(Apenas um de vários grupos de voluntários estrangeiros, constituídos por pessoas oriundas de toda a Europa - nos quais se incluem, obviamente, russos que querem defender o seu próprio povo - e que têm tido um papel determinante nas acções vitoriosas dos milicianos.)
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terça-feira, 30 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Praxes e touradas
Com mais um Verão a chegar ao fim, chega também ao fim mais uma época de uma série de selváticos e bárbaros espectáculos, conhecidos como "touradas", e inicia-se mais uma época de uma série de rituais universitários algo degradantes, conhecidos como "praxes" académicas.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?
Comecemos pelas ditas "touradas"
Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)
Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?
(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares, e de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?
Passemos às "praxes" académicas
Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as ditas "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?
Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?
Explicações para tudo isto
Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverão haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.
Nos tempos mais recentes, agora sempre com pessoas que defendem tais práticas e pessoas que se manifestam contra tais "tradições" portuguesas e não só, eis que, aos movimentos das pessoas que se assumem contra estes espectáculos e contra estes rituais, se juntam agora alguns protagonistas inesperados, que até aqui muito estavam ausentes...
Protagonistas esses, que levantam grandes suspeitas, entre quem já esteve envolvido em acções contra ambas estas "tradições"...
Pois, se é contra algo tido como estabelecido que está a lutar quem é contra estes fenómenos, porque razão surge agora, em força, um grande apoio por parte de algumas instituições pertencentes ao poder estabelecido, que tanto promovem a luta dos activistas "anti"?
Comecemos pelas ditas "touradas"
Que estas constituem um "espectáculo" que deve ser simplesmente proibido, em qualquer país que se queira chamar de "civilizado", são cada vez menos os que o contestam. Mas, quem já tenha (tal como é o caso do autor deste blogue) participado em algumas destas manifestações antitouradas, certamente já reparou que é sempre reduzido o número de pessoas que se dão ao trabalho de participar nestas acções. As quais chegam a ser feitas por apenas cerca de uma dúzia de pessoas, em certos sítios.
Ora, sabido isto, porque razão recebem tais manifestações, normalmente, uma grande cobertura mediática - enquanto quem tenha já organizado outras manifestações "anti-sistema", sobre assuntos muito mais sérios do que este, já constatou que, ainda que se possa conseguir juntar várias dezenas de pessoas em plena Baixa de Lisboa, a bloquear estradas e a gritar bem alto palavras de ordem contra outras coisas, também elas bem institucionalizadas, e ainda que se notifique antecipadamente todos os principais meios de comunicação social de tais acções de protesto, tenham tais últimas manifestações, no entanto, uma resposta de mero silêncio por parte daqueles que são os mesmos média de massas que tanta cobertura dão às manifestações antitouradas?
(Não merecem todas as manifestações igual cobertura? Ou, não deverá tal cobertura ser, ao menos, proporcional ao número de pessoas que nelas participam?)
Porque razão, no caso das manifestações antitouradas, temos até alguns média que assumidamente abandonam a sua suposta independência, para promover e defender as acções dos manifestantes?
E, porque razão temos agora também a imprensa estrangeira a chamar a atenção para e a criticar estes espectáculos, com reportagens comoventes?
E, falemos sobre o financiamento de tais manifestações...
Quem já tenha feito parte de grupos activistas (no verdadeiro sentido do termo - e não de partidos políticos, que são financiados com dinheiro extorquido aos contribuintes) sabe que uma importante questão que está sempre presente é a do dinheiro que se gasta - em cartazes de promoção, faixas, tintas para as últimas etc - por quem estas acções organiza e nelas participa.
Ora, sabido isto - e tendo em conta que vivemos num país onde muito começa a faltar o dinheiro à maior parte das pessoas...
Que estranhas ONG "ambientalistas/ecologistas" (tipicamente financiadas pelos grandes interesses económicos) são essas, que (e isto é sabido por quem em algumas destas manifestações tem participado) têm fundos para possuir carros próprios para as suas organizações, nos quais se deslocam para encontros com os activistas organizadores de algumas destas acções antitouradas, para falar sobre financiamento de tais acções - tendo isto como resultados bem visíveis o facto de termos activistas muito bem equipados e com dinheiro até para colocar grandes cartazes nalgumas das principais vias de comunicação do país?
(Querem-nos convencer de que, num dos países mais pobres da Europa Ocidental - muito atingido pela dita "austeridade" - e num país tão avesso a mudanças e ainda cheio de pessoas possuidoras de mentalidades retrógradas, conseguem tais organizações "ambientalistas", desconhecidas por quase todos, ser financiadas por meros cidadãos comuns?)
Porque razão tem este movimento antitouradas, no país vizinho, o apoio de uma grande ONG internacional, que gere dinheiro na ordem dos milhões de dólares, e de uma grande figura da indústria de entretenimento britânica?
E, porque razão começa o poder estabelecido a tomar decisões que visam cortar o financiamento à criação de touros para touradas?
Passemos às "praxes" académicas
Que estes são rituais estúpidos, que também nenhuma falta fazem, é algo que já alguma "gente comum" começa também a pensar - embora ainda haja muita gente que com os mesmos concorda. E, consequentemente, também já um número significativo de pessoas começa abertamente a contestar tal "tradição".
Mas, porque razão começa agora tal a ocorrer em maior quantidade? Será porque é este um assunto ao qual os média controlados muita atenção têm dado e à volta do qual muita polémica têm criado, ultimamente?
Que história é esta de, antes de concluída uma investigação sobre a morte de alguns jovens que participavam num ritual académico, saltar logo a imprensa controlada (nacional e internacional) para a insinuação de que, provavelmente, teria sido por causa de uma "praxe" que tinham morrido tais jovens, passando logo para a exibição de documentários anti-"praxe" e a promoção de debates sobre se deveriam ou não ser abolidas as ditas "praxes", para depois se vir a saber que, ao que tudo indica, afinal nem foi por causa de uma praxe que morreram tais jovens?
Porque razão (e, isto também é sabido por quem já participou em acções destas) temos a "secção juvenil" de um partido (que sabem os mais bem informados ser também) controlado pelo sistema, a organizar acções anti-"praxe", sob a forma de um "Movimento Anti-Tradição Académica" (MATA) que, mais do que ser contra as "praxes", se define como um movimento que quer acabar com toda a tradição académica?
Movimento esse, ao qual até é dado grande destaque na imprensa controlada (onde se gabam, abertamente, tais membros juvenis de tal partido controlado - e, mais uma vez, isto é sabido por quem já socializou com tais pessoas - de ter muitos jornalistas)?
E, porque razão, no seguimento de um episódio de mortes que, afinal, nem foram provocadas por uma "praxe", decidiu contudo o governo lançar uma campanha que visa controlar e reprimir as mesmas?
Explicações para tudo isto
Quem já tiver começado a consultar este blogue há tempo suficiente, já terá sido capaz de responder por si próprio a estas perguntas...
Obviamente que, independentemente das suas possíveis justificações ou não, é do interesse da imprensa controlada demonizar estas "tradições" e é do interesse do poder estabelecido abolir as mesmas.
Pois, são estas mesmas "tradições", traços "culturais" (no caso das praxes, diferentes de país para país - sendo, no caso de Portugal, a dita "praxe" apenas uma componente da mais abrangente "tradição académica") que distinguem Portugal, e outros países, dos restantes países europeus e do Mundo. E, destruindo os vários traços culturais que distinguem os vários países europeus uns dos outros, obviamente que se torna muito mais fácil prosseguir com a planeada integração política europeia. (Pois, numa Europa que, entretanto, se tenha tornado homogénea, em termos culturais, muito menos entraves e muito menos resistência, por parte das várias populações, deverão haver a tal processo de integração.)
Explicando-se, também, assim porque razão está agora (com uma desculpa esfarrapada e como se não fosse possível conciliar dois objectivos que não são antagónicos) a Câmara Municipal da cidade capital do nosso país, e em plena Baixa da cidade, a eliminar aquele que é um dos maiores traços culturais que distingue Portugal do resto da Europa e do Mundo.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Este blogue irá terminar dentro de poucos meses
De qualquer modo, este era um blogue já com fim anunciado...
