Obviamente que, sendo este um filme feito por Hollywood, é uma clara tentativa de fazer uma "gestão dos danos", em que se tenta fazer uma denúncia que se sobreponha às outras, na qual se minimizam as verdades denunciadas. (Tal como é, claramente, o caso de um outro filme, para o qual chamei eu aqui a atenção.)
E, certamente que, do final da história que é contada neste filme, deverá ser omitida a verdade sobre o que aconteceu a este verdadeiro jornalista. (Pois, pouca gente, que conhece a história de Gary Webb, acredita que ele se tenha "suicidado" com dois tiros de caçadeira na cabeça.)
Também, uma coisa que certamente não será dita neste filme, é que este autor estava a terminar a escrita de um novo livro - que poderia vir a ser a sua magnum opus - sobre o mesmo assunto, antes de ter aparecido morto.
Assim como, a julgar pelo seguinte trecho de promoção, a história que é retratada neste filme deverá ser contada de modo a tentar passar uma mensagem pessimista, de que "não vale a pena uma pessoa meter-se neste tipo de assuntos" - tal como é o caso óbvio de um outro conhecido filme de Hollywood, para o qual também eu aqui chamei a atenção (e tal como é o caso das várias obras do "ex-"agente do MI6, John le Carré).
Ainda assim, tal como é dito nesta breve análise, pode ser que, com isto, algumas pessoas fiquem a saber um pouco sobre a história deste grande autor - corajoso, como muito poucos - e que façam tais pessoas uma pesquisa própria na Internet, onde descubram mais verdades.
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Libertador
(Um filme de que Hugo Chávez iria, certamente, muito gostar :) - e que é o resultado de uma co-produção venezuelana e espanhola. O filme está já a ser exibido na Venezuela. Mas, a sua data de estreia, para o resto do Mundo, é o próximo dia 3 de Outubro.)
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
Para quem não quiser dormir hoje à noite
Quem pense que certas séries de televisão, como Dark Angel, são mera ficção - pois, descrevem um futuro que nunca irá ocorrer - e quem pense que, por exemplo, o filme de 2005, The Island, é em boa parte ficção - pois, há partes, nesse argumento, que nunca poderão ser uma realidade - desengane-se...
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
E, quem quiser saber porque razão digo eu isto, só tem de ouvir <esta> entrevista recente, feita a Daniel Estulin.
Mas, ficam, desde já, avisados... Não é uma entrevista fácil de digerir e não é uma que vos vai deixar indiferentes.
Bem-vindos ao mundo do Amanhã. ("The Future is Now"!)
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
I Am Legend
Eu nem vou dizer o quão este filme mexeu comigo - quando o vi, há uns anos, ainda não tinha eu este blogue. E, logo a começar pelos personagens...
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)
Pois, sendo o protagonista principal um homem de tom de pele escuro, que vive isolado do mundo em seu redor e que tem como única real companhia uma cadela... Que cada um que conheça o meu trajecto de vida pessoal, que faça os paralelismos. :)))
Mas, eis que, ao ver mais um filme que descreve um mundo pós-apocalíptico, onde ocorreu uma imensa redução populacional, me deparei com um interessante argumento - mais interessante do que é habitual...
Num mundo onde a maior parte dos seres outrora humanos foi reduzida à condição de meros animais, que apenas reage segundo os mais básicos dos impulsos, eis que houve um ser humano que conseguiu manter-se como tal e que procura a solução para a actual desumanização, em escala imensa, que o rodeia.
Trabalhando pacientemente, com o seu equipamento caseiro, vai este ser humano procurando uma forma de fazer os restantes seres da sua espécie, que o rodeiam, voltar à sua condição original, considerada a desejada.
E, no meio de encontros com outros seres verdadeiramente humanos, que conseguiram também escapar ao processo de desumanização que ocorreu, eis que descobre o protagonista principal a cura para o grande mal que assola a sua sociedade.
