 is the ultimate secret society made up of an untouchable ruling class, which includes the Queen of England, the Queen of the Netherlands, the Queen of Denmark and the royal families of Europe. These aristocrats decided at the death of Queen Victoria, the matriarch of the Venetian Black Guelphs that, in order to gain world-wide control, it would be necessary for its aristocratic members to «go into business» with the non-aristocratic but extremely powerful leaders of corporate business on a global scale, and so the doors to ultimate power were opened to what the Queen of England likes to refer to as «the commoners.»"
--- Dr. John Coleman, in The Conspirators' Hierarchy: The Committee of 300
Antes de mais, uma explicação.
Na altura em que me apercebi disto, em plena campanha para as eleições europeias de 2009, ainda tentei escrever uma pequena mensagem no sítio na Internet da campanha do PPM. Mas, para além do acesso a esta página ser, na altura, muito lento, ao tentar enviar a mensagem, dava-me um qualquer erro estranho e esta não era publicada. E assim sendo, desisti de o fazer.
Após isto, passou-me pela cabeça contactar aquele que era o cabeça-de-lista desta campanha em particular. Pois não me parecia ser de um chamado "falso líder" (daqueles que lideram, mas propositadamente mal, e que mentem quanto aos seus reais propósitos) que estava perante. Mas sim - para além de um aspirante a político - um jornalista que - por já ter eu, na altura, espreitado algumas vezes os seus blogues - me dava a entender que era, o que eu chamo, um jornalista a sério. Uma daquelas pessoas que falam nos assuntos mais importantes que devem ser falados.
Tratando-se, inclusivamente, da única pessoa de que tinha conhecimento, na altura - e a única de que ainda tenho agora conhecimento - que fazia - e faz - o trabalho que é esperado de alguém que adopta esta profissão. E que, pelo que vejo, não faz parte da esmagadora maioria de membros desta "classe" - na realidade, praticamente inexistente em Portugal - da qual, há já muitos anos, venho a desprezar e a dizer mal, tal é a, propositada ou impropositada, revoltante incompetência que manifesta ter a maior parte das pessoas que a sua suposta tarefa de "informar" não cumprem.
De facto, o que se passou nessa altura foi que, apesar de conhecer muito pouco do seu trabalho, do que lia nos seus blogues, estava já praticamente convencido de que era perante um verdadeiro jornalista que estava. E, como verdadeiro jornalista que me parecia ser, parti do princípio de que seria a verdade que quereria saber. Ainda que esta contradissesse o em que anteriormente acreditava ou de que pensava se tratar o caso.
Mas depois pensei: "Em plena campanha?..." Não me parecia ser o momento mais adequado. Pois parecia-me ser como estar a tentar interpelar alguém que passa por nós a correr...
Iria possivelmente causar um grande "trambolhão", por parte do candidato em causa, e o mais provável seria a informação que tinha ser, na correria de uma campanha eleitoral, interpretada como uma peça de desinformação, emitida por alguém mal-intencionado, que estaria interessado em sabotar a sua campanha.
"Fica para outra altura", pensei. Para um outro momento que se revele mais oportuno.
O tempo passou e, dada a minha não simpatia pela causa monárquica, a minha descrença nos partidos políticos em si - que vejo como "parte do problema e não da solução" - e o forte pessimismo que sentia, e ainda sinto, quanto a qualquer movimento - para mim, decente - que surja neste país, que contrarie tudo isto, pensei "De que é que ainda vale a pena avisar quem quer que seja, neste país, do assunto em causa?..." E acabei por desistir da ideia.
Um dia, vejo um comentário de um português no blogue do Daniel Estulin e reconheço o nome do jornalista em causa, a assinar uma pequena reflexão sobre quem se mobilizava, no país vizinho, contra o Clube Bilderberg.
"Está realmente contra este projecto da Nova Ordem Mundial?" - pensei - "Então talvez queira saber isto." - concretizei. Acabando então por avisar a pessoa em causa do que se passava.
E, sem mais rodeios, vou então direito ao assunto, passando a explicar do que se trata.
