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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Amílcar Cabral: morto pela Nova Ordem Mundial

Quem souber um pouco da história da agora dita Guerra Colonial e também um pouco sobre os líderes independentistas que combatiam as tropas portuguesas, certamente já se deparou com um nome, que se destaca de entre os outros - pela sua grande consciência política e verdadeira vontade de mudar para melhor e desenvolver o seu país.
Sendo, aliás, este um nome que também se destaca de entre todos os líderes guerrilheiros, das várias guerras por independência que ocorreram em África.
O nome de que falo, é Amílcar Cabral. E, era este quem liderava as tropas do PAIGC, na Guiné-Bissau, num cenário de guerra que constituía a única colónia portuguesa em que a guerra estava a ser, claramente, perdida pelo lado português.
Quem conheça um pouco da sua história e já o tenha ouvido falar, nalguma das entrevistas que ficaram para a História, poderá notar que este era um líder particularmente culto e inteligente, idealista e que muito lutava pelo em que acreditava. Sendo, até, muito triste observar a diferença entre o que este pretendia para o seu país natal e o que nesse mesmo país se tornou, após todos estes anos de independência.
Ora, quem se tenha também já informado, o suficiente, sobre o projecto da "Nova Ordem Mundial" - que denuncio eu, repetidamente, neste blogue - e tiver, por exemplo, escutado a palestra paralela à qual chamei eu a atenção para, na minha colocação anterior, saberá já que o que é pretendido para todo o continente africano (e não só) é manter tal continente numa situação de extremo subdesenvolvimento e como um mero agregado de vários territórios fornecedores de importantes matérias-primas para o Ocidente.
Ora, vendo o quão promissor era um líder político destes e tendo consciência do quão contrários eram os seus objectivos de desenvolvimento aos planos da "Nova Ordem Mundial", torna-se óbvio que era este um líder que não queriam as elites ocidentais que alguma vez chegasse a governar o seu país, certo?
E, observando também a quantidade de (presentes e possíveis futuros) líderes políticos que são simplesmente eliminados, por terem objectivos contrários aos das elites ocidentais...
Temos também a consciência de que, mais do que ser uma grande dor de cabeça, na altura, para as tropas portuguesas, iria este líder ser um grande entrave a quem queria (e ainda quer) dominar toda a África, a longo prazo - e ficamos também com a certeza de que iria este líder ser uma muito "má" influência para todos os outros líderes africanos (como, aliás, já estava a ser) caso continuasse este com as suas actividades políticas, certo?
Pois bem...
Tendo eu possivelmente "juntando os pontos", neste caso, e tendo procurado por uma confirmação da minha forte suspeita... Não demorei muito até encontrar os factos que constituíram uma quase confirmação desta, nos arquivos da melhor fonte sobre assuntos políticos que conheço...
E, podem ler <aqui> o que eu encontrei, numa referência, não só a Amílcar Cabral, como a um dos líderes da FRELIMO, a propósito das operações de uma organização conhecida como "Aginter Press".
Mais...
Procurando, na Internet, por mais alguma coisa que consubstanciasse esta possível relação, encontrei <este> texto, de um conhecido historiador, que implica (e com certeza) tal organização na morte do muito conhecido líder africano.
Ora, sabendo o que sei (e, depois de ter lido o que li) apenas posso tirar uma conclusão...

A ser verdade o que foi dito por vários jornalistas portugueses, que implicaram a mencionada organização de fachada da CIA/OTAN na sua morte, Amílcar Cabral terá sido (tal como qualquer pessoa bem informada sobre estes assuntos poderá facilmente concluir) mais do que morto pela PIDE portuguesa, um de muitos líderes políticos idealistas e progressistas que foram obviamente mortos por (ou, neste caso, com a ajuda de) o Movimento Sinarquista (/Império Britânico) por quererem realmente desenvolver os seus países e exercer uma real independência dos mesmos.

Para que fiquem todos a saber um pouco mais do que falo, quando digo que era este um líder particularmente culto, inteligente e promissor, deixo-vos com uma das entrevistas, que mencionei, onde se pode ver manifestada um pouco da sua personalidade.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Esta É a Vossa Televisão

Dois episódios de que me recordo, de quando eu era um adolescente, nos anos 90, no tempo em que ainda (por não ter Internet) via televisão, incluindo a SIC.