Passando a ser o problema, daí em diante, o modo como irá ele administrar tal cura...
Como acaba o filme?
Tem dois finais possíveis (sendo que o segundo apenas pode ser visto na versão que foi lançada para o mercado caseiro, distribuída em DVD e BD).
- Num primeiro final, após saber o protagonista principal da existência de um refúgio de outros seres humanos, que conseguiram montar um princípio de nova sociedade ainda humana, termina o filme com a entrega da cura descoberta por este protagonista aos restantes seres verdadeiramente humanos, por parte dos outros dois que o protagonista principal - que entretanto morre - conheceu.
- Num segundo final, alternativo, depois de ver alguns indícios de humanidade, que ainda resta nos seres já muito desprovidos da mesma que o rodeiam, decide o protagonista principal então simplesmente deixar tais seres outrora humanos viver na sua nova forma, não morrendo em consequência da sua tentativa de "re-humanizar" os outros e fugindo este com a sua cura, para o mencionado refúgio.
Uma coisa que me arrepia, no entanto, é o modo particular como neste argumento ocorre a mencionada massiva redução populacional... Que é com o surto de um vírus, que resulta na eliminação da maior parte da Humanidade.
Parte essa do argumento, que se tem repetido em vários outros, de alguns filmes de grande exibição, que se têm visto ultimamente...
(Será isto para mentalizar as pessoas para alguma grande pandemia que venha mesmo a ocorrer?)
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terça-feira, 8 de abril de 2014
Oblivion
Uma coisa é certa... Que é que, tal como descreve um aparente membro de um dos altos patamares (ocultos) desta sociedade, o Futuro para nós planeado não precisa de tantos seres humanos no Planeta - pois, a robótica, a inteligência artificial e outros avanços poderão substituir os seres humanos em muitas das actividades previstas. (Sendo, aliás, já conhecidos os planos de redução populacional dos bilderbergers e afins.)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
Mas, desengane-se quem (tal como é o caso de Alex Jones, relativamente a esta e outras obras cinematográficas e afins) pense que este tipo de obras audiovisuais são, de algum modo, "anti-sistema" e que visam alertar as pessoas, dizendo também a estas que é sempre possível mudar o estado em que se encontra o Mundo em que vivem...
Pois, caso a ditadura resultante da mistura de todas estas antevisões se instale, será já demasiado tarde para mudar as coisas.
E os que são, na prática, impossíveis "golpes de sorte", com que se resolvem, no fim, todos os problemas existentes neste tipo de sociedades distópicas descritas, neste tipo de argumentos (como é o caso de outros filmes, como The Island e Equilibrium) são, quase certamente, tentativas de convencer inconscientemente as pessoas da não urgência de impedir as coisas de piorarem a tal ponto semelhante ao que é descrito.
(Pois, certamente, "tal como naquele filme que elas viram, ainda que fiquem as coisas muito más, haverá sempre uma maneira de dar a volta a tudo, assim que uma sociedade distópica, semelhante àquela descrita naquele filme que viram, se instale".)
domingo, 15 de setembro de 2013
Preparações para uma "Segunda Guerra Civil Americana"
(Ou será que - esperemos nós - irá ser uma "Segunda Revolução Americana"?...)
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
Há 75 anos, no vizinho Estado Espanhol...
(Um filme, que também só vi já depois de me ter "reformado" do activismo anarquista e que penso que possa ser interessante para algumas das pessoas que consultam este blogue - e que deixo aqui como sugestão para as férias em que sei que muitos estarão. A visualização do mesmo, talvez seja melhor que seja feita na sua versão original, em inglês. Embora o castelhano seja algo que a muitos possa despertar mais sentimentos.) ;)
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Matrix e V de Vingança
O que eu penso destes dois filmes - e outros semelhantes, com o mesmo tipo de argumento-base - <aqui>. E também aqui um acrescento e aqui (no terceiro comentário a essa colocação) um outro.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Vampiros e zombies
Sobre a temática dos vampiros - que, cada vez mais e notoriamente (a julgar pelo que se vê quando, ocasionalmente, se liga uma televisão), prolifera(?) em toda a chamada "cultura popular" - ainda não sei, ao certo, o que pensar... Se será uma maneira de romantizar o parasitismo e a predação que as elites e seus lacaios exercem sobre o resto da população (constituindo, deste modo, uma maneira de tentar eventualmente recrutar pessoas para o seu lado) ou se será apenas uma maneira de criar uma atmosfera, e toda uma subcultura, sombria entre quem lê e assiste a este tipo de obras (sendo, deste modo, uma maneira de mentalizar as pessoas para coisas muito más que aí venham).
