sábado, 30 de março de 2013

A História Soviética

Muito bom documentário, sobre os aspectos menos conhecidos do Comunismo e os factos menos conhecidos da História da União Soviética, tais como:
  • as semelhanças que existem entre o Comunismo e o Nazismo
  • as raízes marxistas do Nazismo e da Eugenia
  • a colaboração inicial que houve entre a União Soviética e a Alemanha, durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial
  • o massacre de milhões de cidadãos sob o jugo soviético
  • o propositado genocídio ucraniano
  • os campos de concentração existentes na União Soviética, semelhantes aos nazis, onde também eram realizadas experiências médicas
Um documentário a não perder - e excelente para se mostrar aos adeptos da ideologia comunista.

[Editado a 18/05/2014: (Corrigindo uma das descrições, por mim feitas, na introdução a este documentário...) Ao que parece, não houve nenhum genocídio na Ucrânia, por parte das autoridades soviéticas. E, a explicação para esta correcção, pode ser ouvida a partir da marca dos 37m desta entrevista, à conhecida historiadora Annie Lacroix-Riz. Mas, ainda assim, creio que o documentário se mantém como um mesmo muito interessante de se ver, por todas as outras coisas que denuncia.]


(O DVD, que pode ser comprado na Internet, tem legendas em português. E, quem quiser procurar na rede por uma cópia deste polémico documentário, tem também disponíveis legendas em inglês mais completas.)

quinta-feira, 28 de março de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

Donos de Portugal

domingo, 24 de março de 2013

Os pedófilos que nos governam a todos

Um excerto de um comentário que deixei, há 3 anos atrás, no blogue do jornalista Frederico Duarte Carvalho:
"Józef Retinger, fundador do Clube Bilderberg, disse Estulin, não me recordo exactamente onde, era um pedófilo. O Bush pai, diz este autor na sua página web, é pedófilo. Gordon Brown e Henry Kissinger, diz Bob Chapman, ex-agente dos serviços secretos norte-americanos, são pedófilos. E se consultarem as notícias mais antigas publicadas no sítio do Daniel Estulin poderão ver que pedofilia não é algo de propriamente incomum entre meios diplomáticos."
E as hiperligações para um livro, escrito pelo investigador Nick Bryant, um documentário que foi censurado nos média controlados e um programa que passou na Press TV, seguidas de um pequeno documentário, da autoria de Daniel Estulin, sobre o assunto.

sexta-feira, 22 de março de 2013

De anarca a... chamem-lhe o que quiserem...

De uma das últimas vezes que peguei num jornal, vi uma fotografia desta criatura, a propósito de uma qualquer notícia, da qual já não me lembro qual era o conteúdo...
Tenho a impressão de que tinha qualquer coisa a ver com o actual cargo que ocupa, como lacaia-mor ao serviço do Império, na chamada "Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento".
(Ou "FLAD/CIA", como escrevia, repetidamente, um conhecido anarquista da zona de Lisboa, há uns anos atrás...)
De qualquer modo, o que me vem à memória, de cada vez que a vejo, não deixa de ser um muito curioso facto sobre o seu passado... Facto esse, do qual poderão ter conhecimento, <aqui>.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Mimi al-Laham

Mais conhecida por "Syrian Girl" (que é o pseudónimo por ela utilizado no YouTube) é esta muito inteligente e muito bem esclarecida rapariga um muito bom exemplo da qualidade que pode ter o chamado "jornalismo cidadão", tornado possível pelos meios, hoje em dia, ainda disponíveis a muitos, que permitem ao comum cidadão oferecer uma alternativa às constantes mentiras e propaganda emitidas pelos média de massas, contando as coisas como elas realmente são e expondo pontos-de-vista diferentes do que são as narrativas oficiais dos média controlados pelos mesmos interesses que, nos bastidores, fazem acontecer o que é reportado.
Entrevistada no mais conhecido sítio da imprensa alternativa, por outros jornalistas cidadãos, também nos canais de notícias internacionais Press TV e Russia Today e já convidada até para um debate sobre a situação que se vive no seu país natal, num conhecido programa de um canal de televisão australiano.
O endereço do seu primeiro canal no YouTube, onde se encontram vários vídeos interessantes, é: youtube.com/SyrianGirlpartisan. Mas, dada a censura de que tem sido alvo este canal, criou ela recentemente um outro, no mesmo sítio, cujo endereço é: youtube.com/SyrianGirlNews.