Primeiro episódio

Estou com um familiar, na sala, a ver este lixo de canal televisivo à noite, quando chega a altura de uma edição da noite do telejornal desta estação (ou interrompem a normal emissão de mesma) e começam a noticiar que ocorreu mais um episódio de deslizamento de terras, numa obra de construção, em Lisboa, que deixou vários trabalhadores soterrados.
A SIC (sempre em busca de ter as maiores audiências) soube cedo do ocorrido e já tem uma equipa no local, a filmar os esforços de resgate, em directo.
O repórter vai contando a história do que ocorreu e, como é habitual, o operador de câmara vai, ao mesmo tempo, desviando o alvo da filmagem do repórter, para filmar antes o local do sucedido.
O acidente ocorreu, claramente, há pouco tempo. Pois, a equipa de resgate ainda está no meio do local exacto do acidente, a tentar desenterrar quem ficou debaixo do monte de terra.
E, vai o operador de câmara filmando os esforços de resgate, quando a equipa responsável pelo mesmo localiza um dos trabalhadores que ficou soterrado.
Começa então a equipa de resgate a tentar logo desenterrar o trabalhador, apesar de este estar já, quase certamente, morto. Mas, por ter este trabalhador ainda uma boa porção de terra em cima, vai tentando a equipa (e não conseguindo, logo) puxar o corpo do homem, pelo braço que está de fora do monte de terra.
Repetem-se os esforços e o operador de câmara da SIC não está com meias medidas...
Começa a fazer zoom sobre a macabra cena dos homens da equipa de resgate que, repetidamente, dão vários "puxões" no braço que está de fora, do trabalhador soterrado que foi encontrado.
Zoom esse, de bem perto, em que muito pouco mais se vê, para além dos repetidos puxares do braço, do trabalhador já morto, por parte da equipa de resgate.
A cena que descrevo, creio que só vendo é que se poderia ter noção do quão revoltante era, que estivesse a ser filmada - e daquele modo (com um zoom macabro, claramente para tentar mostrar ao máximo o que se estava a passar e a fazer lembrar um qualquer filme pornográfico).
Ainda eu um adolescente e ainda numa idade um bocado parva, ainda assim, foi esta uma cena que, na altura, me chocou e revoltou - e também à pessoa que comigo assistia a tal cena, em casa.
Resultado... Levanta-se a pessoa que me acompanhava, para se dirigir ao telefone, e acaba esta por ligar para tal estação de televisão, a protestar pelo que estavam a transmitir - enquanto foi tal telefonema antecedido e sucedido por repetidas expressões de nojo e de revolta, por parte de mim e da pessoa que fez tal telefonema.
No dia seguinte, menciona tal canal de televisão que tinha recebido uma série de telefonemas de protesto por causa deste directo e faz também um (sincero ou não) pedido de desculpas pelo sucedido.
Uns anos depois, reencontro-me e volto-me a dar com um amigo, com o qual tinha perdido o contacto durante uns anos. E, numa das várias conversas que temos, calhou ficar eu a saber que também ele, naquela noite, tinha assistido a tal cena.
Mais do que isso, fico a saber que também ele, na altura ainda mais parvo do que eu, na idade típica de o ser, tinha ficado revoltado com o que tinha visto, ao ponto de também ele telefonar para a estação de televisão.
Conta-me ele que, quando para lá telefonou, o que disse foi: "Esta m**da que vocês estão a fazer é sádica!..."
Reacção por parte de quem atendeu o telefonema... Tapa a parte do telefone dele de onde se emite a voz, com algo que não foi claramente suficiente para abafar todos os sons em redor, e pode o meu amigo ouvir a pessoa que o atendeu a gritar, entusiasmada, para quem o rodeia:
"Epá! 'Tá aqui um gajo a dizer que esta m**da é sádica!..."
Ao ouvir tal coisa, desliga o meu amigo simplesmente o telefone, sem vontade de continuar o seu telefonema.