Sobre os filmes, em geral, (e uma conhecida série de televisão, em particular) que têm os zombies como principal temática, podem ler <aqui> o que eu penso deste fenómeno.
Sobre os filmes, em geral, (e uma conhecida série de televisão, em particular) que têm os zombies como principal temática, podem ler <aqui> o que eu penso deste fenómeno.
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Huxley e Orwell
O que eu penso de Admirável Mundo Novo, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e outras conhecidas obras distópicas, <aqui>.
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
(E, como acrescento, têm, se quiserem: os comentários que deixei neste tópico noutro fórum, sobre este tipo de obras; e no primeiro comentário a esta colocação o que penso das obras do conhecido autor John le Carré que também acabam sempre mal.)
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Dan Brown e companhia
O que eu penso de obras como Anjos e Demónios e outras fictícias, em que factos, façanhas, grupos e indivíduos que fazem parte da conspiração da NOM surgem no meio de argumentos mirabolantes, absurdos e irrealistas, <aqui>. (Leiam a colocação em causa e os comentários a ela feitos.)
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria explicadas em poucas linhas
(Quando digo que a indústria soviética era, em grande parte, constituída por sucursais ocidentais, falo em termos práticos, ou metafóricos. Pois, embora assim não o fosse oficialmente, era nisto que se traduzia o seu modo de funcionamento...)
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=9302.msg229690#msg229690
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domingo, 9 de setembro de 2012
A única coisa que achei estranha no dia 11/9/2001
De entre as pessoas que conheci, quando era politicamente activo, lembro-me de ter conhecido duas, mais velhas e mais experientes nestas andanças, que, no próprio dia dos atentados, não engoliram o que lhes apresentavam como sendo um simples acto terrorista. Uma delas, do pouco que falei com ela, recordo-me apenas que suspeitou imediatamente que estava perante mais uma mentira e - da impressão que tenho, do que me lembro de ter falado com ela - que tinham sido os próprios americanos a fazer tal coisa. A outra - uma pessoa muito mais culta do que eu - suspeitou que se tratava de um golpe de estado - pelo que percebi, uma maneira de quem estava à frente do governo afectado poder declarar um "estado de emergência" e algo semelhante à "lei marcial" e instaurar um governo ditatorial neste país.
E não é que estavam as duas certas? A segunda, inclusivamente - revelou-se mais tarde - acertou em cheio num dos motivos para tal coisa. E acabou por errar apenas no modo como - e rapidez com que - seria implementado um estado policial no país que sofreu tais ataques.
Recentemente chegado às andanças da actividade política - ou antipolítica - militante, jovem, ingénuo e ainda pouco conhecedor deste tipo de esquemas, nada disto me passou pela cabeça. E a minha única reacção foi de choque, com um comentário onde dizia que "vivemos num mundo de loucos, organizado de forma louca e, por isso, não é de estranhar a existência de pessoas loucas e a ocorrência de actos tresloucados" etc...
Com a tendência que tenho em não reparar em pormenores, nem achei nada de estranho na maneira como caíram as torres...