Aos monárquicos portugueses que sei que, há uns tempos, andavam a ser corridos do Facebook - desconfio eu que, por (tal como pude constatar, ao visitar um fórum de discussão dos adeptos desta ideologia) andarem repetidamente a mencionar o Clube Bilderberg nas suas conversas (não sei se por culpa, ou não, do jornalista em causa) - e aos restantes, que também navegam na Internet, venho, neste meu humilde blogue, chamar a atenção para algo que escrevi anonimamente, há um ano e meio, nalguns comentários que deixei no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho - [hiperligação]. Vocês estão, sem saber, a fazer campanha pelos mesmos interesses que o Clube Bilderberg (de que também não gostam) serve.
E as provas disso, podem ser vistas nos seguintes excertos. (Cliquem para ampliar as imagens.)
E nada mais tenho a dizer. Quem quiser, que espalhe esta mensagem. Pois não conto com mais monárquicos, no meu círculo de pessoas próximas, que me queira dar ao trabalho de tentar avisar disto, para além daquele ou daqueles que já esclareci nos comentários em causa.
A resposta ao "enigma", penso que será mais engraçado ser um monárquico a descobrir.
E posso acrescentar que o Daniel Estulin é uma pessoa muito sociável, que lê a correspondência electrónica que lhe é enviada e que responde a perguntas colocadas no seu blogue.
Não sendo eu monárquico, a favor de bons ou maus governantes, ou sequer nacionalista e sabendo eu que a organização que nos controla a todos no topo é, também ela, internacionalista, assim como transnacional e sinarquista, a resposta é algo que não me interessa assim tanto como isso.
Mas penso que para vós - monárquicos e nacionalistas - será algo de muito interesse.
Que foi o patrão do grupo Impresa fazer ao Canadá, em Junho de 2006? Que clube é esse de que ele faz parte? Que assuntos lá se discutem? E qual o propósito de tal clube?
Saibam as respostas a estas perguntas, naquele que é, definitiva e simplesmente, um dos melhores documentários de sempre sobre a NOM. E que é também, talvez, o melhor filme até agora feito por Alex Jones.
Uma obra de visionamento obrigatório, para todos aqueles que querem compreender e conhecer minimamente esta incrível conspiração.
Para quem ainda não o tenha visto, coloco aqui Endgame: Blueprint for Global Enslavement.
(Trecho de promoção e página oficial do filme. Algumas das fontes usadas no documentário, aqui.)
(E para quem quiser estar ainda melhor informado sobre esta história, faço aqui uma importante correcção ao que neste filme é dito pelo seu autor...)
A tese que Alex Jones defende, de que o regime nazi alemão foi um plano abortado do projecto da NOM, é deveras perturbadora. Pois é uma que nos deixa a pensar que, não fosse ter havido um conflito interno entre os cabecilhas deste projecto, aquela assustadora mancha que se vê, por exemplo, nas cenas iniciais do filme Inimigo às Portas, ter-se-ia espalhado por toda a Europa e boa parte do Mundo, e já hoje estaríamos a viver sob esta ditadura...
A tese tem bons argumentos que a sustentam. E, de facto, de entre todos os sistemas políticos até agora existentes, o regime nazi é aquele que mais se assemelha ao projecto da NOM. Seja na mistura que fez de Capitalismo com Comunismo, no extermínio sistematizado de cidadãos sob o seu jugo e nos vários projectos de vanguarda no domínio da experimentação científica em seres humanos. Mas, tanto quanto me pude informar, através daquelas que são as fontes mais credíveis que conheço, que têm pesquisado seriamente sobre este assunto - com o Dr. John Coleman a surgir em primeiro lugar, como aquele que melhor explica tudo isto e melhor sabe do que está a falar - não se tratou deste caso.
A correcção, fi-la uma vez num comentário, num fórum de discussão de um dos sítios do Alex Jones. E pode ser lida aqui.
E quem se interrogue sobre que sentido fazem, então, as declarações de apoio a Hitler, por parte de quem chegou a ser o detentor da coroa britânica, lembre-se de que este tipo de pessoas - tal como explica Webster Tarpley nesta conversa - não primam pela sanidade mental.