Segundo episódio

Não sei se antes ou depois deste ocorrido, enquanto vejo na sala várias edições de um ou vários programas quaisquer, que na altura passavam nesta estação, deparo-me nos intervalos dos mesmos com o repetido anúncio de um documentário sobre a Guerra Colonial, que a SIC iria exibir daí a cerca de 3 semanas.
Na apresentação de tal documentário, falam sobre um estranho episódio ocorrido entre uma chefia e suas tropas subordinadas portuguesas, envolvidas na guerra, por causa de uma retirada que não reunia o consenso de todos os envolvidos, nomeando uma conhecida figura militar do PREC como o responsável pela chefia das tropas em tal episódio. Até aqui tudo bem.
Repete-se o mesmo anúncio nos dias seguintes e, cerca de uma semana depois, volta a aparecer a mesma promoção, a falar sobre o mesmo episódio, mas com uma história diferente.
Afinal, não tinha sido a figura militar muito conhecida quem quis impedir tais tropas de retirar. Quem estava por trás das ordens que contrariavam a vontade e as acções dos subordinados era, nem mais nem menos, do que o meu padrinho - oficial militar de alta patente, que também tinha participado na Guerra Colonial.
Aviso o meu pai (também oficial militar) disto e, por sua vez, avisa o meu pai o meu padrinho - que, certamente, terá sido também avisado por outros.
Passa então a promoção de tal documentário a contar uma história diferente. E, não sei se para tentar suplantar, ou não, o que tinha sido anteriormente dito, passa tal promoção a aparecer mais vezes, nos intervalos dos vários programas, com o nome do meu padrinho a ser constantemente mencionado.
Ou seja, o episódio era o mesmo que tinha sido descrito nas promoções anteriores. Mas agora, o mais importante nome mencionado, que era apresentado como o culpado de tudo, já não era a figura militar muito conhecida. Era o meu padrinho, que (tal como a anterior figura militar conhecida) era também ele um oficial militar de alta patente, que comandava tropas na altura.
(Curioso, como a história que iria ser contada se tinha alterado, a meio da promoção da mesma...)
O que se passou exactamente, ou nunca cheguei a saber, ou já não me lembro de. Mas, a história contada tinha contornos ridículos, no modo como a chefia das tropas supostamente tinha dado ordens contrárias a tal retirada. E, não sei se o facto de alguns subordinados estarem a contar uma história mirabolante daquelas seria mentira consciente, ou o resultado de um "diz que disse", em que, por ter sido tal história retransmitida várias vezes, chegou às pessoas finais já muito mal contada. O que sei, é que o relatar da mesma foi obviamente o resultado de mais um péssimo trabalho de jornalismo, por parte de um ou mais repórteres desta estação de televisão. E que o documentário acabou mesmo por ir para o ar. E, tal como indicado na segunda versão da promoção do mesmo, lá se dizia, em tal documentário, que o meu padrinho tinha dado ordens contrárias à vontade de retirar dos seus subordinados e de um modo ridículo.
Resultado... Já alertado para o mesmo, lá viu o meu padrinho tal documentário quando foi emitido. E, imensamente revoltado com o que tinha visto, deslocou-se aos estúdios da SIC, a exigir o exercício do (previsto na Lei de Imprensa) "direito de resposta" - que têm os média de conceder, a alguém que é acusado de algo por estes. E, na edição da noite do telejornal desta estação, que foi emitida após a exibição deste documentário (que tinha sido exibido em "horário nobre") lá estava o meu padrinho a responder às ridículas calúnias que lhe tinham feito.
Visivelmente transtornado e revoltado com o de que estava a ser vítima, a emoção era tal, que não foi o meu padrinho capaz de contra-argumentar muito bem. Mas, do que dizia, dava para qualquer pessoa perceber que, estava ele veementemente a negar o que afirmava este documentário que tinha ele supostamente feito e que o de que o acusavam era, para além de ridículo, uma impossibilidade prática.
Passo seguinte. Não satisfeito com o mero exercer do "direito de resposta", decide o meu padrinho pôr tal estação de televisão em tribunal. E, não surpreendentemente, ganha o processo.
Mais tarde, aquando de uma das visitas deste a minha casa, fico a saber que tal processo lhe deu direito a uma indemnização. E fico a saber também o mais engraçado, relativo a tal indemnização...
Não me lembro já se tal lhe foi dito pelo advogado que o assistiu em tal processo - e que, por se ter informado bem sobre a situação, soube entretanto disso - ou se tal lhe foi dito posteriormente por alguém que estava bem dentro do assunto - e que possivelmente pertencia aos contactos de "alto nível" que ele tinha. Mas, o que sei, é que isto lhe foi dito por alguém que sabia do que estava a falar. E, que foi o seguinte, relativo ao pagamento da indeminização a que tinha ele direito...
"Se fosse a RTP ou a TVI, pagavam logo. Agora a SIC..."
Também já não me lembro exactamente quanto tempo demorou esta estação de televisão a pagar o que era devido. Mas, do que lembro, ainda demorou uns anos - e confirmou-se, de facto, o que era já sabido.