Dois meses depois de estes terem ocorrido, ainda no rescaldo dos atentados, sou confrontado com um facto incrível e chocante sobre os mesmos, que me deixa boquiaberto, quando a segunda pessoa de que falo, num sítio de notícias de e para anarquistas e outros activistas, coloca uma notícia - versão original e versão actualizada - onde se denuncia o conhecimento prévio do governo norte-americano da ocorrência destes. E assim começava o meu interesse em tentar perceber o que se tinha então passado...
Depois de um atribulado ano de 2002, sento-me então, no início de 2003, em frente ao computador para, de modo sério, me começar a informar sobre este e outros assuntos e, chegado o início do muito quente Verão desse ano, termino a minha pesquisa sobre esta ocorrência a "gritar" (escrever partes do texto em letras bem grandes) que nem um louco, no sítio de notícias de que falo, que, mais do que mero conhecimento prévio, tinha já a certeza de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes atentados.
E assim se iniciava também a minha procura por esclarecimento sobre quem é que (dado o envolvimento, de que eu tinha tido, entretanto, conhecimento, de outros países e o beneficiar que outros também tinham tido deste acontecimento) estava então por trás destes e também doutros ataques, que se repetiam, que a imprensa nos dizia ser obra do novo "bicho papão" do Ocidente - a al-Qaeda.
Mas, voltando atrás...
Como disse, no dia dos atentados, perante as imagens que vi, nada achei de estranho. E engoli a mentira que posteriormente me diziam de ter sido um atentado terrorista da autoria do conhecido suposto grupo terrorista islâmico.
Contudo, uma única coisa houve que achei estranha, naquele dia e não só, relativamente ao sucedido...
"Como é que eles (terroristas) tinham sido capazes de fazer tal coisa, sem serem apanhados?..."
(Os EUA não são nenhum país de Terceiro Mundo, desprovido de defesa anti-aérea. E certamente que as agências de segurança deste governo têm previstos estes e outros cenários e terão já métodos elaborados para lidar com os mesmos...)
Até o próprio Pentágono tinham conseguido atingir... O centro nevrálgico das mais poderosas forças armadas do Mundo. E, por conseguinte, aquele que deveria ser o edifício mais bem guardado do Mundo, situado no espaço aéreo que seria de esperar que fosse também o mais bem defendido em todo o Mundo.
E isto, também porque me lembrei, posteriormente, de duas coisas...
Uma, foi um daqueles filmes de Hollywood, que ainda me dava ao trabalho de ver, quando era adolescente - para aproveitar o grande desconto que, na altura, tinha em cinema, numa associação de que era membro e em que, por isso, ia até ver filmes "às cegas", sem saber do que se tratavam, só para aproveitar tal desconto - sobre um atentado terrorista, chamado Decisão Crítica (em português), em que uns terroristas árabes se apoderam de um avião e planeiam despenhá-lo num sítio nos EUA e em que, quando tal avião se aproxima deste país, é perseguido por aviões militares, que chegam a querer abatê-lo, para impedir que esta atinja o seu alvo e os terroristas matem ainda mais pessoas.
A outra, foi uma notícia, que me lembrava de ter visto, também na minha adolescência, na altura em que era o Bill Clinton o Presidente dos EUA, de uma pequena avioneta que, um dia, se tinha despenhado no relvado da Casa Branca e em que foi dito que, ao contrário do que seria de esperar, as defesas anti-aéreas deste espaço não tinham funcionado naquele dia. Lembrando-me eu também de, na altura, ter pensado "E se um dia alguém se tenta espetar com um avião comercial, dos grandes, na própria Casa Branca?"
Ou seja... Fosse através de dicas dadas pela ficção (baseada em cenários que possam ser realidade), através de notícias que via na televisão, ou recorrendo ao raciocínio dedutivo e mero senso comum, facilmente conseguia inferir que, certamente, os EUA teriam várias medidas de defesa anti-aérea para lidar com este tipo de cenários. E, assim sendo, porque razão não tinham nenhumas medidas de segurança (das que se supõe que existam) funcionado naquele dia?...
Foi uma pergunta que eu e muito mais gente fizemos, após os atentados, que levou a descobertas mesmo muito reveladoras.
