Excelente documentário, com informação inédita, sobre como os nazis recrutados pelos EUA, no final da Segunda Guerra Mundial - e também alguns fascistas italianos - foram usados pela CIA, na assistência que esta deu aos regimes ditatoriais sul-americanos - inclusivamente, em campos de tortura, onde eram experimentadas novas armas biológicas em prisioneiros políticos.
O documentário tem sido exibido pelo canal Odisseia. E, irá passar outra vez, nos próximos dias 21 e 22 deste mês.
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Nazis na CIA
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Esta É a Vossa Televisão
Dois episódios de que me recordo, de quando eu era um adolescente, nos anos 90, no tempo em que ainda (por não ter Internet) via televisão, incluindo a SIC.
Primeiro episódio
Estou com um familiar, na sala, a ver este lixo de canal televisivo à noite, quando chega a altura de uma edição da noite do telejornal desta estação (ou interrompem a normal emissão de mesma) e começam a noticiar que ocorreu mais um episódio de deslizamento de terras, numa obra de construção, em Lisboa, que deixou vários trabalhadores soterrados.
A SIC (sempre em busca de ter as maiores audiências) soube cedo do ocorrido e já tem uma equipa no local, a filmar os esforços de resgate, em directo.
O repórter vai contando a história do que ocorreu e, como é habitual, o operador de câmara vai, ao mesmo tempo, desviando o alvo da filmagem do repórter, para filmar antes o local do sucedido.
O acidente ocorreu, claramente, há pouco tempo. Pois, a equipa de resgate ainda está no meio do local exacto do acidente, a tentar desenterrar quem ficou debaixo do monte de terra.
E, vai o operador de câmara filmando os esforços de resgate, quando a equipa responsável pelo mesmo localiza um dos trabalhadores que ficou soterrado.
Começa então a equipa de resgate a tentar logo desenterrar o trabalhador, apesar de este estar já, quase certamente, morto. Mas, por ter este trabalhador ainda uma boa porção de terra em cima, vai tentando a equipa (e não conseguindo, logo) puxar o corpo do homem, pelo braço que está de fora do monte de terra.
Repetem-se os esforços e o operador de câmara da SIC não está com meias medidas...
Começa a fazer zoom sobre a macabra cena dos homens da equipa de resgate que, repetidamente, dão vários "puxões" no braço que está de fora, do trabalhador soterrado que foi encontrado.
Zoom esse, de bem perto, em que muito pouco mais se vê, para além dos repetidos puxares do braço, do trabalhador já morto, por parte da equipa de resgate.
A cena que descrevo, creio que só vendo é que se poderia ter noção do quão revoltante era, que estivesse a ser filmada - e daquele modo (com um zoom macabro, claramente para tentar mostrar ao máximo o que se estava a passar e a fazer lembrar um qualquer filme pornográfico).
Ainda eu um adolescente e ainda numa idade um bocado parva, ainda assim, foi esta uma cena que, na altura, me chocou e revoltou - e também à pessoa que comigo assistia a tal cena, em casa.
Resultado... Levanta-se a pessoa que me acompanhava, para se dirigir ao telefone, e acaba esta por ligar para tal estação de televisão, a protestar pelo que estavam a transmitir - enquanto foi tal telefonema antecedido e sucedido por repetidas expressões de nojo e de revolta, por parte de mim e da pessoa que fez tal telefonema.
No dia seguinte, menciona tal canal de televisão que tinha recebido uma série de telefonemas de protesto por causa deste directo e faz também um (sincero ou não) pedido de desculpas pelo sucedido.
Uns anos depois, reencontro-me e volto-me a dar com um amigo, com o qual tinha perdido o contacto durante uns anos. E, numa das várias conversas que temos, calhou ficar eu a saber que também ele, naquela noite, tinha assistido a tal cena.
Mais do que isso, fico a saber que também ele, na altura ainda mais parvo do que eu, na idade típica de o ser, tinha ficado revoltado com o que tinha visto, ao ponto de também ele telefonar para a estação de televisão.
Conta-me ele que, quando para lá telefonou, o que disse foi: "Esta m**da que vocês estão a fazer é sádica!..."
Reacção por parte de quem atendeu o telefonema... Tapa a parte do telefone dele de onde se emite a voz, com algo que não foi claramente suficiente para abafar todos os sons em redor, e pode o meu amigo ouvir a pessoa que o atendeu a gritar, entusiasmada, para quem o rodeia:
"Epá! 'Tá aqui um gajo a dizer que esta m**da é sádica!..."
Ao ouvir tal coisa, desliga o meu amigo simplesmente o telefone, sem vontade de continuar o seu telefonema.
Segundo episódio
Não sei se antes ou depois deste ocorrido, enquanto vejo na sala várias edições de um ou vários programas quaisquer, que na altura passavam nesta estação, deparo-me nos intervalos dos mesmos com o repetido anúncio de um documentário sobre a Guerra Colonial, que a SIC iria exibir daí a cerca de 3 semanas.
Na apresentação de tal documentário, falam sobre um estranho episódio ocorrido entre uma chefia e suas tropas subordinadas portuguesas, envolvidas na guerra, por causa de uma retirada que não reunia o consenso de todos os envolvidos, nomeando uma conhecida figura militar do PREC como o responsável pela chefia das tropas em tal episódio. Até aqui tudo bem.
Repete-se o mesmo anúncio nos dias seguintes e, cerca de uma semana depois, volta a aparecer a mesma promoção, a falar sobre o mesmo episódio, mas com uma história diferente.
Afinal, não tinha sido a figura militar muito conhecida quem quis impedir tais tropas de retirar. Quem estava por trás das ordens que contrariavam a vontade e as acções dos subordinados era, nem mais nem menos, do que o meu padrinho - oficial militar de alta patente, que também tinha participado na Guerra Colonial.
Aviso o meu pai (também oficial militar) disto e, por sua vez, avisa o meu pai o meu padrinho - que, certamente, terá sido também avisado por outros.
Passa então a promoção de tal documentário a contar uma história diferente. E, não sei se para tentar suplantar, ou não, o que tinha sido anteriormente dito, passa tal promoção a aparecer mais vezes, nos intervalos dos vários programas, com o nome do meu padrinho a ser constantemente mencionado.
Ou seja, o episódio era o mesmo que tinha sido descrito nas promoções anteriores. Mas agora, o mais importante nome mencionado, que era apresentado como o culpado de tudo, já não era a figura militar muito conhecida. Era o meu padrinho, que (tal como a anterior figura militar conhecida) era também ele um oficial militar de alta patente, que comandava tropas na altura.
(Curioso, como a história que iria ser contada se tinha alterado, a meio da promoção da mesma...)
O que se passou exactamente, ou nunca cheguei a saber, ou já não me lembro de. Mas, a história contada tinha contornos ridículos, no modo como a chefia das tropas supostamente tinha dado ordens contrárias a tal retirada. E, não sei se o facto de alguns subordinados estarem a contar uma história mirabolante daquelas seria mentira consciente, ou o resultado de um "diz que disse", em que, por ter sido tal história retransmitida várias vezes, chegou às pessoas finais já muito mal contada. O que sei, é que o relatar da mesma foi obviamente o resultado de mais um péssimo trabalho de jornalismo, por parte de um ou mais repórteres desta estação de televisão. E que o documentário acabou mesmo por ir para o ar. E, tal como indicado na segunda versão da promoção do mesmo, lá se dizia, em tal documentário, que o meu padrinho tinha dado ordens contrárias à vontade de retirar dos seus subordinados e de um modo ridículo.