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.
Mas, para que não sejam alguns novos seguidores desta publicação apanhados de surpresa, quando tal ocorrer, e por ter havido um importante desenvolvimento, a nível pessoal, venho só comunicar-vos que me cansei de viver neste país onde tive a infelicidade de nascer e que, por isso, é agora minha vontade abandoná-lo e tentar a minha sorte noutro lado...
E, assim sendo, se as coisas correrem bem, espero terminar esta publicação dentro de poucos meses, para não a usar nunca mais.
Pois, a retomar eu quaisquer publicações no futuro, num país estrangeiro, quanto mais, seria num qualquer outro sítio na Internet, cujas temáticas não se centrassem em Portugal. E, como é minha vontade estar longe deste tipo de actividade "em linha" e de escrita reflectida, durante uns bons anos, e preocupar-me mais em estabelecer-me num país não ocidental, onde não me tenha eu de preocupar com destruições propositadas da Economia, enquanto quase ninguém - à excepção dos comunistas - faz nada para o impedir, deverei ter muito pouca motivação para retomar quaisquer publicações que sejam, enquanto houver em tal país estrangeiro uma classe política decente, apostada em manter a soberania de e em desenvolver o mesmo.
Espero dizer tudo o que de original ainda tenho a dizer, no decorrer dos próximos meses, e depois disso, ficarão os seguidores deste blogue entregues a si próprios e às publicações na Internet que eu recomendo - e que fazem um muito bom trabalho, de denúncia do mesmo tipo de assuntos de que eu falo (e melhor, até, do que eu o faço).
A minha vontade, ao criar este blogue, foi meramente de iniciar alguns ignorantes nesta temática da Nova Ordem Mundial e de complementar o que dizem outros autores com o que eu próprio fui capaz de descobrir e que estes últimos não sabem ou do qual não se apercebem.
E, tendo eu dito tudo o que tenho a dizer sobre isto, deixa este blogue de ter um sentido para a sua existência.
Mas, as despedidas ficam para depois...
Até lá, irei então preocupar-me em fazer as colocações importantes que ainda tenho a fazer, ao mesmo tempo que irei aproveitar para partilhar mais algumas coisas de interesse e também fazer colocações sobre assuntos não previstos que, como é hábito, deverão surgir.
Mas, como a minha vontade de continuar com esta publicação, ainda assim, também já não é muita, é natural que ocorra uma significativa redução na qualidade das colocações feitas...
Um Obrigado, desde já, a todos os seguidores deste blogue - pois, é o vosso interesse que me motiva, e tem motivado, a continuar com o mesmo.
Vamos, então, ao que ainda falta publicar.
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sábado, 26 de julho de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Bilderberg 2014
(Aqui um sumário de, e uma entrevista sobre, o que está a ser discutido nas reuniões deste ano.)
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
O feriado anarquista
Comemora-se hoje, mais uma vez, o feriado do 1º de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.
E, também mais uma vez, uma imensa quantidade de gente alienada, neste "jardim" decadente, "à beira-mar plantado", nem ideia exacta faz do que é que aconteceu por volta deste dia e que justifica a existência deste feriado.
Como será, daqui a umas décadas?
Nem farão as pessoas, que gozam tal feriado, ideia do que é uma greve? Do que é um movimento de trabalhadores? Do significado do termo "Luta Social"? Ou (tal como já acontece, em grande escala) do significado da palavra "anarquista"?
Não. Não será tal feriado mais gozado. Mas, sim, para tudo o resto...
Ao que tudo indica, não farão tais pessoas mais ideia do significado desses termos. E será este feriado, obviamente, mais um de vários que - perante a passividade dessa mesma massa alienada e tal como será o caso do feriado do 25 de Abril - serão possivelmente abolidos.
Mas, se for assim que acabem as coisas, então, que seja...
Uma coisa que vos posso garantir, contudo, é que, nem que seja a única pessoa a fazê-lo, há pelo menos um anarquista que não se irá nunca render. E que nunca fará parte da massa estupidificada, alienada, inerte, cobarde, decadente e sem valores, que tudo isto está a destruir.
Por isso, encham os centros comercias e façam mais o que quer que seja que decidam fazer neste dia, que há pelo menos uma pessoa que irá estar a pensar nos mártires que deram a sua vida para que todos tivéssemos hoje mais direitos, condições de trabalho e qualidade de vida.
Vivam os Mártires de Chicago. Viva o 1º de Maio. Vivam os Trabalhadores.
domingo, 20 de abril de 2014
Não serás nunca esquecido, herói dos tempos modernos, Ruppert
"Why do we go through this stuff?... And, the answer that I keep coming to, is something that I wrote on Facebook, a couple of months ago... Someone went, 'Why just we don't roll up, and die now, and give up?'... And, I said, 'A warrior in times of great stress, like this, and when facing imminent death' - and, these are my words - 'continues with the daily routines, and the daily rituals, as if there will be a tomorrow, because it holds open the possibility of Victory'."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
"And, if I'm happier, now (...) You have to allow me... That I've spent a lifetime earning the right to smile, when I realize that I'm not alone, and I see other really exceptional people rising up, and be innovating, and kicking ass, and leading..."
"There are people who would lay down, and die. Well, that's not a warrior's path. (...) The warrior's way... You fight until the last minute."
sexta-feira, 21 de março de 2014
Activismo antipedofilia no Reino Unido
(Uma confrontação, ocorrida anteontem, de uma vítima deste horrendo tipo de crimes com quem os anda a, pelo menos, encobrir - vítima essa, que já andava a denunciar a existência de "redes pedófilas institucionais" no Reino Unido, antes de ter rebentado o escândalo em torno da figura Jimmy Savile - seguida de um outro vídeo, no qual é feita uma incrível entrevista a este activista e realizador - que tem um sítio na Internet e um canal próprio no YouTube.)
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reino unido
terça-feira, 11 de março de 2014
Maior atentado terrorista que ocorreu na Europa foi também obra do poder estabelecido e mais um "atentado de bandeira falsa"
(Apenas uma de várias notícias que isto indiciam, seguida de uma imagem com uma hiperligação para um sítio onde poderão saber mais sobre tudo isto.)
INVESTIGACIÓN | Nuevas revelaciones siete años después de los atentados
Indicios de falso testimonio contra el único condenado como autor del 11-M
- Una de las mujeres que reconoció a Zougam fue rechazada como víctima
- Un testigo desmiente que le mostraran fotos cuando dice la sentencia
- Otra testigo engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión
Casimiro García-Abadillo | Joaquín Manso | Madrid
Actualizado miércoles 07/12/2011 13:54 horas
Tras una larga investigación periodística, EL MUNDO ha publicado una serie de informaciones que cuestionan la versión oficial del 11-M y remueven los cimientos de la sentencia del juicio por el atentado más grave de la historia de España. Según los datos de esta investigación, la prueba que sirvió para condenar como autor material de la masacre a Jamal Zougam es más que cuestionable.
La condena de 40.000 años de cárcel a Jamal Zougam se sostiene sobre la exclusiva prueba de cargo del testimonio de tres ciudadanos rumanos que dicen haberle visto en el tren de Santa Eugenia: R-10, C-65 y J-70, aunque el Supremo redujo la importancia del primero, que ni siquiera se presentó en el juicio. EL MUNDO ha detectado indicios de manipulación policial y falso testimonio en la declaración de estos tres testigos.
Siete años después de los atentados, EL MUNDO ha localizado y entrevistado en Cluj-Napoca, una ciudad rumana, al testigo protegido R-10. Según consta en la sentencia redactada por el juez Javier Gómez Bermúdez, este es el único testigo que reconoció a Zougam antes de que se publicara su imagen en los medios de comunicación, concretamente el 16 de marzo de 2004.
