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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

11/9: Os atentados nucleares

A mais incrível componente de uma das mais incríveis histórias de sempre...
Todos os que já se informaram minimamente sobre a verdadeira história destes atentados, saberão que é impossível que as torres tenham caído pelas causas e da maneira que são descritas na versão oficial dos acontecimentos. E todos esses concordarão, e com razão, que a única maneira de as torres se terem desmoronado da maneira que pôde ser vista, é que se tenha recorrido a um qualquer tipo de demolição controlada.
Verdade, sim. Mas o que a maior parte das pessoas pertencentes a esse grupo ainda não sabe é a que tipo de demolição se recorreu...
Sem me querer alongar mais sobre isto, e mantendo o elemento de surpresa para quem ainda não souber desta história, convido-vos a ver uma das mais incríveis exposições de argumentos que alguma vez vi.
E acrescento que, apesar de acreditar, sem qualquer restrição, no que nesta apresentação é dito sobre a demolição das torres em si, a explicação que nesta mesma conversa é avançada, não constitui, para mim, explicação suficiente. Pois não explica os vários relatos de explosões secundárias que ocorreram, as vigas de aço cirurgicamente cortadas, nem, por exemplo, porque é que no documentário dos irmãos Naudet sobre os atentados, quando os bombeiros entram no átrio do primeiro edifício a ser atingido, este apresenta sinais de explosão.
É minha crença que a demolição das torres foi feita da maneira que é descrita pelo Sr. Khalezov, sim, mas que também houve, por qualquer razão - suponho que, para facilitar e completar a demolição dos edifícios - uma ajuda de outras bombas que foram previamente colocadas nos edifícios, as quais estarão na origem das outras explosões reportadas.
E sobre o tema de explosões nucleares, caso tenham curiosidade em saber mais sobre o assunto, podem também procurar pelos artigos de Daniel Estulin sobre o assunto, espreitar o fórum do autor da apresentação em causa e também ler as colocações que lá deixei.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Explosões secundárias

O documentário Loose Change tem uma boa compilação de relatos destas ocorrências. Mas, estes são dois vídeos que não aparecem nesse filme, que em 2003 podiam ser vistos no sítio da BBC e que são também muito reveladores do que se passou no World Trade Center.
Stephen Evans é um correspondente da BBC que se encontrava no local aquando dos ataques.
No seu relato em directo para a BBC World, após o início destes, pode ser ouvido a relatar várias explosões, que ocorreram segundos depois, após a explosão correspondente ao impacto do primeiro avião.
Mais tarde, numa entrevista na baixa de Manhattan, pode ser ouvido a relatar também uma outra explosão, que não consegue explicar, ocorrida uma hora depois, no primeiro edifício.
Alguém aqui, já alguma vez teve conhecimento de uma explicação oficial para estas explosões?
E, outra coisa, a propósito disto... Já ouviram bem a nova introdução do telejornal da RTP 2?
Será aquilo uma dica para quem está atento ou uma maneira de gozar com as pessoas?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O 11/9 como indicação da existência da conspiração da NOM

