Nascido em Chaves, no norte de Portugal, e emigrado para os EUA, quando novo, é agora um membro da conhecida comunidade portuguesa do estado de Massachusetts.
Tem o programa de rádio, transmitido via Internet, "The Ripple Effect Podcast" - cujos episódios podem ser descarregados aqui, ou vistos aqui. E tem também uma página no Facebook relativa a este programa e uma conta pessoal no Twitter onde vai partilhando alguns pensamentos.
Um muito interessante exemplo do uso que podem as comuns pessoas dar às tecnologias que estão, hoje em dia, ao alcance de muitos e alguém com uma interessante perspectiva pessoal sobre os mais importantes assuntos da actualidade e que tem entrevistado algumas pessoas de destaque do mundo dos média alternativos (e não só).
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
Conheçam Ricky Varandas
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sábado, 15 de março de 2014
Desinformação Google
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
"Perguntem-no a Bakunin!"
Uma curiosa nota de tradutor, presente numa versão legendada em castelhano do documentário "The Money Masters", para o qual chamei aqui a atenção, duas colocações atrás.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
1/3 da gasolina
Há uns anos, tive a oportunidade de conhecer aquela que era a namorada de um herdeiro de um fabricante de carros do Norte da Europa.
E, no decorrer das várias conversas que ocorreram, no grupo do qual eu e ela fazíamos parte, fiquei a saber de algo muito interessante, quanto ao consumo do mais precioso recurso energético, que agora parece começar a dar claros sinais de escassez...
Fiquei a saber que, na empresa da família à qual estava esta pessoa ligada, alguém surgiu com um novo projecto de motor para carros que consumia apenas 1/3 (repito, apenas 1/3) da gasolina que era, na altura, consumida pelos carros produzidos por tal empresa.
Uma excelente ideia, para preservar recursos naturais?...
Não propriamente...
O projecto foi abafado e nunca chegou a ser implementado.
A razão para tal?
Caso fossem para a frente com tal ideia, (deduzindo eu que a ligação seja que, o resultado óbvio seria que os motores produzidos por tal empresa iriam durar mais) a consequência seria que, iriam vender menos carros. (E, deste modo, diminuir os lucros da empresa.)
Na altura, por já saber eu de um outro caso em que foi seguida a mesma lógica - de eliminar uma alternativa mais eficiente, em termos energéticos (e de dar primazia ao lucro imediato, em detrimento da preservação de recursos naturais) - não me surpreendeu ouvir tal coisa.
E, por já ter eu, na altura, entrado na minha fase pessimista, nem me interessei sequer em saber mais pormenores sobre o assunto...
No entanto, achei que tinha interesse partilhar aqui este conhecimento.
Para que todos reflictam, um pouco, sobre um dos absurdos resultantes da lógica sobre a qual assenta a economia capitalista - que sempre convidava, até agora, ao desperdício, e ao não
reaproveitamento, dos recursos que temos, para satisfazer a sede de riqueza de quem já a tem em quantidade que (pelos vistos, para tais pessoas, não) é suficiente.
Lembrem-se disto (e dos restantes absurdos, deste tipo, em que forem reparando) de cada vez que, por exemplo, forem a uma bomba de gasolina e constatarem que tal está encerrada, devido ao novo fenómeno de falta de abastecimento...
E, no decorrer das várias conversas que ocorreram, no grupo do qual eu e ela fazíamos parte, fiquei a saber de algo muito interessante, quanto ao consumo do mais precioso recurso energético, que agora parece começar a dar claros sinais de escassez...
Fiquei a saber que, na empresa da família à qual estava esta pessoa ligada, alguém surgiu com um novo projecto de motor para carros que consumia apenas 1/3 (repito, apenas 1/3) da gasolina que era, na altura, consumida pelos carros produzidos por tal empresa.
Uma excelente ideia, para preservar recursos naturais?...
Não propriamente...
O projecto foi abafado e nunca chegou a ser implementado.
A razão para tal?
Caso fossem para a frente com tal ideia, (deduzindo eu que a ligação seja que, o resultado óbvio seria que os motores produzidos por tal empresa iriam durar mais) a consequência seria que, iriam vender menos carros. (E, deste modo, diminuir os lucros da empresa.)
Na altura, por já saber eu de um outro caso em que foi seguida a mesma lógica - de eliminar uma alternativa mais eficiente, em termos energéticos (e de dar primazia ao lucro imediato, em detrimento da preservação de recursos naturais) - não me surpreendeu ouvir tal coisa.
E, por já ter eu, na altura, entrado na minha fase pessimista, nem me interessei sequer em saber mais pormenores sobre o assunto...
No entanto, achei que tinha interesse partilhar aqui este conhecimento.
Para que todos reflictam, um pouco, sobre um dos absurdos resultantes da lógica sobre a qual assenta a economia capitalista - que sempre convidava, até agora, ao desperdício, e ao não
reaproveitamento, dos recursos que temos, para satisfazer a sede de riqueza de quem já a tem em quantidade que (pelos vistos, para tais pessoas, não) é suficiente.