segunda-feira, 18 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

Rachel Corrie

quinta-feira, 14 de março de 2013

Como o YouTube censura os meus comentários

Se, até recentemente, tinha eu apenas uma forte suspeita relativamente à Blogger, tive, há poucos dias atrás, a confirmação de que, de facto, esta empresa censura comentários meus.
E, se já tinha eu visto indícios de censura também no YouTube - [1] [2] [3] (as hiperligações anteriores são para ser vistas em sequência) - tive também, há poucos dias atrás, a confirmação de que tal acontece nesta outra subsidiária da Google/NSA/CIA - pois, foi a mim que, desta vez, calhou acontecer.
Seguem-se as fotografias de ecrã que mostram o que se passou, relativamente aos comentários que deixei a este vídeo, em particular.




Explicando o que se passou, e passa, com estes comentários (que consistiram em várias tentativas de publicar o mesmo)...
Se estiver eu a utilizar a minha conta no YouTube, consigo ver os comentários que deixei.
Mas, se entro eu com uma outra conta, ou se não estiver eu a utilizar conta nenhuma, não consigo mais ver os meus comentários.
(Cuja presença, apesar disto, é, em qualquer um dos casos, acusada pelo número registado de comentários - o qual não se altera.)
Ou seja, os meus comentários são "escondidos" de um modo a que só eu os consigo ver, quando estou a utilizar a minha conta, mas a que mais ninguém os consegue ver.
Tendo sido as fotografias, que deixei acima, tiradas sem que estivesse eu a utilizar qualquer conta no YouTube - e, por isso, algo a que qualquer outra pessoa poderá também ter assistido.
Curiosamente (ou talvez não, para quem tem, por hábito, ver vídeos de conteúdo incómodo) de cada uma das várias vezes que fui espreitar a página do vídeo em causa (para ver se tinha, mais uma vez, desaparecido o meu comentário) a contagem de visualizações não se alterava, mantendo-se sempre num número que terminava em qualquer coisa como "699".
E, mais curioso ainda, talvez, é que tudo isto tenha acontecido depois de ter sido eu alvo do que me pareceu soar como uma ameaça velada(?)...


...após ter eu, uma vez mais, exposto alguém nos comentários ao vídeo em causa como sendo uma pessoa que andava a espalhar desinformação...


...e também que, poucos dias após tais denúncias, me tenham sido retiradas cerca de 100 visualizações do contador deste vídeo, em particular, (também sobre o 11/9) que coloquei no YouTube - tendo eu, em consequência disto, cometido a proeza de ultrapassar, por duas vezes, a barreira do total de 12.000 visualizações totais dos vídeos que tenho em partilha neste sítio.

terça-feira, 12 de março de 2013

Justin Bieber

domingo, 10 de março de 2013

Judeus de origem remota portuguesa exterminados por Israel?

(Podem saber aqui que judeus são estes, de origem também portuguesa, de que falam os seguintes artigo e documentário.)

The Ringworm Children: How the Israeli Government Irradiated 100,000 Israeli Kids

Israel Insider/Barry Chamish | October 28 2005


On August 14, at 9 PM, Israel's Channel Ten television screened a documentary film which exposes the ugliest secret of Israel's Labor party founders: the deliberate mass radiation poisoning of nearly all Sephardi youths of a generation.