Quem me conhece, tem-me repetidamente perguntado, quando falo sobre as coisas mais incríveis que sei, cujas fontes são o Daniel Estulin e o Dr. John Coleman, porque razão acredito no que estas pessoas escrevem.
E eu costumo responder que por três razões.
Primeiro que tudo, porque o que me é dito por estes autores, pouco mais são do que confirmações de suspeitas que eu próprio já tinha por estar bem informado sobre questões políticas. Factos que eram já sugeridos quando, no decorrer das minhas pesquisas, cruzava informações que são do conhecimento público. (Do tipo, se governo A está a agir de certo modo e, ao mesmo tempo, governo B está a agir do mesmo modo, surge naturalmente a suspeita de que estes estejam a agir de modo concertado, certo?)
Segundo, porque uma boa parte do que estes investigadores expõem, são coisas que eu próprio já presumia que quem nos controla - e não quer, de modo algum, perder esse controlo - estivesse a fazer, pois são coisas que eu próprio faria se no lugar destas elites estivesse. (Estupidificação das massas, para fácil controlo das mesmas etc.)
Terceiro, porque tudo o que estes autores dizem encaixa perfeitamente, quer com o que é do conhecimento público, quer com o que tinha sido já descoberto por outros investigadores.
Para além disso, em nada do que estes escrevem encontro inconsistências ou contradições. O que facilmente ocorre quando alguém mente. E sendo o trabalho destes autores um muito extenso, se fosse de mentirosos que se tratassem, a cada nova obra editada aumentava a probabilidade de, mais cedo ou mais tarde, estes serem apanhados a mentir e consequentemente serem imediatamente desmascarados. O que, não só nunca ocorreu, como até, em pelo menos um caso em que havia algo em que eu tinha dificuldade em acreditar, o que estes investigadores diziam se revelou mais tarde ser ainda mais consistente, do que eu pensava, com outras coisas que sei.
E é aqui que entra o 11 de Setembro. Assim como é o seguinte o que quero dizer, quando afirmo que estes atentados são uma peça fundamental para compreender a conspiração da Nova Ordem Mundial.
Ao alertar toda a gente que me lia, sobre o que tinha descoberto sobre os atentados, dizia, há uns anos, após a minha pesquisa:
E chegando ao final do que quero dizer, como disse, ainda não consigo ver a "big picture" completa sobre os atentados... Toda esta procura por esclarecimento levou-me a mais perguntas que respostas.
Já sei quem foram os seus autores, porque razão estes ocorreram, mas falta-me, chamemos-lhe a parte de cima do "puzzle"... "Quem está por trás de tudo isto?"
Serão apenas alguns membros dentro do governo norte-americano, ou algo mais que isso?
Alguns factos entretanto descobertos sugerem que os EUA não estão sozinhos em tudo isto, e que também o governo britânico está a fazer coisas como proteger os supostos terroristas que deveria estar a perseguir.
http://www.prisonplanet.com/archive_mi5terror.html
Mas quem tem algum conhecimento de história, e já ouviu falar em coisas como a rede Echelon, sabe que existe uma espécie de aliança não declarada entre os vários governos dos países de população anglo-saxónica no que toca a política internacional...
E veja-se o atentado de Bali, que até alguns membros do parlamento indonésio acusam de ter a CIA por trás: "Atentado em Bali! Australianos mortos! Austrália declara que se irá juntar à 'Guerra contra o Terrorismo'!" Que conveniente!...
E na Europa? O que se passa na Europa?
Se qualquer pessoa com acesso à Internet que se queira informar sobre isto, sabe quem está por trás dos atentados, tudo o que são serviços secretos europeus sabem disto e muito mais!
(Existem vários indícios disso: Já reparam que a al-Qaeda não aparece sequer na lista de organizações terroristas emitida pela UE? A mesma exacta organização terrorista que, supostamente, está na origem da elaboração dessa mesma lista?)
Ou seja, se nós sabemos isto, o SIS e, consequentemente, o governo português sabem disto(!). Porque razão está o governo português a alinhar com os EUA? Será mera conveniência política?... Do tipo "se não alinharem são castigados, e se alinharem recompensados"? (Como parece estar a ser o caso, quando se sabe que já existem até companhias portuguesas que estão prestes a ir "ajudar" na reconstrução do Iraque...)
E, já agora, o que é o primeiro-ministro Durão Barroso, conjuntamente com o líder da oposição Eduardo Ferro Rodrigues e o presidente de um dos maiores/o maior? império de mass média em Portugal, Francisco Pinto Balsemão, foram há semanas fazer,
http://www.bilderberg.org/2003.htm
a mais uma reunião do, agora, desde que começou a ser exposto há alguns anos, já não muito secreto, grupo Bilderberg, fundado por um príncipe holandês que era membro das SS e por um agente do MI6 britânico, em cuja anterior reunião, no ano passado, que contava, ao que parece, pela primeira vez, com elementos árabes, foi dito que a invasão do Iraque iria ser feita em Fevereiro ou Março de 2003? (Fonte: jornalista Jim Tucker da "American Free Press" - Ouvir entrevistas nos programas de rádio de Alex Jones em prisonplanet.com.)
Pois... o mesmo Francisco Pinto Balsemão que é dono, por exemplo, do canal "SIC Notícias" que só cita o britânico "The Guardian" quando lhe apetece, omitindo convenientemente as restantes notícias que desmascaram uma boa parte de tudo isto...
Que história é esta da França e da Alemanha estarem contra os EUA, para no fim da guerra se tornarem todas amigas destes (e vice-versa) e, ao que parece, estarem até já a alinhar com este governo para a próxima invasão que irá ter como vítima o Irão?
Será tudo isto "teatro" (tal como o praticado por Colin Powell, que de início se afirmava contra a guerra do Iraque, para depois no fim, antes desta, "mudar" de opinião e passar a ser a favor da mesma) para disfarçar o consenso e não tornar as coisas tão óbvias ou para inibir a contestação popular a tudo isto e dar a ideia de que já há quem esteja a fazê-lo (a contestar tudo isto)?
E que história é esta da UE, que sabe perfeitamente quem fez os atentados, alinhar pronta e rapidamente com os EUA nesta nova "Guerra contra o Terrorismo" e estar até já a estabelecer acordos de cooperação policial com este governo?
Estão todos feitos uns com os outros, é isso???
E quem fala em Europa, fala no Canadá, que prontamente passou legislação "anti-terrorista"...
O QUE É QUE SE PASSA AQUI??!!
Qual é o objectivo (final) de tudo isto?
As respostas às minhas interrogações - pude mais tarde confirmar, ao ler o livro do Daniel Estulin sobre o Clube Bilderberg - eram mesmo (tal como eu depois chamava a atenção para, no mesmo texto) "as que são avançadas por quem, tal como Alex Jones, há anos que investiga, e avisa as pessoas para, as manobras de bastidores dos poderosos".
Era mesmo a tal "Nova Ordem Mundial" de que estes falavam.
E, tal como eu dizia, era realmente verdade que "para além do grupo Bilderberg, parece que, segundo os entendidos, existem outras duas organizações-chave, protagonistas em tudo isto. E são estas: o norte-americano 'Council on Foreign Relations' (...) e a mais conhecida Comissão Trilateral, que conta no seu quadro de membros com um tal de 'Braga de Macedo'".
Conclusão... A conspiração da Nova Ordem Mundial pouco mais foi do que a confirmação de suspeitas que eu próprio já tinha.
Daí, poderão compreender que não será, para mim, difícil acreditar em pessoas como o Daniel Estulin e o Dr. John Coleman.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O 11/9 como indicação da existência de uma sociedade secreta