Lembrem-se disto (e dos restantes absurdos, deste tipo, em que forem reparando) de cada vez que, por exemplo, forem a uma bomba de gasolina e constatarem que tal está encerrada, devido ao novo fenómeno de falta de abastecimento...
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Abram alas para o Piotr Kropotkin
Um muito especial autocarro que fazia, até recentemente, parte (com este nome) das carreiras de uma cidade do Sul de Inglaterra...
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
Conheçam Mikhail Bakunin
Há muitos poucos anos (já se tinha iniciado o actual Colapso) decidi tentar a minha sorte, em termos de emprego, no interior do país.
Sem acesso à Internet, onde estava, sem nenhum livro que quisesse, na altura, ler e numa casa onde só tinha acesso à rádio e à televisão convencional para me entreter, por haver também nessa casa um leitor de DVD ao meu dispor, com uma entrada USB, decidi, nos fins-de-semana que vinha passar à zona de Lisboa, procurar na Internet por alguns filmes, documentários e também uma ou outra série de televisão que me despertasse algum interesse, para copiar alguns episódios (todas as semanas) para uma "caneta" USB, com uma boa capacidade de memória (e que para isso comprei), para, deste modo, ter com que me entreter nos dias úteis.
Por ser eu um amante da natureza e por já me ter deparado com um ou outro episódio desta série que me tinha despertado algum interesse, decidi então experimentar ver a famosa série "Lost".
(Refiro-me à mesma pelo seu título original, pois, não preciso de legendas e, por isso, não fiz questão de ver a versão em português...)
Com mesmo muito tempo livre para ocupar, devido à falta de actividade profissional, lá ia eu vendo até vários episódios de seguida e, rapidamente, lá ia avançando eu nas temporadas, ao ponto de não demorar muito até passar à seguinte.
A série, acabou por ser decepcionante... Pois, para além da bela paisagem natural, o argumento acabava por ser um enredo de intrigas tal, que uma pessoa, às tantas, já nem dava conta de toda a história. E, por isso, já nem sei em que temporada é que desisti de a continuar a ver...
Mas, estava eu a ver uma delas, sempre à espera de mais uma surpresa (das tantas que esta série proporcionava) quando, um grupo de personagens chega a uma zona remota da ilha onde decorre a maior parte da acção e se depara com um personagem que vivia sozinho numa casa isolada.
Eis que chega a altura do último se identificar e o mesmo profere as palavras "Mikhail Bakunin"(!)...
"O quê?... Terei ouvido bem?..." - pensei, antes de puxar a acção para trás, para repetir a cena em causa, para aí umas 3 vezes, para ter a certeza de que estava a ouvir bem.
"Mikhail Bakunin"(!), repetia o personagem, de cada vez que o tentava ouvir mais claramente...
Era, realmente, o mesmo nome(!).
O personagem, curiosamente, acabou por ser até, a meu ver, o mais interessante da série (até onde eu a vi, isto é). Pois, para além de viver sozinho, vivia com acesso a um computador onde se podia jogar xadrez, no qual, caso conseguisse o utilizador ganhar ao computador no jogo, tinha esse mesmo utilizador acesso a informação secreta que estava nesse mesmo computador guardada.
Mas, não podia ser pura coincidência, quanto ao nome, pensei... Pois as pessoas que escrevem argumentos são pessoas minimamente cultas. E, certamente, saberão que existe um conhecido pensador com o mesmo nome.
(Ou, no mínimo, ficariam a saber, se, por coincidência, surgissem com um nome destes... E, a quererem evitar uma associação destas, decidiriam-se por um outro nome.)
A confirmação, pude fazê-la na Internet. Onde fiquei a saber que os nomes de vários dos personagens da série foram tirados de conhecidas personalidades.
E, realmente, sempre que ouvia a menção do nome do personagem "Faraday", não conseguia deixar de pensar no conhecido cientista. Até porque, eram cientistas que aparentavam ser alguns dos personagens - incluindo o mencionado "Faraday".
A grande surpresa, para mim, foi ver ser referido o nome de um conhecido anarquista, numa muito popular obra, sem que esse mesmo nome fosse vilificado ou retratado de algum modo negativo. Pois, ao que estou habituado é que, sempre que se fala dos anarquistas, é para dizer mal...
E fiquei, até, a achar estranho que esta série de televisão fugisse à visível (e que aparenta ser, de facto, uma) regra dos média de massas...
O período após esta descoberta, acabou por ser engraçado... Pois, de cada vez que pesquisava na Internet sobre o conhecido pensador, ao lado das imagens do original, apareciam sempre também as do (talvez hoje, até mais conhecido) personagem. ;)
Sem acesso à Internet, onde estava, sem nenhum livro que quisesse, na altura, ler e numa casa onde só tinha acesso à rádio e à televisão convencional para me entreter, por haver também nessa casa um leitor de DVD ao meu dispor, com uma entrada USB, decidi, nos fins-de-semana que vinha passar à zona de Lisboa, procurar na Internet por alguns filmes, documentários e também uma ou outra série de televisão que me despertasse algum interesse, para copiar alguns episódios (todas as semanas) para uma "caneta" USB, com uma boa capacidade de memória (e que para isso comprei), para, deste modo, ter com que me entreter nos dias úteis.