Resultado... Já alertado para o mesmo, lá viu o meu padrinho tal documentário quando foi emitido. E, imensamente revoltado com o que tinha visto, deslocou-se aos estúdios da SIC, a exigir o exercício do (previsto na Lei de Imprensa) "direito de resposta" - que têm os média de conceder, a alguém que é acusado de algo por estes. E, na edição da noite do telejornal desta estação, que foi emitida após a exibição deste documentário (que tinha sido exibido em "horário nobre") lá estava o meu padrinho a responder às ridículas calúnias que lhe tinham feito.
Visivelmente transtornado e revoltado com o de que estava a ser vítima, a emoção era tal, que não foi o meu padrinho capaz de contra-argumentar muito bem. Mas, do que dizia, dava para qualquer pessoa perceber que, estava ele veementemente a negar o que afirmava este documentário que tinha ele supostamente feito e que o de que o acusavam era, para além de ridículo, uma impossibilidade prática.
Passo seguinte. Não satisfeito com o mero exercer do "direito de resposta", decide o meu padrinho pôr tal estação de televisão em tribunal. E, não surpreendentemente, ganha o processo.
Mais tarde, aquando de uma das visitas deste a minha casa, fico a saber que tal processo lhe deu direito a uma indemnização. E fico a saber também o mais engraçado, relativo a tal indemnização...
Não me lembro já se tal lhe foi dito pelo advogado que o assistiu em tal processo - e que, por se ter informado bem sobre a situação, soube entretanto disso - ou se tal lhe foi dito posteriormente por alguém que estava bem dentro do assunto - e que possivelmente pertencia aos contactos de "alto nível" que ele tinha. Mas, o que sei, é que isto lhe foi dito por alguém que sabia do que estava a falar. E, que foi o seguinte, relativo ao pagamento da indeminização a que tinha ele direito...
"Se fosse a RTP ou a TVI, pagavam logo. Agora a SIC..."
Também já não me lembro exactamente quanto tempo demorou esta estação de televisão a pagar o que era devido. Mas, do que lembro, ainda demorou uns anos - e confirmou-se, de facto, o que era já sabido.
E, depois desta longa introdução, aqui fica então a razão de ser desta colocação
Deixo-vos com o famoso documentário (do qual, segundo ouvi dizer, a SIC comprou os direitos de transmissão em Portugal, para impedir que este fosse divulgado) "Esta É a Vossa Televisão".
Exibido primeiramente, em 1997, pela estação de televisão franco-alemã ARTE - e que, após a polémica que surgiu em torno do mesmo, decidiu também a SIC transmitir, ela própria, para tentar dar a impressão de que não havia nada de mal no que nele era mostrado.
Mas, com uma interessante particularidade...
O documentário foi exibido pela SIC por volta das 3 da manhã (hora a que quase toda a gente que trabalhava, na altura, estava já a dormir).
O filme foi antecedido de uma tentativa de gestão dos danos feitos, com uma declaração precedente, feita pelo próprio Pinto Balsemão, em que não foi este capaz de dizer nada que contradissesse o que neste documentário é denunciado. Mas, tal declaração precedente não está incluída nesta gravação que foi feita, do que foi emitido na televisão portuguesa. De qualquer modo, o documentário - que é o que mais e realmente interessa - está lá todo.
Primeiro episódio
Estou com um familiar, na sala, a ver este lixo de canal televisivo à noite, quando chega a altura de uma edição da noite do telejornal desta estação (ou interrompem a normal emissão de mesma) e começam a noticiar que ocorreu mais um episódio de deslizamento de terras, numa obra de construção, em Lisboa, que deixou vários trabalhadores soterrados.
A SIC (sempre em busca de ter as maiores audiências) soube cedo do ocorrido e já tem uma equipa no local, a filmar os esforços de resgate, em directo.
O repórter vai contando a história do que ocorreu e, como é habitual, o operador de câmara vai, ao mesmo tempo, desviando o alvo da filmagem do repórter, para filmar antes o local do sucedido.
O acidente ocorreu, claramente, há pouco tempo. Pois, a equipa de resgate ainda está no meio do local exacto do acidente, a tentar desenterrar quem ficou debaixo do monte de terra.
E, vai o operador de câmara filmando os esforços de resgate, quando a equipa responsável pelo mesmo localiza um dos trabalhadores que ficou soterrado.
Começa então a equipa de resgate a tentar logo desenterrar o trabalhador, apesar de este estar já, quase certamente, morto. Mas, por ter este trabalhador ainda uma boa porção de terra em cima, vai tentando a equipa (e não conseguindo, logo) puxar o corpo do homem, pelo braço que está de fora do monte de terra.
Repetem-se os esforços e o operador de câmara da SIC não está com meias medidas...
Começa a fazer zoom sobre a macabra cena dos homens da equipa de resgate que, repetidamente, dão vários "puxões" no braço que está de fora, do trabalhador soterrado que foi encontrado.
Zoom esse, de bem perto, em que muito pouco mais se vê, para além dos repetidos puxares do braço, do trabalhador já morto, por parte da equipa de resgate.
A cena que descrevo, creio que só vendo é que se poderia ter noção do quão revoltante era, que estivesse a ser filmada - e daquele modo (com um zoom macabro, claramente para tentar mostrar ao máximo o que se estava a passar e a fazer lembrar um qualquer filme pornográfico).
Ainda eu um adolescente e ainda numa idade um bocado parva, ainda assim, foi esta uma cena que, na altura, me chocou e revoltou - e também à pessoa que comigo assistia a tal cena, em casa.
Resultado... Levanta-se a pessoa que me acompanhava, para se dirigir ao telefone, e acaba esta por ligar para tal estação de televisão, a protestar pelo que estavam a transmitir - enquanto foi tal telefonema antecedido e sucedido por repetidas expressões de nojo e de revolta, por parte de mim e da pessoa que fez tal telefonema.
No dia seguinte, menciona tal canal de televisão que tinha recebido uma série de telefonemas de protesto por causa deste directo e faz também um (sincero ou não) pedido de desculpas pelo sucedido.
Uns anos depois, reencontro-me e volto-me a dar com um amigo, com o qual tinha perdido o contacto durante uns anos. E, numa das várias conversas que temos, calhou ficar eu a saber que também ele, naquela noite, tinha assistido a tal cena.
Mais do que isso, fico a saber que também ele, na altura ainda mais parvo do que eu, na idade típica de o ser, tinha ficado revoltado com o que tinha visto, ao ponto de também ele telefonar para a estação de televisão.
Conta-me ele que, quando para lá telefonou, o que disse foi: "Esta m**da que vocês estão a fazer é sádica!..."
Reacção por parte de quem atendeu o telefonema... Tapa a parte do telefone dele de onde se emite a voz, com algo que não foi claramente suficiente para abafar todos os sons em redor, e pode o meu amigo ouvir a pessoa que o atendeu a gritar, entusiasmada, para quem o rodeia:
"Epá! 'Tá aqui um gajo a dizer que esta m**da é sádica!..."