"The Ringworm Children" (translated in Hebrew as "100,000 Rays"), directed by David Belhassen and Asher Hemias, recently won the prize for "best documentary" at the Haifa International film festival, and in the past year has made the rounds of Jewish and Israeli film festivals around the world. But it had yet to come to Israeli television screens. The subject is the mass irradiation of hundreds of thousands of young Israeli immigrants from Middle Eastern countries -- Sephardim, as they are called today. The story goes like this:

In 1951, the director general of the Israeli Health Ministry, Dr. Chaim Sheba, flew to America and returned with seven x-ray machines, supplied to him by the American army.

They were to be used in a mass atomic experiment with an entire generation of Sephardi youths to be used as guinea pigs. Every Sephardi child was to be given 35,000 times the maximum dose of x-rays through his head. For doing so, the American government paid the Israeli government 300 million Israeli liras a year. The entire Health budget was 60 million liras. The money paid by the Americans is equivalent to billions of dollars today.

To fool the parents of the victims, the children were taken away on "school trips" and their parents were later told the x-rays were a treatment for the scourge of scalpal ringworm. 6,000 of the children died shortly after their doses were given, while many of the rest developed cancers that killed thousands over time and are still killing them now. While living, the victims suffered from disorders such as epilepsy, amnesia, Alzheimer's disease, chronic headaches and psychosis.

That is the subject of the documentary in cold terms. It is another matter to see the victims on the screen.

To watch the Moroccan lady describe what getting 35,000 times the dose of allowable x-rays in her head feels like. "I screamed make the headache go away. Make the headache go away. Make the headache go away. But it never went away."

To watch the bearded man walk hunched down the street. "I'm in my fifties and everyone thinks I'm in my seventies. I have to stoop when I walk so I won't fall over. They took my youth away with those x-rays."

To watch the old lady who administered the doses to thousands of children: "They brought them in lines. First their heads were shaved and smeared in burning gel. Then a ball was put between their legs and the children were ordered not to drop it, so they wouldn't move. The children weren't protected over the rest of their bodies. There were no lead vests for them. I was told I was doing good by helping to remove ringworm. If I knew what dangers the children were facing, I would never have cooperated. Never!"

Because the whole body was exposed to the rays, the genetic makeup of the children was often altered, affecting the next generation. We watch the woman with the distorted face explain, "All three of my children have the same cancers my family suffered. Are you going to tell me that's a coincidence?"

The majority of the victims were Moroccan because they were the most numerous of the Sephardi immigrants. The generation that was poisoned became the country's perpetual poor and criminal class. It didn't make sense. The Moroccans who fled to France became prosperous and highly educated. The common explanation was that France got the rich, thus smart ones. The real explanation is that every French Moroccan child didn't have his brain cells fried with gamma rays.

The film made it perfectly plain that this operation was no accident. The dangers of x-rays had been known for over forty years. We read the official guidelines for x-ray treatment in 1952. The maximum dose to be given a child in Israel was .5 rad. There was no mistake made. The children were deliberately poisoned.

David Deri makes the point that only Sephardi children received the x-rays: "I was in class and the men came to take us on a tour. They asked our names. The Ashkenazi children were told to return to their seats. The dark children were put on the bus."

The film presents a historian who first gives a potted history of the eugenics movement. In a later sound bite, he declares that the ringworm operation was a eugenics program aimed at weeding out the perceived weak strains of society. The Moroccan lady is back on the screen. "It was a Holocaust, a Sephardi Holocaust. And what I want to know is why no one stood up to stop it."

David Deri, on film and then as a panel member, relates the frustration he encountered when trying to find his childhood medical records. "All I wanted to know was what they did to me. I wanted to know who authorized it. I wanted to trace the chain of command. But the Health Ministry told me my records were missing." Boaz Lev, the Health Ministry's spokesman chimes in: "Almost all the records were burned in a fire."

We are told that a US law in the late '40s put a stop to the human radiation experiments conducted on prisoners, the mentally feeble and the like. The American atomic program needed a new source of human lab rats and the Israeli government supplied it. Here was the government cabinet at the time of the ringworm atrocities:

Prime Minister - David Ben Gurion; Finance Minister - Eliezer Kaplan; Settlement Minister - Levi Eshkol; Foreign Minister - Moshe Sharrett; Health Minister - Yosef Burg; Labor Minister - Golda Meir; Police Minister - Amos Ben Gurion.

