Acabaram por ser a última muito boa fonte que descobri, no meu processo de procura por fontes credíveis e de qualidade que denunciem o projecto da Nova Ordem Mundial e são, ao mesmo tempo - e de longe - a melhor de todas as fontes que conheço, no que toca a fazer um constante apanhado geral sobre o que, de mais e de muito importante, se passa e tem passado, neste incrível Mundo em que vivemos - e sobre o que o Império Britânico, que ainda opera nas sombras (como, mais correctamente, gostam eles de chamar ao movimento da NOM) vai fazendo, para tentar dominar este Planeta.
São o Movimento LaRouche, que é descrito como tendo os melhores serviços secretos privados do mundo. E, para constatar a inegável qualidade do seu trabalho, não é preciso ir mais longe do que um texto que eu traduzi e publiquei, há uns meses, neste meu blogue.
Querem saber porque razão está o Ocidente a tentar provocar uma guerra nuclear com a Rússia e seus aliados? Porque razão não falam os média de massas sobre o programa espacial chinês e o objectivo do último? Que possível alternativa promissora existe aos actuais problemas energéticos com que nos deparamos? O quão promissora é a aliança BRICS?
Que alternativas económicas viáveis existem para mitigar o processo de Colapso que estamos a experienciar?
Então, só têm de estar atentos às muito boas publicações e sessões de esclarecimento que este movimento vai lançando e organizando.
O que se segue, é a mais recente dessas sessões de esclarecimento, que são semanalmente emitidas via Internet e que este movimento vai também publicando no seu canal no YouTube.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Para quem não quiser dormir hoje à noite
Quem pense que certas séries de televisão, como Dark Angel, são mera ficção - pois, descrevem um futuro que nunca irá ocorrer - e quem pense que, por exemplo, o filme de 2005, The Island, é em boa parte ficção - pois, há partes, nesse argumento, que nunca poderão ser uma realidade - desengane-se...
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
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domingo, 20 de abril de 2014
Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert
"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
quarta-feira, 16 de abril de 2014
I Am Legend
Eu nem vou dizer o quão este filme mexeu comigo - quando o vi, há uns anos, ainda não tinha eu este blogue. E, logo a começar pelos personagens...
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
- Num primeiro final, após saber o protagonista principal da existência de um refúgio de outros seres humanos, que conseguiram montar um princípio de nova sociedade ainda humana, termina o filme com a entrega da cura descoberta por este protagonista aos restantes seres verdadeiramente humanos, por parte dos outros dois que o protagonista principal - que entretanto morre - conheceu.
- Num segundo final, alternativo, depois de ver alguns indícios de humanidade, que ainda resta nos seres já muito desprovidos da mesma que o rodeiam, decide o protagonista principal então simplesmente deixar tais seres outrora humanos viver na sua nova forma, não morrendo em consequência da sua tentativa de "re-humanizar" os outros e fugindo este com a sua cura, para o mencionado refúgio.
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)
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terça-feira, 8 de abril de 2014
Oblivion
Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
sexta-feira, 21 de março de 2014
Activismo antipedofilia no Reino Unido
(Uma confrontação, ocorrida anteontem, de uma vítima deste horrendo tipo de crimes com quem os anda a, pelo menos, encobrir - vítima essa, que já andava a denunciar a existência de "redes pedófilas institucionais" no Reino Unido, antes de ter rebentado o escândalo em torno da figura Jimmy Savile - seguida de um outro vídeo, no qual é feita uma incrível entrevista a este activista e realizador - que tem um sítio na Internet e um canal próprio no YouTube.)
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segunda-feira, 3 de março de 2014
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
1/3 da gasolina
Há uns anos, tive a oportunidade de conhecer aquela que era a namorada de um herdeiro de um fabricante de carros do Norte da Europa.
E, no decorrer das várias conversas que ocorreram, no grupo do qual eu e ela fazíamos parte, fiquei a saber de algo muito interessante, quanto ao consumo do mais precioso recurso energético, que agora parece começar a dar claros sinais de escassez...
Fiquei a saber que, na empresa da família à qual estava esta pessoa ligada, alguém surgiu com um novo projecto de motor para carros que consumia apenas 1/3 (repito, apenas 1/3) da gasolina que era, na altura, consumida pelos carros produzidos por tal empresa.
Uma excelente ideia, para preservar recursos naturais?...
Não propriamente...
O projecto foi abafado e nunca chegou a ser implementado.
A razão para tal?
Caso fossem para a frente com tal ideia, (deduzindo eu que a ligação seja que, o resultado óbvio seria que os motores produzidos por tal empresa iriam durar mais) a consequência seria que, iriam vender menos carros. (E, deste modo, diminuir os lucros da empresa.)
Na altura, por já saber eu de um outro caso em que foi seguida a mesma lógica - de eliminar uma alternativa mais eficiente, em termos energéticos (e de dar primazia ao lucro imediato, em detrimento da preservação de recursos naturais) - não me surpreendeu ouvir tal coisa.
E, por já ter eu, na altura, entrado na minha fase pessimista, nem me interessei sequer em saber mais pormenores sobre o assunto...
No entanto, achei que tinha interesse partilhar aqui este conhecimento.
Para que todos reflictam, um pouco, sobre um dos absurdos resultantes da lógica sobre a qual assenta a economia capitalista - que sempre convidava, até agora, ao desperdício, e ao não
reaproveitamento, dos recursos que temos, para satisfazer a sede de riqueza de quem já a tem em quantidade que (pelos vistos, para tais pessoas, não) é suficiente.
Lembrem-se disto (e dos restantes absurdos, deste tipo, em que forem reparando) de cada vez que, por exemplo, forem a uma bomba de gasolina e constatarem que tal está encerrada, devido ao novo fenómeno de falta de abastecimento...
E, no decorrer das várias conversas que ocorreram, no grupo do qual eu e ela fazíamos parte, fiquei a saber de algo muito interessante, quanto ao consumo do mais precioso recurso energético, que agora parece começar a dar claros sinais de escassez...