E, depois desta longa introdução, aqui fica então a razão de ser desta colocação

Deixo-vos com o famoso documentário (do qual, segundo ouvi dizer, a SIC comprou os direitos de transmissão em Portugal, para impedir que este fosse divulgado) "Esta É a Vossa Televisão".
Exibido primeiramente, em 1997, pela estação de televisão franco-alemã ARTE - e que, após a polémica que surgiu em torno do mesmo, decidiu também a SIC transmitir, ela própria, para tentar dar a impressão de que não havia nada de mal no que nele era mostrado.
Mas, com uma interessante particularidade...
O documentário foi exibido pela SIC por volta das 3 da manhã (hora a que quase toda a gente que trabalhava, na altura, estava já a dormir).
O filme foi antecedido de uma tentativa de gestão dos danos feitos, com uma declaração precedente, feita pelo próprio Pinto Balsemão, em que não foi este capaz de dizer nada que contradissesse o que neste documentário é denunciado. Mas, tal declaração precedente não está incluída nesta gravação que foi feita, do que foi emitido na televisão portuguesa. De qualquer modo, o documentário - que é o que mais e realmente interessa - está lá todo.

Minhas senhoras e meus senhores: "Esta É a Vossa Televisão"

domingo, 14 de setembro de 2014

Fogos florestais

(E, agora que também chega ao fim mais uma chamada "época de incêndios", deixo aqui a hiperligação para um comentário que fiz, há dois anos, no blogue do meu amigo Dr. Octopus, sobre dois factos de que tive conhecimento pessoal e que confirmam o que muita gente suspeita, de que muitos destes incêndios são, de facto, fogos postos que têm, aparentemente, objectivos monetários por trás dos mesmos.)

http://octopedia.blogspot.com/2012/09/o-negocio-dos-incendios- em-portugal.html?showComment=1346790032473 #c4855280521296824803

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Praxes e touradas

Com mais um Verão a chegar ao fim, chega também ao fim mais uma época de uma série de selváticos e bárbaros espectáculos, conhecidos como "touradas", e inicia-se mais uma época de uma série de rituais universitários algo degradantes, conhecidos como "praxes" académicas.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?

Comecemos pelas ditas "touradas"

Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)
Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?


(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares, e de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?

Passemos às "praxes" académicas

Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as ditas "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?
Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?


Explicações para tudo isto

Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverão haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Marina Silva

Para quem, tal como eu, já tiver conhecimento da estranha grande quantidade de pessoas importantes (lista parcial) que já morreram em estranhos acidentes de avião - e souber também que os aviões não se convertem, simplesmente, numa "bola de fogo", no decorrer das suas normais actividades...
Deixo aqui a muito forte suspeita que tenho, quanto à recente morte do candidato presidencial brasileiro, Eduardo Campos, tal como a exprimi em dois comentários recentes, que fiz noutros sítios na Internet.

(O que eu digo, sobre alguns movimentos ecologistas brasileiros serem controlados - e que sustenta a minha, mesmo muito, forte suspeita sobre este caso - pode ser lido nalguns resumos de um relatório que foi publicado pelos serviços secretos brasileiros, em 2005, e que eu republiquei, há uns poucos anos, num fórum de discussão brasileiro sobre estas temáticas, <aqui>. E, quanto ao outro facto, que eu menciono, da imprensa brasileira ser notoriamente controlada, basta ler o que é dito por quem a vê e lê constantemente, tal como é expresso neste pequeno artigo de análise e também no primeiro comentário a esta notícia.)


[Comentário a "Caso Boqueirão", no blogue de Frederico Duarte Carvalho]

A imprensa controlada internacional - e, pelo que sei, também a brasileira - está a promover a Marina Silva como possível sucessora de Dilma, nestas próximas eleições presidenciais.

E, Marina Silva está agora a concorrer nestas eleições, porque Eduardo Campos entretanto morreu.

Marina Silva é uma conhecida "ecologista", que não quer ver desenvolvida a zona amazónica do Brasil. E, já recebeu vários prémios de organizações controladas pelas famílias reais europeias, pela sua luta contra o desenvolvimento brasileiro.

Curiosamente, Marina Silva era suposto estar no jacto privado em que morreu Eduardo Campos. Mas, à última da hora, mudou de planos.