The highest ranking non-cabinet post belonged to the Director General of the Defence Ministry, Shimon Peres.

That a program involving the equivalent of billions of dollars of American government funds should be unknown to the Prime Minister of cash-strapped Israel is ridiculous. Ben Gurion had to have been in on the horrors and undoubtedly chose his son to be Police Minister in case anyone interfered with them.

Finance Minister Eliezer Kaplan was rewarded for eternity with a hospital named after him near Rehovot. But he's not alone in this honor. Chaim Sheba, who ran Ringworm Incorporated, had a whole medical complex named after him. Needless to say, if there is an ounce of decency in the local medical profession, those hospital names will have to change.

After the film ended, there was a panel discussion which included a Moroccan singer, David Edri, head of the Compensation Committee for Ringworm X-Ray Victims, and Boaz Lev, a spokesman for the Ministry Of Health.

TV host Dan Margalit tried to put a better face on what he'd witnessed. He explained meekly that "the state was poor. It was a matter of day to day survival." Then he stopped. He knew there was no excusing the atrocities which the Sephardi children endured.

But it was the Moroccan singer who summed up the experience best. "It's going to hurt, but the truth has to be told. If not, the wounds will never heal."

There is one person alive who knows the truth: Shimon Peres. The only way to get to the truth and start the healing is to investigate him for his role in the mass poisoning of over 100,000 Sephardi children and youth.

But here is why that won't happen. The film was aired at the same time as the highest-rated TV show of the year, the finale of Israel's talent-hunt show: "A Star Is Born." The next day, the newly-born star's photo took up half the front pages. There was not a word about "The Ringworm Children" in any paper, nor on the Internet. Until now.

sexta-feira, 8 de março de 2013

O cancro como arma política





US Senators Frank Church and John Tower examine
a Central Intelligence Agency (CIA) poison dart gun that
causes cancer and heart attacks, during the US Senate Select
Committee’s investigation into the assassination plots
on foreign leaders in 1975.
Cancer the secret weapon?

The heart of the matter


Published: Monday, February 27, 2012

Charles Kong Soo


It was a case destined for the X-Files and conspiracy theorists alike, when Venezuelan president Hugo Chavez speculated that the US might have developed a way to weaponise cancer, after several Latin American leaders were diagnosed with the disease. The list includes former Argentine president, Nestor Kirchner (colon cancer) Brazil’s president Dilma Rousseff (lymphoma cancer), her predecessor Luiz Inacio Lula da Silva (throat cancer), Chavez (undisclosed), former Cuban president Fidel Castro (stomach cancer) Bolivian president, Evo Morales (nasal cancer) and Paraguayan president Fernando Lugo (lymphoma cancer). What do they have in common besides cancer? All of them are left-wing leaders. Coincidence? In his December 28, 2011 end-of-year address to the Venezuelan military, Chavez hinted that the US might have found a way to give Latin American leaders cancer.

"Would it be so strange that they’ve invented the technology to spread cancer and we won’t know about it for 50 years?" Chavez asked. "It is very hard to explain, even with the law of probabilities, what has been happening to some leaders in Latin America. It’s at the very least strange," he said. Chavez said he received warning from Cuba’s former leader Fidel Castro, who has survived hundreds of unsuccessful assassination attempts. "Fidel always told me, 'Chavez take care. These people have developed technology. You are very careless. Take care what you eat, what they give you to eat ... a little needle and they inject you with I don’t know what'," he said.