Fiquei a saber que, na empresa da família à qual estava esta pessoa ligada, alguém surgiu com um novo projecto de motor para carros que consumia apenas 1/3 (repito, apenas 1/3) da gasolina que era, na altura, consumida pelos carros produzidos por tal empresa.
Uma excelente ideia, para preservar recursos naturais?...
Não propriamente...
O projecto foi abafado e nunca chegou a ser implementado.
A razão para tal?
Caso fossem para a frente com tal ideia, (deduzindo eu que a ligação seja que, o resultado óbvio seria que os motores produzidos por tal empresa iriam durar mais) a consequência seria que, iriam vender menos carros. (E, deste modo, diminuir os lucros da empresa.)
Na altura, por já saber eu de um outro caso em que foi seguida a mesma lógica - de eliminar uma alternativa mais eficiente, em termos energéticos (e de dar primazia ao lucro imediato, em detrimento da preservação de recursos naturais) - não me surpreendeu ouvir tal coisa.
E, por já ter eu, na altura, entrado na minha fase pessimista, nem me interessei sequer em saber mais pormenores sobre o assunto...
No entanto, achei que tinha interesse partilhar aqui este conhecimento.
Para que todos reflictam, um pouco, sobre um dos absurdos resultantes da lógica sobre a qual assenta a economia capitalista - que sempre convidava, até agora, ao desperdício, e ao não
reaproveitamento, dos recursos que temos, para satisfazer a sede de riqueza de quem já a tem em quantidade que (pelos vistos, para tais pessoas, não) é suficiente.
Lembrem-se disto (e dos restantes absurdos, deste tipo, em que forem reparando) de cada vez que, por exemplo, forem a uma bomba de gasolina e constatarem que tal está encerrada, devido ao novo fenómeno de falta de abastecimento...
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domingo, 15 de setembro de 2013
Preparações para uma "Segunda Guerra Civil Americana"
(Ou será que - esperemos nós - irá ser uma "Segunda Revolução Americana"?...)
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domingo, 25 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
A Corrupção na Origem da Crise
(Dois excelentes oradores, com informação mesmo muito importante a transmitir. Vale mesmo a pena ouvir estas intervenções, do princípio ao fim. O dinheiro público que as pessoas perderam - devido à corrupção - e o dinheiro privado que perderam - devido à especulação imobiliária - seriam suficientes para pagar os sucessivos défices, eliminando a necessidade de quaisquer aumentos de impostos ou cortes nas despesas...)
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Produtos que começam a faltar nos hipermercados
Quem, cá em casa, costuma comprar os produtos alimentares num hipermercado local, tem repetidamente observado - nos últimos anos e também, um pouco mais, recentemente - que há certos produtos que dantes se vendiam e que não são mais possíveis de encontrar em tal hipermercado.
Como indica a designação de tal estabelecimento, este é um sítio mesmo muito grande, onde se pode encontrar uma muito grande variedade de produtos.
Apesar de suspeitar eu, logo após as primeiras observações, de porque razão estaria isto a ocorrer, cheguei a pensar, inicialmente, que pudesse ser uma falha temporária no abastecimento.
E, mais recentemente, com novos relatos de desaparecimentos de mais produtos, cheguei também a considerar a hipótese de que talvez fosse uma situação derivada da greve dos estivadores que estava, na altura, a decorrer.
Mas, não... Os produtos desapareceram para nunca mais serem vistos. E, com o passar do tempo, ficou mais forte a minha suspeita relativamente a isto.
"Com a quantidade de fábricas que estão a fechar, é natural que comecem a faltar alguns produtos", disse eu a tal pessoa.
E estou agora mesmo muito convicto de que seja esta a explicação. Pois, isto é algo que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, iria começar a acontecer...
Com uma sociedade já em pleno Colapso e processo de desindustrialização, é de esperar um gradual desaparecimento de toda uma variedade de produtos, tornados possíveis apenas por essa mesma industrialização.
Sejam os produtos que se começam a vender menos (de companhias que ainda sobrevivem) e que a dita "crise" obriga a deixar de produzir (por deixar de valer a pena), sejam os de marcas nacionais ou internacionais que são produzidos, no nosso país, em fábricas que estão a fechar (e que, apesar de terem "saída", se tornam impossíveis de produzir, por não conseguirem os donos de tais fábricas obter os empréstimos necessários), sejam os produtos que vêm de fora e que são produzidos em fábricas que, nos outros países, também fecham... É de esperar, daqui para a frente, uma contínua ocorrência deste tipo de "desaparecimentos".
Ocorrência essa, que terminará com o encerramento também de algumas grandes superfícies, tal como começa a ser o caso de algumas mercearias locais, que fecharam portas, e de outros tipos de lojas, de produtos não essenciais, que notoriamente têm fechado (e em definitivo) na localidade onde vivo.
(E diziam as pessoas - cá em casa e não só - que era mentira o de que eu vinha a avisar, 5 anos antes de tudo isto ter início, que vinha aí um grande Colapso, com desemprego em massa, entre outras coisas, como consequência...)
Apenas mais um claro sinal dos novos tempos que aí vêm.
Como indica a designação de tal estabelecimento, este é um sítio mesmo muito grande, onde se pode encontrar uma muito grande variedade de produtos.
Apesar de suspeitar eu, logo após as primeiras observações, de porque razão estaria isto a ocorrer, cheguei a pensar, inicialmente, que pudesse ser uma falha temporária no abastecimento.
E, mais recentemente, com novos relatos de desaparecimentos de mais produtos, cheguei também a considerar a hipótese de que talvez fosse uma situação derivada da greve dos estivadores que estava, na altura, a decorrer.
Mas, não... Os produtos desapareceram para nunca mais serem vistos. E, com o passar do tempo, ficou mais forte a minha suspeita relativamente a isto.
"Com a quantidade de fábricas que estão a fechar, é natural que comecem a faltar alguns produtos", disse eu a tal pessoa.