Ao ouvir tal coisa, desliga o meu amigo simplesmente o telefone, sem vontade de continuar o seu telefonema.
Segundo episódio
Não sei se antes ou depois deste ocorrido, enquanto vejo na sala várias edições de um ou vários programas quaisquer, que na altura passavam nesta estação, deparo-me nos intervalos dos mesmos com o repetido anúncio de um documentário sobre a Guerra Colonial, que a SIC iria exibir daí a cerca de 3 semanas.
Na apresentação de tal documentário, falam sobre um estranho episódio ocorrido entre uma chefia e suas tropas subordinadas portuguesas, envolvidas na guerra, por causa de uma retirada que não reunia o consenso de todos os envolvidos, nomeando uma conhecida figura militar do PREC como o responsável pela chefia das tropas em tal episódio. Até aqui tudo bem.
Repete-se o mesmo anúncio nos dias seguintes e, cerca de uma semana depois, volta a aparecer a mesma promoção, a falar sobre o mesmo episódio, mas com uma história diferente.
Afinal, não tinha sido a figura militar muito conhecida quem quis impedir tais tropas de retirar. Quem estava por trás das ordens que contrariavam a vontade e as acções dos subordinados era, nem mais nem menos, do que o meu padrinho - oficial militar de alta patente, que também tinha participado na Guerra Colonial.
Aviso o meu pai (também oficial militar) disto e, por sua vez, avisa o meu pai o meu padrinho - que, certamente, terá sido também avisado por outros.
Passa então a promoção de tal documentário a contar uma história diferente. E, não sei se para tentar suplantar, ou não, o que tinha sido anteriormente dito, passa tal promoção a aparecer mais vezes, nos intervalos dos vários programas, com o nome do meu padrinho a ser constantemente mencionado.
Ou seja, o episódio era o mesmo que tinha sido descrito nas promoções anteriores. Mas agora, o mais importante nome mencionado, que era apresentado como o culpado de tudo, já não era a figura militar muito conhecida. Era o meu padrinho, que (tal como a anterior figura militar conhecida) era também ele um oficial militar de alta patente, que comandava tropas na altura.
(Curioso, como a história que iria ser contada se tinha alterado, a meio da promoção da mesma...)
O que se passou exactamente, ou nunca cheguei a saber, ou já não me lembro de. Mas, a história contada tinha contornos ridículos, no modo como a chefia das tropas supostamente tinha dado ordens contrárias a tal retirada. E, não sei se o facto de alguns subordinados estarem a contar uma história mirabolante daquelas seria mentira consciente, ou o resultado de um "diz que disse", em que, por ter sido tal história retransmitida várias vezes, chegou às pessoas finais já muito mal contada. O que sei, é que o relatar da mesma foi obviamente o resultado de mais um péssimo trabalho de jornalismo, por parte de um ou mais repórteres desta estação de televisão. E que o documentário acabou mesmo por ir para o ar. E, tal como indicado na segunda versão da promoção do mesmo, lá se dizia, em tal documentário, que o meu padrinho tinha dado ordens contrárias à vontade de retirar dos seus subordinados e de um modo ridículo.
Resultado... Já alertado para o mesmo, lá viu o meu padrinho tal documentário quando foi emitido. E, imensamente revoltado com o que tinha visto, deslocou-se aos estúdios da SIC, a exigir o exercício do (previsto na Lei de Imprensa) "direito de resposta" - que têm os média de conceder, a alguém que é acusado de algo por estes. E, na edição da noite do telejornal desta estação, que foi emitida após a exibição deste documentário (que tinha sido exibido em "horário nobre") lá estava o meu padrinho a responder às ridículas calúnias que lhe tinham feito.
Visivelmente transtornado e revoltado com o de que estava a ser vítima, a emoção era tal, que não foi o meu padrinho capaz de contra-argumentar muito bem. Mas, do que dizia, dava para qualquer pessoa perceber que, estava ele veementemente a negar o que afirmava este documentário que tinha ele supostamente feito e que o de que o acusavam era, para além de ridículo, uma impossibilidade prática.
Passo seguinte. Não satisfeito com o mero exercer do "direito de resposta", decide o meu padrinho pôr tal estação de televisão em tribunal. E, não surpreendentemente, ganha o processo.
Mais tarde, aquando de uma das visitas deste a minha casa, fico a saber que tal processo lhe deu direito a uma indemnização. E fico a saber também o mais engraçado, relativo a tal indemnização...
Não me lembro já se tal lhe foi dito pelo advogado que o assistiu em tal processo - e que, por se ter informado bem sobre a situação, soube entretanto disso - ou se tal lhe foi dito posteriormente por alguém que estava bem dentro do assunto - e que possivelmente pertencia aos contactos de "alto nível" que ele tinha. Mas, o que sei, é que isto lhe foi dito por alguém que sabia do que estava a falar. E, que foi o seguinte, relativo ao pagamento da indeminização a que tinha ele direito...
"Se fosse a RTP ou a TVI, pagavam logo. Agora a SIC..."
Também já não me lembro exactamente quanto tempo demorou esta estação de televisão a pagar o que era devido. Mas, do que lembro, ainda demorou uns anos - e confirmou-se, de facto, o que era já sabido.
E, depois desta longa introdução, aqui fica então a razão de ser desta colocação
Deixo-vos com o famoso documentário (do qual, segundo ouvi dizer, a SIC comprou os direitos de transmissão em Portugal, para impedir que este fosse divulgado) "Esta É a Vossa Televisão".
Exibido primeiramente, em 1997, pela estação de televisão franco-alemã ARTE - e que, após a polémica que surgiu em torno do mesmo, decidiu também a SIC transmitir, ela própria, para tentar dar a impressão de que não havia nada de mal no que nele era mostrado.
Mas, com uma interessante particularidade...
O documentário foi exibido pela SIC por volta das 3 da manhã (hora a que quase toda a gente que trabalhava, na altura, estava já a dormir).
O filme foi antecedido de uma tentativa de gestão dos danos feitos, com uma declaração precedente, feita pelo próprio Pinto Balsemão, em que não foi este capaz de dizer nada que contradissesse o que neste documentário é denunciado. Mas, tal declaração precedente não está incluída nesta gravação que foi feita, do que foi emitido na televisão portuguesa. De qualquer modo, o documentário - que é o que mais e realmente interessa - está lá todo.
Minhas senhoras e meus senhores: "Esta É a Vossa Televisão"
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
A história não contada da obsolência planeada dos nossos produtos
(Confirmando o que eu já denunciava numa colocação anterior...) Aqui fica um documentário sobre o que já muitos foram também, certamente, capazes de deduzir por si próprios - pela sua própria experiência - que denuncia o fenómeno dos produtos que se estragam mais rapidamente, como algo que é propositadamente provocado pelos vários fabricantes.
(Como nota pessoal, que creio ser de interesse, posso-vos dizer que, até eu - que geralmente só compro produtos essenciais, como vestuário - já pude claramente constatar isto - de entre a muito pouca roupa e pouco calçado que compro. E posso-vos dizer, mais especificamente, que a marca "Berg", de vestuário e calçado dito "outdoor" - que é suposto ser mais resistente e durar mais do que o vestuário e o calçado normais - é um perfeito exemplo disto...)