Nesta colocação, penso que o mais prático será deixar aqui apenas a <hiperligação> para o que escrevi há anos, quando estava a pesquisar sobre os atentados, e deixar antes que leiam o que na altura disse, nos vários comentários que fiz a propósito de uma notícia.
Penso que, com o que lá é dito, perceberão o sentido que faz o título desta colocação.

domingo, 4 de setembro de 2011

Porque nunca poderia ter sido a al-Qaeda

Se, por esta altura, já sabem o que é o Pico do Petróleo (e Gás Natural) e têm uma ideia do quão importante é para as elites ocidentais que nos governam nos bastidores terem acesso a, e controlar, através dos seus governos-fantoches, os últimos redutos destas valiosíssimas reservas energéticas que ainda restam no mundo, facilmente concordarão que estas beneficiaram imenso com os ataques de 11 de Setembro. Pois, a não terem estes ocorrido, nunca teriam tido os nossos governos um pretexto para invadir o Afeganistão, o Iraque e todos os outros sítios onde a imprensa nos diga haver terroristas.
Ora, tendo em mente o quão valiosos são estes recursos naturais e o quão imperativo era deitar a mão a estes, soa lógico que houvesse um forte desejo, por parte dessas mesmas elites, que algo do tipo dos ataques de 11 de Setembro ocorresse, certo? E que, a saber o governo dos EUA - por estas elites controlado - que tal coisa estaria a ser preparada, pudesse este governo propositadamente deixar que estes ocorressem...
Fazendo o mesmo tipo de raciocínio, nos primeiros meses que se seguiram aos atentados, ao terem conhecimento do que parecia ter sido uma enorme falha, por parte do governo estadunidense, em impedir os atentados, foram vários os investigadores que apontavam a hipótese de esta ter sido uma negligência propositada, com vista a que daí o governo pudesse colher este tipo de benefício. Dividindo-se, de início, a comunidade de pessoas que investigavam os atentados entre dois grupos. Os que achavam que o governo dos EUA tinha simplesmente deixado os atentados ocorrer e os que começavam a desconfiar que tinha sido o próprio governo quem os tinha executado.
À medida que mais factos foram sendo descobertos, o primeiro grupo entretanto extinguiu-se. E, agora, já só há praticamente, entre quem reconheça ter havido negligência propositada por parte do governo em impedir os ataques de ocorrerem, quem acredite também que não foram 19 terroristas (9 dos quais, note-se, conseguiram miraculosamente sobreviver aos supostos ataques suicidas) que nem uma mera avioneta de treino conseguiam manobrar, quem conseguiu atingir os alvos dos atentados naquele dia.
Mas, para quem ainda possa hesitar entre a primeira e a segunda hipótese, passo a apresentar uma conclusão a que cheguei, após a minha pesquisa, que só vi ser enunciada, de modo um pouco diferente, alguns anos depois, pelo ex-espião do MI5, David Shayler.
Tendo em mente o quão importante era que estes ataques fossem bem sucedidos, parece-vos lógico que quem queria que estes ocorressem fosse arriscar tudo na competência ou não de um bando de terroristas amadores, com pouca ou nenhuma experiência em aviação, ficando o sucesso de toda a operação dependente da provada fraca, ou quase nula, perícia destes?
Se estes não conseguissem atingir os seus alvos, são vocês da opinião de que se poderiam ir eternamente repetindo várias tentativas de atentados semelhantes, até que algum grupo de fantoches com parcos conhecimentos de aviação (loucos ao ponto de se quererem matar, e de matar tanta gente inocente numa operação destas) o conseguisse fazer?
Pensando um pouco sobre isto, começa a parecer mais lógica a acusação feita por alguns aviadores profissionais, não?
É óbvio que um ataque deste tipo só poderia ter sido executado por pessoas que conseguissem manobrar, de modo profissional, tais aviões.
Oiçam este e outros argumentos, e também mais sobre o quão importantes foram estes atentados, na boa análise - [Parte 1] [Parte 2] - que David Shayler fez sobre o acontecimento.
E para quem se interrogue sobre se estariam então tais aviadores profissionais dispostos a sacrificar as suas vidas neste tipo de atentados suicidas, chamo à atenção que a tecnologia para pilotar um avião por controlo remoto é algo que existe e foi implementado, já lá vão décadas. (Como é que operam os aviões não tripulados, presentemente envolvidos em bombardeamentos na Ásia Central e no Médio Oriente?)