Por ser eu um amante da natureza e por já me ter deparado com um ou outro episódio desta série que me tinha despertado algum interesse, decidi então experimentar ver a famosa série "Lost".
(Refiro-me à mesma pelo seu título original, pois, não preciso de legendas e, por isso, não fiz questão de ver a versão em português...)
Com mesmo muito tempo livre para ocupar, devido à falta de actividade profissional, lá ia eu vendo até vários episódios de seguida e, rapidamente, lá ia avançando eu nas temporadas, ao ponto de não demorar muito até passar à seguinte.
A série, acabou por ser decepcionante... Pois, para além da bela paisagem natural, o argumento acabava por ser um enredo de intrigas tal, que uma pessoa, às tantas, já nem dava conta de toda a história. E, por isso, já nem sei em que temporada é que desisti de a continuar a ver...
Mas, estava eu a ver uma delas, sempre à espera de mais uma surpresa (das tantas que esta série proporcionava) quando, um grupo de personagens chega a uma zona remota da ilha onde decorre a maior parte da acção e se depara com um personagem que vivia sozinho numa casa isolada.
Eis que chega a altura do último se identificar e o mesmo profere as palavras "Mikhail Bakunin"(!)...
"O quê?... Terei ouvido bem?..." - pensei, antes de puxar a acção para trás, para repetir a cena em causa, para aí umas 3 vezes, para ter a certeza de que estava a ouvir bem.
"Mikhail Bakunin"(!), repetia o personagem, de cada vez que o tentava ouvir mais claramente...
Era, realmente, o mesmo nome(!).
O personagem, curiosamente, acabou por ser até, a meu ver, o mais interessante da série (até onde eu a vi, isto é). Pois, para além de viver sozinho, vivia com acesso a um computador onde se podia jogar xadrez, no qual, caso conseguisse o utilizador ganhar ao computador no jogo, tinha esse mesmo utilizador acesso a informação secreta que estava nesse mesmo computador guardada.
Mas, não podia ser pura coincidência, quanto ao nome, pensei... Pois as pessoas que escrevem argumentos são pessoas minimamente cultas. E, certamente, saberão que existe um conhecido pensador com o mesmo nome.
(Ou, no mínimo, ficariam a saber, se, por coincidência, surgissem com um nome destes... E, a quererem evitar uma associação destas, decidiriam-se por um outro nome.)
A confirmação, pude fazê-la na Internet. Onde fiquei a saber que os nomes de vários dos personagens da série foram tirados de conhecidas personalidades.
E, realmente, sempre que ouvia a menção do nome do personagem "Faraday", não conseguia deixar de pensar no conhecido cientista. Até porque, eram cientistas que aparentavam ser alguns dos personagens - incluindo o mencionado "Faraday".
A grande surpresa, para mim, foi ver ser referido o nome de um conhecido anarquista, numa muito popular obra, sem que esse mesmo nome fosse vilificado ou retratado de algum modo negativo. Pois, ao que estou habituado é que, sempre que se fala dos anarquistas, é para dizer mal...
E fiquei, até, a achar estranho que esta série de televisão fugisse à visível (e que aparenta ser, de facto, uma) regra dos média de massas...
O período após esta descoberta, acabou por ser engraçado... Pois, de cada vez que pesquisava na Internet sobre o conhecido pensador, ao lado das imagens do original, apareciam sempre também as do (talvez hoje, até mais conhecido) personagem. ;)
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segunda-feira, 8 de julho de 2013
Extraordinária capacidade de memória
Uma notícia antiga, do início do século passado - que encontrei, ao procurar pelo (familiar) termo "portuguese anarchist" (com aspas) no motor de busca da Google - que foi publicada num jornal do nordeste dos EUA, a propósito do que tinha sido o recente regicídio em Portugal.
(Suponho que os leitores deste jornal deviam ser pessoas mesmo muito estúpidas...)
(Suponho que os leitores deste jornal deviam ser pessoas mesmo muito estúpidas...)
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Celebrem à vontade, mas não reparem no número oculto...
Iniciam-se hoje as celebrações da criação do código de barras que, hoje em dia, acompanha quase todos os produtos que adquirimos. Código esse, que é usado para mais facilmente controlar e registar todos esses mesmos produtos, no seu acto de compra.
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
Com apenas algumas, cada vez mais raras, excepções, em sítios onde ainda se pratica um comércio mais tradicional, já quase não há, hoje em dia, sítio onde vamos em que não oiçamos o habitual "pip" de cada vez que é registado um produto que estamos a comprar.
A este "pip" corresponde a indicação, por parte de um sistema de controlo capaz de ler as barras em causa, de que um computador foi capaz de ler e registar esse mesmo código.
Mas quantos de vós é que já repararam nesse mesmo código?
Existem algumas variantes que são usadas para controlo interno de produtos, em alguns sítios, e que não obedecem à regra habitual.