E estou agora mesmo muito convicto de que seja esta a explicação. Pois, isto é algo que, mais tarde ou mais cedo, inevitavelmente, iria começar a acontecer...
Com uma sociedade já em pleno Colapso e processo de desindustrialização, é de esperar um gradual desaparecimento de toda uma variedade de produtos, tornados possíveis apenas por essa mesma industrialização.
Sejam os produtos que se começam a vender menos (de companhias que ainda sobrevivem) e que a dita "crise" obriga a deixar de produzir (por deixar de valer a pena), sejam os de marcas nacionais ou internacionais que são produzidos, no nosso país, em fábricas que estão a fechar (e que, apesar de terem "saída", se tornam impossíveis de produzir, por não conseguirem os donos de tais fábricas obter os empréstimos necessários), sejam os produtos que vêm de fora e que são produzidos em fábricas que, nos outros países, também fecham... É de esperar, daqui para a frente, uma contínua ocorrência deste tipo de "desaparecimentos".
Ocorrência essa, que terminará com o encerramento também de algumas grandes superfícies, tal como começa a ser o caso de algumas mercearias locais, que fecharam portas, e de outros tipos de lojas, de produtos não essenciais, que notoriamente têm fechado (e em definitivo) na localidade onde vivo.
(E diziam as pessoas - cá em casa e não só - que era mentira o de que eu vinha a avisar, 5 anos antes de tudo isto ter início, que vinha aí um grande Colapso, com desemprego em massa, entre outras coisas, como consequência...)
Apenas mais um claro sinal dos novos tempos que aí vêm.
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sábado, 2 de março de 2013
Palhaçada
Suponho que possa ter sido, talvez, por querer adicionar números a este seu protesto, em particular, para depois poder dizer que tiveram x centenas de milhares de pessoas numa manifestação que também era a sua. Não sei... O que é certo é que, fizesse eu ainda parte de alguma organização sindical, e ainda por mais pequena que fosse, iria querer demarcar-me mesmo muito bem de todos estes novos movimentos de farsa, que apenas adoptam formas de "luta" ineficazes e ridículas.
"Movimento Sem Emprego", "M12M", "15O", enfim... Os nomes que vão surgindo são diferentes. Mas a fórmula é sempre a mesma.
(A qual, para mim, denuncia muito bem quem é que estará por trás de tais movimentos...) E que consiste em nada mais fazer do que protestar e ficar eternamente à espera que quem está a destruir a Economia *de propósito*, como que por milagre, mude de ideias e deixe de fazer o que está a fazer...
Isto, sempre acompanhado de uma muito boa campanha mediática (feita com a ajuda dos média controlados) com cartazes e imagens mesmo muito bem conseguidos e elaborados, e também vídeos a condizer, todos feitos com dinheiro oriundo sabe-se lá donde... Aos quais, claro, se adiciona sempre uma ou outra cara conhecida, para promover a causa (coisa que tem o valor que tem, num país onde, para se ser conhecido, entre quem não tem nada na cabeça, não é preciso muito) para, com isto, chamar alguma carneirada para quem essa mesma celebridade tem algum significado.
Manifestem-se à vontade... Manifestem-se, até, todos os dias, que isso não vai mudar nada. (E podem até, se quiserem, ler a sugestão que dei a quem faz as mais divertidas manifestações de todas, nos comentários a esta notícia.)
Manifestem-se até ficarem efectivamente sem dinheiro e já nem para isso o tiverem. (E, talvez só depois de efectivamente terem caído no buraco, vejam se, no muito tempo livre que vão ter, algum dos vossos neurónios é capaz de concluir que é só avançando com soluções e alternativas é que se resolve alguma coisa...)
Manifestem-se à vontade, mas, não contem comigo para vos fazer companhia... Pois, vou estar antes, provavelmente, ainda a dormir e a recuperar de mais um intenso dia de pesquisa e escrita, até altas horas da noite, sobre o que realmente - e de muito importante - se passa à minha volta, para poder depois avisar os outros disso. (Coisa que considero muito mais importante do que sair para a rua a gritar simples palavras de ordem, inócuas e vazias de conteúdo significativo...)
Se quiserem saber mais das razões pelas quais não me junto a vós, podem espreitar <aqui>, <aqui> e <aqui>.
Mas, por favor, calem-se com esses cantares ridículos, que só desvirtuam, descaracterizam e banalizam as muito belas canções daquele que foi o grande cantor e poeta Zeca Afonso.
Pois, fosse ele vivo, estou certo que era muito mais ao lado de quem tenta efectivamente mudar as coisas e resolver os problemas que ele continuaria a estar...
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
É esse o objectivo, Sr. Félix...
Há alguns dias, veio o ex-Ministro de um governo do Bloco Central (e confesso votador neste governo), Bagão Félix, dizer na televisão que os repetidos Orçamentos de Estado, ditas medidas de "austeridade" e políticas levadas a cabo por este governo são contraproducentes e que têm, e irão continuar a ter, um efeito destruidor na Economia.
Notoriamente constrangido e decepcionado com as consecutivas medidas tomadas pela classe política que actualmente ocupa o governo que, em vez de melhorar, só pioram as coisas, fez este ex-Ministro dois importantes pontos, no decorrer de uma entrevista na SIC.
(Pontos esses, aos quais irá ser acrescentada uma breve explicação, por parte de quem, pelos vistos, está melhor informado sobre o que se passa nos bastidores da política - que, diga-se de passagem, tem este ex-Ministro a obrigação de conhecer melhor do que um mero cidadão com acesso à Internet e a sítios de qualidade nesta, sobre o mencionado assunto.)
Dizia então este ex-Ministro (que, ao que tudo indica, parece ser bem intencionado) que, ao aumentar, de modo brutal, os impostos, está-se, consequentemente, a diminuir a receita gerada pelos mesmos, e também que, ao taxar mais quem mais trabalha, se está a desincentivar o esforço no trabalho e o investimento na formação, no que foi, para mim, uma demonstração de grande ingenuidade, de quem não é capaz de perceber que o objectivo deste governo é mesmo esse - o de puxar a sociedade para baixo e destruir a mesma.