Unsolved mysteries

Sounds far-fetched? WikiLeaks reported that in 2008 the American Central Intelligence Agency (CIA) asked its embassy in Paraguay to collect all biometric data, including the DNA of all four presidential candidates. Right here in the Caribbean conspiracy theorists believe that the CIA also had a hand in the deaths of T&T’s own civil rights activist and Pan-Africanist Kwame Ture, Jamaica’s legendary reggae icon Bob Marley and Dominican Prime Minister Rosie Douglas. During the United States Senate Select Committee’s investigation into CIA’s assassination plots on foreign leaders in 1975 it was revealed that the agency had developed a poison dart gun that caused heart attacks and cancer. The gun fired a frozen liquid poison-tipped dart, the width of a human hair and a quarter of an inch long, that could penetrate clothing, was almost undetectable and left no trace in a victim’s body.

Kwame Ture or Stokely Carmichael, the radical former Black Panther leader who inaugurated the Black Power Movement of the 1960s went to his death claiming that the CIA had poisoned him with cancer. Ture died of prostate cancer at the age of 57 in 1998. His friend, multi-media artist and activist Wayne "Rafiki" Morris, said Ture said "without equivocation" that the CIA gave him cancer. "I knew Kwame from 1976 and for all the time I knew him he never drank or smoked cigarettes," Morris said. "He was a very good swimmer and exercised regularly, he didn’t have any medical condition and was very conscious of his health."

If the shoe fit...

Bob Marley died of melanoma cancer in 1981. He was 36-years-old. The official report is he contracted cancer after injuring his toe which never healed while playing football in 1977. The conspiracy theorists allege that Marley was given a pair of boots with a piece of copper wire inside that was coated with a carcinogenic substance that pricked his big toe by Carl Colby, son of the late CIA director William Colby. There is an eerie similarity between Marley and Castro involving poisoned shoes. Cuban ambassador to T&T, Humberto Rivero said the CIA and Cuban exiles tried more than 600 attempts to kill Castro from exploding cigars, injecting him with cancer, to a wet suit lined with poison. In the case of Marley the CIA allegedly used cancer in his shoes, for Castro they placed the highly toxic poison thallium salts in his shoes. After only eight months being elected as Prime Minister of Dominica, radical politician Rosie Douglas was found dead on the floor of his residence in 2000.

The cause of death was listed as a result of a massive heart attack. His heart was twice its normal size. Just like Ture and Marley, he exercised regularly. Douglas’ eldest son, Cabral insisted that his father had been murdered and also hinted at the involvement of the CIA. Moshood Abiola, the man widely believed to have won the 1993 elections in Nigeria, was reported to have died of a heart attack after he was given a cocktail which expanded his heart to twice its size in 1998. Jack Ruby, the assassin who killed US president John Kennedy’s alleged assassin Lee Harvey Oswald, died from lung cancer in 1967. What was strange was the cancer cells were not the type that originate in the respiratory system. He told his family that he was injected with cancer cells in prison when he was treated with shots for a cold. He died just before he was to testify before Congress.

Lockerbie bomber, Abdelbaset al-Megrahi, developed terminal cancer. The leader of Canada’s left-leaning Opposition party, the New Democratic Party (NDP), Jack Layton died of an undisclosed form of cancer in 2011. It will appear that having leftist tendencies are hazardous to a person’s health. From 1953 the Russians were using microwaves to attack the US embassy staff in Moscow, Russia. One third of the staff eventually died of cancer from this microwave irradiation. Imagine how advanced and sophisticated assassination technology has become today.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Hugo Chávez é imortal


A pessoa que foi, o trabalho que fez em prol do bem-estar da sua população e de toda a América Latina, o modelo político que fundou e o legado que deixou não poderão nunca ser mortos.
E serão sempre um exemplo e um modelo que todos poderão seguir.

Viva Chávez! Viva a Venezuela! Viva o Socialismo!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Bakunin, um agente britânico?

A afirmação foi feita no último episódio da série de documentários de Daniel Estulin, que é exibida na versão em castelhano do canal internacional de notícias RT.
E, dada a importância desta mesma afirmação, decidi cortar e republicar aqui o trecho com a parte em que este menciona tal facto(?).