Sin embargo, R-10 desmiente este extremo de la sentencia. Asegura que sólo identificó al marroquí 10 días después, tras ver impresa su fotografía en un cartel distribuido por Interior en el aeropuerto de Barajas. Las dudas sobre esta prueba contra Zougam se extienden ante el hecho de que la Policía le dio permiso a este testigo para no declarar en la vista oral.
En cuanto a la testigo protegido J-70, a cuyo testimonio el tribunal concedió credibilidad, cabe destacar que fue considerada en dos ocasiones falsa víctima y que sólo 15 días después de ver fracasados sus intentos por obtener la correspondiente indemnización, transcurrido ya casi un año desde los atentados, fue cuando identificó a Zougam. Fue entonces cuando obtuvo la condición de víctima y terminó recibiendo 48.000 euros de indemnización.
Cuando dos abogados intentaron preguntarle a J-70 durante la vista oral del juicio sobre el hecho de que extrañamente tardara 11 meses en identificar a Zougam, el presidente del tribunal les interrumpió abruptamente y les obligó a cambiar de asunto. El juez Gómez Bermúdez evitó dos veces que la testigo respondiese a la pregunta clave.
La investigación de EL MUNDO también pone en duda la credibilidad de la testigo C-65, quien engañó a la Policía, inventó hechos y cambio de versión para tratar de dar mayor verosimilitud a sus declaraciones. Primero aseguró en el Consulado de Rumanía que iba en el vagón con una compatriota distinta a la que dijo en el juicio que le acompañaba (es decir: se trata de una mujer que no es la testigo J-70).
También sostuvo ante los profesionales que la atendieron que tras las explosiones le cayó un cadáver encima, pese a que en el tren que viajaba no hubo muertos ni heridos graves.
El testimonio de C-65 está plagado de contradicciones. En su versión inicial dada a la Policía declaró que reparó en Zougam porque éste tuvo un incidente con otro pasajero al cambiar de vagón. Luego, ante Del Olmo aseguró que Zougam le "rozó" con la mochila. Cuando el proceso llegó a la Audiencia, dijo que el marroquí le había "movido de la silla".
Cabe destacar también que el marido de C-65 fue aceptado como víctima de otro tren, con dos particularidades: no sufrió heridas graves pese a viajar en el vagón más afectado -hasta el punto de que fue el que mayor número de muertos registró en Atocha-, pero sobre todo, declaró que viajaba con su cuñado (el hermano de la testigo), quien fue descartado como víctima por los forenses y a quien el juez propuso imputar por delito de simulación.
Tanto C-65 como su esposo fueron indemnizados (obtuvieron 100.000 euros), recibieron la nacionalidad española y fueron contratados por la empresa de seguridad del empresario Lorenzo González, que mantiene una relación estrechísima con altos mandos de la Policía española. Entre otros, es amigo íntimo del comisario jefe de la Policía Judicial, Juan Antonio González.
El empresario Lorenzo González, muy conocido en el sector, alcanzó notable relevancia pública en febrero de 2009, cuando se conoció su participación en una montería en el coto jiennense de Cabeza Prieta junto al entonces ministro de Justicia, Mariano Fernández Bermejo (que dimitió en mitad de la tormenta provocada por el incidente), el juez Baltasar Garzón, la fiscal Dolores Delgado y el comisario Juan Antonio González.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Sobre a natureza fascista do golpe ocorrido na Ucrânia
(Uma outra tradução que fiz, com vista a que fosse também publicada no blogue "Da Rússia", do jornalista José Milhazes, mas esta, uma pela qual tal autor não mostrou interesse em publicar...)
EUA e UE Conjuntamente com Terroristas Ucranianos Erguem o Regime Nazi
Declaração da Presidente do Partido Socialista Progressista, Nataliya Vitrenko
23 de Fevereiro de 2014
[traduzido do inglês em: http://tarpley.net/usa-and-eu-are-erecting-a-nazi-regime-on-ukrainian-territory/]
Os acontecimentos na Ucrânia estão a excitar o mundo inteiro. Precisamos de entender a essência do que está a acontecer. O Partido Socialista Progressista da Ucrânia, como um partido da Oposição de Esquerda, que lutou e está a lutar contra o rumo das políticas domésticas e exteriores seguidas sob a direcção da desestabilização Laranja e de Yushchenko e contra a aliança do Partido das Regiões e do Partido Comunista liderada por Yanukovych, considera necessário fazer uma avaliação.
No dia 22 de Fevereiro, militantes e terroristas do Parlamento Euromaidan executaram um golpe neonazi recorrendo à força armada.
Violando todas as normas da Constituição e da lei internacional e pisando os valores europeus, o Parlamento excedeu a sua autoridade e cometeu actos criminosos. Washington e Bruxelas - que disseram ao mundo e a toda a humanidade que a Euromaidan é uma acção não violenta do povo ucraniano, para fazer uma escolha europeia e proteger a democracia e os valores europeus - deviam agora admitir honestamente que o povo ucraniano não teve nada disso. Usaram um golpe nazi, executado pelos insurgentes, terroristas e políticos da Euromaidan para servir os interesses geopolíticos do Ocidente.
As provas irrefutáveis disso são:
1) A mudança de governo ocorreu de modo inconstitucional. Isto violou a Lei europeia. Em violação da XIIIª secção da Constituição (que descreve em detalhe o procedimento para alterar a Constituição), sem a participação do Tribunal Constitucional, o sistema estatal do nosso país foi alterado pelo Conselho Supremo (Parlamento) da Ucrânia;
2) Indo além dos poderes do Parlamento da Ucrânia, violando o artigo 19º da Constituição, o Parlamento nomeou supervisores para os:
- Ministério do Interior,
- Serviço de Segurança da Ucrânia e
- Procuradoria-Geral da República.
Estes supervisores estão instalados com o objectivo de exercer a violência política da Euromaidan sobre as instituições constitucionais do estado para promover os interesses do Ocidente de modo inconstitucional;
3) O Presidente ucraniano Yanukovych (ao qual o nosso partido se tem oposto tal como tornamos claro nos últimos quatro anos) foi destituído dos seus poderes constitucionais numa violação grosseira da Constituição. A Constituição não providencia o direito ao Verkhovna Rada (Parlamento) da Ucrânia de retirar poder ao presidente da maneira que isto acabou de ser feito. A Constituição providencia um procedimento detalhado de impugnação que está especificado por escrito. Mas outra vez, não guiados pela Lei, mas antes por alegada expediência revolucionária, desprezando o princípio europeu da presunção da inocência, Yanukovych foi removido do seu cargo e foi nomeado um novo presidente em violação da Constituição;
4) O Parlamento, ansioso por defender os militantes e terroristas da Euromaidan, perdoou e fez heróis de todos os seus membros, iniciando o processo de lhes dar a presidência. Isto significa que não serão prestadas contas por aqueles que usam a força armada para matar civis ou agentes da autoridade inocentes, que se apoderam de e destroem edifícios de escritórios e armazéns com recurso à força armada, que executam linchamentos, ou que exercem chantagem e executam raptos. Isto cria uma base para a formação de uma maquinaria de estado repressiva neonazi.
Washington e Bruxelas devem ouvir os nossos avisos. Nós consideramo-las responsáveis por tudo o que fizeram para transferir poder para as forças políticas responsáveis pelo estabelecimento deste regime nazi totalitário na Ucrânia, com a inevitável violação grosseira dos direitos e liberdades de milhões dos nossos concidadãos.
Os EUA e a UE devem saber que esta usurpação do poder por partidos e movimentos políticos incluindo forças neonazis (tais como o "Svoboda" e o "Sector de Direita"), anunciou a implementação de uma revolução nacional sob as máximas "Ucrânia para os ucranianos", "Glória à nação - morte aos inimigos", "Ferramentas moscovitas e comunistas para a forca!" e outros.
Começando a 22 de Fevereiro, este novo governo deve assumir toda a responsabilidade em toda a Ucrânia pela violação dos direitos e liberdades dos cidadãos.