sábado, 3 de setembro de 2011

Onde está a al-Qaeda na lista?

Um facto para o qual chamei a atenção quando expus as minhas conclusões sobre o 11 de Setembro e que ainda se mantém actual.
A única vez que soube de outras pessoas que tenham feito semelhante pergunta, foi, anos depois, quando vi o documentário Zero: Uma Investigação Sobre o 11/9, no início do qual é mencionada a ausência de uma ligação, feita pelas autoridades, entre Osama bin Laden e os atentados.
Após os ataques de 11 de Setembro, com a paranóia que se instalou, relativa ao terrorismo, decidiu a UE criar uma <lista> conjunta de pessoas e organizações que são consideradas terroristas pelos seus estados-membros e que operam fora do espaço comum da união. Lista essa que tem sido repetidamente actualizada para incluir ou excluir este ou aquele grupo ou indivíduo, mas na qual há um importante aspecto a ter em conta.
Esta lista foi criada em resposta aos mais graves atentados terroristas que já atingiram o mundo ocidental. Atentados esses, pelos quais todas as autoridades nesse mesmo mundo ocidental nos dizem ter sido a al-Qaeda a organização responsável.
Mas se assim é, porque razão não aparece a al-Qaeda nessa mesma lista? A mesma exacta organização terrorista que, supostamente, está na origem da elaboração dessa mesma lista?
(Será porque, como toda a gente bem informada sabe - e, ainda mais, os serviços secretos dos vários países - esta "organização", para além de ser um mero braço armado da CIA, pouco ou nada teve a ver com os atentados, tendo sido usada como mera fachada na execução dos mesmos e tendo sido os seus verdadeiros autores elementos dentro do próprio governo estadunidense?)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O homem que previu o 11/9

Para quem já tiver visto o documentário The Masters of Terror, que aqui já recomendei, o trecho que se segue não será nenhuma novidade. Sendo, no entanto, o que aqui coloco um mais extenso do que o que aparece nesse filme.
De qualquer modo, achei que não era demais recordar aqui este momento verdadeiramente surreal.
[Editado a 12/10/2014: Ao que parece, houve também outra personalidade conhecida que previu o mesmo tipo de ataque, no mesmo ano. Embora não de modo tão explícito quanto este investigador, que foi ao ponto de especificar quem poderia ser usado como bode expiatório...]
Ele bem pode, por vezes, falhar o alvo... Referindo, de memória, factos incorrectamente, exagerando nalgumas coisas que diz, não sendo cuidadoso com as fontes que utiliza e dizendo até coisas que não são verdade.
Mas, neste caso... Acertou em cheio no centro do alvo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A primeira vez que ouvi o termo "inside job"