Um documentário que terá certamente muito interesse, para muita gente - especialmente agora, que o dinheiro que todos têm disponível é cada vez menor.
(Não mudem o modelo económico que temos, que não é preciso...)
(Como nota pessoal, que creio ser de interesse, posso-vos dizer que, até eu - que geralmente só compro produtos essenciais, como vestuário - já pude claramente constatar isto - de entre a muito pouca roupa e pouco calçado que compro. E posso-vos dizer, mais especificamente, que a marca "Berg", de vestuário e calçado dito "outdoor" - que é suposto ser mais resistente e durar mais do que o vestuário e o calçado normais - é um perfeito exemplo disto...)
Um documentário que terá certamente muito interesse, para muita gente - especialmente agora, que o dinheiro que todos têm disponível é cada vez menor.
(Não mudem o modelo económico que temos, que não é preciso...)
(Quem preferir o documentário em inglês, mas com legendas norueguesas em cima, tem esta versão.)
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sábado, 10 de maio de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert
"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
"Perguntem-no a Bakunin!"
Uma curiosa nota de tradutor, presente numa versão legendada em castelhano do documentário "The Money Masters", para o qual chamei aqui a atenção, duas colocações atrás.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Os Donos do Dinheiro
Após já 10 anos acumulados de pesquisa sobre esta temática da NOM, continua, ainda hoje, a ser este, não só o melhor documentário que já vi sobre a mesma, mas também, simplesmente, o melhor documentário que já alguma vez vi, em termos dos que mais me abriram os olhos, para o Mundo em que realmente vivo...
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.
Querem saber de que maneira é que os banqueiros nos roubam, a todos? Quem é que mexe alguns dos mais importantes "cordelinhos" na sociedade ocidental que temos? Como têm sido as várias guerras, ao longo da História, manipuladas pelos grandes nomes da finança internacional? E de que modo operam as pessoas por trás de tudo isto?
Vejam, então, este excelente documentário, sobre os chamados "banqueiros internacionais", a sua história e o seu projecto da "Nova Ordem Mundial".
Um muito bem elaborado documentário, que é já uma importante referência, entre os que estão politicamente "acordados", e um que tem sido elogiado por pessoas de renome internacional.
(Assim como, um documentário que, caso tivesse eu de elaborar uma lista de recomendados, seria certamente o que ocuparia a primeira posição de todas...)
São 3 horas e meia, mas, podem fazer como eu e ver em várias partes, ao longo de vários dias.
Acreditem que vale mesmo (imenso) a pena. E, têm muito tempo para o ver, pois, só depois do Natal é que irei voltar a fazer aqui alguma colocação.
(Para quem quiser, deixo aqui uma sinopse deste filme, presente na sua página oficial na Internet.)
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Os Illuminati não existem
Atenção, que anda para aí muita gente bem-intencionada, que está convencida da existência de uma sociedade secreta, conhecida como os "Illuminati" da Baviera, e que insiste em denunciar tal paranóia, sem ter provas algumas que sugiram a existência actual deste grupo...
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
E, a essas pessoas, gostaria de dizer o seguinte:
- Os grupos revolucionários nunca ressuscitam. E, se oficialmente deixam de existir, a partir de certa altura, não voltam nunca mais a surgir. Nunca. Até porque...
- As pessoas com poder, já não querem sempre mais poder. Isso era uma ambição antiga, que perdurou durante os 6 mil anos de História da Civilização anteriores, mas que, desde que os planos de tal sociedade secreta foram descobertos e foi tal grupo perseguido, simplesmente desapareceu da mente dos poderosos.
- O que pode ser lido <neste> título de uma notícia da mais importante publicação económica italiana, é um erro de tipografia, que não foi a tempo de ser corrigido.
- E, o que é referenciado (e pode ser ouvido na hiperligação incluída) <nesta> colocação é uma mera ilusão sonora. Não é realmente isso que tal conhecido apresentador está a dizer.
- O forte paralelismo que pode ser observado entre os objectivos passados de tal sociedade secreta e o que, hoje em dia, vemos acontecer, é fruto de mera coincidência - e não de uma qualquer "conspiração" oculta. Pois, os poderosos hajem sempre sem planos pré-definidos, a longo prazo, e nunca formam grupos secretos, nos bastidores, longe do olhar público. Tudo o que vemos acontecer, a longo prazo, é fruto do mero acaso e da espontaneidade - e não de uma qualquer evolução planeada.
- O que é dito <nesta> descrição não passam de meras baboseiras, que, de tão ridículas que são, nem vale a pena refutá-las...
- E, o documentário que se segue - do qual foi feita a anterior descrição - é um péssimo documentário, feito por gente que não sabe realmente nada do que está a falar. E um documentário que não deve ser visto por ninguém que esteja seriamente interessado/a neste assunto e que se queira inteirar sobre o mesmo, recorrendo apenas a fontes fidedignas.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
Lançado o livro de Dimitri Khalezov sobre o 11/9
O livro para o qual este investigador pedia, há uns meses, a ajuda monetária e material de todos, para que o pudesse concluir, está já terminado e pronto a ser distribuído.
E, do que já pude ler... Não é apenas o livro mais "explosivo" (coincidência de termo) sobre o 11 de Setembro... É, sem exagero, o livro mais "explosivo" que eu alguma vez li...
Copio para aqui parte de uma carta electrónica que foi enviada, há poucos dias, para as pessoas que contribuíram monetariamente para que este pudesse ser escrito.
Para quem (devido aos actos de censura e sabotagem de que este autor tem sido vítima) tenha tido dificuldade em ver o vídeo que este e o Daniel Estulin produziram sobre o mesmo assunto de que este livro fala - e que convidava eu as pessoas a ver, numa colocação minha anterior - deixo <aqui> uma hiperligação (por enquanto) funcional para o mesmo.
E, do que já pude ler... Não é apenas o livro mais "explosivo" (coincidência de termo) sobre o 11 de Setembro... É, sem exagero, o livro mais "explosivo" que eu alguma vez li...
Copio para aqui parte de uma carta electrónica que foi enviada, há poucos dias, para as pessoas que contribuíram monetariamente para que este pudesse ser escrito.
Full version of 911thology book NOW!
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The full version of my book is OUT NOW!
Please, get it as soon as possible, the links may not last!
Download is around 137 MB. Please, feel free to re-distribute
these links as well as to re-upload my files and to share with
others. I want this book to circulate as widely as possible.
Sincerely yours,
Dimitri Khalezov
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http://www.mediafire.com/download/p8kdj6mhzcaccr6/9-11thology-third_truth_v4_full.zip
http://rapidshare.com/files/3252256303/9-11thology-third_truth_v4_full.zip
http://www.911-truth.net/9-11thology-third_truth_v4_full.zip
Para quem (devido aos actos de censura e sabotagem de que este autor tem sido vítima) tenha tido dificuldade em ver o vídeo que este e o Daniel Estulin produziram sobre o mesmo assunto de que este livro fala - e que convidava eu as pessoas a ver, numa colocação minha anterior - deixo <aqui> uma hiperligação (por enquanto) funcional para o mesmo.
sábado, 17 de agosto de 2013
Viver a Utopia
O documentário de eleição da maior parte dos anarquistas... ;)
Melhor do que qualquer obra de ficção, ainda que muito baseada na realidade, não há nada como mostrar e contar os factos, tal como eles realmente aconteceram.