O que nos leva à colocação seguinte...
E não é que estavam as duas certas? A segunda, inclusivamente - revelou-se mais tarde - acertou em cheio num dos motivos para tal coisa. E acabou por errar apenas no modo como - e rapidez com que - seria implementado um estado policial no país que sofreu tais ataques.
Recentemente chegado às andanças da actividade política - ou antipolítica - militante, jovem, ingénuo e ainda pouco conhecedor deste tipo de esquemas, nada disto me passou pela cabeça. E a minha única reacção foi de choque, com um comentário onde dizia que "vivemos num mundo de loucos, organizado de forma louca e, por isso, não é de estranhar a existência de pessoas loucas e a ocorrência de actos tresloucados" etc...
Com a tendência que tenho em não reparar em pormenores, nem achei nada de estranho na maneira como caíram as torres...
Dois meses depois de estes terem ocorrido, ainda no rescaldo dos atentados, sou confrontado com um facto incrível e chocante sobre os mesmos, que me deixa boquiaberto, quando a segunda pessoa de que falo, num sítio de notícias de e para anarquistas e outros activistas, coloca uma notícia - versão original e versão actualizada - onde se denuncia o conhecimento prévio do governo norte-americano da ocorrência destes. E assim começava o meu interesse em tentar perceber o que se tinha então passado...
Depois de um atribulado ano de 2002, sento-me então, no início de 2003, em frente ao computador para, de modo sério, me começar a informar sobre este e outros assuntos e, chegado o início do muito quente Verão desse ano, termino a minha pesquisa sobre esta ocorrência a "gritar" (escrever partes do texto em letras bem grandes) que nem um louco, no sítio de notícias de que falo, que, mais do que mero conhecimento prévio, tinha já a certeza de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes atentados.
E assim se iniciava também a minha procura por esclarecimento sobre quem é que (dado o envolvimento, de que eu tinha tido, entretanto, conhecimento, de outros países e o beneficiar que outros também tinham tido deste acontecimento) estava então por trás destes e também doutros ataques, que se repetiam, que a imprensa nos dizia ser obra do novo "bicho papão" do Ocidente - a al-Qaeda.
Mas, voltando atrás...
Como disse, no dia dos atentados, perante as imagens que vi, nada achei de estranho. E engoli a mentira que posteriormente me diziam de ter sido um atentado terrorista da autoria do conhecido suposto grupo terrorista islâmico.
Contudo, uma única coisa houve que achei estranha, naquele dia e não só, relativamente ao sucedido...
"Como é que eles (terroristas) tinham sido capazes de fazer tal coisa, sem serem apanhados?..."
(Os EUA não são nenhum país de Terceiro Mundo, desprovido de defesa anti-aérea. E certamente que as agências de segurança deste governo têm previstos estes e outros cenários e terão já métodos elaborados para lidar com os mesmos...)
Até o próprio Pentágono tinham conseguido atingir... O centro nevrálgico das mais poderosas forças armadas do Mundo. E, por conseguinte, aquele que deveria ser o edifício mais bem guardado do Mundo, situado no espaço aéreo que seria de esperar que fosse também o mais bem defendido em todo o Mundo.
E isto, também porque me lembrei, posteriormente, de duas coisas...
Uma, foi um daqueles filmes de Hollywood, que ainda me dava ao trabalho de ver, quando era adolescente - para aproveitar o grande desconto que, na altura, tinha em cinema, numa associação de que era membro e em que, por isso, ia até ver filmes "às cegas", sem saber do que se tratavam, só para aproveitar tal desconto - sobre um atentado terrorista, chamado Decisão Crítica (em português), em que uns terroristas árabes se apoderam de um avião e planeiam despenhá-lo num sítio nos EUA e em que, quando tal avião se aproxima deste país, é perseguido por aviões militares, que chegam a querer abatê-lo, para impedir que esta atinja o seu alvo e os terroristas matem ainda mais pessoas.