Foi no dia 18 de Maio de 2003, quando ouvi o início de uma interessante entrevista que tinha acabado de ser arquivada no sítio PrisonPlanet.com, feita 3 dias antes, por Alex Jones ao jornalista Barrie Zwicker sobre o 11 de Setembro.
Na altura, não fui capaz de a ouvir toda por me estar a sentir mal com o que ouvia. Por um lado, por estar já na fase final da minha pesquisa sobre os atentados e estar já seriamente convicto de que tinha sido o próprio governo norte-americano o autor destes. Mas, acima de tudo, por no início, e por volta dos 22m da mesma, o Alex Jones se referir erradamente a uma conferência, que este dizia ter ocorrido em Portugal, de profissionais da área da aviação, onde os conferencistas tinham estudado e analisado durante longas horas os atentados e tinham concluído o encontro, acusando o governo norte-americano de ter sido quem tinha orquestrado os ataques.
Na ingenuidade dos meus 20 e alguns anos de idade, e ainda desconhecedor da, algo frequente, tendência deste anfitrião de programas de rádio em - ao citar e referir a maior parte das coisas de memória - cometer incorrecções, ignorei, na altura - também por não me estar a sentir bem com o que ouvia - o usual processo de confirmar a informação, procurando pela fonte da mesma, e pensei ser real o que este relatava. E tendo sido esta uma conferência em Portugal da qual, apesar de estar atento aos vários órgãos de comunicação, eu nunca tinha ouvido falar, apanhei um grande susto, ao pensar que o controlo sobre os média era tanto, que até uma conferência destas podia ser omitida pela imprensa.
O susto desfez-se alguns dias depois, quando finalmente tentei procurar a fonte e constatei que não era esse o caso. Afinal, Alex Jones deveria sim ter-se referido a uma conferência que tinha sido reportada em Portugal, num quase desconhecido jornal semanário, e não a uma conferência que tinha ocorrido no nosso país.
A notícia em causa é a seguinte. E o jornal em que foi publicada é um simples jornal de fim-de- -semana, que é publicado em língua inglesa para a comunidade britânica em Portugal e que foi também o único órgão de imprensa, de que eu tenha conhecimento, a cobrir uma certa reunião secreta que ocorreu no nosso país.
Uma notícia que serve, apesar de tudo, como um bom exemplo de como o verdadeiro jornalismo é algo que normalmente apenas é possível em pequenas publicações, que escapam ao imenso controlo corporativo e estatal da informação, e como um muito revelador exemplo de como a nossa imprensa nacional ou está em muito controlada, ou é, em boa parte, constituída por gente (perdoem-me a franqueza) estúpida, cobarde e incompetente, que decide sempre, ou não tocar em, ou em menosprezar, o que é realmente importante e que merece ser alvo de imensa atenção.
Mas assim são as coisas. E lá teve de ser um jovem activista político, armado em "jornalista cidadão", mais uma vez, a fazer o trabalho que os profissionais desta área não querem, ou se recusam a, fazer e a chamar a atenção das pessoas para estes importantes acontecimento e notícia, sobre os mais importantes atentados da história recente.
Sobre o jornalista canadiano que é entrevistado por Alex Jones, o vídeo da autoria do primeiro de que este fala, corresponde a uma pequena boa série de perguntas e comentários sobre os atentados, que foram exibidos no canal de televisão onde trabalhava, onde ele expõe algumas das inconsistências da história oficial. E, mais tarde, este veio também a fazer um documentário e a escrever um livro sobre o assunto.
O documentário que ele refere no início da entrevista, no qual aparece Alex Jones a falar é este.

domingo, 31 de julho de 2011

Webster Tarpley sobre os recentes atentados na Noruega

(Por norma, não irei aqui recolocar informação publicada nos sítios listados na coluna do lado direito deste blogue. A não ser que seja informação mesmo muito importante, que me queira certificar que não escapa a ninguém. Sendo altamente recomendada a visita regular aos sítios que se encontram na categoria "Actualidade" e devendo este blogue ser encarado como um complemento à informação nestes sítios publicada e, ao mesmo tempo, como uma introdução à mesma.
Mas, para quem ainda não consulte regularmente estes sítios, venho apenas fazer uma chamada de atenção para o tipo de coisas que andam a perder.)

Se, tal como eu, já desconfiam muito relativamente à verdadeira autoria, de cada vez que ouvem falar em novos atentados terroristas a ocorrer no Ocidente, talvez queiram ouvir o que o brilhante jornalista de investigação Webster Tarpley disse há dias em duas entrevistas - [1] [2] - no programa de rádio do Alex Jones, e talvez queiram também ler o que este publicou no seu blogue, sobre os mais recentes atentados que ocorreram em solo europeu.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Quem era Osama bin Laden