Copiando para aqui uma descrição no YouTube, que se pode encontrar numa versão legendada em inglês: "Considered a jewel amongst historians and rebel hearts, this documentary made in 1997 about the 1936 Spanish Revolution blends historical accounts of the development of the anarchist movement with first-hand testimonies."
Uma muito interessante colecção de descrições de muito importantes factos históricos e de belos testemunhos, da parte de quem tudo isto viveu, na Catalunha, há 75 anos - e que certamente muitos detractores do Anarquismo, gostariam um dia de apagar da História, enquanto continuam dizendo que este é algo utópico e inalcançável...
Melhor do que qualquer obra de ficção, ainda que muito baseada na realidade, não há nada como mostrar e contar os factos, tal como eles realmente aconteceram.
Copiando para aqui uma descrição no YouTube, que se pode encontrar numa versão legendada em inglês: "Considered a jewel amongst historians and rebel hearts, this documentary made in 1997 about the 1936 Spanish Revolution blends historical accounts of the development of the anarchist movement with first-hand testimonies."
Uma muito interessante colecção de descrições de muito importantes factos históricos e de belos testemunhos, da parte de quem tudo isto viveu, na Catalunha, há 75 anos - e que certamente muitos detractores do Anarquismo, gostariam um dia de apagar da História, enquanto continuam dizendo que este é algo utópico e inalcançável...
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sábado, 30 de março de 2013
A História Soviética
Muito bom documentário, sobre os aspectos menos conhecidos do Comunismo e os factos menos conhecidos da História da União Soviética, tais como:
[Editado a 18/05/2014: (Corrigindo uma das descrições, por mim feitas, na introdução a este documentário...) Ao que parece, não terá havido um genocídio na Ucrânia, por parte das autoridades soviéticas. E, a explicação para esta provável correcção, pode ser ouvida a partir da marca dos 37m desta entrevista à conhecida historiadora Annie Lacroix-Riz. Mas, ainda assim, creio que o documentário se mantém como um mesmo muito interessante de se ver, por todas as outras coisas que denuncia.]
- as semelhanças que existem entre o Comunismo e o Nazismo
- as raízes marxistas do Nazismo e da Eugenia
- a colaboração inicial que houve entre a União Soviética e a Alemanha, durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial
- o massacre de milhões de cidadãos sob o jugo soviético
- o propositado genocídio ucraniano
- os campos de concentração existentes na União Soviética, semelhantes aos nazis, onde também eram realizadas experiências médicas
[Editado a 18/05/2014: (Corrigindo uma das descrições, por mim feitas, na introdução a este documentário...) Ao que parece, não terá havido um genocídio na Ucrânia, por parte das autoridades soviéticas. E, a explicação para esta provável correcção, pode ser ouvida a partir da marca dos 37m desta entrevista à conhecida historiadora Annie Lacroix-Riz. Mas, ainda assim, creio que o documentário se mantém como um mesmo muito interessante de se ver, por todas as outras coisas que denuncia.]
(O DVD, que pode ser comprado na Internet, tem legendas em português. E, quem quiser procurar na rede por uma cópia deste polémico documentário, tem também disponíveis legendas em inglês mais completas.)
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terça-feira, 26 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Os pedófilos que nos governam a todos
Um excerto de um comentário que deixei, há 3 anos, no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho:
"Józef Retinger, fundador do Clube Bilderberg, disse Estulin, não me recordo exactamente onde, era um pedófilo. O Bush pai, diz este autor na sua página web, é pedófilo. Gordon Brown e Henry Kissinger, diz Bob Chapman, ex-agente dos serviços secretos norte-americanos, são pedófilos. E se consultarem as notícias mais antigas publicadas no sítio do Daniel Estulin poderão ver que pedofilia não é algo de propriamente incomum entre meios diplomáticos."E as hiperligações para um livro, escrito pelo investigador Nick Bryant, um documentário que foi censurado nos média controlados e um programa que passou na Press TV, seguidas de um pequeno documentário, da autoria de Daniel Estulin, sobre o assunto.
domingo, 10 de março de 2013
Judeus de origem remota portuguesa exterminados por Israel?
(Podem saber aqui que judeus são estes, de origem também portuguesa, de que falam os seguintes artigo e documentário.)
The Ringworm Children: How the Israeli Government Irradiated 100,000 Israeli Kids
Israel Insider/Barry Chamish | October 28 2005
On August 14, at 9 PM, Israel's Channel Ten television screened a documentary film which exposes the ugliest secret of Israel's Labor party founders: the deliberate mass radiation poisoning of nearly all Sephardi youths of a generation.
"The Ringworm Children" (translated in Hebrew as "100,000 Rays"), directed by David Belhassen and Asher Hemias, recently won the prize for "best documentary" at the Haifa International film festival, and in the past year has made the rounds of Jewish and Israeli film festivals around the world. But it had yet to come to Israeli television screens. The subject is the mass irradiation of hundreds of thousands of young Israeli immigrants from Middle Eastern countries -- Sephardim, as they are called today. The story goes like this:
In 1951, the director general of the Israeli Health Ministry, Dr. Chaim Sheba, flew to America and returned with seven x-ray machines, supplied to him by the American army.
They were to be used in a mass atomic experiment with an entire generation of Sephardi youths to be used as guinea pigs. Every Sephardi child was to be given 35,000 times the maximum dose of x-rays through his head. For doing so, the American government paid the Israeli government 300 million Israeli liras a year. The entire Health budget was 60 million liras. The money paid by the Americans is equivalent to billions of dollars today.
To fool the parents of the victims, the children were taken away on "school trips" and their parents were later told the x-rays were a treatment for the scourge of scalpal ringworm. 6,000 of the children died shortly after their doses were given, while many of the rest developed cancers that killed thousands over time and are still killing them now. While living, the victims suffered from disorders such as epilepsy, amnesia, Alzheimer's disease, chronic headaches and psychosis.
That is the subject of the documentary in cold terms. It is another matter to see the victims on the screen.
To watch the Moroccan lady describe what getting 35,000 times the dose of allowable x-rays in her head feels like. "I screamed make the headache go away. Make the headache go away. Make the headache go away. But it never went away."
To watch the bearded man walk hunched down the street. "I'm in my fifties and everyone thinks I'm in my seventies. I have to stoop when I walk so I won't fall over. They took my youth away with those x-rays."
To watch the old lady who administered the doses to thousands of children: "They brought them in lines. First their heads were shaved and smeared in burning gel. Then a ball was put between their legs and the children were ordered not to drop it, so they wouldn't move. The children weren't protected over the rest of their bodies. There were no lead vests for them. I was told I was doing good by helping to remove ringworm. If I knew what dangers the children were facing, I would never have cooperated. Never!"
Because the whole body was exposed to the rays, the genetic makeup of the children was often altered, affecting the next generation. We watch the woman with the distorted face explain, "All three of my children have the same cancers my family suffered. Are you going to tell me that's a coincidence?"