Insurgentes e terroristas continuam a capturar edifícios administrativos da Euromaidan e autoridades locais no Sul e Leste da Ucrânia. Usando métodos terroristas, os votantes foram destituídos dos seus direitos e da autoridade dos seus representantes eleitos em assembleias locais. Civis que defendiam as suas escolhas foram impiedosamente alvejados por homens armados com Kalashnikovs, espingardas e outras armas de combate, como por exemplo a 22 de Fevereiro em Lugansk.
Militantes aos quais não foi dada qualquer autoridade policial legítima atribuíram a si próprios poderes policiais de emergência, usando machados e paus para bloquear as principais vias de comunicação centrais, mandando parar carros para efectuar inspecções e verificações de documentos de passageiros e prendendo pessoas. Bloquearam a entrada para o aeroporto e desta maneira violaram grosseiramente a Convenção Europeia dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais, a qual garante a inviolabilidade da pessoa, a liberdade de movimento, a presunção da inocência e o direito à segurança e à vida. Todas as pessoas da Ucrânia foram humilhadas e foram-lhes negados a sua dignidade e os seus direitos.
Logo a 23 de Fevereiro representantes do novo governo anunciaram a formação da nação ucraniana: proclamam que qualquer pessoa que use a língua russa será sujeita à destituição do seu estatuto de nativo de etnia ucraniana e será descriminada em termos de direitos civis e políticos.
O novo regime já anunciou a sua intenção de banir a emissão de canais da Federação Russa no território da Ucrânia, apelidando-os de canais de televisão de um estado hostil. Esta é a maneira da qual o novo governo defende os valores europeus da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa.
O regime está a preparar listas de inimigos que estão sujeitos a proscrição. Este mecanismo irá destituir de direitos civis e políticos todos aqueles que não partilham as visões neonazis das novas autoridades ucranianas.
Por todo o país, continuam a ocorrer mórbidos linchamentos. Pessoas estão a ser espancadas e apedrejadas, enquanto membros indesejáveis do Verkhovna Rada da Ucrânia são sujeitos a fortes intimidações e oficiais locais vêm as suas famílias e crianças serem alvo de ameaças de morte se não apoiam a instalação deste novo poder político. As novas autoridades ucranianas estão a queimar em massa os escritórios de partidos políticos de que não gostam e anunciaram publicamente a ameaça de processamento criminal e proibição de partidos políticos e organizações públicas que não partilham a ideologia e os objectivos do novo regime.
Militantes da Euromaidan estão-se a apoderar de igrejas ortodoxas como o Mosteiro de Kiev-Petchersk, procurando transferi-las para elementos cismáticos do clero como Filaret. A intenção é apoderarem-se de todas as igrejas da Igreja Ortodoxa Ucraniana do Patriarcado de Moscovo para conformá-las ao Vaticano.
Em nome do Partido Socialista Progressista da Ucrânia, declaramos que não reconhecemos a legitimidade deste golpe e não reconhecemos como legítimas as actividades nas novas autoridades ucranianas. Condenamos a total violação dos direitos e liberdades dos cidadãos da Ucrânia com base em critérios nacionais, étnicos e culturais, religiosos e políticos.
Apelamos ao Parlamento Europeu e ao Conselho de Segurança da ONU, pedindo a sua intervenção imediata no que está a acontecer na Ucrânia, para proteger os direitos e liberdades dos cidadãos, para impedir o espoletar por parte do novo governo ucraniano de uma Terceira Guerra Mundial no continente euro-asiático.
--- Nataliya Vitrenko, Presidente do Partido Socialista Progressista
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Tentativa de golpe fascista na Ucrânia
(Uma tradução que fiz, para ser publicada na espécie de "secção do leitor" do blogue do jornalista José Milhazes, de um muito bom texto sobre a situação na Ucrânia, que foi publicado na última edição da revista Executive Intelligence Review.)
Potências Ocidentais Apoiam Golpe Neonazi na Ucrânia
por uma Equipa de Pesquisa da EIR
2 de Fevereiro - Nações ocidentais, lideradas pela União Europeia e pela Administração Obama, estão a apoiar um golpe abertamente neonazi com vista a uma mudança de regime na Ucrânia. Se o esforço for bem sucedido, as consequências irão estender-se muito para além das fronteiras da Ucrânia e dos seus estados vizinhos. Para a Rússia, tal golpe constituiria um casus belli, vindo como vem no contexto da expansão da defesa antimíssil da OTAN para a Europa Central e da evolução de uma doutrina EUA-OTAN de "Ataque Global Rápido", que presume que os Estados Unidos podem lançar um primeiro ataque preventivo contra a Rússia e a China e sobreviver à retaliação.
Os acontecimentos na Ucrânia constituem um potencial espoletar de uma guerra global que poderá rápida e facilmente escalar para uma guerra termonuclear de extinção. Na Conferência de Segurança de Munique deste fim-de-semana, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Sergei Lavrov teve uma acalorada troca de palavras pública com o Secretário-Geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen, na qual o último acusou a Rússia de "retórica belicosa" e Lavrov respondeu citando o programa de defesa antimíssil europeu como uma tentativa de assegurar uma capacidade de primeiro ataque nuclear contra a Rússia.
Nas suas declarações formais em Munique e uma semana antes no Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça, Lavrov também criticou severamente os governos ocidentais por apoiarem organizações terroristas neonazis no seu zelo em colocar a Ucrânia sob controlo da União Europeia e da Troika para apertar a forca da OTAN em volta da Rússia.
No entanto, Lavrov subestimou o caso.
Desde que o Presidente Viktor Yanukovych anunciou que a Ucrânia estava a retirar os seus planos de assinar o Acordo de Associação da União Europeia em 21 de Novembro de 2013, organizações apoiadas pelo Ocidente constituídas por remanescências da colaboracionista nazi durante e imediatamente após a guerra Organização de Nacionalistas Ucranianos (ONU-B) e seus sucessores lançaram uma campanha de provocações com o objectivo de não apenas derrubar o governo do Primeiro Ministro Mykola Azarov, mas de derrubar o democraticamente eleito Presidente Yanukovych.
A Parceria de Leste da UE foi iniciada em Dezembro de 2008 por Carl Bildt e Radek Sikorski, os ministros dos negócios estrangeiros da Suécia e da Polónia, no seguimento da confrontação militar da Geórgia com a Rússia na Ossétia do Sul. A Parceria de Leste teve como alvo seis países que eram antigas repúblicas da União Soviética: três na região do Cáucaso (Arménia, Azerbeijão, Geórgia) e três na Europa Central de Leste (Bielorússia, Moldávia, Ucrânia). Não era intencionado que estes fossem convidados para uma adesão completa à UE, mas antes atraídos para uma posição em que estivessem sob o controlo da UE através dos chamados Acordos de Associação, cada um deles centrado num Acordo Profundo e Compreensivo de Mercado Livre (APCML). O principal alvo do esforço era a Ucrânia. Sob o Acordo de Associação negociado com a Ucrânia, mas não assinado, a economia industrial da Ucrânia teria sido desmantelada, o comércio com a Rússia teria sido ferozmente atacado (com a Rússia a terminar o seu regime de mercado livre com a Ucrânia, para impedir que os seus mercados fossem inundados através da Ucrânia) e os jogadores dos mercados europeus teriam se agarrado às exportações agrícolas e de matérias-primas da Ucrânia. O mesmo regime de austeridade mortífera que foi imposto aos estados mediterrânicos da Europa sob a burla do resgate da Troika teria sido imposto à Ucrânia.
Mais do que isto, o Acordo de Associação exigia "convergência" em assuntos de segurança, com integração em sistemas de defesa europeus. Sob tal acordo melhorado, os acordos de tratados de longo prazo sobre o uso por parte da Marinha Russa dos cruciais portos da Crimeia no Mar Negro teriam sido terminados, dando ultimamente à OTAN uma base avançada na fronteira imediata da Rússia.