Um agente da CIA até aos seus últimos dias de vida. Membro da família bin Laden, muito amiga da família Bush, e um fantoche que nunca realmente se virou, a dada altura, contra os seus apoiantes de sempre.
Um útil peão no xadrez político mundial, que sempre serviu os interesses ocidentais até ter morrido em Dezembro de 2001.
(Quaisquer fotografias ou filmagens que possam surgir, da sua suposta morte há poucos dias, serão obviamente falsas.)
O anúncio recente da sua morte, terá sido obviamente decidido ser feito nesta altura, por ser considerada a mais politicamente conveniente e deverá servir um qualquer propósito, ainda desconhecido do grande público.
(Será que para culpar o Paquistão de tudo isto e intensificar os ataques a este país, agora que o seu governo se alia contra os interesses ocidentais?)
Oiçam (esta pequena palestra vale mesmo a pena) o que Michel Chossudovsky andava em 2002 a dizer, sobre o facto deste personagem ter sempre servido os interesses dos EUA e restantes governos ocidentais. (Fontes para a sua palestra: [1] [2] [3].)
A sua organização, baptizada de "al-Qaeda" - que em árabe quer dizer "a Base" e cujo nome tem origem no termo "base de dados", usado em meios informáticos - corresponde a uma lista de fanáticos muçulmanos que são usados, sem o saberem, pelos serviços secretos norte-americanos para benefício destes últimos e dos seus aliados. Esta organização não existe, nem nunca existiu, como entidade independente. Sendo, desde a sua origem, um braço armado (islâmico) da CIA, que é usado para diversos propósitos.
Podendo ser usada, tanto para tentar derrubar governos não alinhados com os interesses ocidentais (Afeganistão, Líbia), como para desestabilizar certos países e, com isto, providenciar um pretexto para uma intervenção ocidental (Kosovo), ou mesmo para atacar o próprio Ocidente - sejam, neste último caso, alvos civis no seu próprio solo (fachada, apenas, do 11 de Setembro, pois os atentados, em si, foram executados pelo próprio governo norte-americano), ou alvos militares em missão no Grande Médio Oriente (um exemplo), para, com isto, providenciar um pretexto para que esse mesmo Ocidente invada países, nesse mesmo Médio Oriente situados, ricos em recursos naturais ou que estejam no meio de trajectos planeados de transporte de recursos naturais.

sexta-feira, 11 de março de 2011

O semanário "Tal & Qual", há 5 anos...

Uma <interessante notícia> que acrescento ao meu pequeno arquivo neste sítio, na secção de textos sobre atentados de bandeira falsa.
Há mais para além do que é dito nesse texto. Leiam isto, isto, isto e isto e vejam também isto.
Sobre o 11 de Setembro, de início também a maior parte das pessoas leitoras de imprensa alternativa, apenas apontavam para o seu "conhecimento prévio" por parte do governo... (O que levava a suspeitar que tal coisa tinha sido propositadamente deixada ocorrer, para que daí o governo norte-americano pudesse colher todos os benefícios...) Anos depois, com toda a quantidade de informação recolhida por investigadores, que é já do conhecimento público, a apontar na mesma direcção, já toda a gente bem informada só fala mesmo é em "autoria" dos próprios atentados.
Eu ainda mal me dei ao trabalho de começar a pesquisar sobre mais estes ataques ocorridos no país vizinho a 11 de Março de 2004. Mas, depois de saber o pouco que já sei sobre estes atentados e saber o que sei sobre o 11 de Setembro, uma explosão semelhante ocorrida em Bolonha em 1980, o 7 de Julho em Londres e o atentado no aeroporto de Madrid-Barajas e saber quem é que claramente anda a beneficiar com tudo isto... Não sei porquê, mas surge-me, assim do nada, como que uma forte suspeita sobre quem terão sido os verdadeiros autores das explosões ocorridas na data que hoje se assinala.