The majority of the victims were Moroccan because they were the most numerous of the Sephardi immigrants. The generation that was poisoned became the country's perpetual poor and criminal class. It didn't make sense. The Moroccans who fled to France became prosperous and highly educated. The common explanation was that France got the rich, thus smart ones. The real explanation is that every French Moroccan child didn't have his brain cells fried with gamma rays.
The film made it perfectly plain that this operation was no accident. The dangers of x-rays had been known for over forty years. We read the official guidelines for x-ray treatment in 1952. The maximum dose to be given a child in Israel was .5 rad. There was no mistake made. The children were deliberately poisoned.
David Deri makes the point that only Sephardi children received the x-rays: "I was in class and the men came to take us on a tour. They asked our names. The Ashkenazi children were told to return to their seats. The dark children were put on the bus."
The film presents a historian who first gives a potted history of the eugenics movement. In a later sound bite, he declares that the ringworm operation was a eugenics program aimed at weeding out the perceived weak strains of society. The Moroccan lady is back on the screen. "It was a Holocaust, a Sephardi Holocaust. And what I want to know is why no one stood up to stop it."
David Deri, on film and then as a panel member, relates the frustration he encountered when trying to find his childhood medical records. "All I wanted to know was what they did to me. I wanted to know who authorized it. I wanted to trace the chain of command. But the Health Ministry told me my records were missing." Boaz Lev, the Health Ministry's spokesman chimes in: "Almost all the records were burned in a fire."
We are told that a US law in the late '40s put a stop to the human radiation experiments conducted on prisoners, the mentally feeble and the like. The American atomic program needed a new source of human lab rats and the Israeli government supplied it. Here was the government cabinet at the time of the ringworm atrocities:
Prime Minister - David Ben Gurion; Finance Minister - Eliezer Kaplan; Settlement Minister - Levi Eshkol; Foreign Minister - Moshe Sharrett; Health Minister - Yosef Burg; Labor Minister - Golda Meir; Police Minister - Amos Ben Gurion.
The highest ranking non-cabinet post belonged to the Director General of the Defence Ministry, Shimon Peres.
That a program involving the equivalent of billions of dollars of American government funds should be unknown to the Prime Minister of cash-strapped Israel is ridiculous. Ben Gurion had to have been in on the horrors and undoubtedly chose his son to be Police Minister in case anyone interfered with them.
Finance Minister Eliezer Kaplan was rewarded for eternity with a hospital named after him near Rehovot. But he's not alone in this honor. Chaim Sheba, who ran Ringworm Incorporated, had a whole medical complex named after him. Needless to say, if there is an ounce of decency in the local medical profession, those hospital names will have to change.
After the film ended, there was a panel discussion which included a Moroccan singer, David Edri, head of the Compensation Committee for Ringworm X-Ray Victims, and Boaz Lev, a spokesman for the Ministry Of Health.
TV host Dan Margalit tried to put a better face on what he'd witnessed. He explained meekly that "the state was poor. It was a matter of day to day survival." Then he stopped. He knew there was no excusing the atrocities which the Sephardi children endured.
But it was the Moroccan singer who summed up the experience best. "It's going to hurt, but the truth has to be told. If not, the wounds will never heal."
There is one person alive who knows the truth: Shimon Peres. The only way to get to the truth and start the healing is to investigate him for his role in the mass poisoning of over 100,000 Sephardi children and youth.
But here is why that won't happen. The film was aired at the same time as the highest-rated TV show of the year, the finale of Israel's talent-hunt show: "A Star Is Born." The next day, the newly-born star's photo took up half the front pages. There was not a word about "The Ringworm Children" in any paper, nor on the Internet. Until now.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Matrix e V de Vingança
O que eu penso destes dois filmes - e outros semelhantes, com o mesmo tipo de argumento-base - <aqui>. E também aqui um acrescento e aqui (no terceiro comentário a essa colocação) um outro.
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domingo, 11 de novembro de 2012
Como aldrabar uma eleição nos EUA
"I consider it completely unimportant who in the party will vote, or how; but what is extraordinarily important is this - who will count the votes, and how."
--- Joseph Stalin
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domingo, 7 de outubro de 2012
Há 10 anos, na Venezuela...
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domingo, 9 de setembro de 2012
A única coisa que achei estranha no dia 11/9/2001
De entre as pessoas que conheci, quando era politicamente activo, lembro-me de ter conhecido duas, mais velhas e mais experientes nestas andanças, que, no próprio dia dos atentados, não engoliram o que lhes apresentavam como sendo um simples acto terrorista. Uma delas, do pouco que falei com ela, recordo-me apenas que suspeitou imediatamente que estava perante mais uma mentira e - da impressão que tenho, do que me lembro de ter falado com ela - que tinham sido os próprios americanos a fazer tal coisa. A outra - uma pessoa muito mais culta do que eu - suspeitou que se tratava de um golpe de estado - pelo que percebi, uma maneira de quem estava à frente do governo afectado poder declarar um "estado de emergência" e algo semelhante à "lei marcial" e instaurar um governo ditatorial neste país.
E não é que estavam as duas certas? A segunda, inclusivamente - revelou-se mais tarde - acertou em cheio num dos motivos para tal coisa. E acabou por errar apenas no modo como - e rapidez com que - seria implementado um estado policial no país que sofreu tais ataques.
Recentemente chegado às andanças da actividade política - ou antipolítica - militante, jovem, ingénuo e ainda pouco conhecedor deste tipo de esquemas, nada disto me passou pela cabeça. E a minha única reacção foi de choque, com um comentário onde dizia que "vivemos num mundo de loucos, organizado de forma louca e, por isso, não é de estranhar a existência de pessoas loucas e a ocorrência de actos tresloucados" etc...
Com a tendência que tenho em não reparar em pormenores, nem achei nada de estranho na maneira como caíram as torres...
Dois meses depois de estes terem ocorrido, ainda no rescaldo dos atentados, sou confrontado com um facto incrível e chocante sobre os mesmos, que me deixa boquiaberto, quando a segunda pessoa de que falo, num sítio de notícias de e para anarquistas e outros activistas, coloca uma notícia - versão original e versão actualizada - onde se denuncia o conhecimento prévio do governo norte-americano da ocorrência destes. E assim começava o meu interesse em tentar perceber o que se tinha então passado...
Depois de um atribulado ano de 2002, sento-me então, no início de 2003, em frente ao computador para, de modo sério, me começar a informar sobre este e outros assuntos e, chegado o início do muito quente Verão desse ano, termino a minha pesquisa sobre esta ocorrência a "gritar" (escrever partes do texto em letras bem grandes) que nem um louco, no sítio de notícias de que falo, que, mais do que mero conhecimento prévio, tinha já a certeza de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes atentados.
E assim se iniciava também a minha procura por esclarecimento sobre quem é que (dado o envolvimento, de que eu tinha tido, entretanto, conhecimento, de outros países e o beneficiar que outros também tinham tido deste acontecimento) estava então por trás destes e também doutros ataques, que se repetiam, que a imprensa nos dizia ser obra do novo "bicho papão" do Ocidente - a al-Qaeda.
Mas, voltando atrás...
Como disse, no dia dos atentados, perante as imagens que vi, nada achei de estranho. E engoli a mentira que posteriormente me diziam de ter sido um atentado terrorista da autoria do conhecido suposto grupo terrorista islâmico.