Que o Marx era um agente britânico, era algo do qual eu já sabia... E para o qual já tinha deixado as dicas aqui, aqui e aqui. (E também algo que, pelo menos para mim - apesar de inicialmente surpreendente - pelas razões que enuncio nas hiperligações anteriores, faz todo o sentido.)
Mas, realmente... Do que já tinha folheado dos livros e monografias do Dr. John Coleman, que tenho andado a acumular, já tinha visto referências ao Anarquismo na mesma linha do Marxismo, em que este autor apresenta a promoção destas duas ideologias como acções desestabilizadoras, por parte da sociedade dos Illuminati, com o objectivo de subverter o modelo de sociedade nacionalista que havia, numa maneira que convinha a quem liderava (e lidera) o movimento da NOM - pessoas essas, que o Daniel Estulin descreve como "sinarquistas".
Mas, no que toca ao Anarquismo, sempre pensei que se tratasse de uma má interpretação, por parte do Dr. Coleman (que, aproveito para dizer que, apesar da sua visão da espécie humana que roça o racismo e da sua crença religiosa cristã, é, para mim, tão credível quanto o Daniel Estulin) da verdadeira natureza da ideologia anarquista...
Mas, ter agora o Estulin a nomear especificamente o Mikhail Bakunin, é que foi algo que verdadeiramente me surpreendeu... Ainda que fosse - do que já pude, um pouco, ler do Dr. Coleman - uma possibilidade para a qual já tinha aberto a minha mente - a qual, aproveito também para dizer, estará sempre aberta a qualquer Verdade que seja, desde que esta o seja, realmente, e vá esta dar onde for...
(Mas, ora aqui está algo sobre o qual terei ainda muito de me informar e que, definitivamente, me fará pensar mesmo muito nos próximos tempos... Pois, terei então de saber se o Bakunin seria, de facto, um agente - e se isto não se tratará de uma interpretação abusiva dos factos - e se, a ser um agente, este o era consciente ou inconscientemente, em toda esta conspiração... Assim como, se (consequentemente) a vertente socialista do Anarquismo que este defendia, enquanto ideologia, surgiu, tal como o Comunismo, por vontade da NOM, ou se foi apenas algo do qual este último movimento se aproveitou, subverteu e usou, segundo lhe conveio...)
Sei, por exemplo, que o Webster Tarpley, quando diz também que o Marx era um agente britânico, fala em "tese". Mas, tal como se pode entender nas dicas que deixo no início deste texto, pelo menos para mim (que já estou relativamente bem informado sobre a componente comunista) no caso do Marx, isto é algo que é imensamente sugerido pelos factos históricos que são bem conhecidos e que são factos confirmados. Mas, quanto aos conhecidos pensadores anarquistas, ainda não vi nada que o sugerisse fortemente...
Se bem que, por outro lado, e falando no caso específico do Bakunin, também sei que ele faz, num dos seus livros, uma estranha referência a Satã como "o eterno revoltado, o primeiro livre- -pensador e o emancipador dos mundos! Ele faz o homem se envergonhar de sua ignorância e de sua obediência bestiais; ele o emancipa, imprime em sua fronte a marca da liberdade e da humanidade, levando-o a desobedecer e a provar do fruto da ciência", sei que ele era um defensor da violência em actos revolucionários (algo com o qual eu não concordo, sendo eu apenas defensor da autodefesa, quando se atinja uma maioria de população que esta alternativa queira seguir - alinhando-me eu mais, nesse aspecto, com o mais conhecido anarquista de todos, ainda que tal escritor não se assumisse como tal) e sei também que uma das coisas que ele fez foi andar por vários países a instigar revoltas, no decorrer da chamada "Primavera dos Povos" - por trás da qual (sabem hoje as pessoas bem informadas) esteve o Império Britânico. (Leiam Webster Tarpley.)