sábado, 5 de março de 2011

11/9: O Caminho Para a Tirania

O Pico do Petróleo (e Gás Natural) não foi a única razão para o 11 de Setembro. Quase igualmente importante, estes atentados providenciaram também ao governo dos EUA e restantes governos ocidentais o pretexto para, em nome da "Guerra Contra o Terrorismo", começarem gradualmente a destituir todos os seus cidadãos dos direitos civis, ao longo dos tempos adquiridos, que fazem a distinção entre o que significa viver numa Sociedade Livre e o que significa viver num autêntico Estado Policial, ou sob uma qualquer forma de Tirania.
("Afinal de contas, temos de impedir que os terroristas voltem a atacar, certo? E que melhor forma de o fazer do que começar a vigiar tudo e todos e a controlar e prestar muita atenção a quem ameaça a integridade e a segurança dos Estados responsáveis por toda essa mesma protecção?")
Uma das coisas que fiz no meu tempo de jornalista cidadão, a começar logo no segundo dia após os atentados, quando publiquei a tradução deste artigo, foi chamar repetidamente a atenção para o facto destes ataques, e toda a paranóia que com eles se instalava, serem constantemente usados como principal argumento para adoptar novas medidas de vigilância e introduzir legislação atrás de legislação que foram gradualmente eliminando vários direitos fundamentais, no domínio da privacidade e do dito Estado de Direito, não só nos EUA, como também, mais lentamente, na Europa, sendo, nos meses que se seguiram aos atentados, o caso mais falado por mim e outros activistas o do "USA PATRIOT Act", aprovado uns meros 45 dias após os atentados e o qual literalmente eviscerou uma boa parte da Carta de Direitos norte-americana.
Aquando da descoberta da proposta de mais um desses pacotes de leis restritivos da Liberdade, no outro lado do Atlântico, avisava a dada altura: "Peguem nos atentados de 11 de Setembro, no 'USA PATRIOT Act' que lhe seguiu e no recente 'Domestic Security Enhancement Act' (também conhecido como 'Patriot Act II'), comparem-nos com o pequeno texto que se segue e vejam onde é que os tipos foram buscar a inspiração: [hiperligação]".
Dez anos volvidos após os atentados, com leis e projectos de vigilância que tinham recebido fortes críticas a serem implementados sob outros nomes, através do recurso a artimanhas legislativas e burocráticas, os EUA já não são definitivamente um bom lugar para se viver. E estão já muito perto de se tornar um verdadeiro estado policial.
(Sei que isto soa incrível para quem só lê e vê imprensa controlada e não faz ideia do que lá se passa.) Sobre esta última temática, irei também aqui fazer uma colocação, mas por agora, deixo-vos com o primeiro documentário que descobri sobre os atentados de 11 de Setembro, quando há anos explorava os confins da Internet à procura de informação de interesse.
Andava eu então, no início de 2003, a vasculhar um desconhecido grupo de notícias da Usenet - já não me lembro se sobre a CIA e tráfico de drogas, ou se sobre o assassinato de JFK - quando, a dada altura, me deparei com a referência a um vídeo... "9/11: The Road to Tyranny".
"Ora aí está um título que faz todo o sentido..." - pensei na altura ao lê-lo, depois de já repetidas vezes ter feito a associação entre os dois elementos da frase - "Deixa cá então ver isto..."
O resultado foi um dos maiores choques que apanhei e um documentário que me deve ter deixado boquiaberto durante a maior parte do tempo que o vi.
(Certamente um bom exemplo do que quer alguém dizer, quando descreve algo com que se depara como informação que quase literalmente "rebenta com a mente" de uma pessoa...)
Tendo sido esta a maneira como fui também introduzido ao trabalho de Alex Jones. Um anfitrião de programas de rádio, com um estilo muito energético com que na altura me identificava, que recentemente passou a fronteira da chamada imprensa alternativa para ocupar já um lugar de destaque na imprensa norte-americana, estando já a ser alvo de várias tentativas de ataque à sua credibilidade e de ridicularização, que são de esperar para quem chama a atenção de muita gente.
Este era então o muito bom documentário que ele fazia, há nove anos, com os limitados recursos ao seu dispor na altura.


(Se tiverem problemas com o vídeo, podem descarregá-lo aqui. As fontes para o documentário estão aqui.)

Um bom complemento a este vídeo, poderá ser (apesar de alguns erros factuais) o que se lhe seguiu intitulado The Masters of Terror. (Algumas das fontes usadas no mesmo, estão arquivadas aqui.)
E outro muito bom complemento (também da autoria de Alex Jones) a estes filmes, poderá também definitivamente ser uma importante entrevista - áudio e transcrição - feita em Março de 2003, a um advogado que representava mais de 400 famílias das vítimas dos atentados, que tira quaisquer dúvidas que alguém possa ainda ter quanto à autoria dos ataques.

Com isto termino esta pequena série de colocações sobre o 11 de Setembro que me propus fazer. Quando se aproximar o 10º aniversário dos atentados, deverei publicar e colocar aqui mais algumas coisas com que tentarei complementar o que disse.
Para quem quiser adquirir bons livros sobre o tema, que sobrevivam na Era Pós-Industrial que se aproxima, em que o acesso a computadores e meios audiovisuais será cada vez mais difícil, os que recomendo (na esperança de que não sejam vítimas de alguma campanha de queima de livros que venha a ocorrer no futuro...) são o "tratado" de 700 páginas escrito por Michael C. Ruppert, intitulado Crossing the Rubicon - que fala sobre os atentados e a sua relação com o Pico do Petróleo - e o bom resumo do que na história oficial não bate certo e boa série de "perguntas perturbantes" sobre os ataques, que foram elaborados por David Ray Griffin, no seu livro The New Pearl Harbor.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Zero: Uma Investigação Sobre o 11/9

Muito bom documentário sobre o 11 de Setembro, produzido de modo profissional, em que os argumentos são apresentados de modo calmo, dando tempo ao espectador para os digerir, e no qual marcam presença algumas figuras públicas de um país aqui já mencionado que, por ter tido um forte movimento social no passado que interessava combater e sabotar, sabe muito bem o que são "atentados de bandeira falsa".
Um filme que poderá, pelas características mencionadas, ser uma boa maneira de introduzir os mais cépticos, e menos possuidores de pensamento independente, a esta temática.
Exibido na Press TV e reportado na Russia Today. (Entrevista na RT a um dos autores aqui.)
Por ser difícil encontrar uma boa versão no YouTube, com a proporção de tela certa e com o vídeo e áudio correctamente sincronizados, coloco aqui apenas um trecho do filme, para o qual sei também haver legendas em português na Internet.

sábado, 29 de janeiro de 2011

"Loose Change" (2ª Edição)