E, sendo assim, passo então, brevemente, a explicar...
Desengane-se, Sr. Félix. Pois, não se trata de uma mera "crise" ou "recessão" económica, causada por factores aleatórios. Mas sim, ao que tudo indica, de um Colapso generalizado da civilização em si, tal como a conhecemos, causado pelo modelo económico de que você é adepto.
Ao contrário de quem neles vota, os nossos governantes não são estúpidos. E, se as medidas que estes tomam estão a ter os efeitos destruidores na Economia que estão, é exactamente com esse objectivo que estão a ser tomadas...
Informe-se sobre o que andam os seus amigos - e amigos deles - a debater e a fazer - em certas reuniões - e depois venha então, mais bem informado, falar para a televisão...
Notoriamente constrangido e decepcionado com as consecutivas medidas tomadas pela classe política que actualmente ocupa o governo que, em vez de melhorar, só pioram as coisas, fez este ex-Ministro dois importantes pontos, no decorrer de uma entrevista na SIC.
(Pontos esses, aos quais irá ser acrescentada uma breve explicação, por parte de quem, pelos vistos, está melhor informado sobre o que se passa nos bastidores da política - que, diga-se de passagem, tem este ex-Ministro a obrigação de conhecer melhor do que um mero cidadão com acesso à Internet e a sítios de qualidade nesta, sobre o mencionado assunto.)
Dizia então este ex-Ministro (que, ao que tudo indica, parece ser bem intencionado) que, ao aumentar, de modo brutal, os impostos, está-se, consequentemente, a diminuir a receita gerada pelos mesmos, e também que, ao taxar mais quem mais trabalha, se está a desincentivar o esforço no trabalho e o investimento na formação, no que foi, para mim, uma demonstração de grande ingenuidade, de quem não é capaz de perceber que o objectivo deste governo é mesmo esse - o de puxar a sociedade para baixo e destruir a mesma.
E, sendo assim, passo então, brevemente, a explicar...
- O que você diz sobre os impostos, Sr. Félix, é (tal como você próprio admite na entrevista) o que toda a gente que percebe minimamente de Economia também sabe. Aumentando os impostos acima de um certo valor, o que se está a fazer, é a retrair o consumo e (diminuindo a actividade económica) a diminuir as receitas geradas por esses mesmos impostos. (Veja-se, por exemplo, uma das coisas que o Presidente John F. Kennedy fez antes de ser morto, em que até - e inversamente - ao diminuir os impostos, aumentou o poder de compra de todos e causou um maior desenvolvimento da sua Economia, aumentando, consequentemente, a quantidade de receitas por estes mesmos impostos arrecadada...) Isto é, aliás, mero senso comum... E não é preciso nenhum curso de Economia para percebê-lo... Se está tudo muito mais caro, começam as pessoas, obviamente, a pensar duas vezes antes de comprar algo e, consequentemente, a racionar - e a ser mais cuidadosas com - as suas despesas. Ainda mais, em casos extremos como este (e que só podem é mesmo ter como resultado um afundamento dessa mesma Economia) em que, ao mesmo tempo, as pessoas recebem cada vez menos, devido aos crescentes aumentos de impostos sobre o produto do seu trabalho, agravando-se assim, ainda mais, a perda do seu poder de compra.
- Sobre fazer quem mais trabalha pagar mais impostos, basta também recorrer ao mero senso comum. (Fazendo, aliás, o raciocínio que o governo quer que todos também façam...) Pois a maior parte das pessoas não é assim tão estúpida. E, se por trabalharem e estudarem muito mais, vão receber apenas mais um pouco, perdem as pessoas a maior parte do incentivo que possam ter para que se esforcem mais que os outros.
Desengane-se, Sr. Félix. Pois, não se trata de uma mera "crise" ou "recessão" económica, causada por factores aleatórios. Mas sim, ao que tudo indica, de um Colapso generalizado da civilização em si, tal como a conhecemos, causado pelo modelo económico de que você é adepto.
Ao contrário de quem neles vota, os nossos governantes não são estúpidos. E, se as medidas que estes tomam estão a ter os efeitos destruidores na Economia que estão, é exactamente com esse objectivo que estão a ser tomadas...
Informe-se sobre o que andam os seus amigos - e amigos deles - a debater e a fazer - em certas reuniões - e depois venha então, mais bem informado, falar para a televisão...
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domingo, 6 de maio de 2012
Pico do Petróleo, Capitalismo e Socialismo
"Anyone who believes exponential growth can go on forever in a finite world is either a madman or an economist."
--- Kenneth E. Boulding, activista quaker inglês
Achei que tinha interesse partilhar também aqui algo que <comentei>, há poucos dias, no blogue de uma das minhas seguidoras, cuja actividade eu também sigo.
(E achei também, já agora, que devia aqui deixar uma explicação...)
Para quem ainda não o sabe, sempre fui profundamente anticapitalista e antiautoritário. Ou, por outras palavras, sempre fui fortemente Socialista, mesmo antes de saber que era um Anarquista. Podendo eu ser genericamente descrito como um socialista libertário.
(Para quem tenha dúvidas: não sou - nem nunca fui - simpatizante das vertentes mais autoritárias do Socialismo - como é o caso do "Marxismo" e derivados - ou, por outras palavras, não sou - nem nunca fui - um discípulo das ideias dos Illuminati...) ;)
Falando em termos gerais e filosóficos, não só considero o Socialismo como o único sinónimo de verdadeira civilização, justiça (se excluirmos as suas formas comunistas), dignidade e respeito, em termos de relações humanas e, mais abrangentemente, em termos sociais e políticos (se excluirmos as suas formas ditatoriais), como considero o Capitalismo uma autêntica degeneração em termos civilizacionais - para além de um sistema imensamente injusto e desrespeitador do próximo, que vejo, cada vez mais, na sua forma presente, como o sistema politico-económico e social simplesmente mais estúpido, alienante, opressor e desumano alguma vez inventado...