*

[Comentário a "Brasil: Marina encosta em Dilma e desponta como favorita à presidência", no sítio na Internet da emissão em português da Voz da Rússia]

Com este tipo de propaganda a surgir, em força, na imprensa brasileira e ocidental... Já percebi, então, porque razão foi o jacto particular de Eduardo Campos vítima de atentado - do mesmo tipo através do qual já morreram muitos políticos e empresários importantes, no Ocidente... (E, jacto esse, no qual, curiosamente, Marina também era suposto estar - mas no qual, à última da hora, decidiu não embarcar...) Era para que pudesse ser antes a Marina Silva a concorrer - para que, com a ajuda da imprensa e empresas de sondagens, controladas pelos grandes interesses económicos ocidentais, se tente pôr antes uma suposta "ecologista" no poder, que seja contra o desenvolvimento económico brasileiro... (Procurem na Internet por textos, cada vez mais difíceis de encontrar, como "ONGs são fachada para países ricos, diz relatório" e "Abin investiga ONGs estrangeiras pseudoecológicas". O suposto movimento ecologista amazónico é obra de - e é controlado por - as famílias reais europeias.) Não digo que Marina seja um peão consciente numa conspiração destas. Mas, apenas alguém que foi eficazmente lavada ao cérebro, pelas falsas ideologias "ambientalistas" - que são, na verdade, antiprogresso (especialmente em países que possam vir a rivalizar com os, muito mais desenvolvidos, países ocidentais).

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Este blogue irá terminar dentro de poucos meses

De qualquer modo, este era um blogue já com fim anunciado...
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Conheçam Ricky Varandas

Nascido em Chaves, no norte de Portugal, e emigrado para os EUA, quando novo, é agora um membro da conhecida comunidade portuguesa do estado de Massachusetts.
Tem o programa de rádio, transmitido via Internet, "The Ripple Effect Podcast" - cujos episódios podem ser descarregados aqui, ou vistos aqui. E tem também uma página no Facebook relativa a este programa e uma conta pessoal no Twitter onde vai partilhando alguns pensamentos.
Um muito interessante exemplo do uso que podem as comuns pessoas dar às tecnologias que estão, hoje em dia, ao alcance de muitos e alguém com uma interessante perspectiva pessoal sobre os mais importantes assuntos da actualidade e que tem entrevistado algumas pessoas de destaque do mundo dos média alternativos (e não só).

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O feriado anarquista

Comemora-se hoje, mais uma vez, o feriado do 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.

Vivam os Mártires de Chicago. Viva o 1º de Maio. Vivam os Trabalhadores.

segunda-feira, 17 de março de 2014

A razão pela qual não me interessa mais saber o que tem a dizer o jornalista José Milhazes (agora correspondente da SIC em Moscovo)

(De facto, do que tenho lido e ouvido deste autor, continuo convencido de que é uma pessoa que está a tentar fazer um trabalho honesto... Mas, quando se mente sobre uma questão tão importante como esta - ainda que, inconscientemente - e se têm outras fontes, que toda a gente conhece, que repetidamente dizem o contrário... É realmente um péssimo trabalho que se está a fazer - típico dos média ocidentais, onde tal jornalista trabalha, que mentem a toda a hora...)

Podem ler nos meus comentários a <esta> colocação mais recente, no blogue deste autor, a razão que me levou a deixar de seguir a sua publicação na Internet.

[Editado a 14/04/2014: Os referidos comentários foram, entretanto, misteriosamente apagados (juntamente com todos os outros, a essa mesma colocação, da autoria doutras pessoas). Mas, pode ser vista uma cópia arquivada dos mesmos <aqui>. Ainda perguntei, há poucos dias, no blogue deste autor, se foi ele quem apagou tais comentários, mas não obtive uma resposta.]

(E, para verem compilações de várias das mentiras que, mais uma vez, disseram os média ocidentais sobre uma muito importante questão de política internacional, podem ir espreitando o canal de televisão RT... Mas, apenas sobre a questão que me fez deixar de considerar o mencionado jornalista como um credível, aqui fica o seguinte vídeo...)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

A Corrupção na Origem da Crise


(Dois excelentes oradores, com informação mesmo muito importante a transmitir. Vale mesmo a pena ouvir estas intervenções, do princípio ao fim. O dinheiro público que as pessoas perderam - devido à corrupção - e o dinheiro privado que perderam - devido à especulação imobiliária - seriam suficientes para pagar os sucessivos défices, eliminando a necessidade de quaisquer aumentos de impostos ou cortes nas despesas...)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Extraordinária capacidade de memória

Uma notícia antiga, do início do século passado - que encontrei, ao procurar pelo (familiar) termo "portuguese anarchist" (com aspas) no motor de busca da Google - que foi publicada num jornal do nordeste dos EUA, a propósito do que tinha sido o recente regicídio em Portugal.