E mais provas disso, são fáceis de encontrar.
Já o grupo que constituía a Administração Bush - que era, oficialmente, encabeçada por uma das mais importantes famílias envolvidas nesta conspiração - era conhecido, no meio político norte- -americano, como "the crazies" ("os malucos").
E que as pessoas envolvidas em tudo isto são imensamente loucas, é uma conclusão a que qualquer pessoa, que se informe minimamente sobre este projecto, rapidamente chega.
Para rir, ficar imensamente revoltado ou o que quiserem.
Uma curiosa entrevista que partilho, a alguém que tem todo o direito de exprimir as suas ideias políticas, pois - ao contrário do que ele gostaria - (ainda) vivemos numa sociedade maioritaria e relativamente livre.
Quem pense que o homem já morreu, desengane-se. Ele está bem vivo e organizou um debate no mês passado.
O documentário Loose Change tem uma boa compilação de relatos destas ocorrências. Mas, estes são dois vídeos que não aparecem nesse filme, que em 2003 podiam ser vistos no sítio da BBC e que são também muito reveladores do que se passou no World Trade Center.
Stephen Evans é um correspondente da BBC que se encontrava no local aquando dos ataques.
No seu relato em directo para a BBC World, após o início destes, pode ser ouvido a relatar várias explosões, que ocorreram segundos depois, após a explosão correspondente ao impacto do primeiro avião.
Mais tarde, numa entrevista na baixa de Manhattan, pode ser ouvido a relatar também uma outra explosão, que não consegue explicar, ocorrida uma hora depois, no primeiro edifício.
Alguém aqui, já alguma vez teve conhecimento de uma explicação oficial para estas explosões?
E, outra coisa, a propósito disto... Já ouviram bem a nova introdução do telejornal da RTP 2?
Será aquilo uma dica para quem está atento ou uma maneira de gozar com as pessoas?
Foi no dia 18 de Maio de 2003, quando ouvi o início de uma interessante entrevista que tinha acabado de ser arquivada no sítio PrisonPlanet.com, feita 3 dias antes, por Alex Jones ao jornalista Barrie Zwicker sobre o 11 de Setembro.
Na altura, não fui capaz de a ouvir toda por me estar a sentir mal com o que ouvia. Por um lado, por estar já na fase final da minha pesquisa sobre os atentados e estar já seriamente convicto de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes. Mas, acima de tudo, por no início, e por volta dos 22m da mesma, o Alex Jones se referir erradamente a uma conferência, que este dizia ter ocorrido em Portugal, de profissionais da área da aviação, onde os conferencistas tinham estudado e analisado durante longas horas os atentados e tinham concluído o encontro, acusando o governo norte-americano de ter sido quem tinha orquestrado os ataques.
Na ingenuidade dos meus 20 e alguns anos de idade, e ainda desconhecedor da, algo frequente, tendência deste anfitrião de programas de rádio em - ao citar e referir a maior parte das coisas de memória - cometer incorrecções, ignorei, na altura - também por não me estar a sentir bem com o que ouvia - o usual processo de confirmar a informação, procurando pela fonte da mesma, e pensei ser real o que este relatava. E tendo sido esta uma conferência em Portugal da qual, apesar de estar atento aos vários órgãos de comunicação, eu nunca tinha ouvido falar, apanhei um grande susto, ao pensar que o controlo sobre os média era tanto, que até uma conferência destas podia ser omitida pela imprensa.
O susto desfez-se alguns dias depois, quando finalmente tentei procurar a fonte e constatei que não era esse o caso. Afinal, Alex Jones deveria sim ter-se referido a uma conferência que tinha sido reportada em Portugal, num quase desconhecido jornal semanário, e não a uma conferência que tinha ocorrido no nosso país.
A notícia em causa é a seguinte. E o jornal em que foi publicada é um simples jornal de fim-de- -semana, que é publicado em língua inglesa para a comunidade britânica em Portugal e que foi também o único órgão de imprensa, de que eu tenha conhecimento, a cobrir uma certa reunião secreta que ocorreu no nosso país.