Sempre vi o Socialismo como uma verdadeira ideologia, em que existe uma preocupação genuína por Justiça Social. E o Capitalismo como a ausência de valores, a ganância, a sacanagem, o egoísmo, a tacanhez, a exploração, a dominação e a opressão, travestidos de justificações éticas e morais.
(Para além de que pude sempre constatar isso mesmo, ao observar o comportamento da maioria dos adeptos das duas correntes políticas - não me lembrando eu de ver nunca adeptos da chamada direita em manifestações antiguerra ou contra outras políticas e grandes injustiças que causam a morte ou permitem a exploração de outros, que à maior parte das pessoas passam ao lado.)
Acho até que, com o estado a que chegou toda esta sociedade, já nem preciso sequer de argumentar a favor de tudo isto. E que os resultados desta Economia de Mercado - em que resultam quase sempre os sistemas baseados no Capital - e da ganância - da qual resulta toda esta sede de lucro e ávida busca pelo deus-dinheiro, em que, no processo para satisfazer tal, quase tudo é mercantilizável - estão à vista de todos.
A minha curiosidade está até, por vezes, em saber o que têm os defensores do Capitalismo a dizer, agora que se observam os resultados mais que previsíveis deste.
(Os que já sabem o que está a acontecer, isto é. Pois, ainda que levemos já 4 anos de Colapso, e que eu explique detalhadamente a essas pessoas o que está realmente a acontecer, continuo a conhecer quem acha que está tudo bem, que as coisas vão recuperar e que a economia de mercado é que é...)
Mas já sei que a maior parte das pessoas: ou não quer saber dos outros e só quer saber de problemas sociais quando se dá conta de que estes assuntos também lhes afectam; ou quase nunca pensam por si próprias, limitando-se a adoptar as ideias e fórmulas de outras pessoas e a serem depois incapazes de reconhecer que essas mesmas ideias e fórmulas são injustas, menos correctas ou disfuncionais; ou nunca param é para pensar em nada do que é realmente importante, limitando-se, quase sempre, a seguir a sua "manada" particular e a viver segundo as regras que lhes são ditadas pela comunidade em que estão inseridas, sejam essas regras ditadas por uma minoria ou por uma maioria. E que, por estas razões, não têm é estas pessoas simplesmente nada, de jeito pelo menos, a dizer...
(É a sociedade que temos... E a espécie a que pertenço... E a minha paciência já é cada vez menor para discutir política com pessoas lavadas ao cérebro, de mentalidade fechada, indiferentes aos outros e muito pouco inteligentes. Já tenho é cada vez mais uma atitude do tipo "se é atirarem-se de um precipício que querem, então atirem-se...")
Mas, ainda assim, lá vou falando ainda com algumas pessoas e fazendo também aqui algumas colocações sobre estes assuntos.
Segue-se um pequeno texto de alguém mais paciente que eu para explicar o que se passa.
21 MARCH 2011 - ECONOMY
Infinite Growth Is Unsustainable
BY DAVID K. SUTTON
2:50 PM
Capitalism, at least as we know it, requires infinite growth. For-profit companies have to continue to grow in size and increase their profits year after year or risk losing investment money. Many people have gotten very wealthy with this economic model and the rest of us, at least in industrialized countries, have benefited greatly as well. We have many modern conveniences and most of us are quite disconnected from the natural world in a way that would have been unimaginable to people only a few centuries ago. This is certainly good from the standpoint of making our lives easier but it’s not good when you look at the long term picture.
The problem in the long term is that an economic model of infinite growth requires the use of natural resources at increasing rates. The most obvious of these natural resources is petroleum or oil. But many other resources like water and coal are being used at increasing rates to sustain growth in population. This growth in population is fueled by the continued increase in use of natural resources. It’s a cycle of infinite growth that is simply unsustainable on a planet of finite resources.
Hardly anybody in the government or the media is talking about this problem because it’s unimaginable to most people living in modern, industrialized countries that the only way of life they’ve ever known is simply unsustainable in the long term. It’s as if people have either (a) buried their heads in the sand or (b) hope that the shit doesn’t hit the fan until they are long gone. Unfortunately neither position will stop what is inevitable. It really is up to us to realize this now and attempt to build an economic model that is sustainable. This is not possible without major changes. What is apparent is that these changes are going to happen one way or another either by choice or by force as we begin to hit the peaks of supply with regard to some of our most valued natural resources.
One thing that will change regardless of one’s ideology is the very idea of capitalism. As I said, capitalism is an economic system of infinite growth which we can acknowledge (if we aren’t delusional) is not possible on one planet with finite resources. We will need an economic model built on the idea of sustainability, not infinite growth. Our society will have to embrace an idea of collectivism and shared commons. This is fully compatible with democracy but is clearly at odds with capitalism. Some people are going to have to throw away their ideology in favor of something that is sustainable in the long term and in the real world. Some might think that human ingenuity and technology will solve all of our problems. It’s true that these things will help us transition but they cannot erase the simple fact that we only have one planet with finite resources for which to sustain human civilization. No amount of human ingenuity or technology will change that reality.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O Veterano
(Página na Wikipedia sobre o filme e um bom sítio na Internet para pesquisar sobre o que é dito...)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
É agora ou nunca
Para que tenham todos verdadeira consciência do quão possível é uma guerra no futuro próximo, queria aqui deixar um acrescento à minha colocação anterior sobre este mesmo tema, consistindo esta última numa pequena série de chamadas de atenção que penso serem importantes fazer...
(A continuação do aviso que aqui deixo, para que se preparem como puderem para o que aí possa vir, é válida, não só para a presente situação no Médio Oriente, como para o futuro próximo, enquanto se mantiver a situação de tensão existente entre os EUA e a Rússia.)