Mas, se Bakunin foi um agente britânico... Então e o Kropotkin, já agora? Que terminou os seus dias em solo britânico, foi lá bem acolhido e que escrevia até para uma das mais importantes publicações do poder estabelecido nesse país? Mudou ele apenas de liderança real e era também ele um agente da coroa britânica?!... E o Nestor Makhno?... Que se dizia anarquista, mas não se comportava como tal, liderou um exército que lutava a favor dos bolcheviques e que, quando chegou a altura destes seus "aliados" exterminarem tal organização menos obediente, foi um dos muito poucos que escapou a tal purga?... Parece que há aqui mais coisas para as quais se pode olhar de modo suspeito(!)...

É preciso, no entanto, ter em conta que, ainda que isto seja verdade, tal não desvaloriza, necessariamente, o Anarquismo, em si - ou faz desta ideologia uma alternativa inválida. Pois, não foi esta ideologia criada apenas por Mikhail Bakunin, nem foi sequer ele o primeiro a apelidar-se como "anarquista". E não digo isto apenas por me considerar ainda anarquista, mas por - depois de já me ter deparado, antes de ter visto este documentário, com algumas afirmações do Dr. Coleman a dizer algo no mesmo sentido - ser isto algo sobre o qual já reflecti anteriormente e não ver numa alternativa de sociedade anarquista - que funcione séria a verdadeiramente como tal (com as devidas excepções, onde este ideal não possa ser implementado) - algo que seja benéfico, de algum modo, para o poder (agora já bem) estabelecido - muito pelo contrário. Pois, ainda que esta seja aplicada apenas em parte (no mesmo sentido em que foi criado o Marxismo) não vejo, mais uma vez, nisso algo que beneficie o poder estabelecido, visto que a síntese que vejo que daí resultaria, seria então uma sociedade "minarquista", tal como defendem os chamados "libertários" norte-americanos - os quais são até dos maiores opositores a este projecto da NOM.
Pelo que diz o Estulin neste trecho - e a ser verdade(?) o que ele diz - o que entendo é que o Anarquismo, tal como era defendido por Bakunin, tenha sido então inventado como uma mera fachada, para nunca ser verdadeiramente aplicada(?), a qual era usada por este e outras pessoas controladas pelo Império Britânico - que eram, na verdade, niilistas e - que queriam apenas desestabilizar os países onde instigavam revoltas(?). Mas, nesse caso, já não é então de Anarquismo que estamos a falar - mas sim de niilismo...
Por outras palavras, entendo que o Anarquismo que defendia Bakunin tenha sido então criado com a mera intenção de subverter a ordem nacionalista que, na altura, existia e como uma alternativa que seria apenas temporaria e parcialmente criada, para depois ser "corrigida" pela alternativa final pretendida por quem lidera o movimento da NOM. (E que seria, numa das etapas - e já o é, nos dias de hoje - o tal superestado europeu defendido pelo, também mencionado pelo Estulin e conhecido amigo de Bakunin, Mazzini, que também já eu sabia, através do Dr. Coleman, que fazia parte de toda esta conspiração.)
Mas, caso tenha sido, de facto, este o objectivo com que foi criado o tipo específico de Anarquismo que era defendido por Bakunin, tal como disse anteriormente para o caso do Anarquismo, na sua forma genérica, isso não faz - para mim, pelo menos - desse modelo específico uma alternativa inválida, nem quer sequer, necessariamente, dizer que não seja este uma (muito) boa ideia...
(Ainda que possa ter sido, então, originalmente criado com o mero objectivo de subverter, e destruir por dentro, os diferentes Estados-Nação existentes, no decorrer da guerra, que já dura há séculos, entre este tipo de organizações e as forças sinarquistas e internacionalistas da NOM.)
Enfim... Enquanto não souber mais nada sobre isto, só posso especular. E, como não tenho eu acesso a fontes dentro dos vários serviços secretos ocidentais, nem tempo ou dinheiro para passar literalmente anos de volta do arquivo histórico do Museu Britânico - tal como têm e fazem o Daniel Estulin e o Dr. John Coleman - para saber e tentar perceber o que se passou naquela altura, terei de aguardar até saber de mais coisas da parte destes.
(Enviei até uma mensagem ao Estulin, a pedir para ele, um dia, elaborar mais sobre o assunto, num dos seus trabalhos, e, dado que ele quer claramente contar tudo o que sabe sobre isto, estou esperançoso que um dia ele o possa explicar melhor.)
De qualquer modo, quanto a tirar - dentro do possível e antes de tal ocorrer - as dúvidas que agora se levantam sobre tudo isto, isso será algo que, da minha parte, só irei tentar fazer quando terminar a série de colocações que ainda quero fazer neste blogue e terminar também - pelo menos, no que toca à controlada - a minha presença na blogosfera.