Enquanto as reportagens ocidentais promoviam as manifestações na Praça da Independência de Kiev (Maidan Nezalezhnesti, ou Euromaidan como é agora chamada) como inicialmente pacíficas, o facto é que, desde o início, os protestos incluíram assumidos neonazis de núcleo duro, hooligans futebolísticos de direita e veteranos de guerra "Afghansy" das guerras no Afeganistão, na Chechénia e na Geórgia. De acordo com o membro do parlamento ucraniano Oleh Tsaryov, 350 ucranianos regressaram ao país vindos da Síria em Janeiro de 2014, depois de lutarem ao lado dos rebeldes sírios, incluindo grupos ligados à al-Qaeda como a Frente al-Nusra e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS).
Logo no fim-de-semana de 30 de Novembro-1 de Dezembro de 2013, os autores dos distúrbios estavam a atirar cocktails Molotov e apoderaram-se da Câmara Municipal de Kiev, declarando-a um "quartel-general revolucionário". Manifestantes do Partido Svoboda da oposição, anteriormente chamados Socialistas-Nacionalistas, marcharam sob a bandeira vermelha e negra da Organização de Nacionalistas Ucranianos de Stepan Bandera (ONU-B), os colaboradores nazis que exterminaram judeus e polacos como um adjunto da máquina de guerra nazi e em cumprimento das suas próprias ideias radicais sobre pureza étnica, durante a Segunda Guerra Mundial.
A máxima do Partido Svoboda, "Ucrânia para os ucranianos", era o grito de guerra de Bandera durante a colaboração da ONU-B com Hitler após a invasão nazi da União Soviética. Foi sob essa máxima que execuções em massa e limpezas étnicas foram cometidas pelos lutadores fascistas de Bandera. Fontes ucranianas relataram que o Partido Svoboda estava a efectuar treinos paramilitares durante o Verão de 2013 - meses antes do Presidente Yanukovych ter tomado a sua decisão de rejeitar o Acordo de Associação da UE.
O carácter neonazi, racista e anti-semita do Svoboda não desencorajou os diplomatas ocidentais - incluindo a Secretária de Estado Assistente dos EUA para os Assuntos Europeus e Euro-asiáticos Victoria Nuland - de se encontrarem publicamente com o líder do partido Oleh Tyahnybok, que tinha sido expulso do movimento Nossa Ucrânia em 2004 pelos seus discursos fortes contra "moscovitas e judeus" - usando nomes ofensivos e depreciativos para descrever ambos.
O reavivar fascista de Bandera tem vindo a decorrer à vista de todos desde a "Revolução Laranja" de 2004, quando Viktor Yushchenko foi instalado como Presidente da Ucrânia através de uma campanha de rua apoiada por interesses estrangeiros em muito financiada pela Fundação Renascença Internacional de George Soros e mais de 2,000 outras organizações não governamentais europeias e norte- -americanas, depois de ter sido oficialmente declarado o derrotado numa luta presidencial renhida com Viktor Yanukovych. A 22 de Janeiro de 2010, uma das últimas acções de Yushchenko como Presidente, depois de perder a sua reeleição para Yanukovych por uma larga margem, foi nomear Stepan Bandera um Herói da Ucrânia, a qual é uma alta honra de Estado. A segunda mulher de Yushchenko, Kateryna Chumachenko, foi ela própria um membro do grupo juvenil da banderista ONU-B em Chicago, onde ela nasceu, de acordo com relatos de notícias. Nos anos 1980, Chumachenko chefiou os escritórios de Washington do Comité do Congresso Ucraniano da América (no qual a influência da ONU-B era grande na altura, de acordo com a Enciclopédia de Internet da Ucrânia) e do Comité Nacional de Nações Cativas, antes de se mudar para o Gabinete para os Direitos Humanos do Departamento de Estado. Em Janeiro de 2011, o Presidente Yanukovych anunciou que o estatuto de Herói da Ucrânia de Bandera tinha sido oficialmente revogado.
A ONU-B: Um Pouco de História
O legado da ONU-B de Bandera é crítico para entender a natureza da insurreição armada que agora decorre na Ucrânia. A Organização de Nacionalistas Ucranianos foi fundada em 1929, e dentro de quatro anos, Bandera tornou-se o seu líder. Em 1934, Bandera e outros líderes da ONU foram presos pelo assassinato de Bronislaw Pieracki, o Ministro polaco dos Assuntos Internos. Bandera foi libertado da prisão em 1938 e imediatamente entrou em negociações com o Quartel-General da Ocupação Alemã, recebendo fundos e tratando de providenciar treino Abwehr para 800 dos seus comandos paramilitares. Por altura da invasão nazi da União Soviética em 1941, as forças de Bandera consistiam em pelo menos 7,000 lutadores, organizados em "grupos móveis" que se coordenavam com as forças alemãs. Bandera recebeu 2.5 milhões de marcos alemães para realizar operações subversivas dentro da União Soviética. Depois de ter declarado um estado ucraniano independente sob a sua direcção em 1941, Bandera foi preso e enviado para Berlim. Mas manteve as suas ligações e o seu financiamento nazis, e os seus "grupos móveis" foram abastecidos e foi-lhes dada cobertura aérea pelos alemães durante o resto da guerra.
Em 1943, a ONU-B de Bandera efectuou uma campanha de exterminação em massa de polacos e judeus, matando uns estimados 70,000 civis durante apenas o Verão desse ano. Apesar de Bandera estar ainda na altura a comandar as operações da ONU-B desde Berlim, o programa de limpeza étnica foi dirigido por Mykola Lebed, o chefe da Sluzhba Bespeki, a organização de polícia secreta da ONU-B. Em Maio de 1941, num plenário da ONU em Cracóvia, a organização emitiu um documento, "Luta e Acção da ONU Durante a Guerra", o qual declarou, em parte, "moskali, polacos, judeus são hostis para nós e devem ser exterminados nesta luta". ("Moskal" é calão ucraniano depreciativo para "moscovitas", ou russos.)
Com a derrota dos nazis e o fim da guerra na frente europeia, Bandera e muitos líderes da ONU-B acabaram em campos de pessoas deslocadas na Alemanha e na Europa Central. De acordo com Stephen Dorrill na sua conceituada história do MI6, MI6: Inside the Covert World of Her Majesty's Secret Intelligence Service, Bandera foi recrutado para trabalhar para o MI6 em Abril de 1948. A ligação para os britânicos foi arranjada por Gerhard von Mende, um antigo nazi de topo que tinha chefiado a Divisão do Cáucaso do Ministério do Reich para os Territórios Ocupados de Leste (Ostministerium). Von Mende recrutou muçulmanos do Cáucaso e da Ásia Central para lutar ao lado dos nazis durante a invasão da União Soviética. Após o final da Segunda Guerra Mundial, ele trabalhou para os britânicos através de uma companhia de fachada, a "Research Service on Eastern Europe", a qual era uma agência de recrutamento principalmente para insurgentes muçulmanos que operavam dentro da União Soviética. Von Mende foi instrumental no estabelecimento de um grande centro de operações da Irmandade Muçulmana em Munique e em Genebra.
Através de von Mende, o MI6 treinou agentes da ONU-B e largou-os dentro da União Soviética para efectuar operações de sabotagem e de assassinato entre 1949 e 1950. Um relatório do MI6 de 1954 elogiou Bandera como "um trabalhador do submundo profissional com um passado terrorista e com noções impiedosas acerca das regras do jogo".
Em Março de 1956, Bandera foi trabalhar para o equivalente alemão da CIA, a BND, então chefiada pelo Gen. Reinhardt Gehlen, o chefe dos serviços secretos militares alemães na Frente de Leste durante a Segunda Guerra Mundial. Mais uma vez, von Mende foi um dos seus patrocinadores e protectores. Em 1959, Bandera foi assassinado pelo KGB na Alemanha Ocidental.