Contudo, uma única coisa houve que achei estranha, naquele dia e não só, relativamente ao sucedido...
"Como é que eles (terroristas) tinham sido capazes de fazer tal coisa, sem serem apanhados?..."
(Os EUA não são nenhum país de Terceiro Mundo, desprovido de defesa anti-aérea. E certamente que as agências de segurança deste governo têm previstos estes e outros cenários e terão já métodos elaborados para lidar com os mesmos...)
Até o próprio Pentágono tinham conseguido atingir... O centro nevrálgico das mais poderosas forças armadas do Mundo. E, por conseguinte, aquele que deveria ser o edifício mais bem guardado do Mundo, situado no espaço aéreo que seria de esperar que fosse também o mais bem defendido em todo o Mundo.
E isto, também porque me lembrei, posteriormente, de duas coisas...
Uma, foi um daqueles filmes de Hollywood, que ainda me dava ao trabalho de ver, quando era adolescente - para aproveitar o grande desconto que, na altura, tinha em cinema, numa associação de que era membro e em que, por isso, ia até ver filmes "às cegas", sem saber do que se tratavam, só para aproveitar tal desconto - sobre um atentado terrorista, chamado Decisão Crítica (em português), em que uns terroristas árabes se apoderam de um avião e planeiam despenhá-lo num sítio nos EUA e em que, quando tal avião se aproxima deste país, é perseguido por aviões militares, que chegam a querer abatê-lo, para impedir que esta atinja o seu alvo e os terroristas matem ainda mais pessoas.
A outra, foi uma notícia, que me lembrava de ter visto, também na minha adolescência, na altura em que era o Bill Clinton o Presidente dos EUA, de uma pequena avioneta que, um dia, se tinha despenhado no relvado da Casa Branca e em que foi dito que, ao contrário do que seria de esperar, as defesas anti-aéreas deste espaço não tinham funcionado naquele dia. Lembrando-me eu também de, na altura, ter pensado "E se um dia alguém se tenta espetar com um avião comercial, dos grandes, na própria Casa Branca?"
Ou seja... Fosse através de dicas dadas pela ficção (baseada em cenários que possam ser realidade), através de notícias que via na televisão, ou recorrendo ao raciocínio dedutivo e mero senso comum, facilmente conseguia inferir que, certamente, os EUA teriam várias medidas de defesa anti-aérea para lidar com este tipo de cenários. E, assim sendo, porque razão não tinham nenhumas medidas de segurança (das que se supõe que existam) funcionado naquele dia?...
Foi uma pergunta que eu e muito mais gente fizemos, após os atentados, que levou a descobertas mesmo muito reveladoras.
O que nos leva à colocação seguinte...
E não é que estavam as duas certas? A segunda, inclusivamente - revelou-se mais tarde - acertou em cheio num dos motivos para tal coisa. E acabou por errar apenas no modo como - e rapidez com que - seria implementado um estado policial no país que sofreu tais ataques.
Recentemente chegado às andanças da actividade política - ou antipolítica - militante, jovem, ingénuo e ainda pouco conhecedor deste tipo de esquemas, nada disto me passou pela cabeça. E a minha única reacção foi de choque, com um comentário onde dizia que "vivemos num mundo de loucos, organizado de forma louca e, por isso, não é de estranhar a existência de pessoas loucas e a ocorrência de actos tresloucados" etc...
Com a tendência que tenho em não reparar em pormenores, nem achei nada de estranho na maneira como caíram as torres...
Dois meses depois de estes terem ocorrido, ainda no rescaldo dos atentados, sou confrontado com um facto incrível e chocante sobre os mesmos, que me deixa boquiaberto, quando a segunda pessoa de que falo, num sítio de notícias de e para anarquistas e outros activistas, coloca uma notícia - versão original e versão actualizada - onde se denuncia o conhecimento prévio do governo norte-americano da ocorrência destes. E assim começava o meu interesse em tentar perceber o que se tinha então passado...
Depois de um atribulado ano de 2002, sento-me então, no início de 2003, em frente ao computador para, de modo sério, me começar a informar sobre este e outros assuntos e, chegado o início do muito quente Verão desse ano, termino a minha pesquisa sobre esta ocorrência a "gritar" (escrever partes do texto em letras bem grandes) que nem um louco, no sítio de notícias de que falo, que, mais do que mero conhecimento prévio, tinha já a certeza de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes atentados.
E assim se iniciava também a minha procura por esclarecimento sobre quem é que (dado o envolvimento, de que eu tinha tido, entretanto, conhecimento, de outros países e o beneficiar que outros também tinham tido deste acontecimento) estava então por trás destes e também doutros ataques, que se repetiam, que a imprensa nos dizia ser obra do novo "bicho papão" do Ocidente - a al-Qaeda.
Mas, voltando atrás...
Como disse, no dia dos atentados, perante as imagens que vi, nada achei de estranho. E engoli a mentira que posteriormente me diziam de ter sido um atentado terrorista da autoria do conhecido suposto grupo terrorista islâmico.
Contudo, uma única coisa houve que achei estranha, naquele dia e não só, relativamente ao sucedido...
"Como é que eles (terroristas) tinham sido capazes de fazer tal coisa, sem serem apanhados?..."
(Os EUA não são nenhum país de Terceiro Mundo, desprovido de defesa anti-aérea. E certamente que as agências de segurança deste governo têm previstos estes e outros cenários e terão já métodos elaborados para lidar com os mesmos...)
Até o próprio Pentágono tinham conseguido atingir... O centro nevrálgico das mais poderosas forças armadas do Mundo. E, por conseguinte, aquele que deveria ser o edifício mais bem guardado do Mundo, situado no espaço aéreo que seria de esperar que fosse também o mais bem defendido em todo o Mundo.
E isto, também porque me lembrei, posteriormente, de duas coisas...
Uma, foi um daqueles filmes de Hollywood, que ainda me dava ao trabalho de ver, quando era adolescente - para aproveitar o grande desconto que, na altura, tinha em cinema, numa associação de que era membro e em que, por isso, ia até ver filmes "às cegas", sem saber do que se tratavam, só para aproveitar tal desconto - sobre um atentado terrorista, chamado Decisão Crítica (em português), em que uns terroristas árabes se apoderam de um avião e planeiam despenhá-lo num sítio nos EUA e em que, quando tal avião se aproxima deste país, é perseguido por aviões militares, que chegam a querer abatê-lo, para impedir que esta atinja o seu alvo e os terroristas matem ainda mais pessoas.
A outra, foi uma notícia, que me lembrava de ter visto, também na minha adolescência, na altura em que era o Bill Clinton o Presidente dos EUA, de uma pequena avioneta que, um dia, se tinha despenhado no relvado da Casa Branca e em que foi dito que, ao contrário do que seria de esperar, as defesas anti-aéreas deste espaço não tinham funcionado naquele dia. Lembrando-me eu também de, na altura, ter pensado "E se um dia alguém se tenta espetar com um avião comercial, dos grandes, na própria Casa Branca?"