Reparem em como, com o declínio que se observa já das economias ocidentais em geral, não é só a nível privado e familiar que começa a haver cada vez menos dinheiro, mas também (como saberão) a nível dos próprios Estados. E em como no dinheiro à disposição dos vários Estados está incluído, obviamente, também o dinheiro à disposição das suas várias Forças Armadas. As quais estão também já a ser alvo de cortes orçamentais. Querendo isto dizer que, daqui para a frente - e esta parte é mesmo muito importante - é também o poderio militar de todos os governos ocidentais que irá também entrar em declínio. Sendo claro que, nunca no futuro próximo ou longínquo, irão os EUA e restantes países da OTAN ser tão poderosos militarmente como são agora. O que faz com que este intervalo de tempo que estamos agora a atravessar, em que os vários países ocidentais estão ainda no seu auge, em termos de poderio militar, e têm ainda muito petróleo à sua disposição, seja a melhor oportunidade de sempre para conquistar quaisquer países que sejam. E se é dominar todo o mundo que querem, na parte que toca à intervenção militar, constitui este intervalo de tempo na nossa História simplesmente a melhor oportunidade que estes alguma vez irão ter para fazê-lo. Pois, daqui para a frente, irão as reservas energéticas à disposição dos vários países ocidentais entrar em sério declínio, enquanto os países exportadores de petróleo, como é o caso da Rússia - principal opositor dos planos de dominação mundial das elites ocidentais - irão cada vez menos exportar este precioso recurso e - com a cada vez maior quantidade relativa deste líquido que irão ter, comparativamente aos países ocidentais - irão gradual e rapidamente ganhar uma séria vantagem militar, e não só, relativamente ao Ocidente, à medida que este último - cujas fontes deste recurso são essencialmente os estados, por enquanto vassalos, do Médio Oriente - for tendo cada vez menos petróleo à sua disposição.
Por outras palavras, a quererem os nossos governos invadir ainda mais países estrangeiros, constitui este pequeno intervalo de tempo, correspondente aos anos em que ainda estamos, em termos de oferta mundial, no chamado Pico do Petróleo, a melhor oportunidade histórica para fazê-lo. Tornando-se uma aventura militar deste tipo cada vez menos provável daqui para a frente, devido aos cada vez maiores custos e dificuldades em fazê-lo, derivados da cada vez maior escassez de petróleo, essencial para qualquer esforço de guerra.
Tudo isto para dizer que, se alguma vez estivemos, ou estivermos, seriamente perto de uma guerra, possivelmente nuclear e a nível mundial ou "apenas" de mais uma guerra no Médio Oriente, esta é simplesmente a altura em que considero ser mais provável tal acontecer.
Se irá ou não haver guerra, como disse, não sei... Só os loucos que nos governam é que o saberão.
A única coisa que posso fazer é alertar-vos, mais uma vez, para que estejam, como puderem, preparados para quaisquer repercussões que possam acontecer em consequência de tudo isto e, se é um futuro que querem ter, aconselhar-vos a que pressionem os vossos governos para que deixem o Irão e restante Médio Oriente em Paz e não façam uma coisa destas.
Para complementar o que aqui disse na minha colocação anterior, sobre precauções que possam querer tomar, queria também aqui deixar um outro importante documento, emitido pelo governo português no passado recente, inserido na mesma campanha que mencionei.
E, já agora, aqui vão também alguns desenvolvimentos recentes, da situação no Médio Oriente:
(A continuação do aviso que aqui deixo, para que se preparem como puderem para o que aí possa vir, é válida, não só para a presente situação no Médio Oriente, como para o futuro próximo, enquanto se mantiver a situação de tensão existente entre os EUA e a Rússia.)
Reparem em como, com o declínio que se observa já das economias ocidentais em geral, não é só a nível privado e familiar que começa a haver cada vez menos dinheiro, mas também (como saberão) a nível dos próprios Estados. E em como no dinheiro à disposição dos vários Estados está incluído, obviamente, também o dinheiro à disposição das suas várias Forças Armadas. As quais estão também já a ser alvo de cortes orçamentais. Querendo isto dizer que, daqui para a frente - e esta parte é mesmo muito importante - é também o poderio militar de todos os governos ocidentais que irá também entrar em declínio. Sendo claro que, nunca no futuro próximo ou longínquo, irão os EUA e restantes países da OTAN ser tão poderosos militarmente como são agora. O que faz com que este intervalo de tempo que estamos agora a atravessar, em que os vários países ocidentais estão ainda no seu auge, em termos de poderio militar, e têm ainda muito petróleo à sua disposição, seja a melhor oportunidade de sempre para conquistar quaisquer países que sejam. E se é dominar todo o mundo que querem, na parte que toca à intervenção militar, constitui este intervalo de tempo na nossa História simplesmente a melhor oportunidade que estes alguma vez irão ter para fazê-lo. Pois, daqui para a frente, irão as reservas energéticas à disposição dos vários países ocidentais entrar em sério declínio, enquanto os países exportadores de petróleo, como é o caso da Rússia - principal opositor dos planos de dominação mundial das elites ocidentais - irão cada vez menos exportar este precioso recurso e - com a cada vez maior quantidade relativa deste líquido que irão ter, comparativamente aos países ocidentais - irão gradual e rapidamente ganhar uma séria vantagem militar, e não só, relativamente ao Ocidente, à medida que este último - cujas fontes deste recurso são essencialmente os estados, por enquanto vassalos, do Médio Oriente - for tendo cada vez menos petróleo à sua disposição.
Por outras palavras, a quererem os nossos governos invadir ainda mais países estrangeiros, constitui este pequeno intervalo de tempo, correspondente aos anos em que ainda estamos, em termos de oferta mundial, no chamado Pico do Petróleo, a melhor oportunidade histórica para fazê-lo. Tornando-se uma aventura militar deste tipo cada vez menos provável daqui para a frente, devido aos cada vez maiores custos e dificuldades em fazê-lo, derivados da cada vez maior escassez de petróleo, essencial para qualquer esforço de guerra.
Tudo isto para dizer que, se alguma vez estivemos, ou estivermos, seriamente perto de uma guerra, possivelmente nuclear e a nível mundial ou "apenas" de mais uma guerra no Médio Oriente, esta é simplesmente a altura em que considero ser mais provável tal acontecer.