Com que então, o petróleo e o gás natural no mundo estão a acabar... Todas aquelas enormes reservas na Ásia Central e no Médio Oriente... E os sacanas dos Taliban e do Saddam viraram-se contra quem os colocou no poder...
Como irão, então, as nossas elites ocidentais conseguir aceder às reservas ainda não por si controladas?
As pessoas hoje em dia já não gostam de guerras... E muitos batem o pé quando vêem que vão ser usados como carne para canhão...
Mas... E se quem controla os diferentes aparelhos governamentais e militares, recorrer a um daqueles "ataques de bandeira falsa", para nos convencer de que os Taliban nos querem mal?
Do tipo, arranjar um ataque espectacular - feito para as câmaras de televisão, e repetir imagens deste vezes sem conta, para aumentar o efeito do choque - culpar os Taliban da autoria deste e usar a sede de vingança, e o medo de mais ataques, por parte da população, convencendo-a de que é imperativo que se invada essa mesma Ásia Central e Médio Oriente?
Parece lógico?
Bem-vindos ao 11 de Setembro.
Uma peça fundamental para compreender a conspiração da Nova Ordem Mundial.
E uma boa maneira de abrir os olhos àqueles que pensam que os nossos governantes nunca seriam capazes de matar os seus próprios cidadãos.

O filme que se segue é a primeira de três colocações que irei fazer sobre este tema do 11 de Setembro, no seguimento do facto que mencionei das reservas mundiais de hidrocarbonetos estarem neste momento prestes a entrar em declínio.
Chama-se Loose Change (2nd Edition). E chegou a ser, surpreendentemente, exibido na RTP, aquando do 5º aniversário dos ataques.
Esta versão que coloco, é a versão dobrada e legendada em português, que foi exibida nesta mesma estação de televisão.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Sobre os recentes atentados em Itália atribuídos a "anarquistas"

Enquanto já muitos na imprensa controlada certamente esfregam as suas mãos de contentes com mais esta oportunidade de vilificar os anarquistas, não quis deixar passar ao lado a oportunidade de clarificar todos a quem esta mensagem chegar sobre o que realmente se passa na Península Itálica.
A estupidez e gratuitidade destes actos, tornam óbvio, para quem já fez ou faz parte de movimentos sociais, quem terão sido os seus verdadeiros autores.
Mas para quem esteja ainda alheio à enormidade de esquemas insidiosos a que os nossos governantes são capazes de recorrer para reprimir e manter as suas populações passivas e obedientes e para sabotar ou demonizar qualquer movimento de oposição que lhes ouse fazer frente, passo a explicar.
Um "atentado de bandeira falsa" é um tipo de operação a que frequentemente recorrem líderes políticos, que consiste em executar um ataque de modo a que este pareça que foi realizado por um qualquer dos seus inimigos para (quando na ausência de um) criar um pretexto para atacar esse mesmo inimigo.
Ou, como explicava eu um dia, de modo mais simples, na minha juventude: "Quando se quer atacar algo ou alguém e não se tem um pretexto, a solução é arranjar um. Artimanha-se um qualquer ataque, culpa-se o inimigo da autoria deste, e pronto, a agressão fica transformada em legítima defesa."
(Seguir-se-á mais uma "caça às bruxas", tendo como alvo os anarquistas, tal como outras que têm ocorrido no passado em Itália?)
Este tipo de ataques fazem também parte de um conhecido método, para aumentar o controlo sobre as populações, que surge usualmente incluído na mais amplamente denominada "estratégia de tensão" e que consiste em criar medo entre uma população, para que esta peça ou aceda a novas medidas de controlo estatal, que empurram a sociedade ainda mais para uma situação de verdadeiro estado policial.
Isto, já para não falar que servem também para afastar potenciais simpatizantes de ideais revolucionários de qualquer grupo contestatário organizado, com medo de se estarem a envolver com potenciais grupos "terroristas".
Resta agora ver que consequências terão mais estes ataques para quem, em Itália, não aceita de modo passivo estas "medidas de austeridade" e quer erradicar de vez a fonte de tudo o que são problemas sociais e abusos de poder por parte da classe política.
Deixo-vos com a tradução de um excerto de um relatório, elaborado por uma organização europeia de defesa dos direitos civis, sobre outros atentados ocorridos em Itália atribuídos a "anarquistas", com uma interessante referência à conclusão de um estudo, encomendado pelo Parlamento italiano, sobre quem esteve realmente por trás da morte do antigo Primeiro-Ministro Aldo Moro, com uma interessante referência à admissão de culpa da parte de um ex-Presidente da República italiana nos atentados ocorridos no seu país durante os chamados "anos de chumbo" e com algumas listas de outros exemplos, registados ao longo da História, deste tipo de atentados - [1] [2] [3] [4] [5].