A outra, foi uma notícia, que me lembrava de ter visto, também na minha adolescência, na altura em que era o Bill Clinton o Presidente dos EUA, de uma pequena avioneta que, um dia, se tinha despenhado no relvado da Casa Branca e em que foi dito que, ao contrário do que seria de esperar, as defesas anti-aéreas deste espaço não tinham funcionado naquele dia. Lembrando-me eu também de, na altura, ter pensado "E se um dia alguém se tenta espetar com um avião comercial, dos grandes, na própria Casa Branca?"
Ou seja... Fosse através de dicas dadas pela ficção (baseada em cenários que possam ser realidade), através de notícias que via na televisão, ou recorrendo ao raciocínio dedutivo e mero senso comum, facilmente conseguia inferir que, certamente, os EUA teriam várias medidas de defesa anti-aérea para lidar com este tipo de cenários. E, assim sendo, porque razão não tinham nenhumas medidas de segurança (das que se supõe que existam) funcionado naquele dia?...
Foi uma pergunta que eu e muito mais gente fizemos, após os atentados, que levou a descobertas mesmo muito reveladoras.
O que nos leva à colocação seguinte...
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Delatora
(Páginas na Wikipedia: sobre o filme e sobre Kathryn Bolkovac. E uma nota importante: "'People ask me what’s true,' says the film’s director (...) 'But it’s barely scratching the surface. We had to tone it down.'" (...) "The UN mission in Bosnia finished in January 2003 but the abuses did not end there.")
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
O Veterano
(Página na Wikipedia sobre o filme e um bom sítio na Internet para pesquisar sobre o que é dito...)
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora É Outro
(Página na Wikipedia sobre o filme e uma interessante notícia emitida pouco tempo depois da sua exibição.)
[Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e Palácio da Presidência da República Federativa do Brasil como pano de fundo...]
Agora me responde uma coisa...Quem você acha que sustenta tudo isso?É... E custa caro. Muito caro.O sistema é muito maior do que eu pensava.Não é à toa que os traficantes, os policiais e os milicianos matam tanta gente nas favelas. Não é à toa que existem as favelas.Não é à toa que acontece tanto escândalo em Brasília e que entra governo, sai governo e a corrupção continua.Para mudar as coisas, vai demorar muito tempo.O sistema é f**a.Ainda vai morrer muito inocente...
domingo, 6 de novembro de 2011
Syriana
(Página na Wikipedia sobre o filme e uma boa palestra, dada em 2002, sobre o assunto neste retratado.)
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Libertárias
Vi finalmente, só na semana passada - 10 anos após ter perdido a sua exibição na RTP 2 - o filme Libertarias, de 1996, co-escrito e realizado por Vicente Aranda.
A começar, o genérico inicial do filme é acompanhado por aquela que é simplesmente a mais bela interpretação que alguma vez ouvi do hino A Las Barricadas.
Pelo texto que é mostrado no início, e por não saber, na altura, que realizador é este, fiquei inicialmente na dúvida se seria mais uma tentativa por parte do "sistema" de tentar retratar o Anarquismo como algo utópico e inalcançável. Mas depois de ter visto o filme e de me ter informado sobre quem é este realizador, parece-me mais ser algo na mesma onda do filme Capitães de Abril, de Maria de Medeiros, em que se tenta retratar o assunto sob um ponto-de-vista romântico.
O filme centra-se claramente no que foram os aspectos mais belos e positivos da Revolução, não esquecendo, no entanto, também os mais negativos, que foram (algumas das coisas que ocorreram e com as quais discordo profundamente) a destruição de locais de culto e obras de arte cristãos e até o fuzilamento de elementos do clero. (O qual, note-se, também não era composto por nenhuns "santinhos" e que, como sempre, tomou o lado dos fascistas e apoiava os fuzilamentos de quem se limitava a defender um governo democraticamente eleito...)