("Viva a Anarquia"?)

sábado, 2 de março de 2013

Palhaçada

Surpreendeu-me, pela negativa, a adesão da CGTP ao protesto de hoje... Pois, se até agora a CGTP se tem pautado e distinguido, nas suas acções de protesto, por ser uma organização que luta por objectivos concretos e que apresenta também alternativas muito concretas, achei estranho que se quisesse juntar a quem, pelo contrário, pouco ou nada disto pelo qual se caracteriza ou tem feito.
Suponho que possa ter sido, talvez, por querer adicionar números a este seu protesto, em particular, para depois poder dizer que tiveram x centenas de milhares de pessoas numa manifestação que também era a sua. Não sei... O que é certo é que, fizesse eu ainda parte de alguma organização sindical, e ainda por mais pequena que fosse, iria querer demarcar-me mesmo muito bem de todos estes novos movimentos de farsa, que apenas adoptam formas de "luta" ineficazes e ridículas.

"Movimento Sem Emprego", "M12M", "15O", enfim... Os nomes que vão surgindo são diferentes. Mas a fórmula é sempre a mesma.
(A qual, para mim, denuncia muito bem quem é que estará por trás de tais movimentos...) E que consiste em nada mais fazer do que protestar e ficar eternamente à espera que quem está a destruir a Economia *de propósito*, como que por milagre, mude de ideias e deixe de fazer o que está a fazer...
Isto, sempre acompanhado de uma muito boa campanha mediática (feita com a ajuda dos média controlados) com cartazes e imagens mesmo muito bem conseguidos e elaborados, e também vídeos a condizer, todos feitos com dinheiro oriundo sabe-se lá donde... Aos quais, claro, se adiciona sempre uma ou outra cara conhecida, para promover a causa (coisa que tem o valor que tem, num país onde, para se ser conhecido, entre quem não tem nada na cabeça, não é preciso muito) para, com isto, chamar alguma carneirada para quem essa mesma celebridade tem algum significado.

Manifestem-se à vontade... Manifestem-se, até, todos os dias, que isso não vai mudar nada. (E podem até, se quiserem, ler a sugestão que dei a quem faz as mais divertidas manifestações de todas, nos comentários a esta notícia.)
Manifestem-se até ficarem efectivamente sem dinheiro e já nem para isso o tiverem. (E, talvez só depois de efectivamente terem caído no buraco, vejam se, no muito tempo livre que vão ter, algum dos vossos neurónios é capaz de concluir que é só avançando com soluções e alternativas é que se resolve alguma coisa...)
Manifestem-se à vontade, mas, não contem comigo para vos fazer companhia... Pois, vou estar antes, provavelmente, ainda a dormir e a recuperar de mais um intenso dia de pesquisa e escrita, até altas horas da noite, sobre o que realmente - e de muito importante - se passa à minha volta, para poder depois avisar os outros disso. (Coisa que considero muito mais importante do que sair para a rua a gritar simples palavras de ordem, inócuas e vazias de conteúdo significativo...)

Se quiserem saber mais das razões pelas quais não me junto a vós, podem espreitar <aqui>, <aqui> e <aqui>.

Mas, por favor, calem-se com esses cantares ridículos, que só desvirtuam, descaracterizam e banalizam as muito belas canções daquele que foi o grande cantor e poeta Zeca Afonso.
Pois, fosse ele vivo, estou certo que era muito mais ao lado de quem tenta efectivamente mudar as coisas e resolver os problemas que ele continuaria a estar...