Uma notícia que serve, apesar de tudo, como um bom exemplo de como o verdadeiro jornalismo é algo que normalmente apenas é possível em pequenas publicações, que escapam ao imenso controlo corporativo e estatal da informação, e como um muito revelador exemplo de como a nossa imprensa nacional ou está em muito controlada, ou é, em boa parte, constituída por gente (perdoem-me a franqueza) estúpida, cobarde e incompetente, que decide sempre, ou não tocar em, ou em menosprezar, o que é realmente importante e que merece ser alvo de imensa atenção.
Mas assim são as coisas. E lá teve de ser um jovem activista político, armado em "jornalista cidadão", mais uma vez, a fazer o trabalho que os profissionais desta área não querem, ou se recusam a, fazer e a chamar a atenção das pessoas para estes importantes acontecimento e notícia, sobre os mais importantes atentados da história recente.
Sobre o jornalista canadiano que é entrevistado por Alex Jones, o vídeo da autoria do primeiro de que este fala, corresponde a uma pequena boa série de perguntas e comentários sobre os atentados, que foram exibidos no canal de televisão onde trabalhava, onde ele expõe algumas das inconsistências da história oficial. E, mais tarde, este veio também a fazer um documentário e a escrever um livro sobre o assunto.
O documentário que ele refere no início da entrevista, no qual aparece Alex Jones a falar é este.
Votem portugueses. Escolham, mais uma vez, quem irá decidir em vosso nome. Não pensem nem decidam por vós próprios, que isso faz mal à cabeça, só dá é trabalho e é uma grande confusão. Abdiquem desses vossos direitos ridículos e deixem que outros decidam por vós. Passem cheques e cartas em branco aos políticos, que eles são de confiança e têm feito um bom trabalho. Sujeitem-se sim à autoridade do Estado e votem.
E votem bem.
Chegou a hora de demonstrarem o quão ciosos são dos vossos direitos, que justiça e empregabilidade querem, o quão livres querem ser, que qualidade de vida querem ter e que melhor rumo acham que o vosso país deve tomar.
Sejam sábios. Sejam inteligentes. E votem, mais uma vez, nos partidos controlados pela "Nova Ordem Mundial"...
(Se dúvidas tiverem sobre o que isto é, saibam que, se gostaram do Estado Novo, então irão adorar a sua versão melhorada e a nível mundial...)
Votem no Bloco Central (CDS/PSD/PS) ou no Bloco de Esquerda (BE). (Não, o autor deste blogue não é apoiante de quem lhe quer impor uma ditadura estalinista e o seu conceito de "Liberdade" ou "Democracia" não é a Coreia do Norte...)
Querem saber do que falo? Então continuem a ler...
Que o Bloco Central está, na sua quase totalidade, controlado, já todos têm obrigação de saber.
Mas, para quem fique surpreso com a inclusão do BE no pacote, aqui vão as dicas.
Se leram já o livro de Daniel Estulin sobre o Clube Bilderberg, terão já tido contacto com a descoberta feita pela brilhante mente do Prof. Antony C. Sutton de que o Movimento Comunista é, desde a Revolução Bolchevique, um movimento controlado...
Interessante, é certo. Mas a história não começa aqui... Pois este controlo é muito mais antigo, do que nesse livro é revelado...
Se quiserem saber o quão, podem começar por aqui. (Tomem nota da última hiperligação e façam disto uma pesquisa paralela a outras coisas, pois deverá demorar alguns meses...)
Quando se sentirem já suficientemente bem informados, e acharem que compreenderam esta história, leiam então o que é dito nesta colocação e tenham em atenção o seguinte...
Já repararam que, apesar de toda a sua retórica, dita "de esquerda", as soluções propostas pelo BE nunca são no sentido de abolir o Capitalismo, mas sim de reformá-lo? Já repararam também que a preocupação dos líderes desta coligação política é sempre, não defender o Comunismo, mas sim o Estado Social?