Ou seja... Fosse através de dicas dadas pela ficção (baseada em cenários que possam ser realidade), através de notícias que via na televisão, ou recorrendo ao raciocínio dedutivo e mero senso comum, facilmente conseguia inferir que, certamente, os EUA teriam várias medidas de defesa anti-aérea para lidar com este tipo de cenários. E, assim sendo, porque razão não tinham nenhumas medidas de segurança (das que se supõe que existam) funcionado naquele dia?...
Foi uma pergunta que eu e muito mais gente fizemos, após os atentados, que levou a descobertas mesmo muito reveladoras.
O que nos leva à colocação seguinte...
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Maus documentários e falsos movimentos sociais
Para os ignorantes, para aqueles que não se definem ainda ideologicamente e para os ainda desprovidos, em grande parte, de sentido crítico, que achem que a maneira de mudar o actual, e que irá ser cada vez pior, estado das coisas é sentar-se numa rua e ficar eternamente à espera de ser salvo(a), ou que gostaram de certos documentários que viram - cheios de efeitos especiais, com música daquela a puxar a consciência para a estratosfera e narrados por um qualquer "guru", que surge na altura certa, com um tom de voz a parecer querer "hipnotizar" quem o ouve - deixei, há pouco, num comentário noutro blogue, uma <chamada de atenção>, para vos fazer pensar seriamente sobre estes dois fenómenos.
[Editado a 28/05/2014: A hiperligação em causa, para um comentário que tinha eu deixado em tal blogue, está agora "morta". Mas, tal comentário, pouco mais era do que uma introdução a <este> outro, que tinha eu deixado noutro blogue.]
[Editado a 28/05/2014: A hiperligação em causa, para um comentário que tinha eu deixado em tal blogue, está agora "morta". Mas, tal comentário, pouco mais era do que uma introdução a <este> outro, que tinha eu deixado noutro blogue.]
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sábado, 26 de novembro de 2011
"That's aa... Francisco Pinto Balsemao."
Que foi o patrão do grupo Impresa fazer ao Canadá, em Junho de 2006? Que clube é esse de que ele faz parte? Que assuntos lá se discutem? E qual o propósito de tal clube?
Saibam as respostas a estas perguntas, naquele que é, definitiva e simplesmente, um dos melhores documentários de sempre sobre a NOM. E que é também, talvez, o melhor filme até agora feito por Alex Jones.
Uma obra de visionamento obrigatório, para todos aqueles que querem compreender e conhecer minimamente esta incrível conspiração.
Para quem ainda não o tenha visto, coloco aqui Endgame: Blueprint for Global Enslavement.
(E para quem quiser estar ainda melhor informado sobre esta história, faço aqui uma importante correcção ao que neste filme é dito pelo seu autor...)
A tese que Alex Jones defende, de que o regime nazi alemão foi um plano abortado do projecto da NOM, é deveras perturbadora. Pois é uma que nos deixa a pensar que, não fosse ter havido um conflito interno entre os cabecilhas deste projecto, aquela assustadora mancha que se vê, por exemplo, nas cenas iniciais do filme Inimigo às Portas, ter-se-ia espalhado por toda a Europa e boa parte do Mundo, e já hoje estaríamos a viver sob esta ditadura...
A tese tem bons argumentos que a sustentam. E, de facto, de entre todos os sistemas políticos até agora existentes, o regime nazi é aquele que mais se assemelha ao projecto da NOM. Seja na mistura que fez de Capitalismo com Comunismo, no extermínio sistematizado de cidadãos sob o seu jugo e nos vários projectos de vanguarda no domínio da experimentação científica em seres humanos. Mas, tanto quanto me pude informar, através daquelas que são as fontes mais credíveis que conheço, que têm pesquisado seriamente sobre este assunto - com o Dr. John Coleman a surgir em primeiro lugar, como aquele que melhor explica tudo isto e melhor sabe do que está a falar - não se tratou deste caso.
A correcção, fi-la uma vez num comentário, num fórum de discussão de um dos sítios do Alex Jones. E pode ser lida aqui.
E quem se interrogue sobre que sentido fazem, então, as declarações de apoio a Hitler, por parte de quem chegou a ser o detentor da coroa britânica, lembre-se de que este tipo de pessoas - tal como explica Webster Tarpley nesta conversa - não primam pela sanidade mental.
E mais provas disso, são fáceis de encontrar.
Já o grupo que constituía a Administração Bush - que era, oficialmente, encabeçada por uma das mais importantes famílias envolvidas nesta conspiração - era conhecido, no meio político norte- -americano, como "the crazies" ("os malucos").
E que as pessoas envolvidas em tudo isto são imensamente loucas, é uma conclusão a que qualquer pessoa, que se informe minimamente sobre este projecto, rapidamente chega.
Saibam as respostas a estas perguntas, naquele que é, definitiva e simplesmente, um dos melhores documentários de sempre sobre a NOM. E que é também, talvez, o melhor filme até agora feito por Alex Jones.
Uma obra de visionamento obrigatório, para todos aqueles que querem compreender e conhecer minimamente esta incrível conspiração.
Para quem ainda não o tenha visto, coloco aqui Endgame: Blueprint for Global Enslavement.
(Trecho de promoção e página oficial do filme. Algumas das fontes usadas no documentário, aqui.)
(E para quem quiser estar ainda melhor informado sobre esta história, faço aqui uma importante correcção ao que neste filme é dito pelo seu autor...)
A tese que Alex Jones defende, de que o regime nazi alemão foi um plano abortado do projecto da NOM, é deveras perturbadora. Pois é uma que nos deixa a pensar que, não fosse ter havido um conflito interno entre os cabecilhas deste projecto, aquela assustadora mancha que se vê, por exemplo, nas cenas iniciais do filme Inimigo às Portas, ter-se-ia espalhado por toda a Europa e boa parte do Mundo, e já hoje estaríamos a viver sob esta ditadura...
A tese tem bons argumentos que a sustentam. E, de facto, de entre todos os sistemas políticos até agora existentes, o regime nazi é aquele que mais se assemelha ao projecto da NOM. Seja na mistura que fez de Capitalismo com Comunismo, no extermínio sistematizado de cidadãos sob o seu jugo e nos vários projectos de vanguarda no domínio da experimentação científica em seres humanos. Mas, tanto quanto me pude informar, através daquelas que são as fontes mais credíveis que conheço, que têm pesquisado seriamente sobre este assunto - com o Dr. John Coleman a surgir em primeiro lugar, como aquele que melhor explica tudo isto e melhor sabe do que está a falar - não se tratou deste caso.
A correcção, fi-la uma vez num comentário, num fórum de discussão de um dos sítios do Alex Jones. E pode ser lida aqui.
E quem se interrogue sobre que sentido fazem, então, as declarações de apoio a Hitler, por parte de quem chegou a ser o detentor da coroa britânica, lembre-se de que este tipo de pessoas - tal como explica Webster Tarpley nesta conversa - não primam pela sanidade mental.
E mais provas disso, são fáceis de encontrar.
Já o grupo que constituía a Administração Bush - que era, oficialmente, encabeçada por uma das mais importantes famílias envolvidas nesta conspiração - era conhecido, no meio político norte- -americano, como "the crazies" ("os malucos").
E que as pessoas envolvidas em tudo isto são imensamente loucas, é uma conclusão a que qualquer pessoa, que se informe minimamente sobre este projecto, rapidamente chega.
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