O assassino de topo da ONU-B de Bandera, Mykola Lebed, o comandante no local da polícia secreta do grupo, chegou ainda mais longe após o final da Segunda Guerra Mundial. Lebed foi recrutado pelo Corpo de Contra-Espionagem do Exército dos EUA (CCE) em Dezembro de 1946, e por altura de 1948, estava na lista de pagamentos da CIA. Lebed recrutou aqueles agentes da ONU-B que não foram com Bandera e o MI6, e participou em vários programas de sabotagem por trás da Cortina de Ferro, incluindo a "Operação Cartel" e a "Operação Aerodinâmica". Lebed foi trazido para a cidade de Nova Iorque, onde estabeleceu uma companhia de fachada da CIA, a "Prolog Research Corporation", sob o controlo de Frank Wisner, que era o chefe da Direcção de Planos da CIA durante os anos 1950. A Prolog operou até aos anos 1990, tendo sido em muito reavivada quando Zbigniew Brzezinski era o Conselheiro de Segurança Nacional de Jimmy Carter.
Em 1985, o Departamento de Justiça dos EUA lançou uma investigação ao papel de Lebed no genocídio durante a guerra na Polónia e na Ucrânia Ocidental, mas a CIA bloqueou a investigação e esta foi eventualmente largada. Contudo, em 2010, após a publicação de milhares de páginas de registos de guerra, os Arquivos Nacionais publicaram um relatório documental, Hitler's Shadow: Nazi War Criminals, U.S. Intelligence, and the Cold War, de Richard Breitman e Norman Goda, o qual incluiu um relato detalhado da colaboração nazi durante a guerra de Bandera e de Lebed e do envolvimento destes em execuções em massa de judeus e polacos.
É este legado Bandera-Lebed, e as redes que se formaram no período pós-guerra, que estão no centro dos recentes acontecimentos na Ucrânia.
Denunciando
A 25 de Janeiro de 2014, vinte e cinco líderes ucranianos de partidos políticos e organizações cívicas e religiosas, incluindo a antiga candidata presidencial e membro do parlamento Natalia Vitrenko, enviaram uma carta aberta ao Secretário-Geral das Nações Unidas e aos líderes da UE e dos EUA, a condenar publicamente o apoio ocidental à campanha neonazi de realizar um golpe sanguinário contra um governo eleito legitimamente.
A carta aberta lia, em parte: "Vocês devem perceber que, ao apoiar as acções das guerrilhas na Ucrânia (...) vocês próprios estão directamente a proteger, a incitar e a encorajar neonazis e neofascistas ucranianos".
"Nenhum destes opositores (Yatsenyuk, Klitschko e Tyahnybok) esconde que estão a continuar a ideologia e as práticas da ONU-EIU (...) Aonde quer que as pessoas da Euromaidan vão na Ucrânia, elas disseminam, para além das máximas acima mencionadas, símbolos neonazis, racistas (...) Confirmando também a natureza neonazi da Euromaidan está o constante uso de retratos dos executores sanguinários do nosso povo, Bandera e Shukhevych - agentes da Abwehr."
A carta aberta fazia a pergunta aos líderes ocidentais: "Deixaram a ONU, a UE e os EUA de reconhecer a Carta e o Veredicto do Tribunal Internacional de Crimes de Guerra de Nuremberga, em que os nazis hitlerianos e seus ajudantes próximos foram condenados? Deixaram os direitos humanos de ser um valor para os países da UE e da comunidade internacional? É a devoção dos nacionalistas ucranianos a Hitler e aos seus assassínios em massa de civis agora considerada democracia?"
Apenas nos dias recentes, com cenas de violência em grande escala por parte de manifestantes armados a atravessar finalmente o nevoeiro da propaganda, é que os média ocidentais pegaram no carácter neonazi da desestabilização em curso. A revista Time, colocou, a 28 de Janeiro, no título da sua cobertura feita desde Kiev "Rufias de Direita Estão-se a Apoderar da Insurreição Liberal da Ucrânia", caracterizando um grupo de hooligans neonazis chamado Spilna Sprava ("Causa Comum", mas as iniciais ucranianas soletram-se "SS") como estando perto do centro dos protestos.
No dia seguinte, a 29 de Janeiro, o The Guardian colocou num título "Na Ucrânia, Fascistas, Oligarcas e Expansão Ocidental Estão no Centro da Crise", com o rematar: "A história que nos é contada acerca dos protestos que decorrem em Kiev tem uma ligação à realidade feita apenas muito por alto". O repórter do The Guardian Seumas Milne escreveu candidamente, "Você nunca saberia através da maior parte das reportagens que nacionalistas de extrema-direita e fascistas têm estado no centro dos protestos e dos ataques a edifícios governamentais. Um dos três principais partidos da oposição a chefiar a campanha é o anti-semita de direita dura Svoboda, cujo líder Oleh Tyahnybok afirma que uma 'máfia moscovita-judaica' controla a Ucrânia. O partido, agora a gerir a cidade de Lviv, liderou uma marcha iluminada por tochas de 15,000 pessoas no início deste mês em memória do líder fascista ucraniano Stepan Bandera, cujas forças lutaram ao lado dos nazis na Segunda Guerra Mundial e participaram em massacres de judeus".
A Counterpunch publicou também, a 29 de Janeiro, um artigo de Eric Draitser, "Ucrânia e o Renascimento do Fascismo", que começou com o aviso: "A violência nas ruas da Ucrânia é muito mais do que uma expressão de ira popular contra um governo. É, em vez disso, meramente o último exemplo da ascensão da mais insidiosa forma de fascismo que a Europa viu desde a queda do Terceiro Reich (...) Numa tentativa de tirar à força a Ucrânia da esfera de influência russa, a aliança EUA-UE-OTAN aliou-se, não pela primeira vez, com fascistas".
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
"Touchdown"
Um momento de uma conferência de imprensa, ocorrida ontem, relativa à atribuição do prémio de melhor jogador da final "Super Bowl", deste ano, do campeonato de futebol americano.
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sábado, 11 de janeiro de 2014
Última pessoa que diz que esteve com Swartz é líder de uma ONG
Vivia no mesmo apartamento que ele e é ela que garante que a morte do conhecido activista (imensamente inteligente e com um enorme potencial, que, desde cedo, se começou a revelar) - que lutou pela defesa da Liberdade de Informação, que iniciou o movimento que derrotou a SOPA, que estava disposto a lutar nos tribunais contra o poder estabelecido e que, caso fosse condenado, iria tornar-se um mesmo muito grande ícone na luta pela Liberdade na Internet - foi "suicídio".
Que importância tem o facto desta mesma pessoa ser líder de uma ONG?
Ora, com a quantidade de ONG que são controladas pela NOM, é sempre de suspeitar, de cada vez que nos deparamos com uma destas organizações. E é também sempre de suspeitar dos seus líderes e das pessoas que as montaram.
Aqui vão algumas das causas em que estiveram envolvidos, quer a líder da ONG em causa (em ONG anteriores e na presente que lidera), quer os restantes membros desta ONG (presentemente e em actividades anteriores).
E, sim... Para quem a cara na fotografia, acima e à esquerda colocada, parecer familiar... Trata-se daquela que era, na altura, a namorada do mesmo.
E, quem quiser saber de bons exemplos de confirmações do tipo de suspeita que estou a levantar, nem precisa sequer de olhar para o outro lado do Atlântico para poder ver alguns - [1] [2].
Que importância tem o facto desta mesma pessoa ser líder de uma ONG?
Ora, com a quantidade de ONG que são controladas pela NOM, é sempre de suspeitar, de cada vez que nos deparamos com uma destas organizações. E é também sempre de suspeitar dos seus líderes e das pessoas que as montaram.
Aqui vão algumas das causas em que estiveram envolvidos, quer a líder da ONG em causa (em ONG anteriores e na presente que lidera), quer os restantes membros desta ONG (presentemente e em actividades anteriores).
- Campanhas de apoio ao Presidente Obama.
- Campanhas que visam sabotar o financiamento da "National Rifle Association of America (NRA)" ou que visam denegrir a imagem pública desta associação, que defende o (muito importante) direito civil à autodefesa, tal como é (muito explicitamente) expresso na Segunda Emenda à Constituição dos EUA.