Mas, se observarem cada um dos códigos que estão presentes nos produtos alimentares que consumimos, nos livros que compramos e em quase tudo o que de mais essencial adquirimos - e que são passados num leitor próprio para tal, por quem, na caixa registadora, regista as nossas compras, no final das mesmas - irão reparar que o formato desses mesmos códigos, que acompanham cada um desses mesmos produtos, é sempre o mesmo.
Uma série de 12 números, dividida em dois grupos, codificados em barras que podem ser lidas por um computador equipado com um leitor óptico - a qual é antecedida, na maior parte das vezes, por um número não codificado e seguida, por vezes, também do símbolo ">".
As regras para tal codificação são diferentes consoante se trate do primeiro grupo de números (do lado esquerdo) ou se trate do segundo grupo de números (do lado direito). Havendo, no entanto, um pormenor em que todos deverão reparar...
Seja a separar estes dois grupos de números (a meio destes), seja no início do primeiro, ou no final do segundo, tem este código também uma outra série de três barras - que nos dizem serem as "barras de guarda" - que assinalam o início, meio e fim do código a ser lido.
Se repararem bem nestas barras, vão notar que estas em muito se assemelham às restantes barras às quais correspondem números. Em que, a cada conjunto de duas barras, de diferente largura e separadas por diferentes espaços, corresponde um número específico.
E, se tais barras idênticas - que aparecem três vezes - se assemelham às restantes às quais correspondem números, tal não é mera impressão... Pois, é mesmo a um número que estas correspondem...
Mais propriamente, a um número que é codificado segundo as regras que são usadas para codificar os números no conjunto do lado correspondente ao da mão que a maior parte de nós usa para pegar nesses mesmos produtos. (Ou, por outras palavras, os números do conjunto do lado direito.)
Número esse, que é ocultado e que, ao contrário dos restantes, não aparece debaixo das barras a que corresponde. E número esse, que, quando se junta, no final, ao conjunto de várias vezes que é ocultado, forma um conhecido número de 3 dígitos.
E, se querem pistas para que número é esse (ou que seja eu até mais específico quanto ao mesmo) posso-vos dizer que é:
- o número correspondente ao nome de um certo computador que regista todos os dados informáticos sobre todo o cidadão no Planeta
- o número de dígitos da chave que permite aceder às várias instâncias do software P*OMIS (R em vez do *) instaladas em computadores em todo o Mundo
- um número que aparece dissimulado em alguns logótipos empresariais
- um número com que, por vezes, nos saúdam algumas caras conhecidas
- um número que pode ser tirado da quantidade de dígitos que querem incluir em certos microchips que as elites planeiam implantar nas restantes pessoas, para que possam todos comprar ou vender
- um número que vem mencionado na Bíblia
- Será isto mera coincidência?
- Porque razão foram escolher um número para servir de "barra de guarda", quando o facto de tal barra corresponder também a um número que faz parte do restante código, não simplifica (mas, antes, complica) o suposto objectivo pretendido?
- Porque razão foram logo escolher esse número que, com a quantidade de vezes que (não) aparece, forma o tal conhecido número de 3 dígitos?
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sexta-feira, 22 de março de 2013
De anarca a... chamem-lhe o que quiserem...
De uma das últimas vezes que peguei num jornal, vi uma fotografia desta criatura, a propósito de uma qualquer notícia, da qual já não me lembro qual era o conteúdo...
Tenho a impressão de que tinha qualquer coisa a ver com o actual cargo que ocupa, como lacaia-mor ao serviço do Império, na chamada "Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento".
(Ou "FLAD/CIA", como escrevia, repetidamente, um conhecido anarquista da zona de Lisboa, há uns anos...)
De qualquer modo, o que me vem à memória, de cada vez que a vejo, não deixa de ser um muito curioso facto sobre o seu passado... Facto esse, do qual poderão ter conhecimento, <aqui>.
Tenho a impressão de que tinha qualquer coisa a ver com o actual cargo que ocupa, como lacaia-mor ao serviço do Império, na chamada "Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento".
(Ou "FLAD/CIA", como escrevia, repetidamente, um conhecido anarquista da zona de Lisboa, há uns anos...)
De qualquer modo, o que me vem à memória, de cada vez que a vejo, não deixa de ser um muito curioso facto sobre o seu passado... Facto esse, do qual poderão ter conhecimento, <aqui>.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Descodificando a publicidade
No decorrer de um recente processo de procura por um substituto para o muito útil leitor de MP3 que tenho, já a funcionar mal depois de anos de uso intensivo, eis que me deparei com a seguinte publicidade a um leitor de MP4, listado na página da Fnac, com alguns pormenores que saltam logo à vista. Pormenores esses, que irei listar e dos quais irei dar a minha interpretação.
(Mais um muito bom exemplo do gozo com que é tratada a massa alienada, de que nada disto se apercebe...)
E aqui vai, já agora, um outro exemplo, com que me deparei, também por mero acaso, há poucos dias, no manual de um suporte para colocar aparelhos de lavagem ao cérebro cá em casa.
- "Archos" - Uma clara afirmação da autoridade que é parte integrante e fundamental do actual modelo económico (ditatorial) capitalista. (E também o contrário de "anarchos".)