(Suponho que os leitores deste jornal deviam ser pessoas mesmo muito estúpidas...)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mais uma Greve Geral desvirtuada (e, em boa parte, silenciada)

Tendo feito questão em ver, ao final do dia, um noticiário televisivo que me contasse o que se passou nesta Greve Geral, deparo-me - às 00:00 horas, no canal TVI24 - com uma notícia de uma ridícula "forma de luta" que consistiu em tentar bloquear a Ponte 25 de Abril. 
(Ponte essa, na qual - tal como qualquer pessoa que a utilize sabe - passam frequentemente ambulâncias.)
Um acto estúpido e ridículo, não há dúvida... Mas, infelizmente, também um tipo de acto que se tem vindo a repetir, aquando das grandes manifestações que acompanham as Greves Gerais que têm vindo a ser feitas no nosso país.
O que me leva a questionar a ocorrência destes mesmos actos...

É esta, agora, uma ocorrência normal de cada vez que haja uma Greve Geral?
Ter um grupo de manifestantes que faz sempre algo que, ou é simplesmente estúpido, ou desvia as atenções do que foi a Greve Geral, em si?

Ainda esperei para ver se, depois de reportarem sobre esta tentativa de bloqueio, diziam mais alguma coisa sobre a Greve. Mas, nada...
Foi um sucesso? Não foi um sucesso? Que coisas foram ditas - em possíveis discursos, ou em palavras de ordem - por quem a esta Greve aderiu e se manifestou em frente à Assembleia da República?
Nada. Nem uma palavra, sobre tudo mais que aconteceu(?)...
Coisa que, desta vez, até me surpreendeu...
Pois, que um órgão da imprensa controlada faça - propositadamente ou não - um mau trabalho a reportar um acontecimento, não é coisa que me surpreenda. Agora, que omita (e completamente) algo de muito importante que ocorreu nas ruas da capital do nosso país (e, sobre o qual era mais- -que-suposto reportar) é que já é uma coisa da qual eu não estava à espera... E, também coisa que me faz reparar, ainda mais, na repetida ocorrência deste tipo de actos mediáticos. Assim como, questionar seriamente a coincidência da ocorrência dos mesmos...
Pois, já reparei que é sempre que ocorre uma destas muito grandes e significativas manifestações de descontentamento popular - que pode enviar uma muito grande e clara mensagem, a todos que fazem parte desta sociedade, de que algo de muito errado e de muito mal se passa neste país - que surgem sempre estas acções que - ainda que, sendo secundárias - são aquelas nas quais a imprensa controlada sempre decide se focar, em detrimento de tudo o resto que se passa e passou, no acontecimento principal que lhes serve de pretexto.
O que, naturalmente, me leva a questionar todo este fenómeno combinado...
  • Quem é que anda a instigar estas pessoas, para que façam tão estúpidas coisas?
  • Fazem estas pessoas (que participam em tais actos) sequer parte das organizações sindicais que convocam estas manifestações?
  • Porque é que é sempre que ocorre um destes grandes acontecimentos (com um imenso significado social) que surgem este tipo de manifestantes, a fazer as coisas piores, mais estúpidas e mais ridículas?
  • Se é fazer coisas que, repetidamente, não são aprovadas por quem convoca estas grandes manifestações, por que é que é sempre na sequência ou decorrer das mesmas que decidem estes manifestantes fazer este tipo de coisas - em vez de as fazerem num qualquer outro dia?
  • (E, a pergunta que deve sempre ser feita, para qualquer tipo de ilegalidade...) "Quem é que beneficia deste tipo de acções?"
Quem me lê, e sabe o tipo de intuição que tenho (e que me faz descobrir as coisas que descubro), saberá onde quero chegar... E, sobre isso, penso que mais nada aqui preciso de dizer... Assim sendo, (e, para finalizar) aproveito apenas para fazer alguma luz sobre (a inteligência de) o tipo de pessoas que decidem aderir a este tipo de propostas ridículas, mostrando uma reportagem antiga sobre uma outra acção deste tipo, que ocorreu há já uns bons anos, também nas ruas da nossa capital.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Protestos no Brasil