Se irá ou não haver guerra, como disse, não sei... Só os loucos que nos governam é que o saberão.
A única coisa que posso fazer é alertar-vos, mais uma vez, para que estejam, como puderem, preparados para quaisquer repercussões que possam acontecer em consequência de tudo isto e, se é um futuro que querem ter, aconselhar-vos a que pressionem os vossos governos para que deixem o Irão e restante Médio Oriente em Paz e não façam uma coisa destas.
Para complementar o que aqui disse na minha colocação anterior, sobre precauções que possam querer tomar, queria também aqui deixar um outro importante documento, emitido pelo governo português no passado recente, inserido na mesma campanha que mencionei.
E, já agora, aqui vão também alguns desenvolvimentos recentes, da situação no Médio Oriente:
- "Press TV taken off air in UK – war for freedom of speech now on"
- "American, British, Israeli and Iranian Warships Sailing Towards Confrontation"
- "Alert: Iran Crisis Headed for World War III"
- "Russian, French warships off Syria, Iran, US drones over Iranian coast"
- "$9 Gallon Gasoline Will Crash World Economies If WW3 Starts: Greg Hunter Reports"
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domingo, 1 de janeiro de 2012
2012: Irá acontecer alguma coisa?
A notícia acima colocada, terá sido emitida em Janeiro de 2010, na mesma altura em que foi emitido, nos EUA, o 7º e último episódio da 1ª temporada da série de documentários Conspiracy Theory with Jesse Ventura, intitulado Apocalypse 2012.
Na altura em que vi este episódio fiquei muito preocupado. Pois este mostra filmagens de trabalhos de construção, que não deixam dúvidas de que estão, de facto, a ser construídas várias obras subterrâneas, em preparação para algo que possivelmente aí venha. Mas... O que será esse "algo"?
O documentário e a notícia sugerem que será uma tempestade electromagnética - que irá haver este ano, causada por uma invulgarmente intensa actividade solar - que irá causar estragos nas redes eléctricas no hemisfério norte. No entanto, só nos EUA é que isto tem sido noticiado. E por cá, na Europa, que eu saiba, pouco ou nada se tem falado disto...
Será então mesmo verdade o que é dito e noticiado como explicação para tais preparações?
Na altura em que vi o documentário, cheguei a pensar que tais construções poderiam ser uma preparação para o pior cenário possível em que poderia acabar todo este Colapso económico, que estamos agora já a viver. Em que, em consequência de uma destruição planeada da economia que lhes fuja ao controlo, as elites e seus lacaios se estivessem a preparar para possivelmente se refugiar em aldeias subterrâneas, para aí fugir ao caos que tinham criado e esperar que as coisas acalmassem, antes de voltarem à superfície e reinar sobre o que quer que tivesse sobrado. ;) eheh
Olhando para trás, este é agora um cenário que me faz rir. Pois parece-me demasiado irrealista. (Se bem que, imprevisível como é o futuro e não planeada como é a nossa economia, não descarto nada - tal como quem nos controla a todos no topo - a possibilidade de tudo isto entrar num cenário caótico ou semi-caótico...) Mas se isto soa irrealista, porque razão estão então a ser construídos tais refúgios subterrâneos?
Sabendo agora de mais algumas coisas sobre as quais entretanto me informei e reflectindo um pouco mais sobre este assunto, penso que, agora sim, já terei acertado e identificado aquela que será, para mim, e creio que para muita gente, a explicação mais provável para todas estas preparações.
Para quem tiver seguido o meu conselho e tiver começado a consultar regularmente, entre outros, o sítio na Internet de Daniel Estulin, a explicação que a seguir apresento fará todo o sentido.
Guerra nuclear com a Rússia
Quem estiver bem informado sobre a actual situação geopolítica mundial, saberá que a chamada Guerra Fria, não só nunca terminou, como tem vindo a "aquecer" ultimamente. E a confirmá-lo está a recente inquietante declaração (cliquem nas legendas) por parte do Presidente russo de que o seu governo colocou, como resposta à construção de sistemas de defesa antimíssil na Europa, o seu país em alerta contra a possibilidade de um ataque ocidental.
Quem tiver lido o texto original da declaração mais recente que Daniel Estulin fez no Parlamento Europeu, terá lido as palavras "we are facing a global, thermonuclear World War III". Quem tiver ouvido esta entrevista dele à RT, saberá também que os EUA estão a construir bases militares secretas no Afeganistão, em preparação para uma possível guerra nuclear com a Rússia. E numa declaração de emergência feita por Lyndon LaRouche, há uma semana, o termo é, mais uma vez, "guerra termonuclear".
Se têm consultado regularmente os sítios de notícias sobre a actualidade que recomendo, saberão agora também que o gigante russo está de novo a agitar-se. E que também a própria Rússia está a construir abrigos que - tal como os que estão a ser construídos nos EUA e que são falados no documentário de Jesse Ventura - deverão ser terminados este ano.
Mas com uma grande diferença, isto é...
Enquanto que, na Rússia, a preocupação do governo é tentar proteger todos os seus cidadãos, e salvá-los de uma possível catástrofe, no Ocidente é o habitual "proteger sim, mas só as elites". E as outras pessoas que se amanhem... (Neste caso, literalmente morram, e em grande número. Muitas delas, provavelmente, sem nunca saberem sequer porquê...)
Por tudo isto, fico preocupado quando vejo vídeos como o que se segue, a avisar as pessoas para que se preparem para uma possível catástrofe.
E interrogo-me sobre se as elites que nos governam serão mesmo loucas, ou não, ao ponto de iniciar, de facto, uma guerra de natureza nunca vista neste planeta e causar uma megacatástrofe, que uma boa parte do Mundo atingirá...
(Será um conhecido filme de Hollywood, cujo título corresponde a este ano que se inicia, alguma peça de propaganda, já para mentalizar inconscientemente as pessoas para algo catastrófico que aí possa vir?...)