- "Brave New World" - a novela escrita por Aldous Huxley sobre um mundo onde o consumo de droga é norma social (já muito do que se vê hoje em dia) - consumo esse, cujo fenómeno da música moderna (para a audição da qual a esmagadora maioria das pessoas usará tal leitor de MP4) tenta incentivar.
- "Borboleta-monarca" - símbolo do controlo mental, para o qual a alienação e a estupidificação (causadas pelo referenciado consumo de droga) contribuem - e que, ultimamente, visam atingir, na sua forma absoluta.
(Podem clicar na imagem para ampliar.)
(Mais um muito bom exemplo do gozo com que é tratada a massa alienada, de que nada disto se apercebe...)
E aqui vai, já agora, um outro exemplo, com que me deparei, também por mero acaso, há poucos dias, no manual de um suporte para colocar aparelhos de lavagem ao cérebro cá em casa.
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sábado, 8 de dezembro de 2012
Também os militares têm direito a saber da existência da NOM
Parece que houve um membro de uma conhecida família de militares condecorados que decidiu ir dizer algumas verdades para um fórum português de discussão sobre forças armadas, forças policiais, serviços secretos e assuntos relacionados... ;)
Divirtam-se a procurar pelas colocações no mencionado fórum e animem-se, um pouco, por saber que também há quem frequente este sítio e saiba o que realmente se passa neste Mundo.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
"Fernando Negro" = spam
(Algumas observações interessantes...)
Os meus comentários no sítio "pplware.sapo.pt", passado algum tempo de lá começar a colocar alguns, deixaram simplesmente de aparecer. (Mas, relativamente a esses, desconfio que seja porque tenha sido "marcado" pelos próprios autores do sítio, que admitem censurar comentários e "banir" pessoas - não quando os comentários destas constituem uma qualquer forma de crime ou indecência, mas simplesmente por não gostarem dos mesmos...)
Agora, uma outra novidade... Comentários meus que, seja em blogues da WordPress ou aqui da Blogger (/Google/NSA), quando requerem aprovação, vão automaticamente parar à caixa de spam ou demoram, estranhamente, muito tempo a aparecer...
E, há uns tempos, quando tive temporariamente activado o sistema de aprovação de comentários neste blogue, um comentário de alguém que aqui já tinha deixado vários outros foi, curiosamente, parar à caixa de spam, distinguindo-se tal comentário apenas por incluir, dessa vez, uma ligação "subversiva" para um dos sítios do Alex Jones. (Coisa que não me surpreendeu, por já ter eu conhecimento de outros sítios - reais e virtuais - onde este autor e a sua equipa são admitida e simplesmente censurados...)
Enfim... Coisas da nova Era Digital. Algumas das quais nos deixam desconfiados e a pensar...
E, bem a propósito disto, deixo a seguir as fotografias de algo que me aconteceu, repetidamente - há dois anos, antes de criar este meu sítio na Internet - com um comentário, em particular, num dos blogues que, já na altura, costumava consultar (e, confirmadamente, não por culpa do autor da publicação em causa) para que tirem vocês as vossas próprias conclusões.
Os meus comentários no sítio "pplware.sapo.pt", passado algum tempo de lá começar a colocar alguns, deixaram simplesmente de aparecer. (Mas, relativamente a esses, desconfio que seja porque tenha sido "marcado" pelos próprios autores do sítio, que admitem censurar comentários e "banir" pessoas - não quando os comentários destas constituem uma qualquer forma de crime ou indecência, mas simplesmente por não gostarem dos mesmos...)
Agora, uma outra novidade... Comentários meus que, seja em blogues da WordPress ou aqui da Blogger (/Google/NSA), quando requerem aprovação, vão automaticamente parar à caixa de spam ou demoram, estranhamente, muito tempo a aparecer...
E, há uns tempos, quando tive temporariamente activado o sistema de aprovação de comentários neste blogue, um comentário de alguém que aqui já tinha deixado vários outros foi, curiosamente, parar à caixa de spam, distinguindo-se tal comentário apenas por incluir, dessa vez, uma ligação "subversiva" para um dos sítios do Alex Jones. (Coisa que não me surpreendeu, por já ter eu conhecimento de outros sítios - reais e virtuais - onde este autor e a sua equipa são admitida e simplesmente censurados...)
Enfim... Coisas da nova Era Digital. Algumas das quais nos deixam desconfiados e a pensar...
E, bem a propósito disto, deixo a seguir as fotografias de algo que me aconteceu, repetidamente - há dois anos, antes de criar este meu sítio na Internet - com um comentário, em particular, num dos blogues que, já na altura, costumava consultar (e, confirmadamente, não por culpa do autor da publicação em causa) para que tirem vocês as vossas próprias conclusões.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
11/9: Uma aflição para a família real britânica?