Mas quanto à história em si, parece-me ser um filme interessante. Sobretudo pelo enfoque principal que faz no papel feminino na Revolução. Mostrando que o activismo, ao contrário do que infelizmente se vê muito hoje em dia, não é essencialmente uma coisa de homens. E que até nas acções que exigem mais coragem por parte de quem nelas toma parte, não só há lugar para as Mulheres, como há aquelas que queiram participar nessas mesmas acções.
Sobre a coragem feminina, há até, a dada altura, uma cena que me deixou com os olhos ligeiramente aguados, em que uma miliciana afirma:
Mas mais bela ainda, foi, para mim, a cena final, que me fez chorar à brava. Penso que, por uma mistura entre a beleza do que é descrito, por simbolizar a morte da Revolução e por o ideal que nela é retratado, não só ser algo que nunca verei, como algo que a minha consciência fortemente sugere que está, cada vez mais, longe de alguma vez se tornar realidade...
Deixo-vos com o genérico de que falava, que é mostrado no início do filme.
A começar, o genérico inicial do filme é acompanhado por aquela que é simplesmente a mais bela interpretação que alguma vez ouvi do hino A Las Barricadas.
Pelo texto que é mostrado no início, e por não saber, na altura, que realizador é este, fiquei inicialmente na dúvida se seria mais uma tentativa por parte do "sistema" de tentar retratar o Anarquismo como algo utópico e inalcançável. Mas depois de ter visto o filme e de me ter informado sobre quem é este realizador, parece-me mais ser algo na mesma onda do filme Capitães de Abril, de Maria de Medeiros, em que se tenta retratar o assunto sob um ponto-de-vista romântico.
O filme centra-se claramente no que foram os aspectos mais belos e positivos da Revolução, não esquecendo, no entanto, também os mais negativos, que foram (algumas das coisas que ocorreram e com as quais discordo profundamente) a destruição de locais de culto e obras de arte cristãos e até o fuzilamento de elementos do clero. (O qual, note-se, também não era composto por nenhuns "santinhos" e que, como sempre, tomou o lado dos fascistas e apoiava os fuzilamentos de quem se limitava a defender um governo democraticamente eleito...)
Mas quanto à história em si, parece-me ser um filme interessante. Sobretudo pelo enfoque principal que faz no papel feminino na Revolução. Mostrando que o activismo, ao contrário do que infelizmente se vê muito hoje em dia, não é essencialmente uma coisa de homens. E que até nas acções que exigem mais coragem por parte de quem nelas toma parte, não só há lugar para as Mulheres, como há aquelas que queiram participar nessas mesmas acções.
Sobre a coragem feminina, há até, a dada altura, uma cena que me deixou com os olhos ligeiramente aguados, em que uma miliciana afirma:
"Não entendemos porque a Revolução tem de ocorrer a cargo de metade da população apenas. Somos anarquistas. Somos libertárias. Mas também somos mulheres e queremos fazer a nossa Revolução. Não queremos que nos façam eles. Não queremos que a luta se organize à medida do elemento masculino, porque se deixarmos que seja assim, estaremos, como sempre, f**idas. Queremos dar tiros para poder exigir a nossa parte na hora da partilha. E, sobretudo, queremos deixar bem claro que, nestes momentos, o coração não nos cabe no peito... E seria um desatino ficarmos em casa a fazer tricô. Queremos morrer. Mas queremos morrer como homens. Não viver como criadas."Um dos vários retratos belos, do ideal libertário, que são feitos neste filme.
Mas mais bela ainda, foi, para mim, a cena final, que me fez chorar à brava. Penso que, por uma mistura entre a beleza do que é descrito, por simbolizar a morte da Revolução e por o ideal que nela é retratado, não só ser algo que nunca verei, como algo que a minha consciência fortemente sugere que está, cada vez mais, longe de alguma vez se tornar realidade...
Deixo-vos com o genérico de que falava, que é mostrado no início do filme.
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sábado, 18 de junho de 2011
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