- Militância na "American Federation of Labor and Congress of Industrial Organizations (AFL-CIO)" - uma federação sindical claramente controlada pelo poder estabelecido (que servirá certamente para controlar a contestação ao mesmo).
- Campanhas de luta pelo impedimento do desenvolvimento industrial (/campanhas pseudo-ambientalistas de "protecção ambiental", que claramente jogam a favor do objectivo de "crescimento zero", pretendido pelo poder estabelecido).
- Campanha de favorecimento à imigração ilegal para os EUA (obviamente que, para destruir a qualidade de vida nos mesmos, assim como a sua identidade cultural, e para, ultimamente, destruí-los enquanto estados-nação).
- Campanha pela implementação do "Estado Social" nos EUA.
- Campanha de apoio à WikiLeaks.
- E mais toda uma série de "causas" de treta, acompanhadas de falsas lutas sem consequência prática (típicas das ONG controladas), que agora não tenho paciência para estar a listar...
E, sim... Para quem a cara na fotografia, acima e à esquerda colocada, parecer familiar... Trata-se daquela que era, na altura, a namorada do mesmo.
E, quem quiser saber de bons exemplos de confirmações do tipo de suspeita que estou a levantar, nem precisa sequer de olhar para o outro lado do Atlântico para poder ver alguns - [1] [2].
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domingo, 29 de dezembro de 2013
Victoria Grant
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
Viver a Utopia
O documentário de eleição da maior parte dos anarquistas... ;)
Melhor do que qualquer obra de ficção, ainda que muito baseada na realidade, não há nada como mostrar e contar os factos, tal como eles realmente aconteceram.
Copiando para aqui uma descrição no YouTube, que se pode encontrar numa versão legendada em inglês: "Considered a jewel amongst historians and rebel hearts, this documentary made in 1997 about the 1936 Spanish Revolution blends historical accounts of the development of the anarchist movement with first-hand testimonies."
Uma muito interessante colecção de descrições de muito importantes factos históricos e de belos testemunhos, da parte de quem tudo isto viveu, na Catalunha, há 75 anos - e que certamente muitos detractores do Anarquismo, gostariam um dia de apagar da História, enquanto continuam dizendo que este é algo utópico e inalcançável...
Melhor do que qualquer obra de ficção, ainda que muito baseada na realidade, não há nada como mostrar e contar os factos, tal como eles realmente aconteceram.
Copiando para aqui uma descrição no YouTube, que se pode encontrar numa versão legendada em inglês: "Considered a jewel amongst historians and rebel hearts, this documentary made in 1997 about the 1936 Spanish Revolution blends historical accounts of the development of the anarchist movement with first-hand testimonies."
Uma muito interessante colecção de descrições de muito importantes factos históricos e de belos testemunhos, da parte de quem tudo isto viveu, na Catalunha, há 75 anos - e que certamente muitos detractores do Anarquismo, gostariam um dia de apagar da História, enquanto continuam dizendo que este é algo utópico e inalcançável...
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Abby Martin, do "Breaking the Set" da RT, a pseudocriticar a Nestlé (e a mentir sobre a já provada fraude do "aquecimento global")
"Fra Paolo Sarpi, the dominant figure of the Venetian intelligence establishment of his time, advised the Venetian senate that the best way to defeat anti-Venetian propaganda was indirectly. He recommended the method of saying something good about a person or institution while pretending to say something bad. An example might be criticizing a bloody dictator for beating his dog - the real dimensions of his crimes are thus totally underplayed."Quando, num comentário anterior neste blogue, dizia eu que havia uma pessoa mais na RT que me despertava suspeitas quanto às suas verdadeiras intenções, falava eu da jornalista Abby Martin... E, sobre esta, irei apenas chamar a atenção para o seguinte...
--- Webster Tarpley, in "How to Identify a CIA Limited Hangout Operation"
Informem-se sobre o currículo desta (que inclui, nomeadamente, uma posição de destaque num órgão de imprensa que é elogiado pela conhecida imprensa controlada), vejam o quão não aprendem (de importante) com o seu programa (e aprendem com outros), o tipo de pessoas e organizações que esta elogia (em detrimento doutras), este tipo de críticas (de treta, cheias de forma, mas vazias de conteúdo) que ela faz, a atenção (e consequente publicidade) que a esta pessoa é dada (e consequentemente feita) pelo poder instituído (e que não é dada - e feita - a outras pessoas neste meio) e a (pelo menos uma) grande mentira (que deixo num dos vídeos que se seguem) que esta jornalista, já por (pelo menos) duas vezes, tentou fazer passar no seu programa.
(Para quem não sabe, o maior crime pelo qual a Nestlé é responsável - e pelo qual esta é muito mais conhecida no meio activista, de que esta jornalista diz fazer verdadeiramente parte - é o facto de - consciente dos seus efeitos - vender esta empresa um suposto substituto de leite materno, em países de Terceiro Mundo, que resulta na morte de crianças. Mas... Fala extensivamente, esta jornalista, sobre este facto, nas suas denúncias?... Não... Decide, antes, tal pessoa concentrar-se na "imensamente danosa" crítica a esta empresa que é o facto desta... engarrafar água...)
Segue-se uma das vezes em que pôde esta mesma pessoa ser vista a mentir sobre a já conhecida fraude do "aquecimento global causado pela actividade humana".
E mais coisas existem, que poderia eu aqui estar a dizer sobre esta mesma personagem...
Mas, acima de tudo, por ter eu, neste momento, mesmo muito pouca paciência para andar a expor pseudojornalistas e também por a maior parte do que mais teria eu a dizer passar muito pela chamada "linguagem corporal" - que já sei que muito poucos sabem ler ou entendem - por aqui irei ficar...
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
Há 75 anos, no vizinho Estado Espanhol...
(Um filme, que também só vi já depois de me ter "reformado" do activismo anarquista e que penso que possa ser interessante para algumas das pessoas que consultam este blogue - e que deixo aqui como sugestão para as férias em que sei que muitos estarão. A visualização do mesmo, talvez seja melhor que seja feita na sua versão original, em inglês. Embora o castelhano seja algo que a muitos possa despertar mais sentimentos.) ;)
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Mais uma Greve Geral desvirtuada (e, em boa parte, silenciada)
Tendo feito questão em ver, ao final do dia, um noticiário televisivo que me contasse o que se passou nesta Greve Geral, deparo-me - às 00:00 horas, no canal TVI24 - com uma notícia de uma ridícula "forma de luta" que consistiu em tentar bloquear a Ponte 25 de Abril.
(Ponte essa, na qual - tal como qualquer pessoa que a utilize sabe - passam frequentemente ambulâncias.)
Um acto estúpido e ridículo, não há dúvida... Mas, infelizmente, também um tipo de acto que se tem vindo a repetir, aquando das grandes manifestações que acompanham as Greves Gerais que têm vindo a ser feitas no nosso país.
O que me leva a questionar a ocorrência destes mesmos actos...
É esta, agora, uma ocorrência normal de cada vez que haja uma Greve Geral?
Ter um grupo de manifestantes que faz sempre algo que, ou é simplesmente estúpido, ou desvia as atenções do que foi a Greve Geral, em si?
Ainda esperei para ver se, depois de reportarem sobre esta tentativa de bloqueio, diziam mais alguma coisa sobre a Greve. Mas, nada...
Foi um sucesso? Não foi um sucesso? Que coisas foram ditas - em possíveis discursos, ou em palavras de ordem - por quem a esta Greve aderiu e se manifestou em frente à Assembleia da República?
Nada. Nem uma palavra, sobre tudo mais que aconteceu(?)...
Coisa que, desta vez, até me surpreendeu...
Pois, que um órgão da imprensa controlada faça - propositadamente ou não - um mau trabalho a reportar um acontecimento, não é coisa que me surpreenda. Agora, que omita (e completamente) algo de muito importante que ocorreu nas ruas da capital do nosso país (e, sobre o qual era mais- -que-suposto reportar) é que já é uma coisa da qual eu não estava à espera... E, também coisa que me faz reparar, ainda mais, na repetida ocorrência deste tipo de actos mediáticos. Assim como, questionar seriamente a coincidência da ocorrência dos mesmos...