Como quem tenha lido o que tem sido escrito neste blogue, espreitado algumas colocações minhas noutros sítios, para as quais aqui tenho deixado hiperligações, e já tenha lido o suficiente daquele que é um dos mais importantes livros que recomendo - que denuncia esta trama - já saberá, a mais importante família envolvida na conspiração da NOM é a família real britânica. Podendo, por isso, ser facilmente deduzido que nada de muito importante pode acontecer, no mundo da política ocidental, sem o conhecimento e a aprovação desta família. E, por conseguinte, deduzir-se também que, incluída no que de importante falo, estará certamente a série de atentados ocorrida a 11 de Setembro de 2001, nos EUA.
Mas sabiam que houve um (ex-)membro desta família real que esteve para morrer nestes mesmos atentados?
Sarah Ferguson, que - desde que casou com o segundo filho de Isabel II, príncipe André, e apesar de estar divorciada desde 1996 - detém o título de "duquesa de Iorque", era - e ainda é - presidente da IPSS "Chances for Children" - sediada na cidade de Nova Iorque e que, em 2001, tinha os seus escritórios no 101º andar da Torre Norte do World Trade Center.
Sendo terça-feira um normal dia de trabalho - e começando o mesmo, nos EUA, por norma, também de manhã cedo - há as horas que ocorreram os embates dos aviões nas torres, deduz-se que - tal como os milhares de pessoas que morreram nesse dia nestes atentados - já deveria esta, tal como os seus colegas, estar no seu posto de trabalho...
Mas, por muita estranha que possa ser a coincidência, logo nesse dia, não estava, nem ela, nem nenhum dos seus colegas de trabalho no seu posto.
As explicações para isto são contraditórias. Pois, numa das versões, é dito que a duquesa estava a ser entrevistada nos estúdios da ABC, aquando do embate do primeiro avião nas torres:
Enquanto isso, o príncipe André sofria a pensar no que poderia ter acontecido à sua ex-mulher...
O que terá sido este episódio?
Tudo muito estranho... Mas também não um caso único, de entre outras pessoas conhecidas que escaparam à morte nesse dia.
Mas sabiam que houve um (ex-)membro desta família real que esteve para morrer nestes mesmos atentados?
Sarah Ferguson, que - desde que casou com o segundo filho de Isabel II, príncipe André, e apesar de estar divorciada desde 1996 - detém o título de "duquesa de Iorque", era - e ainda é - presidente da IPSS "Chances for Children" - sediada na cidade de Nova Iorque e que, em 2001, tinha os seus escritórios no 101º andar da Torre Norte do World Trade Center.
Sendo terça-feira um normal dia de trabalho - e começando o mesmo, nos EUA, por norma, também de manhã cedo - há as horas que ocorreram os embates dos aviões nas torres, deduz-se que - tal como os milhares de pessoas que morreram nesse dia nestes atentados - já deveria esta, tal como os seus colegas, estar no seu posto de trabalho...
Mas, por muita estranha que possa ser a coincidência, logo nesse dia, não estava, nem ela, nem nenhum dos seus colegas de trabalho no seu posto.
As explicações para isto são contraditórias. Pois, numa das versões, é dito que a duquesa estava a ser entrevistada nos estúdios da ABC, aquando do embate do primeiro avião nas torres:
"I was actually on ABC with Diane Sawyer doing an interview when the first plane hit. I was sitting next to Sarah Ferguson, Fergie, actually. It’s a little known fact. She said, 'I just left the World Trade Center.' We thought it was a small plane that hit. Her office was there. If she hadn’t left to go be on Good Morning America, she’d be dead."E, noutra versão, é dito que o primeiro avião embateu na Torre Norte do World Trade Center quando a duquesa se dirigia para o seu trabalho:
--- Mike Binder, realizador e actor estadunidense, numa entrevista
"The former Sarah Ferguson, ex-wife of Britain's Prince Andrew, had an 8:45 a.m. meeting scheduled that day for her Chances for Children charity, which was based at the World Trade Center, but was running late, reports columnist Cindy Adams.
"Her staffers were gathered downstairs in the lobby to greet the duchess and escort her upstairs. Just seconds after the first plane hit, Sarah's car arrived at the door. After whisking her employees into her limo, she sped off to safety, Adams reports.
"The charity's offices were on the 101st floor, according to wire service reports, although it's not clear which tower they were located in.
"'The Duchess of York is desperately upset for everyone involved in this terrible tragedy,' said her spokesman. 'It is unbelievable, she was just a few minutes away when the explosion took place.'"
--- ABC News, in "Fergie Just Missed WTC Attack"
"I remember leaving the GMA studios and heading down. And then we stopped. As we left the studios, we saw the airplanes going into the 101st floor."(O embate do primeiro avião, na Torre 1, onde estavam os escritórios da "Chances for Children", ocorreu às 8h e 46m, entre o 92º e o 98º andares. E, seja o conhecido realizador e actor norte- -americano, ou a duquesa, alguém está a mentir...)
--- Sarah Ferguson, numa entrevista na CNN
Enquanto isso, o príncipe André sofria a pensar no que poderia ter acontecido à sua ex-mulher...
O que terá sido este episódio?
- Pura coincidência?
- Tentativa falhada de assassinato de mais uma ex-mulher de um príncipe da casa real britânica? (Tal como no caso da princesa Diana.)