(Tal como no caso da clara diferença entre a cobertura dos protestos que ocorreram no Egipto e a dos que, ainda hoje, ocorrem no Bahrein - em que, notoriamente, a imprensa controlada fez uma cobertura enorme dos primeiros, enquanto muito pouco reporta, ou menciona sequer, os segundos...)
Quando, ontem, ao final do dia, apanhei, por acaso, uma parte de um telejornal da TVI, com uma emissão especial ("em directo") do Brasil, dos protestos que têm ocorrido neste país (em claro contraste com a não realização do mesmo relativamente aos protestos na Turquia) - e a fazer lembrar muito uma outra emissão especial ("em directo") que este mesmo canal fez dos acontecimentos na, agora muito conhecida, Praça Tahrir - suspeitei, logo, que se tratariam estes (no Brasil) de mais uns protestos que mereciam a aprovação do poder estabelecido...
E, quando as declarações da jornalista, correspondente em São Paulo, foram interrompidas, assim que esta começou a falar nos reais problemas do Brasil - nos quais se inclui a grande dívida externa por este país ainda detida, ainda mais suspeitei que se trataria de mais uma emissão controlada.
Mas, se apenas algumas dúvidas e suspeitas tinha eu, até agora, relativamente ao que se passa neste nosso "país irmão"... Acabei de tirar e esclarecer as mesmas, quando vi, há pouco, um vídeo (publicado no YouTube, há apenas dois dias, e) republicado num sítio brasileiro de notícias, que costumo visitar.



Segue-se o comentário que deixei a este vídeo, no sítio brasileiro de que falo...
E não acham estranho (e demasiada coincidência) este vídeo ter sido publicado na mesma altura em que têm início os protestos?
E que seja feito por alguém com sotaque americano?
Que seja feito em língua inglesa (e, maioritariamente, para o público internacional)?
Que seja muito bem produzido, com dinheiro oriundo sabe-se lá donde, por um grupo de pessoas que (com que raio de objectivo benéfico(?) - agora, que é demasiado tarde para impedir tais de ocorrer) visam apenas sabotar os eventos internacionais que se irão realizar no vosso país?
Vídeo esse, que incentiva (também) os protestos internos contra estes eventos, que têm como objectivo promover o Brasil e que o governo vê como investimentos que poderão ter um resultado benéfico na Economia?
Protestos esses, que degeneram em violência descabida e que são feitos num país emergente, não alinhado com o Ocidente - e que o último tem interesse em sabotar?
Protestos esses, que são, inclusivamente, feitos com cartazes em inglês - claramente feitos para a imprensa estrangeira?
(http://rt.com/news/mass-protests-continue-brazil-844/)
Abram os olhos...
Nem tudo o que são protestos são por uma boa causa. E, uma boa parte deles, são feitos por forças exteriores aos países onde ocorrem, com vista a sabotar (e substituir o governo de) esses mesmos países.
Ainda que não concordem com o Mundial... Acham que é bom, para o vosso país, estar agora a sabotar o mesmo? (E dar a imagem, para o exterior, de um país onde ninguém quer estar?)
Para resolver os problemas económicos, há, então, que desenvolver a Economia...
E, se o governo decidiu realizar estes eventos, foi, obviamente, com esse objectivo em mente...
Concorde-se ou não com tal estratégia de desenvolvimento, acham, mais uma vez, que é boa ideia estar agora a espalhar o caos e a violência no vosso país?

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Vendam toda a RTP e dêem o dinheiro a quem precisa de comer

(É o que eu tenho a dizer, a propósito do recente fecho da televisão estatal grega e sobre a discussão acerca de fazer o mesmo no nosso país...)
Pois, se já há quem passe fome é, em boa parte, por culpa de quem lá trabalha e, em parte, por causa do dinheiro que lá se desperdiçou.
Os trabalhadores desta estação, se tivessem o mínimo de princípios, neurónios suficientes ou vergonha na cara, deviam era demitir-se.
Que se lixe a RTP!
E que Viva a Internet e vivam todos os verdadeiramente livres e verdadeiramente democráticos meios de divulgação de informação! (Preocupem-se, sim, em defender estes últimos...)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

CDS-PP faz também parte da conspiração Bilderberg

Para quem tenha ainda dúvidas - depois de, por exemplo, o que tenha lido nesta muito importante entrevista - sobre se também o CDS-PP faz parte do grupo de partidos controlados por esta escumalha conspirativa... Tem, com a recente revelação de que também foi convidado o presidente deste partido (-fantoche) para a reunião de Bilderberg de 2013, a eliminação das mesmas.