Se irá haver ou não um conflito armado, em grande escala, entre os EUA e a Rússia este ano, não me parece muito provável. Mas o que é certo é que ambos os países estão a tomar medidas para se prepararem, a partir deste ano, para o que de pior possa acontecer como evolução do conflito que está já a ocorrer, por enquanto, de modo mais contido, a nível diplomático e em pequena escala.
Irão
Outra coisa à qual deverão prestar muita atenção é a crescente intromissão ocidental no desenvolvimento industrial do Irão, às correspondentes declarações falsas sobre este mesmo assunto e ao conflito diplomático, e não só, que tem ocorrido. Em que as potências ocidentais, detentoras de armas nucleares e com um longo e recente registo de invasões a países estrangeiros se arrogam ao direito de proibir os outros países de se desenvolver industrialmente, ou mesmo de ter armas nucleares - o que não é o caso, e, ainda que fosse, a ser um direito, deverá ser igual para todos - com a desculpa de que estes últimos - e não os primeiros - representam um perigo para os outros países...
Depois de alguma relutância, por parte de quem participou na reunião de Bilderberg de 2005, em invadir o Irão, parece que agora, pelo que é dado a entender pela imprensa (e depois de duas declarações interessantes - [1] [2] - por parte do governo iraniano e de uma correspondente resposta ridícula estadunidense) não haverão tantos entraves a que tal aconteça e que está este país do Médio Oriente, rico em petróleo, de novo sob a mira do Ocidente.
Irão os países ocidentais tentar invadir o Irão e, com isto, envolver todo o Médio Oriente, e não só, numa guerra, possivelmente nuclear?
Não sei... Não possuo a capacidade de prever, com certeza, o futuro.
No entanto, o que posso fazer é chamar a atenção para algo em que reparei e deixar aqui algumas informações, pouco conhecidas, para que possam vocês enfrentar, como puderem, o que quer que aí venha.
Conselhos
Coincidência ou não, quando o conflito diplomático com o Irão começou de novo a aquecer, há dois anos, o governo português emitiu o seguinte aviso - [hiperligação]. E o governo iraniano já tem avisado que, a haver uma invasão do seu país - e, agora, também como resposta a possíveis sanções - uma das primeiras retaliações será o bloqueio do Estreito de Ormuz, onde passa cerca de 1/3 do tráfego marítimo petroleiro mundial.
Para as elites, será mais uma maneira de preservar algumas reservas energéticas para si. Para nós, será, muito possivelmente, no mínimo, uma repetição do que por cá se viu aquando da greve dos camionistas de 2008, em que eu próprio vi prateleiras quase vazias no supermercado.
Por esta razão, é possível que voltem a haver interrupções na distribuição de comida. Por isso, talvez queiram dar uma olhadela neste documento que foi produzido pelo governo português. (Sobre a comida, posso aqui deixar a dica de que as lojas Decathlon vendem comida desidratada que, tal como as conservas, dura anos. Se não precisarem de recorrer a esta comida, apenas têm de a ir comendo ao longo dos anos que faltam para expirar a sua validade.)
Independentemente de haver, ou não, guerra, ou guerras, no futuro próximo, o que é certo é que todo este Colapso económico só irá agravar-se daqui em diante. E que existe sempre o sério risco de um descalabro financeiro.
E, a propósito de crise financeira, não quero deixar de chamar a atenção para mais alguns factos e deixar então aqui também mais alguns conselhos.
Depois de ter já parcialmente avisado as pessoas disto em 2010, Daniel Estulin veio, de novo, avisar os seus leitores de que todo o sistema bancário ocidental está, pelo menos em boa parte, em Colapso. E que o melhor para todos é não terem dinheiro nos bancos. (Reparem: como os governos e as pessoas não conseguem pagar as suas dívidas, causando enormes perdas de dinheiro por parte destas instituições; o quão difícil é, hoje em dia, conseguir um empréstimo da parte destes; no afundamento do valor destes no mercado; e em como há até bancos que se recusam a encerrar as contas das pessoas, quando estas últimas o tentam fazer.)
Quem duvide da credibilidade de Daniel Estulin, pode ver esta mesma entrevista, já referenciada nesta colocação, feita a ele no início de 2008, em que este avisou - e acertou em cheio - que a actual crise económica iria ter início no final desse ano, quando o barril de petróleo atingisse os 150 dólares.
Para além disto, têm sido feitas enormes criações de dinheiro, supostamente para tentar resgatar estes mesmos bancos. E o que a criação de dinheiro sempre provoca é inflação. Neste caso, tratando-se de somas tão elevadas, possivelmente hiperinflação. O que, a acontecer, fará com que o dinheiro que vocês tenham passe a valer apenas uma fracção do que anteriormente valia. Sendo, por isso, talvez melhor converterem o dinheiro que tenham a mais em bens que mantenham o seu valor.
O que muita gente - que avisou, anos antes, do Colapso económico que estamos agora a viver - está a fazer, e a aconselhar os outros a fazer, é comprar ouro. Visto este ser um metal precioso que, independentemente das crises económicas, em 6 mil anos de História, sempre foi aceite como moeda de troca. E que deverá manter o seu valor, enquanto que as diferentes moedas, com o pior que ainda está para vir, deverão sofrer grandes perdas no seu valor. (Já repararam na quantidade de lojas que têm abrido, que se dedicam à compra de ouro? E no valor histórico que este metal precioso tem vindo a atingir nos últimos anos?)
Outra coisa que penso que toda a gente devia seriamente considerar é, devido à crescente onda de criminalidade, quem sinta necessidade de tal, arranjar uma arma de defesa pessoal. ("Mais vale prevenir que remediar...")
São estes os conselhos que me lembro de fazer, para além do conselho que aqui já deixei de que estejam preparados, como puderem, para possíveis interrupções na distribuição de comida.
Tomem precauções, ou encarem antes tudo isto como paranóia, se quiserem... (Eu sei que não sou o único a falar disto.)
Mas lembrem-se que também trancam sempre as portas de casa à noite. E não é por pensarem que nesse dia irão ser assaltados...
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