- Mais um caso de pessoas que foram avisadas para não ir trabalhar nesse dia?
Tudo muito estranho... Mas também não um caso único, de entre outras pessoas conhecidas que escaparam à morte nesse dia.
domingo, 1 de julho de 2012
"BLAG Linux And GNU"
Muito boa distribuição de GNU/Linux, que faz parte da restrita lista de distribuições 100% livres, aprovadas pela Fundação para o Software Livre.
A mais recente versão estável - que pode ser vista nestas fotografias - chama-se "Spartakus".
(Clicando na ligação para a documentação educativa, vai-se ter ao índice de um mesmo conjunto de documentos aqui já referenciados. E, de cada vez que se abre a janela do terminal, surge uma citação diferente de teor anarquista.) ;)
Vem com a minha modificação favorita do Mozilla Firefox... O GNU IceCat.
Mas a minha distribuição preferida, da mencionada lista, é uma galega - que surgiu por iniciativa da Universidade de Vigo - que se chama Trisquel e que está mesmo lá quase...
A mais recente versão estável - que pode ser vista nestas fotografias - chama-se "Spartakus".
(Clicando na ligação para a documentação educativa, vai-se ter ao índice de um mesmo conjunto de documentos aqui já referenciados. E, de cada vez que se abre a janela do terminal, surge uma citação diferente de teor anarquista.) ;)
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Mas a minha distribuição preferida, da mencionada lista, é uma galega - que surgiu por iniciativa da Universidade de Vigo - que se chama Trisquel e que está mesmo lá quase...
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domingo, 15 de abril de 2012
Fora de casa, uso uma ligação à Internet da Vodafone
"E porque razão é que faz uma colocação sobre isso?", perguntarão vocês...
Bem, porque, para além de querer aproveitar para dizer que, apesar de estar a muito poucos quilómetros do centro daquela que é a capital do turismo em Portugal e não ter, no sítio onde estou, uma ligação decente à Internet - ou, por outras palavras, para avisar que o serviço desta operadora vale muito pouco*, mas que é esta, infelizmente, a rede utilizada por quem quer ter o serviço de Banda Larga Móvel da minha provedora de acesso à Internet, que é a ZON, e que no resto é muito boa - a propósito disto, achei interessante mostrar o que vi, quando fui ontem consultar o sítio do serviço que mostra quem anda, e quantas pessoas andam, a consultar o meu blogue. (Serviço esse que, neste último caso, recomendo, na sua forma gratuita.)
Este era um anúncio que lá estava - com o "olho", dentro do triângulo, já conhecido por muitos:
E o que se encontra à direita, era - para quem não sabe - o antigo logótipo desta multinacional das redes móveis, tal como aparecia no seu sítio português na Internet até Maio de 2005.
(Virem o 3º "o" ao contrário...)
(Melhor, e mais explícito, que isto, só mesmo utilizar a operadora AOL. Há uns anos ou ainda agora. Usufruindo também dos resultados de um software desta companhia chamado "RAINMAN". E usando para isso, já agora, o sistema operativo Windows "Longhorn" - mais tarde reprogramado em boa parte e renomeado com o mais conhecido nome de Windows Vista.)
Coincidências...
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
* (e a comprová-lo está o facto da rede da TMN - que é a utilizada pelo serviço de Banda Larga Móvel da SAPO ADSL - no mesmo sítio, fazer boas ligações à Internet)
Bem, porque, para além de querer aproveitar para dizer que, apesar de estar a muito poucos quilómetros do centro daquela que é a capital do turismo em Portugal e não ter, no sítio onde estou, uma ligação decente à Internet - ou, por outras palavras, para avisar que o serviço desta operadora vale muito pouco*, mas que é esta, infelizmente, a rede utilizada por quem quer ter o serviço de Banda Larga Móvel da minha provedora de acesso à Internet, que é a ZON, e que no resto é muito boa - a propósito disto, achei interessante mostrar o que vi, quando fui ontem consultar o sítio do serviço que mostra quem anda, e quantas pessoas andam, a consultar o meu blogue. (Serviço esse que, neste último caso, recomendo, na sua forma gratuita.)
Este era um anúncio que lá estava - com o "olho", dentro do triângulo, já conhecido por muitos:
E o que se encontra à direita, era - para quem não sabe - o antigo logótipo desta multinacional das redes móveis, tal como aparecia no seu sítio português na Internet até Maio de 2005.(Virem o 3º "o" ao contrário...)
(Melhor, e mais explícito, que isto, só mesmo utilizar a operadora AOL. Há uns anos ou ainda agora. Usufruindo também dos resultados de um software desta companhia chamado "RAINMAN". E usando para isso, já agora, o sistema operativo Windows "Longhorn" - mais tarde reprogramado em boa parte e renomeado com o mais conhecido nome de Windows Vista.)
Coincidências...
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domingo, 8 de abril de 2012
"Ministro das Finanças"
Tive, há alguns dias, a segunda visita ao meu blogue (meramente esporádica e que consistiu numa breve espreitadela) por parte do Ministério da Administração Interna. Visita essa que, tal como da vez anterior, se seguiu a incidentes ocorridos numa manifestação. (Estariam, obviamente, a procurar saber o que tem o "outro lado" a dizer sobre os sucedidos.)