(Podendo todos, com isto, adicionar a criatura "Paulo Portas" ao conjunto de lacaios das elites pedófilas, fascistas, traficantes de droga e democidas...)

quinta-feira, 25 de abril de 2013

E, mais uma vez, para quem duvidar do que eu digo...

Quando, numa colocação anterior (que fiz há mais de um ano - e antes de tal medida ser sequer proposta) dizia (talvez, para surpresa de algumas pessoas) que há-de vir o dia em que deixe de se celebrar o feriado do 25 de Abril e quando, numa outra colocação, dizia que as pessoas que a nossa sociedade gerem não fazem as coisas "à bruta" e que, antes de implementarem uma medida impopular vão, lenta e repetidamente, mentalizando e amainando o "gado", que a tudo isto se sujeita, para a mesma... Explicava, na última colocação de que falo, que uma das coisas que se fazem, para abrir caminho a essas mesmas medidas impopulares, é primeiro derrubar a barreira psicológica existente (que possa fazer com que as pessoas se oponham a tal medida) tentando fazer dessa mesma medida algo que é admissível - e que se justifica, em certas circunstâncias - podendo esta ser, primeiro, quase efectivamente tomada e, depois, seguidamente abandonada, apenas para, um dia, mais tarde, voltar, quando já a população estiver mais mentalizada para a mesma e quando se tenha, nessa altura, um mais forte pretexto para a implementação da mesma...
E, sabido isto... Façam vocês a interpretação que quiserem da medida, recentemente "abandonada" pelo governo, de não celebrar mais o feriado do 25 de Abril, em certos órgãos do Estado.

E também, a propósito disto, sobre as medidas de vigilância na Internet, de que falava na minha colocação anterior e com que também vão avançando e recuando os nossos governos, talvez achem interessante ver o vídeo que se segue.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Produtos que começam a faltar nos hipermercados

Quem, cá em casa, costuma comprar os produtos alimentares num hipermercado local, tem repetidamente observado - nos últimos anos e também, um pouco mais, recentemente - que há certos produtos que dantes se vendiam e que não são mais possíveis de encontrar em tal hipermercado.
Como indica a designação de tal estabelecimento, este é um sítio mesmo muito grande, onde se pode encontrar uma muito grande variedade de produtos.
Apesar de suspeitar eu, logo após as primeiras observações, de porque razão estaria isto a ocorrer, cheguei a pensar, inicialmente, que pudesse ser uma falha temporária no abastecimento.
E, mais recentemente, com novos relatos de desaparecimentos de mais produtos, cheguei também a considerar a hipótese de que talvez fosse uma situação derivada da greve dos estivadores que estava, na altura, a decorrer.
Mas, não... Os produtos desapareceram para nunca mais serem vistos. E, com o passar do tempo, ficou mais forte a minha suspeita relativamente a isto.

"Com a quantidade de fábricas que estão a fechar, é natural que comecem a faltar alguns produtos", disse eu a tal pessoa.

E estou agora mesmo muito convicto de que seja esta a explicação. Pois, isto é algo que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, iria começar a acontecer...
Com uma sociedade já em pleno Colapso e processo de desindustrialização, é de esperar um gradual desaparecimento de toda uma variedade de produtos, tornados possíveis apenas por essa mesma industrialização.
Sejam os produtos que se começam a vender menos (de companhias que ainda sobrevivem) e que a dita "crise" obriga a deixar de produzir (por deixar de valer a pena), sejam os de marcas nacionais ou internacionais que são produzidos, no nosso país, em fábricas que estão a fechar (e que, apesar de terem "saída", se tornam impossíveis de produzir, por não conseguirem os donos de tais fábricas obter os empréstimos necessários), sejam os produtos que vêm de fora e que são produzidos em fábricas que, nos outros países, também fecham... É de esperar, daqui para a frente, uma contínua ocorrência deste tipo de "desaparecimentos".
Ocorrência essa, que terminará com o encerramento também de algumas grandes superfícies, tal como começa a ser o caso de algumas mercearias locais, que fecharam portas, e de outros tipos de lojas, de produtos não essenciais, que notoriamente têm fechado (e em definitivo) na localidade onde vivo.
(E diziam as pessoas - cá em casa e não só - que era mentira o de que eu vinha a avisar, 5 anos antes de tudo isto ter início, que vinha aí um grande Colapso, com desemprego em massa, entre outras coisas, como consequência...)
Apenas mais um claro sinal dos novos tempos que aí vêm.

quinta-feira, 28 de março de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

Donos de Portugal