Pois, já reparei que é sempre que ocorre uma destas muito grandes e significativas manifestações de descontentamento popular - que pode enviar uma muito grande e clara mensagem, a todos que fazem parte desta sociedade, de que algo de muito errado e de muito mal se passa neste país - que surgem sempre estas acções que - ainda que, sendo secundárias - são aquelas nas quais a imprensa controlada sempre decide se focar, em detrimento de tudo o resto que se passa e passou, no acontecimento principal que lhes serve de pretexto.
O que, naturalmente, me leva a questionar todo este fenómeno combinado...
(Ponte essa, na qual - tal como qualquer pessoa que a utilize sabe - passam frequentemente ambulâncias.)
Um acto estúpido e ridículo, não há dúvida... Mas, infelizmente, também um tipo de acto que se tem vindo a repetir, aquando das grandes manifestações que acompanham as Greves Gerais que têm vindo a ser feitas no nosso país.
O que me leva a questionar a ocorrência destes mesmos actos...
É esta, agora, uma ocorrência normal de cada vez que haja uma Greve Geral?
Ter um grupo de manifestantes que faz sempre algo que, ou é simplesmente estúpido, ou desvia as atenções do que foi a Greve Geral, em si?
Ainda esperei para ver se, depois de reportarem sobre esta tentativa de bloqueio, diziam mais alguma coisa sobre a Greve. Mas, nada...
Foi um sucesso? Não foi um sucesso? Que coisas foram ditas - em possíveis discursos, ou em palavras de ordem - por quem a esta Greve aderiu e se manifestou em frente à Assembleia da República?
Nada. Nem uma palavra, sobre tudo mais que aconteceu(?)...
Coisa que, desta vez, até me surpreendeu...
Pois, que um órgão da imprensa controlada faça - propositadamente ou não - um mau trabalho a reportar um acontecimento, não é coisa que me surpreenda. Agora, que omita (e completamente) algo de muito importante que ocorreu nas ruas da capital do nosso país (e, sobre o qual era mais- -que-suposto reportar) é que já é uma coisa da qual eu não estava à espera... E, também coisa que me faz reparar, ainda mais, na repetida ocorrência deste tipo de actos mediáticos. Assim como, questionar seriamente a coincidência da ocorrência dos mesmos...
Pois, já reparei que é sempre que ocorre uma destas muito grandes e significativas manifestações de descontentamento popular - que pode enviar uma muito grande e clara mensagem, a todos que fazem parte desta sociedade, de que algo de muito errado e de muito mal se passa neste país - que surgem sempre estas acções que - ainda que, sendo secundárias - são aquelas nas quais a imprensa controlada sempre decide se focar, em detrimento de tudo o resto que se passa e passou, no acontecimento principal que lhes serve de pretexto.
O que, naturalmente, me leva a questionar todo este fenómeno combinado...
- Quem é que anda a instigar estas pessoas, para que façam tão estúpidas coisas?
- Fazem estas pessoas (que participam em tais actos) sequer parte das organizações sindicais que convocam estas manifestações?
- Porque é que é sempre que ocorre um destes grandes acontecimentos (com um imenso significado social) que surgem este tipo de manifestantes, a fazer as coisas piores, mais estúpidas e mais ridículas?
- Se é fazer coisas que, repetidamente, não são aprovadas por quem convoca estas grandes manifestações, por que é que é sempre na sequência ou decorrer das mesmas que decidem estes manifestantes fazer este tipo de coisas - em vez de as fazerem num qualquer outro dia?
- (E, a pergunta que deve sempre ser feita, para qualquer tipo de ilegalidade...) "Quem é que beneficia deste tipo de acções?"
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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Símbolo do "#changebrazil" é o mesmo das "revoluções coloridas"
O que eu já sei, para além disto, é já suficiente para perceber do que tudo isto realmente se trata...
Mas, para os mais ingénuos e ignorantes, aqui vai mais uma prova (para juntar a várias - [1] [2]) de que todo este alvoroço se trata, na verdade, de uma tentativa, maioritariamente organizada por forças exteriores ao mesmo (em colaboração com os seus fantoches locais), de desestabilizar politicamente o Brasil, sabotar a sua Economia emergente (que poderá, um dia, vir a rivalizar com as mais desenvolvidas do Ocidente) e substituir o governo deste país. Que (concorde-se ou não com o modelo económico por ele implementado - e, ainda que se trate de um governo com vários problemas sérios por resolver) tem vindo (dentro do possível) a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos do seu país e a deixar o país melhor do que estava, antes do partido por ele responsável ter subido ao poder. (Tudo, note-se, razões mais que suficientes para que seja alvo de uma tentativa de golpe e sabotagem destas...)
Se consultarem a página no YouTube onde são colocados os vídeos do sujeito mencionado na minha colocação anterior, poderão lá ver o símbolo que se encontra em cima e à esquerda deste texto.
Símbolo esse, que os mais atentos e bem informados, irão reconhecer doutros sítios...
Pois, é o mesmo símbolo que aparece em tudo o que são "revoluções coloridas", feitas para derrubar governos não alinhados com o Ocidente. E é também o mesmo símbolo usado pelos grupos que tentam desestabilizar a Rússia e a Venezuela.
(Mais uma muito boa prova de quem é que realmente está por trás disto...)
Como disse, tudo isto é já, para mim, mais que suficiente para saber do que realmente se trata toda esta confusão... E, por isso, não deverei sequer fazer mais colocações aqui sobre este assunto... Irei, antes, esperar que também nos meus sítios de referência na Internet se comecem a aperceber disto e a denunciá-lo - e, depois disso, irei deixar aqui, como comentários a esta colocação, as hiperligações para as confirmações por estes mesmos bons sítios de análise feitas.
Mas, para os mais ingénuos e ignorantes, aqui vai mais uma prova (para juntar a várias - [1] [2]) de que todo este alvoroço se trata, na verdade, de uma tentativa, maioritariamente organizada por forças exteriores ao mesmo (em colaboração com os seus fantoches locais), de desestabilizar politicamente o Brasil, sabotar a sua Economia emergente (que poderá, um dia, vir a rivalizar com as mais desenvolvidas do Ocidente) e substituir o governo deste país. Que (concorde-se ou não com o modelo económico por ele implementado - e, ainda que se trate de um governo com vários problemas sérios por resolver) tem vindo (dentro do possível) a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos do seu país e a deixar o país melhor do que estava, antes do partido por ele responsável ter subido ao poder. (Tudo, note-se, razões mais que suficientes para que seja alvo de uma tentativa de golpe e sabotagem destas...)
Se consultarem a página no YouTube onde são colocados os vídeos do sujeito mencionado na minha colocação anterior, poderão lá ver o símbolo que se encontra em cima e à esquerda deste texto.
Símbolo esse, que os mais atentos e bem informados, irão reconhecer doutros sítios...
Pois, é o mesmo símbolo que aparece em tudo o que são "revoluções coloridas", feitas para derrubar governos não alinhados com o Ocidente. E é também o mesmo símbolo usado pelos grupos que tentam desestabilizar a Rússia e a Venezuela.
(Mais uma muito boa prova de quem é que realmente está por trás disto...)
Como disse, tudo isto é já, para mim, mais que suficiente para saber do que realmente se trata toda esta confusão... E, por isso, não deverei sequer fazer mais colocações aqui sobre este assunto... Irei, antes, esperar que também nos meus sítios de referência na Internet se comecem a aperceber disto e a denunciá-lo - e, depois disso, irei deixar aqui, como comentários a esta colocação, as hiperligações para as confirmações por estes mesmos bons sítios de análise feitas.
Vivam o Brasil, o seu Desenvolvimento e o seu Futuro!
Morram o Imperialismo Anglo-Americano e a sua "Nova Ordem Mundial"!
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