Da vez anterior, encontraram o meu blogue depois de colocarem o termo "blogue anarquista" no Google. E desta vez, vieram cá parar por causa dos comentários que deixei no blogue do Frederico Duarte Carvalho sobre os incidentes no Chiado.
Algo mais que natural que aconteça. E que me faz lembrar as visitas que alguém do Banco Mundial fazia a uma publicação electrónica libertária - com a qual cheguei a ter uma breve colaboração - que ocorriam aquando de uma grande manifestação que houve no estrangeiro contra essa mesma instituição, na qual eu e outros portugueses participámos.
Mas uma visita por parte do "Ministro das Finanças" é que já é algo de estranhar...
A designação que acompanha o endereço IP, penso que se tratará de uma má escolha do termo, ou mesmo de um engano, aquando do registo. E que se tratará, na realidade, de uma visita por parte de alguém no "Ministério das Finanças". Mas reparem muito bem na maneira como a qual esse mesmo alguém, neste departamento governamental, descobriu o meu blogue... ;)
Da vez anterior, encontraram o meu blogue depois de colocarem o termo "blogue anarquista" no Google. E desta vez, vieram cá parar por causa dos comentários que deixei no blogue do Frederico Duarte Carvalho sobre os incidentes no Chiado.
Algo mais que natural que aconteça. E que me faz lembrar as visitas que alguém do Banco Mundial fazia a uma publicação electrónica libertária - com a qual cheguei a ter uma breve colaboração - que ocorriam aquando de uma grande manifestação que houve no estrangeiro contra essa mesma instituição, na qual eu e outros portugueses participámos.
Mas uma visita por parte do "Ministro das Finanças" é que já é algo de estranhar...
A designação que acompanha o endereço IP, penso que se tratará de uma má escolha do termo, ou mesmo de um engano, aquando do registo. E que se tratará, na realidade, de uma visita por parte de alguém no "Ministério das Finanças". Mas reparem muito bem na maneira como a qual esse mesmo alguém, neste departamento governamental, descobriu o meu blogue... ;)
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sábado, 3 de março de 2012
CNT-FAI
Tema para Openbox, carregado há um mês para o sítio Box-Look.org, que descobri, após instalar num portátil já com alguns anos, para tirar o máximo de rendimento deste, uma distribuição leve derivada do Debian, chamada CrunchBang, a qual recomendo como a melhor para fazer o mesmo que eu fiz.
(Os mais curiosos, que usem também o Debian ou uma distribuição baseada neste, podem experimentar executar o comando que se encontra na janela do terminal e depois procurar na directoria "/usr/share/doc" por uma recente adição de documentos interessantes...) ;)
(Podem clicar na imagem para ampliar.)
(Os mais curiosos, que usem também o Debian ou uma distribuição baseada neste, podem experimentar executar o comando que se encontra na janela do terminal e depois procurar na directoria "/usr/share/doc" por uma recente adição de documentos interessantes...) ;)
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Sobre a extinção de feriados
"To achieve World Government, it is necessary to remove from the minds of men their individualism, loyalty to family traditions, national patriotism, and religious dogmas."Eu nem vou falar mais da grande importância dos feriados históricos que foram extintos... (E que, exactamente por isso, é que terão sido extintos...) Nem vou repetir as observações que fiz sobre o suposto motivo com que tentam justificar tudo isto...
--- G. Brock Chisholm, co-fundador da Federação Mundial para a Saúde Mental e primeiro Director-Geral da Organização Mundial de Saúde
Mas, suponho que a uma certa família que governa, de modo sinarquista, nos bastidores (e que, quem sabe, um dia sairá da sombra, para governar de modo visível?) estas extinções deverão ter agradado - e lhe ter dito - muito.
Só vos digo é que, pelo andar das coisas, um dia será certamente também o feriado do 25 de Abril que irá ser extinto. Dia este, ainda mais importante e muito mais significativo que os outros. Mas que o (que restar do) sistema educativo tratará, entretanto, de desvalorizar.
Mas, não agora... Que o tempo antigo está ainda na memória de muita gente viva. Dêem-lhe mais umas gerações, consecutivamente, cada vez mais estupidificadas e ignorantes e, depois sim, veremos a estocada final.
Para os ignorantes (que, com a degradação cultural e educativa que tem ocorrido, já nem sei quantos serão...) fica um pequeno vídeo, meramente introdutório, que partilho, também por curiosidade, pertencente à extinta "telescola", sobre a revolução que, só no início do século passado, acabou com o sistema político quase medieval na altura existente.
Um vídeo sobre o Portugal de há 100 anos, em que ainda havia gente honesta e com princípios neste país, que queria mudar as coisas para melhor. Gente que tinha ideais progressistas e que lutava por eles. Numa altura em que o nosso país era um país muito diferente e, ao mesmo tempo, com problemas semelhantes. Mas, acima de tudo, um país em que ainda havia quem tentasse puxar as pessoas para Cima, e não para baixo.
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